A Patota – Trilha Sonora Original Da Novela (1972)

Prosseguindo seu ciclo dedicado às trilhas sonoras de telenovelas, o TM hoje oferece a seus amigos cultos e ocultos uma verdadeira raridade. O folhetim em questão é “A patota”, da TV Globo, única novela escrita pela dramaturga Maria Clara Machado (Belo Horizonte, MG, 3/4/1921-Rio de Janeiro, 30/4/2001), fundadora do Tablado, uma das maiores escolas de teatro do Brasil, e consagrada autora de peças teatrais para crianças, entre elas “O rapto das cebolinhas” (1954), “Pluft, o fantasminha” (1955, aliás verdadeira obra-prima no gênero), “A bruxinha que era boa” (1958), “O cavalinho azul’ (1960), “Maroquinhas Fru Fru” (1961) e “Tribobó City” (1971), só para citar algumas. Produzida em preto e branco, sob a direção de Reynaldo Boury, “A patota” foi exibida pela Globo entre 27 de novembro de 1972 e 29 de março de 1973, perfazendo um total de 101 capítulos, na faixa das 18 horas, tendo sido a terceira “novela das seis” da emissora  (as anteriores foram “Meu pedacinho de chão” e “Bicho do mato”, que ganharam remakes muitos anos depois). Na trama, um grupo de crianças, do qual fazia parte a então estrelinha Rosana Garcia, de futuro bastante promissor, tem um grande sonho:  viajar para a África (eles tinham visto um documentário sobre a vida dos animais selvagens no continente, e queriam ver os bichos de perto). Para ajudar na realização desse sonho, unem-se a professora de ciências Neli (Débora Duarte), seu namorado Jorge (Mário Gomes), e o dublê de professor e caçador de borboletas Adolfo Simões (Marco Nanini). No elenco ainda estavam, entre outros:  Renata Fronzi (dona Cármen), Reynaldo Gonzaga (Mílton), que na novela tinha um romance com Regina (Lúcia Alves), Antônio Carlos Pires (no papel do maltrapilho Manoel Vira-Latas), Flora Geny (Dona Aurélia), e até mesmo Zezé Motta, no papel de Maria José, a Zezinha. Apesar de ter conquistado boa repercussão, “A patota” não teve novela substituta no horário, que passou a ser ocupado pelo seriado “Shazan, Xerife & Cia.”, protagonizado por Paulo José e Flávio Migliaccio (os personagens tinham vindo de outra novela global de sucesso, “O primeiro amor”), com histórias que duravam um mês, em média. Com o término do seriado, em  1974, a Globo passou a exibir enlatados estrangeiros na faixa das 18 horas, e as “novelas das seis” só voltariam à grade da emissora um ano mais tarde, para dela nunca mais saírem, alternando tramas de época e contemporâneas.

A trilha sonora de “A patota” foi também a primeira de uma ”novela das seis” global a ser lançada em LP, obviamente pela Som Livre, com produção musical de Eustáquio Sena e coordenação geral de João Araújo, sócio-fundador da gravadora . Em sua maior parte, as faixas do disco são executadas por uma competentíssima banda de estúdio, The Clowns, ao que parece formada apenas para a gravação desse álbum. Eles apresentam, além dos temas especialmente compostos para a novela (“Professor borboleta”, “A garotada”, “Valsa dos anjos”, “Anjo da manhã”, “Nick e o vita-lata” e a faixa-títuio e de abertura do folhetim, “A patota”), alguns hits internacionais da época: “The pushbike song”, “Ooh-wakka doo, wakka day”, “Meet me on the corner”, o clássico romântico “You are everything” e “Beautiful sunday” (aquela que virou “Domingo feliz”, com Ângelo Máximo, lembram?). E, como atrativo todo especial, três outros sucessos internacionais com os intérpretes que os consagraram: “Echo valley 2-6809” (Wayne Newton), “Silly wasn’t I” (Valerie Simpson) e um verdadeiro clássico dos Temptations, “Papa was a rollin’ stone”. Tudo isso fazendo da trilha sonora de “A patota” uma autêntica viagem no tempo, particularmente ao início dos anos 1970. É só ir para o GTM, fazer o download e pronto… 

pushbike song – the clowns

a garotada – the clowns

echo valley – wayne newton

professor borboleta – the clowns

silly wasn’t i – valerie simpson

papa was a rollin stone – temptations

a patota – the clowns

anjo da manhã – the clowns

nick e o viralata – the clowns

ooh wakka doo wakka day – the clowns

valsa dos anjos – the clowns

beautful sunday – the clowns

you are everything – the clowns

meet me on the corner – the clowns



*Texto de Samuel Machado Filho

O Espigão – Trilha Sonora Original (1974)

