Jane Vaquer (Duboc) & José Tobias – Acalantos Brasileiros (1976)

Para finalizar a noite e propositalmente, estou trazendo este álbum para ninar vocês. Não sou “a mãe”, embora em sinal de agradecimento, muitos me tratem assim. Depois deste, vamos todos dormir, ok? Pois bem, temos aqui mais um lp lançado pelo selo Marcus Pereira, o “Acalantos Brasileiros”. Uma selção dos mais variados acalantos brasileiros reunidos e cantados na voz de José Tobias e a vocalista do grupo de rock progressivo Bacamarte, Jane Vaquer, também conhecida como Jane Duboc. Agora é baixar, ouvir e dormir. Toque dado, boa noite!

Odete Amaral, Cartola, Clementina de Jesus, Nelson Cavaquinho & Carlos Cachaça – Fala, Mangueira! (1968)

Na semana em que eu andei postando os sambas, acabei deixando para trás este disco que é uma maravilha. Um encontro de velhos banbas da Mangueira. Um disco antológico, que eu também gostaria de ter a honra de postá-lo. Sem firulas, apenas o desejo de poder levar para os ‘meus’ esse álbum também. Moçada, chega junto que isso aqui é filé. Toquei também, pronto!

MPB 4 – De Palavra… Em Palavra… (1971)

Me perdoem caso eu esteja sendo repetitivo. Não é por ser mais fácil, trata-se apenas de afinidades sonoras. De palavra em palavra a gente faz um verso. Do verso tira a canção. Da canção vem o MPB 4. Esse quarteto vocal é fantástico. Os caras estão juntos e na ativa desde o início da década de 60. Em 2004 o Ruy Faria saiu do grupo. Mas eles continuaram… perde um membro, mas não perdem o nome. É mercidamente um dos grupos vocais mais importantes da nossa música. Na verdade eles são mais que um simples grupo vocal. Quem conhece a tragetória deles sabe disso. O disco da postagem é da fase que mais aprecio. Tem uma seleção musical perfeita e balanceada, olha só: “Cravo e canela” de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, “Eu cheguei lá” de Dorival Caymmi” e “Pois é, pra quê?” de Sidney Miller. Mas espere… você ainda leva a faixa-título, uma parceria de Miltinho com Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro, e mais… “Minha história”, versão de Chico Buarque para a canção “Gesubambino” (Dalla e Pallottino). Para completar você ainda recebe o certificado de garantia de que este lp é muito bom! Toque, toque… toca aí…

Luiz Guedes & Thomas Roth – Jornal do Planeta (1983)

Na sequencia, vai agora o que foi o segundo e último álbum da dupla. “Jornal do Planeta” segue a mesma linha de “Extra”. Um disco com todas as qualidades e cheio de sucessos que foram também sucessos nas vozes de outros artistas. Lembram de “Nova Estação”, “Ela sabe demais”, “Amoramar”, “No galeio do trem”? Tem mais… Tá tudo aqui neste álbum.
Completando o toque, informo que os dois lps foram relançados (condensados em um só cd) pela Lua Discos de Thomas Roth e encontram-se a venda. A renda obtida com a venda do cd está sendo revertida para a família de Luiz Guedes, falecido em 1997. Eu já comprei o meu, remasterizado e original. Se vocês gostaram, façam o mesmo. Taí a chance…

Luiz Guedes & Thomas Roth – Extra (1982)

No ínicio dos anos 80 apareceu no cenário musical uma dupla que logo que eu os ouvi no rádio pensei que fosse alguma coisa da turma do “Clube da Esquina”. As melodias, arranjos e vocal bem aos moldes dos mineiros. Comprei o disco e não me arrependi. Um lp de estréia muito legal, com melodias simples que colam no ouvido. De cara simpatizei com eles. Suas músicas já foram gravadas por Elis Regina, Roupa Nova, Simone, Beto Guedes e muitos outros artistas. Vocês precisam ouvir “Estradas (dentro da cabeça)”, “Chuva de vento”, “São Paulo (coração do tempo)”… são deliciosas. Este toque vocês não podem perder.

