Plínio Marcos Em Prosa & Samba, Nas Quebradas Do Mundaréu (1974)

01 – Tiririca (Geraldo Filme)
02 – Vou sambar n’outro lugar (Geraldo Filme)
03 – Tradições e Festas de Pirapora (Geraldo Filme)
04 – Silêncio no Bixiga (Geraldo Filme)
05 – Tebas “O escravo” (Praça da Sé) (Geraldo Filme)
06 – Brasil recebe o mundo de braços abertos (Zeca da Casa Verde)
07 – Congada (Zeca da Casa Verde)
08 – Linda mnhã (Zeca da Casa Verde)
09 – Noite encantada (Zeca da Casa Verde)
10 – De Pirapora a Barueri (Tradicional) Música tradicional paulista
11 – Ditado antigo (Toniquinho)
12 – Bloco do Chora Galo (Toniquinho)
13 – Samba de lei

Sergio Dias (1981)

1 Introdução – Não quero ver você dançar (Sergio Dias – Caetano Veloso)
2 Aí, pirada( Sergio Dias – Nelson Motta)
3 Ventos cardíacos (Sergio Dias)
4 Brazilian new wave (Sergio Dias)
5 O grão (Sergio Dias – Caetano Veloso)
6 Arigatô-Harakiri (Paulo Coelho – Sergio Dias)
7 Corações de carnaval (Sergio Dias – Nelson Motta)
8 Eunice (Sergio Dias)
9 Cromatica (Sergio Dias)
10 To Sergio(L. Shankar)

Hair – Primeira Versão Brasileira (1968)

Este é sem dúvida, um blog pessoal. Mesmo com tantas visitas, mesmo com as portas sempre abertas. Mesmo com queixas e reclames. Talvez por isso mesmo, a coisa funcione assim, de forma tão pacional. Me incomoda, as vezes, o silêncio, a falta de retorno… Mas me incomoda mais o compromisso e a atenção que eu nem sempre posso dar. Fico num impasse, entro em conflito… passa um tempo, reflito… Volto ao mesmo ponto de partida, consertando passos e refazendo pegadas. De agora então, farei como os demais, apenas o básico…

Aquarius
Donna
Ás de espadas
Mancherter, Inglaterra
Sou preto, não tenho
Ar
Tenho vida
Hair
Minha convicção
Fácil dizer não
Pra onde eu vou
Hare Krishna
Frank Mills
Crioulos
Olhos abertos
Que obra de arte o homem é
Bom dia , estrela
Deixe o sol entrar

Jorge Ben – A Tábua De Esmeraldas (1973)


1 Os alquimistas estão chegando os alquimistas (Jorge Ben)
2 O homem da gravata florida (Jorge Ben)
3 Errare humanun est (Jorge Ben)
4 Menina mulher da pele preta (Jorge Ben)
5 Eu vou torcer (Jorge Ben)
6 Magnólia (Jorge Ben)
7 Minha teimosia, uma arma pra te conquistar (Jorge Ben)
8 Zumbi (Jorge Ben)
9 Brother (Jorge Ben)
10 O namorado da viúva (Jorge Ben)
11 Hermes Trismegisto e sua celeste Tábua de Esmeralda (Fulcanelli – Jorge Ben)
12 Cinco minutos (Jorge Ben)

Manduka (1976)

Um álbum que eu mesmo não conhecia. Me parece, foi gravado na França.
Nasceu irremediavelmente poeta. Aos quatro anos de idade, uma tia levava-o em passeio por Copacabana quando ele saltou de sua inocência e perguntou a queima roupa, para o terno espanto dela, se o mar ficava ali de noite, e como a resposta fosse afirmativa tornou a indagar “e fazendo o quê, esperando o sol para se esquentar?”. Era assim Manduka, falecido na semana que passou, ainda na força e na inspiração de seus cinqüenta e três anos bem vividos, deixando inconsoláveis seu pai o poeta Thiago de Mello, de quem herdara a veia lírica e a alma de artista, e a mãe, a jornalista Pomona Politis, que lhe passou o ardente sangue grego. Manduka era carinhoso apelido de família. Na verdade, chamava-se Manuel, em homenagem ao padrinho, o vate nacional Manuel Bandeira, íntimo amigo de Thiago, que celebrizou o menino logo ao nascer com um poema em seu Mafuá de Malungo.
01.- Tenochtitlan
02.- Emarema
03.- O farol dos encontros
04.- Calipso
05.- Assis Valente
06.- Mané Garrincha
07.- Jandira