Boa noite, amigos cultos e ocultos! Eu havia prometido postar aqui alguns temas de novelas da TV Tupi, mas verifiquei que alguns discos estavam bem ruins para uma digitalização. Assim, enquanto não aparecem discos mais conservados, vamos com outros temas e outras novelas…
Segue aqui uma trilha da melhor qualidade produzida para uma das boas novelas da Rede Globo, O Espigão, que foi ao ar em 1974. São treze faixas totalmente com músicas nacionais, trazendo um variado cast da gravadora Som Livre.

malandragem dela – tom e dito
botaram tanta fumaça – tom zé
subinod o espigão – betinho
alfazema – walker
você vai ter que me aturar – sonia santos
o espigão – zé rodrix
pela cidade – bertrami e conjunto azimute
retrato 3×4 – alceu valença
na sombra da amendoieira – os lobos
ciladas – pery ribeiro
nonô rei das gringas – djalma dias
berceuse – tuca
último andar

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O Homem Que Deve Morrer – Trilha Sonora Da Novela (1971)

Olha amiguíssimos cultos e ocultos. Ainda não achei um tempo para começarmos a incrementar nosso canal no Youtube. O tempo é sempre o meu grande vilão, a desculpa inevitável. Mas a gente ainda chega lá 🙂
Hoje eu vou mandando um disco de trilha que é impecável. Uma boa safra daquele início dos anos 70, quando as emissoras investiam fundo numa produção musical para seus programas. Indiscutivelmente, a Rede Globo foi a grande investidora, trazendo muitas vezes trilhas originais, ou seja, feitas com exclusividade para um determinado programa, ou no caso aqui, novela.
O Homem Que Deve Morrer foi uma novela exibida entre os anos de 1971 a 72, trazendo como protagonistas o casal Tarcísio Meira e Gloria Menezes. Foi uma novela de grande sucesso e se estendeu por quase um ano. Taí um disco de novela exemplar, que merece uma audição. Confira no GTM 😉

menina do mar – marcos samy
por do sol – vanda e guto
solto no ar – sociedade anônima
um de nós – maria creusa
zambi rei – odylon
navegador – marcos samy
o homem que deve morrer – nonato buzar
wanda vital – o som livre
come to me together- otavio bonfá
um certo dia – ilka soares e o som livre
a lei da terra – luis carlos s
what greater gift could there be – guilherme lamounier
guerreiro jorge  nery
o mesmo sol – tarcísio meira e gloria menezes

Um Dia O Amor – Trilha Sonora Original (1975)