Os Pastores da Noite ou Otália da Bahia – Antonio Carlos e Jocafi (1977)

Direto do Trilha Sonora, uma cortesia para o nosso deleite e de nossos visitantes. Extraído do livro, de mesmo nome, do escritor baiano Jorge Amado, “Os Pastores da Noite” foi um filme dirigido pelo francês Marcel Camus. participaram do filme Grande Otelo, Antonio Pitanga, Zeni Pereira, Jofre Soares e Mira Fonseca. A trilha musical é composta pela dupla Antonio Carlos e Jocafi e tem a intrepretação da cantora Maria Creuza.
Sinopse: Inspirado na história homônima de Jorge Amado, o filme conta como a chegada de Otália (Mira Fonseca) à Bahia transformaria a vida de vários homens. Nessa famosa história da literatura brasileira, Marcel Camus, diretor do filme, mostra a aventura e o romance no mundo do candoblé, como fez com igual êxito no filme “Orfeu do Carnaval”. Posteriormente, o filme recebeu o título “Otália da Bahia”.

Emilio Santiago (1975)

Eu por hoje já estava decidido a não postar mais nada. Meu tempo anda meio curto. Mas, como dizem, isso é alcalóide, vira um vício e uma certa obrigação (com a gente mesmo). Assim, à pedidos, vai mais um toque bacana, Emílio Santiago. Quem não conhece esse intérprete super original? Eu pessoalmente gosto dele mais nessa primeira fase. Por isso trouxe este que foi o seu primeiro disco. Vale a pena ouvir…

Aldir Blanc & Maurício Tapajós – Rio, Ruas e Risos (1984)

Este disco era para ter entrado na postagem de ontem, mas acabei esquecendo. Vamos então publicá-lo. Não precisa nem entrar em detalhes, pela capa se vê logo que se trata de dois artistas muito importantes da mpb. Não tenho certeza, mas acho que este disco não chegou a ser comercializado. Foi feito de encomenda para a Petrobrás e com uma distribuição limitada. Embora o Aldir Blanc e Maurício Tapajós não tenham vozes de interpretes, eles não fazem feio. O Aldir chega mesmo a se empolgar no choro “Santo Amaro”. Tem também “Querelas do Brasil” que foi sucesso na voz de Elis Regina e muito mais. Vale mesmo ouvir este disco que é raro e nota 10. Toca aí…

Antonio Carlos Jobim & Sergio Mendes (1967)

Para não perder um link, resolvi postar este disco do Tom e Sergio Mendes. Este álbum já virou figurinha repedita, mas mesmo assim não deixa de ter o seu “charme”. Para os que não conhecem, vou logo alertando, trata-se de uma coletânea lançada em1967 pelo selo Elenco. São faixas tiradas dos lps de Tom e Sergio. Respctivamente “Antonio Carlos Jobim com Nelson Riddle” de 1964 e “Bossa Nova York” de 1962.

Nosso Chão (1976)

O álbum aqui apresentado é uma coletânea da música rural, com interpretes de várias regiões do Brasil. Um disco com a qualidade Marcus Pereira. Eu acho este disco ótimo. O único defeito é ser um álbum simples, com apenas dez músicas. Mas tá valendo… Aqui tem Renato Teixeira, Papete, Dércio e Doroty Marques e outros. As músicas do disco são também clássicos da nossa música (autêntica regional). Embora se trate de uma coletânea, com certeza, algumas faixas são exclusivas. É pegar e ouvir.

O Fino Da Música No Cinema Brasileiro (1970)

Nesta postagem eu quero dar dois toques musicais. O primeiro vai para este disco que traz 14 faixas com trilhas sonoras de diversos filmes brasileiros. Um trabalho muito interessante. O álbum foi montado nos estúdios do MIS – Museu da Imagem e do Som com gravações originais.
O segundo toque vai para o blog Trilha Sonora. Recém criado agora em agosto de 2007, o espaço é dedicado às trilhas para filmes, espetáculos musicais, jingles, seriados, novelas na TV e todo tipo de trilha e coisas do gênero. Gostei muito do blog e principalmente destedisco que é, sem dúvida, um álbum raro.