Nelson Gonçalves – Saudade (1965)

01. Conversa dos Olhos – (Jorge de Castro / Wilson Batista)
02. Sabiá Laranjeira – (Chiquinho / Jonjoca)
03. Derrota – (Umberto Silva / José Batista)
04. Nem Me Lembro Mais – (José Messias)
05. Se Voltares a Mim – (Mozart Brandão)
06. Novamente Sou Boêmio – (Estevam Lobo / Nelson Gonçalves / Chiquinho)
07. Saudade – (Nelson Gonçalves)
08. Café Nice – (Wilson Batista / Jorge de Castro / Paulinho)
09. Boa Noite Esperança – (Marino Pinto / Mário Rossi)
10. Voltei – (Jorge de Castro / Vera Falcão)
11. Se És Amigo – (Hélio Loureiro / João Macedo / Toninho)
12. Despeito – (Jorge de Castro / Vera Falcão)

Paulinho Boca De Cantor – Valeu (1981)

Dado os “toques”, vamos seguir em frente com mais um disquinho bacana. Paulinho Boca, este velho-novo-baiano, é figurinha carimbada no cenário musical, principalmente através do seu fabuloso grupo, Os Novos Baianos. Seguindo como os outros em carreira solo, Paulinho tem feito muita coisa legal. Infelizmente sem a mesma popularidade e sucesso dos demais baianos. Mas pode acreditar, não é por falta de talento, coisa que o cara tem de sobra. “Valeu” é um disco de 1981, trabalho antigo, porém para mim, o seu melhor disco solo. O destaque vai para “Rock Mary”, “Senhor da floresta” e “Dê um rolê”, todas de tirar o chapéu. Vale a pena ouvir este álbum.

1-vestido de prata
2-rock mary
3-senhor da floresta
4-estrela da manhã
5-com todos os poderes
6-valeu
7-a boca da cabeça
8-na janela, no portão
9-dê um rolê
10-abebe de nicinha

Toques para quem se toca

Este blog, quando foi criado, tinha a intensão de compartilhar com seus visitantes um pouco daquilo que eu considero importante na música editada, dando atenção exclusiva para gravações raras, fora de catálogo, curiosidades e coisas afins. Ao longo desses seis meses, tenho apresentado no Toque Musical um pouquinho de cada uma dessas coisas. Por certo, não estou aqui simplesmente para distribuir músicas. Não gasto meu tempo fazendo a alegria de muitos em função de uma simples vaidade, também não estou interessando em dinheiro ou qualquer outro tipo de lucro comercial; direto ou indireto. O TM só existe porque eu acredito na amizade, no intercâmbio cultural e musical. Quando resolvi abrir à público meu espaço, foi para dar também oportunidade a outras pessoas além do meu pequeno grupo. Aos que me conhecem existe uma linha direta de comunicação, o meu e-mail. Para os demais, inicialmente, só através da seção Comentários do blog. Não foi atoa que os links estão colocados nessa área. Pensei que assim, talvez, ficasse mais fácil para as pessoas deixarem “um alô”. Pode parecer bobagem, mas um obrigado, um valeu, uma dica qualquer ou mesmo uma crítica negativa sempre servem de incentivo. Tirando meus velhos e bons associados e uns poucos visitantes assíduos, o resto só vem aqui mesmo na surdina para baixar os arquivos. Eu posso entender muito bem os diversos motivos das pessoas, por isso quero que vocês também entendam os meus. A partir de agora, os links só serão apresentado mediante a uma solicitação e permanecerão por tempo limitado. Aos poucos irei também retirar os links das postagens antigas. Aviso que não adianta fazer uma cópia, pois os links atuais estarão sem valor. Assim, silenciosos visitantes aproveitem pois a festa está para acabar.