O TM oferece hoje aos seus amigos cultos e ocultos mais um disco apresentando a trilha sonora de uma novela produzida pela finada TV Tupi, em um tempo em que a emissora ainda respirava. O folhetim em questão é “Um dia, o amor”, escrito por Teixeira Filho, o mesmo que fizera sucesso pouco antes com “Ídolo de pano”, protagonizada por Tony Ramos. Estreada em 22 de setembro de 1975, “Um dia, o amor” ficou em cartaz até  29 de maio de 1976, perfazendo um total de 212 capítulos. No elenco, estavam Carlos Zara (então o principal galã da emissora, no papel de Ricardo), Maria Estela (falecida neste 2017, no papel de Marília), Henrique Martins (Amadeu), Rodolfo Mayer (Dr. Maciel), Lélia Abramo (Lucinha), Glauce Graieb (Maria Leonor), Lisa Vieira (Maria Cecília), Nádia Lippi (Maria Isabel), Felipe Carone (Zanata), Flávio Galvão (Valter)… Enfim, o melhor que a Emissora Associada então possuía em seus quadros. Com direito até à entrada de Cleide Yaconis no decorrer da novela, fazendo o papel de Maria Eunice (Fausto Rocha, que era Leonardo, saiu no meio para fazer “Anjo mau”, na Globo). Tudo isso numa trama envolvendo um viúvo (Ricardo) com três filhas (Maria Leonor, Maria Cecília e Maria Isabel) que teve um grande amor no passado (Marília), mas  que se casou com outro (Amadeu). Após residir durante algum tempo na Itália, onde Amadeu fora dirigir a filial da empresa da família, ele e Marília voltaram ao Brasil, e passaram a residir em frente à casa de Ricardo. Ambos redescobrem o amor da juventude e passam a se cortejar da sacada de suas mansões. A volta de Amadeu tinha um propósito: tirar seu velho pai, o dr. Maciel, do comando de suas empresas. Maciel, porém, distribuiu as ações com Ricardo, alto executivo da companhia (Maciel depois faleceria em acidente de carro, forjado pela esposa, Lucinha, causado por violação dos freios).  Um enredo com direito até mesmo a uma filha ilegítima, que, ao final, descobre-se que é Maria Leonor, criada por Ricardo, e cujos pais eram Amadeu e Maria Eunice. “Um dia, o amor” teve duas trilhas sonoras em disco: a nacional e a internacional, ambas lançadas pela Continental com o selo Teletema.  E é justamente o álbum com a trilha nacional desse folhetim que o TM hoje nos apresenta. Com supervisão musical de Cayon Gadia, direção de produção de Sidney Morais (integrante do Conjunto Farroupilha e, anos depois, dos Três Morais), Alberto Ferreira na coordenação de produção, e seleção musical do sonoplasta Pedro Jacinto, é um trabalho até muito bem concebido. Carlos Zara, o galã da novela, abre o disco interpretando “Tanto amor (Aurora)”, de Massimo Guantini em versão de Alexandre Cirus, em dueto com Maria Odette. Esta mesma música aparece também encerrando o álbum, na execução orquestral do sempre eficiente Luiz Arruda Paes, também presente na faixa “Tema triste”, exatamente o tema de Ricardo (Carlos Zara). Há músicas que, percebe-se, foram compostas para a novela: “Maria Isabel”, “Tema de Cecília”, “Leonor”. E também está aqui um grande sucesso da época: o samba “Nada na cuca”, composto e interpretado pelo paulistano Flávio Carvalho. Este, aliás, foi o único hit conhecido dele, que depois nada mais conseguiu emplacar, embora continuasse ligado aos meios musicais como produtor, inclusive do “Especial sertanejo”, que Marcelo Costa apresentou por bastante tempo na Record.  Em suma, este álbum com a trilha de “Um dia, um amor” é uma relíquia que merece ser conhecida e guardada pelos amigos do TM, digna de merecer nossa postagem de hoje. É ir direto para o GTM e conferir…

tanto amor – maria odete e carlos zara

solo pleno de sogni – flavio carvalho

é sempre o mesmo amor – os 3 morais

maria isabel – cleston teixeira

te quero amor – marcio prado

tudo bem – antonio carlos de carvalho

nada na cuca – flávio carvalho

tema triste – luiz arruda paes

brinquei de querer você – angelo antonio

leonor – os 3 morais

aurora (tanto amor) – luiz arruda paes

*Texto de Samuel Machado Filho

Tempo De Viver – Trilha Sonora Da Novela (1972)