Bibi Ferreira – Bibi Em Pessoa (1963)

Começando mais uma semana, meu toque agora vai para uma artista do palco completa. Uma lenda viva do teatro brasileiro, Bibi Ferreira. Aplausos para ela! Aplausos também para a minha amiga Andréa quem me enviou este raro disquinho. “Bibi Ferreira em pessoa” foi um disco premiado pelos críticos do jornal Correio da Manhã – Melhor disco em Prosa, do ano (será que ainda existe essa modalidade de premiação?). Uma produção de Aloysio Oliveira e arranjos do maestro Lindolfo Gaya. Tá dado o toque…

Songbook de Noel Rosa – Vários Artistas (1992)

Para finalizar a semana e também dando uma pausa no Noel Rosa, trago agora um time de artistas interpretando as suas composições mais famosas. Idealizado e produzido por Almir Chediak, fundador e presidente da Lumiar Discos & Editora, o Projeto Songbook foi um grande sucesso. Ele editou dezenas de livros, dentre os quais: Ary Barroso, Bossa Nova, Caetano Veloso, Chico Buarque, Djavan, Dorival Caymmi, Edu Lobo, Rita Lee, Tom Jobim,Vinicius de Moraes e o Noel Rosa. Este cd faz parte da coleção, mas foi vendido separadamente, assim como os três volumes do songbook de Noel. Como disse o Tom Jobim: “Noel deve estar feliz com tanta gente boa cantando a música dele”.

Conjunto Coisas Nossas – Noel Inédito (1983)

Segue agora mais um disco primoroso. Um trabalho que vale a pena ouvir. O Conjunto Coisas Nossas foi um grupo que realizava diversos espetáculos sobre Noel Rosa e a música carioca das décadas de 20 e 30. Neste álbum eles resgatam obras, até então, inéditas do compositor. Os arranjos e interpretação procuram ser fiéis à época. Até onde eu sei, o disco foi lançado originalmente em 1983, em vinil, pelo Estúdio Eldorado e foi novamente relançado em cd nos anos 90. Como disse, vale a pena conferir mais este toque musical.

Canções de Noel Rosa Cantadas Por Noel Rosa (1955)

Mais um toque musical deste que foi um dos nossos maiores compositores populares. Aqui temos o próprio, Noel em pessoa, interpretando suas composições. Um ‘disquinho’ também histórico, raro e muito bonito. Este lp eu conhecia apenas pela capa e de estórias contadas sobre ele. Até então só tinha ouvido através da coleção “Noel Pela Primeira Vez”. Graças ao intercâmbio no Soulseek, tenho agora o previlégio de ouvi-lo na íntegra e (por certo) dar esse toque para vocês. Viva Noel Rosa!

Nelson Gonçalves – Noel Rosa Na Voz Romântica de Nelson Gonçalves (1956)

Eu já havia dito anteriormente que não pretendia ficar postando todos discos do Nelson Gonçalves, mas uma coisa leva a outra e quando a gente vê, olha nós aqui de novo. Bom, dessa vez eu trouxe o Nelson por causa do Noel. Achei que seria interessante uma mostragem variada da obra desse magnífico compositor. Neste disco Nelson canta clássicos como “Três apitos”, “Último desejo”, “Com que roupa”, “Fita amarela”, “Palpite infeliz” e “Silêncio de um minuto”.
E é isso aí… falou que Noel, eu dou o toque!

Aracy de Almeida – Canções de Noel Rosa (1955)

A Aracy de Almeida foi uma das principais intérpretes do genial Noel Rosa. Ele chegou certa vez a declarar que ela era a melhor intérprete de suas canções.Sua voz é marcante. Inquestionavelmente uma das maiores cantoras do Brasil. Embora sempre tenha sido lembrada como uma grande cantora, nas décadas de 70 e 80 ficou mais conhecida pelo público como a jurada rabugenta e mau-humorada nos programas do Chacrinha e Silvio Santos. Sobre o disco eu não preciso nem falar, né? Tá na capa… Tá dado o toque.

A Velha Guarda (1955)

Olhem só essa preciosidade… Este lp de 10 polegadas de 1955 trás em seus sulcos um registro prá lá de histórico. Não bastasse ser um trabalho que envolve artistas como Pixinguinha, Donga e João da Baiana, foi realizado de uma sentada só. Numa sessão de 4 horas de estúdio, Pixinguinha e seu Grupo Velha Guarda gravaram as sete faixas deste disco. A contra capa do disco conta essa estória direitinho. Outra coisa que chamo a atenção é a capa, bela, com ilustração do desenhista/caricaturista Lan. Trata-se, sem dúvida, de um álbum memorável e imperdível. Básico para todo aquele coleciona e ama a música brasileira.