Maria Bethania – Rosa Dos Ventos (1971)

Achei ter publicado esta postagem ontem, mas só agora a pouco percebi que ela não estava na rede. Bom, antes tarde do que nunca… Mais um disco de rara beleza da sensacional Maria Bethânia. Em 1971 ela estreou, no Teatro da Praia (RJ), o show “Rosa dos Ventos”, com direção de Fauzi Arap. O espetáculo foi um grade sucesso e dele acabou gerando o lp homônimo, com produção de Roberto Menescal. Como se trata de um show sem pausas, não há separação de faixas, apenas lado A e lado B. Toque esse toque…

Lado A

Assombrações (Sueli Costa – Tito Lemos)
O Tempo e o Rio (Edu Lobo – Capinan)
Ponto de Oxum (Toquinho – Vinícius de Morais)
Texto n° 1 (Fernando Pessoa)
O Mar, Canção Praieira (Dorival Caymmi)
Suíte dos Pescadores (Dorival Caymmi)
Avarandado (Caetano Veloso)
Toalha da Saudade (Batatinha – J. Luna)
Imitação (Batatinha)
Hora da Razão (Batatinha – J. Luna)
Cantigas de Roda (Folclore Baiano)

Lado B
Doce Mistério da Vida (Victor Herbert – versão brasileira por Alberto Ribeiro)
Texto n° 2 (Fernando Pessoa)
Minha História (Gesubambino) (Dalla – Pallottino – versão brasileira por Chico Buarque)
Lembranças (Raul Sampaio – Benil Santos)
El Dia Que Me Quieras (Gardel – Le Pera)
Rosa dos Ventos (Chico Buarque)
Texto n° 3 (Fernando Pessoa)
Janelas Abertas n° 2 (Caetano Veloso)
Não Identificado (Caetano Veloso)
Flor da Noite (Toquinho – Vinícius de Morais)
Texto n° 4 (Clarice Lispector)
Movimento dos Barcos (Macalé – Capinan)Texto n° 5 (Moreno)

Globo de Ouro – A Super Parada Musical (1974)

O Toque Musical é pautado na qualidade, raridade e curiosidade. Não necessariamente nessa ordem e nem exatamente em conjunto. Assim tenho procurado postar os mais variados exemplares e gêneros, lembrando também que por aqui só não passam lançamentos e álbuns em catálogo. Mais uma vez sei que haverão aqueles que torcem o nariz para títulos duvidosos (pero, curiosos) como este lp coletânea, o Globo de Ouro. Este foi o primeiro disco da série que no início baseava sua seleção a partir do índice de popularidade nas rádios Globo e Mundial, além de pequisa no Ibope. Depois virou um programa musical famoso da TV Globo e todo ano tinha uma coletânea. A seleção musical deste disco é até muito boa, foi ficando mais popular nos anos seguintes. Mesmo assim, ainda é possível encontrar pérolas raras. Se por aqui também der ibope, a gente dá um jeitinho de postar outros. Mas é bom deixar um comentário, senão eu vou achar que ninguém gostou.

Tema de Bárabara (canção de Ana) – Moacyr Franco
A escola – Djavan
Na rua, na chuva, na fazenda – Hyldon
Gerações – Zé Rodrix
Lady Lay – P. Groscolas
Eres tu – Mocedad de America
Gita – Eustáquio Sena
Excuse me – Little Gus
O bêbado/O boi vai atrás – Coral Som Livre
Manhãs de setembro – Ned Helena
Malandragem dela – Tom e Dito
I’m fallingin love with you – Little Anthony and The Imperials

João Donato & Grupo – Ao Vivo No Palácio Das Artes/BH (2007)