Foi a partir do final dos anos 1960 que as telenovelas passaram a ser um novo – e bem-sucedido – canal de divulgação para cantores e compositores de nossa música popular. Pioneira em praticamente tudo que se fez na telinha brazuca, a extinta TV Tupi também iniciou, em fins de 1968, uma nova fase na história da teledramaturgia brasileira, com “Beto Rockfeller”, que até hoje dita o padrão das novelas. Ao contrário dos dramalhões de época ao estilo cubano ou mexicano, então predominantes, “Beto Rockfeller”, escrita por Bráulio Pedroso, e estrelada por Luiz Gustavo, era uma história contemporânea, com diálogos mais coloquiais, e uma forma mais natural de representação dos atores. “Beto” foi, também, a primeira novela a usar, em sua trilha sonora, músicas que faziam sucesso na época, como por exemplo, as internacionais “Nobody but me” (The Human Beinz), “I started a joke”  (Bee Gees), “Here, there and everywhere” (Beatles) e apenas uma nacional, “Sentado à beira do caminho”, com Erasmo Carlos. Nessa ocasião, a Rede Globo, rival da Tupi, e a caminho da liderança absoluta de audiência, abandonou os tais dramalhões de época e passou a produzir tramas mais contemporâneas, ao modo de vida dos brasileiros. A primeira novela global dessa nova fase foi “Véu de noiva” (1969), de Janete Clair (“a novela verdade, uma novela onde tudo acontece como na vida real”), estrelada por Regina Duarte. “Véu de noiva” foi também a primeira novela global a ter sua trilha sonora lançada em LP, pela Philips, por sinal já oferecida a vocês pelo TM. E a multinacional holandesa continuou a lançar em disco as trilhas sonoras das novelas da Globo até 1971, quando a emissora criou sua própria gravadora, a Som Livre, em atividade até os dias de hoje,  Evidentemente, a Tupi não quis ficar atrás, e passou a lançar também em disco as trilhas de seus folhetins. Chegou até a possuir uma gravadora, a GTA (Gravações Tupi Associadas), que acabou falindo junto com a emissora, em 1980. Pois hoje o TM oferece a seus amigos cultos e ocultos um raríssimo álbum apresentando a trilha sonora de uma novela da pioneira Tupi, lançada em 1972 pela mesma Philips/Phonogram que até o ano anterior editava as trilhas globais, com o selo Intersong (que designava uma das editoras musicais do grupo holandês). A novela em questão é “Tempo de viver”, produzida pela Tupi do Rio de Janeiro e ali exibida entre 7 de agosto e 9 de dezembro de 1972. A Tupi de São Paulo boicotou “Tempo de viver” porque, em 1964/65, a co-irmã carioca não quis exibir o clássico “O direito de nascer”, feito na matriz paulistana (que, no Rio de Janeiro, passou na extinta TV Rio). Como resultado dessa briga toda, “Tempo de viver” acabou sendo exibida em São Paulo, a partir de novembro de 1972, pela TV Gazeta, emissora regional que existe até hoje. O folhetim contava a história de Juca (Reginaldo Faria), um porteiro que trabalhava na Zona Norte do Rio. Ele dividia seu tempo entre a amiga fiel Lúcia (Adriana Prieto) e a noiva Helena (Myriam Pérsia), e vivia sempre sendo seguido por um homem chamado Anjo (Jece Valadão, também diretor do folhetim junto com Marlos Andreucci). Produzido por Roberto Menescal, verdadeiro craque da MPB, este disco vem com treze faixas, três delas clássicos inesquecíveis: “Pérola Negra”, com a qual Gal Costa revelou para o Brasil seu autor, o recém-falecido Luiz Melodia, “Expresso 2222”, de e com Gilberto Gil, faixa-título do álbum que ele lançou após mais de dois anos de exílio em Londres, e “Vida de bailarina”, samba-canção de Chocolate e Américo Seixas, aqui em interpretação “arrasa-quarteirão” da não menos inesquecível Elis Regina. Destaque também para a faixa-título, instrumental, composta por Edu Lobo (então de volta ao Brasil após longo período nos EUA), “Um dia no circo”, com a sempre notável Claudette Soares, “Revendo amigos (Volto pra curtir)”, de Jards Macalé e Waly Salomão, com Lena (mais tarde regravada por outros intérpretes, inclusive o próprio Macalé), “A velha casa”, de Roberto Menescal e Paulinho Tapajós, aqui em gravação instrumental regida pelo próprio Menescal, “Badalação (Bahia volume 2)”, de Nonato Buzar e da dupla Tom e Dito, aqui com o MPB-4, e também gravada pelas cantoras Célia e Wanderléa, e “Pra valer”, de Baden Powell e Paulo César Pinheiro, com o próprio Baden.  E ainda tem o grupo vocal feminino Umas & Outras, interpretando o “Tango de Maurício”, personagem que, na novela, era interpretado por Rubens de Falco. Enfim, um disco interessante, um documento de sua época, que vale a pena ter em acervo. Aproveitem…

tempo de viver – instrumental
você amiga – ivan lins
vida de bailarina – elis regina
é natural – paulinho tapajós e dorinha
psicose – eklipse soul
perola negra – gal costa
tango de mauricio – umas e outras
expresso 2222 – gilberto gil
a velha casa – roberto menescal
revendo amigos (volto pra curtir) – lena
badalação (bahia vol. 2) – mpb4
um dia no circo – claudette soares
pra valer – baden powell