Os Rouxinóis – Isto é Lamartine (1963)

É, pelo jeito o Lamartine Babo está fazendo muito sucesso no disco do Cadu, postado alguns dias atrás. Percebendo o interesse dos amigos e demais visitantes, resolvi postar mais um disco super recomendado de um grupo vocal da década de 60, Os Rouxinóis. Este álbum surgiu em (con)seqüência de um show realizado por Carlos Machado, no Copacabana Palace, em homenagem a Lamartine Babo. Um disco recheado de sucessos, com as mais famosas marchinhas de carnaval, hino dos times cariocas e outras pérolas do Lalá.

Nelson Gonçalves – Buquê de Melodias (1958)

Em trocas de gentilezas, aqui vou eu novamente trazendo mais um Nelson Gonçalves. Não era minha intensão postar mais álbuns do Nelson, mas um pedido especial de um alguém que está sempre colaborando comigo eu não poderia negar. Caríssima Dora, pegue aqui esse buquê de melodias tão esperado. Este álbum, conforme consta na contra capa é uma seleção de antigos sucessos, músicas gravadas pelo Nelson em discos anteriores. O destaque vai para “Renúncia”.

Elizeth Cardoso – Feito Em Casa (1974)

Mais um grande disco que ficou na espera e que também já foi postado por aí. Eu, por vez, quero apenas reforçar a existencia deste maravilhoso álbum da Elizeth e ter a honra de contar com ele em minha seleção para o Toque Musical. O lp saiu em 1974, cheio de samba e alegria. Aqui você encontra a diva cantando “Peso dos anos”, de Walter Rosa e Candeia; “Antes, durante e depois”, de Paulo Valdez e Paulo César Pinheiro; “Igual à flor”, de Nelzinho e Délcio Carvalho e “Batido na palma da mão”, de Otacílio e Ari do Cavaco. É pegar e ouvir…

Eduardo Gudin (1973)

Acredito que este disco não seja mais uma novidade para os blogueiros de plantão. Já vi ele postado em pelo menos uns três lugares. Isso é uma prova de que se trata de um trabalho importante. Agora é a minha vez de reforçar o toque. Eu já estava mesmo para postá-lo na seqüência do “Importante é que a nossa emoção sobreviva”, mas, como dizia o Roberto Carlos “são tantas emoções”. Acabou ficando na lista de espera e chegou agora. Bom, por certo eu não preciso apresentar este compositor além de dizer que ele surgiu pelas mãos da Elis Regina. É um dos parceiros mais constantes de Paulo César Pinheiro, com quem tem muitas coisas gravadas. Este disco foi seu primeiro trabalho solo e contou com a participação de Jane Morais e Paulo César Pinheiro. As orquestrações ficaram por conta de José Briamonte e Hermeto Pascoal. Um grande disco!

Claudio Zoli (1986)

Disquinho bacana é este do Claudio Zoli. Ele tocou com Cassiano, depois formou o grupo Brylho, banda esta que fez sucesso com a música “Noite do prazer”, a la George Benson. Foi também o integrante dos Tigres de Bengala, com Ritchie, Vinícius Cantuária, Dadi e Mu; uma banda cheia de feras, mas que não decolou. O lp apresentado aqui é seu primeiro álbum e (na minha opinião) seu melhor trabalho. Gostoso de ouvir e dançar. Traz seus melhores sucessos e de lambuja vai ainda a faixa “Noite do prazer”. Tá esperando o quê? Toque aí…

Bedeu – Africa No Fundo do Quintal

Mais um que com certeza deve estar agora ao lado do Tim Maia, compondo e tocando alguma coisa. Bedeu foi um dos representantes do samba-rock no sul. Compositor gaúcho que teve suas músicas gravadas por diversos artistas da MPB como, Neguinho da Beija-Flor, Jair Rodrigues, Wilson Simonal, Originais do Samba, Dhema, Bebeto e Luis Wagner. Como instrumentista de percussão, gravou com Eduardo Assad, Nelson Aires, Cesar Camargo Mariano, Dudu França, entre outros… Este disco foi seu primeiro trabalho solo. A capa, infelizmente, eu não consegui localizar nada melhor que isso. Se alguém tiver e puder eu agradeço, pode mandar…

Tim Maia – Disco Club (1978)

Entrando no embalo da ‘soul-funk-black-music brasileira’, resolvi trazer o mestre, Tim Maia. Disco Club é um álbum afinado e atual. Os clássicos como “Sossego”, “Jhony”, “Pais e filhos” e “Acenda o farol” estão aqui, neste disco que me parece já estar novamente fora de catálogo. Então, fazer o quê, né?

