A Fábrica – Trilha Original Da Novela (1971)

Bom dia, amigos cultos e ocultos! Ainda na estrada, sem saber direito a que horas eu estarei de volta, vou aproveitar enquanto tomo o café para fazer esta postagem. Hoje iremos com outra trilha de novela, a única que eu tinha à mão, ou melhor, no meu computador.

Vamos com a trilha de “A Fábrica”, novela levada ao ar em 1971. Escrita e dirigida por Geraldo Vietri, teve uma trilha preparada especialmente para o drama e contou para isso com a Grande Orquestra Copacabana e alguns de seus regentes/arranjadores. A trilha é totalmente orquestral com alguns temas criados a partir da música erudita, clássica e outras em arranjos criados pelos maestros Portinho, Leo Peracchi, Renato de Oliveira, Edmundo Vilani, Salinas e Moacyr Portes. Para quem gosta de orquestra, taí um prato cheio. Vão conferindo aí, porque eu aqui já estou de saída.
canção da alegria (baseado no último movimento da 9ª sinfonia, de beethoven
tema da sinfonia nº 40 em sol menor, de mozart
concert for a lover’s ending
cinismo
tema de izabel
nosso primeiro amor
opus nº 3
opus nº 4
a força do amor
or-nan
a canção anti tóxico

Portinho – Ritmo Das Américas (1958)

Bom dia, amigos cultos e ocultos! Eu ainda não atualizei algumas postagens que me foram solicitadas, mas prometo que ainda nesta semana o farei. Bem porque, na próxima eu já estarei de férias e espero, dar uma pausa aqui no Toque Musical por uns dias.
Hoje nós iremos como o saxofonista Antonio Porto Filho, mais conhecido como Portinho. Interessante, eu pensava que Portinho fosse um apelido, pelo fato deste instrumentista ter vindo do Rio Grande do Sul. Mas realmente não tem nada a ver. Contam que ele veio trabalhar no Rio e São Paulo através do cantor Nelson Gonçalves, que o descobriu. Na segunda metade da década de 40 ele foi para o Rio de Janeiro, onde trabalhou na Rádio Tupi – Tamoio. Depois mudou-se para São Paulo onde também tocou em rádios, gravou com diversos artistas da época, fez arranjos e regeu orquestras. Seus primeiros discos, como este “Ritmos das Américas”, são recheados de ‘standards’ da música internacional e sucessos nacionais. Mas há também espaço para as suas composições. Músicas como “Beijo nos olhos”, “Folhas soltas” e “Superstição”, “Cidade grande” e “Coração apaixonado”, que constam neste lp, são músicas suas que fizeram um relativo sucesso na época. Portinho trabalhou com os mais diferentes artistas e também ajudou a lançar outros, como Claudia Barroso. Foi uma arranjador e produtor muito atuante nos anos 60, principalmente com artistas da Jovem Guarda. Vários de seus arranjos se tornaram célebres, como a impagável “Eu não sou cachorro não”, de Waldick Soriano. Seu último grande momento foi ao lado da Orquestra Jazz Sinfônica, onde foi regente convidado. Foram vários os discos gravados por ele, mesmo assim é mais fácil identificá-lo em trabalhos de outros artistas.
Como eu disse, “Ritmos das Américas” é um álbum onde ele nos apresenta uma série mista regada de samba, bolero, beguine e fox. Seu sax alto vem acompanhado de orquestra, com arranjos e direção do maestro Hector Lagna Fietta. Confiram… 🙂

cidade grande
moonlight serenade
este é o samba
an affair to remember
coração apaixonado
the dream of the olwen
no rancho fundo
to the ends of the earth
cocktail for two
vivo a cantar
quero te assim
sllepy lagoon

Solistas Populares (1957)

Na dobradinha da noite, aqui vai mais um disquinho bacana. Uma seleção da Odeon para seus artistas instrumentistas. Uma pequena coletânea para adoçar a boca, lançada possivelmente em 1957. Fazem parte deste lp os seguintes artistas e músicas na ordem das faixas:
Carolina Cardoso de Menezes (piano) – uma farra em campo grande
Roberto Ferri (solovox) – ho!
Mário Gennari Filho (acordeon) – baía com h
Portinho (sax alto) – folhas soltas
Garoto (banjo) – polquinha sapeca
Raul de Barros (trombone) – amanhecendo
Garoto (guitarra) – choro triste
Aimê Vereck (ocarina) – maquininha