*Texto de Samuel Machado Filho

Sol Amarelo – Músicas Da Novela TSO (1972)

Olá, amigos cultos e ocultos! Conforme informei, nossas próximas postagens serão dedicadas as trilhas de novelas. Devo ter umas meia dúzia de discos aqui que ainda não postei. Então vamos a eles…
Hoje tem a trilha de Sol Amarelo, telenovela que foi ao ar nos meses entre 1971 e 72, exibida pela TV Record. A trilha sonora foi especialmente composta por Fernando Lona e Gianfrancesco Guarnieri. Contou também com a participação de Marilene e Vithal como cantores intérpretes em várias faixas. Esse último, creio eu, viria mais tarde a ser conhecido como Vital Farias. Sem dúvida, uma trilha muito interessante, bem melhor que a própria novela que pouco sucesso fez. Confiram no GTM 😉

sol amarelo (tema de abertura) – orquestra
por amor eu me perdi – marilene
letra de ouro – vithal
sol amarelo (tema de amor) – orquestra
cantiga santa – marilene
cândida – fernando lona
sol amarelo (tema dramático) – orquestra
não tenho tempo de amor – vithal
sol amarelo – marilene e fernando lona
vila rosário – vithal
sol amarelo (tema de encerramento) – orquestra

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Salathiel Coelho Apresenta Temas De Novelas (1965)

Boa noite, amigos cultos e ocultos! Na trilha das novelas, aqui vamos nós com mais um raro exemplar: Temas de Novelas, apresentado por Salathiel Coelho, um dos pioneiros da televisão brasileira. Locutor, sonoplasta, produtor musical de rádio e televisão. Figura de um currículo extenso, tendo atuado inclusive em emissoras internacionais, sempre envolvido na produção musical de trilhas para novelas. Ninguém mais certo, por tanto, para apresentar neste disco de 1965 uma sequência de temas que serviram de trilhas para as primeiras tele novelas.

O Sorriso de Helena
pequeno concerto que virou canção
tema de helena (a sonâmbula)
Tereza
tema de tereza (marcha nupcial)
tema do professor (summer love)
tema de aurora e mário (the end of the world)
O Direito de Nascer
tema de albertinho (amor eterno)
Se o Mar Contasse
tema de amor (eterna saudade)
O Cara Suja
se piangi se ridi
tema de amor (l’erba canta)
Quando o Amor é Mais Forte
tema de amor (the war lover)
Alma Cigana
tema de amor (romance de amor)

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The Magnetic Sounds (1979)

Salve, amigos cultos e ocultos! Aqui estamos nós, espaçadamente, mas sempre presente, trazendo sempre uma raridade ou curiosidade fonomusical. Hoje iniciamos uma pequena mostra de trilhas de novelas. Tenho aqui alguns discos e gostaria de compartilha-los com vocês.
Para bem começar estou trazendo um lp que necessariamente não é de trilha, mas que tem algumas pérolas que foram usadas como temas de novelas. Temos aqui o lp The Magnetic Sounds, que segundo informações, trata-se de um projeto paralelo do pessoal dOs Carbonos. Consta que foram pelo menos uns quatro discos lançados com este nome durante os anos 70 e este aqui parece ser uma espécie de ‘best of’, ou, uma coletânea/resumo desse período. O repertório é bem variado, reunindo clássicos do pop internacional em versões caprichadas, geralmente instrumental. Confiram…

wigwam
concerto pour une voix
somewhere in love
song for guy
ready to take a chance again
rain and tears
tragedy
ballade pour adeline
allouete (tema de carina)
it’s all over
mirrors
for a change
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