Carlos Dafé – Venha Matar Saudades (1978)

Carlos Dafé é outro artista com uma longa e rica tragetória musical, mas pouco conhecido do grande público. Sua história começa lá pelos anos 60 quando integrou o grupo Abolição do Dom Salvador. Trabalhou com Tim Maia e fez parte do movimento de soul music no Brasil (Movimento Black Rio) ao lado de figuras como Cassiano, Gerson King Combo, Banda Black Rio, Dom Salvador, Tim Maia e outros… Suas composições foram gravadas por diversos e variados artistas. Ao longo desse tempo gravou alguns discos interessantes, como este que apresento, lançado em 1978. O cara continua na ativa. Recentemente ele participou do “Festival Rec-Beat” em Recife ao lado de artistas da nova geração como B Negão (Planet Hemp) e Thalma de Freitas. Um disco raro e uma preciosidade no mundo da “black music brasileira”. Mais um toque aí…

Rick Ferreira – Porta das Maravilhas (1976)

Fiquei conhecendo este disco a uns 20 anos atrás ou mais… Foi uma surpresa. Na época, me lembro de estar mais interessado em cds, mas ao bater o olho na capa deste vinil numa banca de saldão, fiquei curioso. Tratava-se de um disco do guitarrista favorito do Raul Seixas. O cara que esteve presente em quase todos os discos do “Maluco Beleza”. Eu inclusive cheguei a vê-los tocar juntos em um show antológico. O cara toca muito, pode crer. Fiquei surpreso, pois não sabia que ele tinha disco solo. Não tive dúvidas, com o dinheiro que pretendia comprar um cd importado, acabei ficando com o Rick do saldão e ainda de quebra, com o troco deu até para comprar uma agulha nova para o meu toca-discos. Foi um ótimo negócio, principalmente porque o disco é muito bom. Rick toca guitarras, violões, banjo, steel guitar, piano, órgão e também atua nos vocais. Para melhorar, ele tem ao seu lado Áureo de Souza na bateria e Chico Julien no baixo e ainda conta com a participação de Liminha (baixo em duas faixas) e Túlio Mourão (piano em uma faixa). O toque tá dado…

solitário
todo sujo de baton
não sou mais rei
carro de boi
porta das maravilhas
no fundo do poço
overteze
cachorro urubu
pedra da gávea
eldorado
meu filho, meu filho (bônus)
retalhos e remendos (bônus)

Maria Bethânia – Compactos: Noel e Carcará (1965)

Meu toque musical da noite (ou do dia?) é para essa grande interprete da música brasileira, Maria Bethânia. Estou trazendo dois compactos de inicio de carreira da cantora. Todos os dois são de 1965. Um traz “Carcará” e “De manhã” (o primeiro disco a gente nunca esquece). O outro é um compacto duplo cantando Noel Rosa (impecável!). Taí, dois disquinhos que valem por um discão. Tá valendo comentários…

Turma do Embalo – Interpreta Carlos Imperial – O Rei da Pilantragem (1968)

Vamos saindo agora um pouco da velha guarda. Vamos começar a semana com uma nova onda. Para a semana eu estou apostando no tema livre nacional. Quero trazer, ainda da mpb, álbuns variados. Tô cheio de coisas raras e interessantes aqui comigo que não querem esperar por momentos temáticos. Além do quê, eu ando meio sem tempo para pesquisar, selecionar os títulos e postar. Só mesmo quem tem um blog como este sabe o trabalho que dá. Não estou reclamando, apenas explicando… Assim começando, vou trazendo um disco do qual li um artigo postado no blog do jornalista Domingos Junior, o Please, garçon! Recomendo a todos que o leiam também para um melhor entendimento sobre o álbum. O toque tá dado! Clic aqui e clic lá…

Cadu – Lamartine Babo – Músicas Inéditas & Raras

Se Lamartine Babo estivesse vivo, com certeza, iria adorar o trabalho que este artista fez com algumas de suas obras. O disco é um projeto onde Cadu buscou resgatar músicas pouco conhecidas do Lalá. Tem “Dá cá o pé o lora” onde a melodia é de Adyr Pires Vermelho, postado anteriormente. Este cd é uma produção independente e limitada. Difícil de achar hoje em dia. O mais interessante de tudo é que a interpretação procura ser fiel à época, assim como a instrumentação. Um disco acústico com atmosfera dos anos 30 e 40. Raro em todos os sentidos.