Luiz Vieira (1974)

Olá amigos cultos e ocultos! Sempre batendo nas mesmas teclas, repetindo frases e situções, assim é o Augusto TM em seu blog. Amado por muitos, odiado por porcos, quer dizer…, por poucos, o Toque Musical continua em seu propósito, aprendendo com as boas críticas e se lixando para as titicas. Falem mal, mas falem sempre do Toque Musical 😉
Hoje eu tenho aqui um disco que gosto muito, Luiz Vieira, de 1974. Tive a felicidade de reencontrá-lo na última feira de discos em Belo Horizonte. Há tempos eu não ouvia o lp e por acaso, também nunca pensei em procurá-lo em outros blogs. Deve até ter…
Luiz Vieira, para os que não conhecem, é um poeta cantador, compositor de mão cheio e de alma nordestina. Ele iniciou sua carreira artística na década de 40, se apresentando em programas de calouros, boates e no rádio. Embora seja um ótimo cantor, nunca gostou do título, preferindo ser chamado de ‘cantador’. Luiz Vieira também atuava como radialista, sempre focando a música nordestina. Não foi atoa que ele recebeu o título de “O Príncipe do Baião”. Até pouco tempo atrás eu sei que ele apresentava um programa de muito sucesso na Rádio Nacional do Rio de Janeiro, chamado “Minha terra, nossa gente”. Faz tanto tempo que eu não vou ao Rio que já nem sei se ainda existe. O Luiz Vieira também já deve estar lá por volta dos 80 anos. Não sei se ele ainda continua em atividade. O certo é que o cara é um artista dos melhores. Gravou poucos discos, mas compôs centenas de músicas, interpretadas pelos mais diversos cantores. Neste álbum de 1974, temos alguns de seus grandes sucessos como “Menino do Braçanã”, “Prelúdio para ninar gente grande” e “Prelúdio Nº2 (Paz do meu amor)”. Tem mais uma música dele que eu gosto muito que é “Menino passarinho”, maravilhosa, mas esta é de outro disco. A gente ainda chega lá…

guarânia da saudade
os olhinhhos do menino
nossa vez
ave maria dos retirantes
menino do braçanã
prelúdio par aninar gente grande
rato, rato…
prelúdio nº 2 (paz do meu amor)
resto de quem parte
cortejo
estrela de veludo
zé valente