Esta é uma postagem especial, exclusivamente para fans do jazz e de João Donato. No início deste mês, aconteceu em Belo Horizonte um projeto musical com vários shows gratuitos de grandes nomes da música brasileria, no Palácio das Artes. Como era de se esperar, os ingressos esgotaram em poucas horas. Fiquei sabendo dos eventos meio que em cima da hora, mas mesmo assim ainda deu tempo de dar uma chegada à Belô e garantir pelo menos um dia de show. Consegui, por sorte, ver o João Donato. Pura maravilha! Se o cara já é bom em disco, fica melhor ainda ao vivo. Ainda mais acompanhado de Luiz Alves, Robertinho Silva e Ricardo Pontes. Foi um show imperdível, numa das melhores casas de espetáculos da cidade. Dei sorte mesmo, pois sentei-me ao lado de um rapaz, que com seu gravadorzinho DAT fez a festa, registrando de cabo a rabo todo o show. Como ele estava ao meu lado e eu vi tudo, não tive dúvida, pedi-lhe uma cópia. Ontem recebi por e-mail o link da gravação. Embora não tenha sido um registro profissional ou apesar de ser uma gravação direta, valeu o trabalho. A qualidade do som não chega a ser uma maravilha, além dos eventuais ruidos captado pelo som direto, mas de todo, não ficou ruim. Me faz lembrar aqueles velhos discos de jazz gravados ao vivo em cafés. Assim, depois de ouví-lo, achei que merecia uma capinha, um formato tipo ‘bootleg’ para ser apresentado aqui no Toque Musical. Espero que gostem, pelo menos do encarte (capa e contra-capa) que me tomou quase umas duas horas de criação.

1-Abertura
2-Cala boca, menino
3-Suco de maracujá
4-Black orchid
5-Bananeira
6-A paz
7-Café com pão
8-Emoriô
9-A rã
10-Simples carinho
11-Vento do canavial
12-Cadê…
13-Lugar comum
14-Nasci para bailar

Doroty Marques – Semente (1979)

Agora vamos com mais um disco nota 10. “Semente”, primeiro disco de Doroty Marques. Para os que não a conhece, ela é uma artista excepcional – arte-educadora, cantora, musicista e compositora. Irmã de Dércio Marques. Seu trabalho musical tem naturalmente muito em comum. Aliás, foi tocando junto com o irmão em um show em São Paulo que ela garantiu o nascimento deste disco. Marcus Pereira encantado com o trabalho da artista, convidou-a para gravar um disco pelo seu selo. Esse cara tinha visão…
Canção Cansada
João Semente ( poema de Tejada Gomes)
Eterno como Areia
Vento Vadio
Caminhada (Minha História)
Lamento Boricano
Giramundo
João Semente
Mourão de Cerca
Não Mande a Geada Não
Tonta
Salário Nanico
Estrêla do Norte

Heitor Dos Prazeres E Sua Gente (1957)

Em homenagem ao meu amigo Claudinei, grande pesquisador da MPB e também em virtude do seu atual trabalho, estou postando este disco do fabuloso Heitor do Prazeres. Com certeza este álbum servirá de complemento para seus estudos sobre este compositor carioca.
Heitor dos Prazeres foi um artista que se dedicou tanto a música quanto à pintura. Sua obra musical e sua pintura têm a mesma relevância. Como artista plástico (pintor), tem em sua obra o cotidiano da vida no Rio de Janeiro. Sua pintura primitiva tem cores claras e brilhantes. As favelas, as mulatas e as rodas de samba são seus temas recorrentes. Na música também não foi diferente. Suas composições, sambas e marchinhas, também estão intimamente ligados à vida nos morros do Rio antigo. Teve também uma importância fundamental na criação das escolas de samba.

01 – Nada de Rock Rock
02 – Madureira
03 – Vem Pro Samba, Mulata
04 – Cheguei, Mocada
05 – Mulher de Malandro
06 – Êta Seu Mano
07 – Tudo Acabado
08 – Pierrot Apaixonado