Persona – O Jogo Das Mutações (1976)

Boa noite, amigos cultos e ocultos! Temos para o dia de hoje uma curiosidade fonográfica que por conta de umas e outras, acabou se tornando um ‘disco raro’ e a tal ponto que até mereceu uma reedição ha algum tempo atrás. “Persona – O Jogo das Mutações” era o que a gente chamava nos anos 70 de brinquedo ‘cabeça’. Trata-se de uma ideia antiga, um brinquedo ótico, reeditado/reinventado aqui no Brasil por Roberto Campadello, artista plástico, escritor e tradutor ítalo-brasileiro, que segundo contam, desenvolveu e aprimorou a técnica de fundir os rostos de duas pessoas frente a frente separadas por um vidro espelhado. Quer dizer, ao olhar para o espelho/vidro a pessoa vê pelo reflexo metade de seu rosto fundido a metade do rosto do outro, e vice-versa. Uma brincadeira interessante a qual foi apresentada pelo artista na XII Bienal de Arte de São Paulo. Depois o jogo passou a fazer parte das atrações de seu bar, cujo o nome era Persona. Segundo contam, era um bar da moda frequentado por artistas e coisa e tal… Daí veio a sacada, a criação de um jogo, produzido em escala comercial. Há muita estória nessa história e o fato é que ao montar o jogo Persona, procurou-se também criar uma trilha musical, algo cuja a sonoridade se encaixasse à proposta de uma ‘psycho-art’, a busca do verdadeiro Eu, por trás da máscara da persona… E nessa é que entra o guitarrista Luis Carlini, do então Tutti-Frutti, banda da Rita Lee, responsável pela produção musical deste disquinho de dez polegadas. Muito por conta de Carlini o disco tem uma pegada de rock psicodélico-tardio. Redescoberto junto ao bum das raridades fotográficas do rock brasuca, o disco voltou num relançamento com toda a pompa. Tem maluco aí pagando mais de 500 pilas por um exemplar original. É preciso ter fumado muita maconha (e da boa) para descobrir a importância e o valor psico-intrínseco dessa bolachinha. Bom, pílulas não se douram atoa, né? Então, vamos conferir, no GTM 😉

introdução – monte
céu
terra
fogo
água
vento
lago
trovão


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Salve 100 Anos Gonzagão (2012)

Bom dia, amigos cultos e ocultos! Trago hoje para vocês um trabalho, já na era das edições digitais, um cd lançado em 2012 pelo músico, compositor, produtor e tantas coisas mais, o incansável Téo Azevedo. Há pouco mais de uma semana estive com ele num festival de música, aqui em Belo Horizonte e para manter a moral, comprei este disquinho dele já pensando em postá-lo aqui no nosso Toque Musical. Trata-se de um disco produzido por ele e também em parceria com o ator Jackson Antunes, em 2012, em homenagem ao grande Luiz Gonzaga. Uma seleção que reúne artistas variados do universo da música de forró, nordestina e rural como se pode ver na capa. Boa parte das 17 músicas são de autoria de Teo Azevedo, com destaque para o tema de abertura, “Padroeira da Visão – Santa Luzia”, cuja a letra é de sua autoria e musicada por Luiz Gonzaga, aqui interpretada por Dominguinhos, pouco antes de vir a falecer. Taí um trabalho bem bacana que chegou a concorrer ao Grammy Latino de 2013. Confiram no GTM…

padroeira da visão – santa luzia – dominguinhos
requim a gonzagão – teo azevedo
oxente, cabra da peste – genival lacerda e joão lacerda
causos gozagueanos – mano véio manda véia
o sonho de teo azevedo com gonzagão no parque asa branca – caju e castanha
o buraco – tisiu do araripe
o brasil nunca mais terá um trio como senna, pelé e gonzagão – cantores
maria cangaceira (maria bonita) – jackson antunes
saudade do corneteiro – fatel e luiz wilson
forrozeiro – josé fábio
abecedario catrumano – teo azevedo
voando na branca asa – josé carlos
casa do brás – caju e castanha
puxe o fole sanfoneiro, dominguinhos tocador – teo azevedo
um baiãozinho para o rei do baião – assis angelo
quanto mais mexe mió – teo azevedo
romaria eterna – teo azevedo

 

Gallo E Seu Conjunto – Em 4 Tempos (1959)

Olá, amigos cultos e ocultos! Hoje estamos apresentando o pianista Fernando Gallo e seu conjunto, em LP editado pela Mocambo, do Recife, em 1959. Este trabalho segue a linha dançante em voga na época, apresentando uma seleção de sucessos da ocasião, tais como “O apito no samba”, “Mocinho bonito”, “Charmaine”, “Tudo ou nada” e “Camponês alegre”.  Enfim, um repertório que transmite bem a época, feito sob medida para ouvir e dançar. Não encontrei nenhuma informação biográfica sobre Fernando Gallo, mas este “Em quatro tempos” vale muito a pena, e é digno merecedor de nossa postagem de hoje.

samba do teleco-teco
mocinho bonito
apito no samba
mi nuovo ritmo
puente de pedra
camponê alegre
noites cruéis]melodia d’amore
tudo ou nada
charmaine
so in love
on the street where you live


*Texto de Samuel Machado Filho

Tema 3 – Madrugada 1 30 (1969)

Compositor, pianista, arranjador e maestro, Gilson Peranzetta (Rio de Janeiro, 21/4/1946) é conhecido por imprimir criatividade e delicadeza às suas performances. Ele iniciou sua carreira musical em 1964, acompanhando diversos artistas, como Elizeth Cardoso, Maria Creuza, Antônio Carlos e Jocafi, Gonzaguinha, Simone, Edu Lobo e Ivan Lins. Com este último, aliás, trabalhou por dez anos. Durante sua carreira, recebeu inúmeros prêmios e contabiliza 33 álbuns solo, além de centenas de discos gravados para diversos artistas como pianista, produtor e arranjador. Compõe também trilhas sonoras para filmes e séries de televisão, e seu currículo também inclui apresentações nos EUA, Japão, Espanha (onde morou por três anos) e Alemanha, entre outros países. Na década de 1960, Gilson Peranzetta, formou o grupo Tema 3, integrado por ele ao piano, Luiz Roberto no baixo e Atayde na bateria. E foi com esta formação, em 1969, que o trio gravou este “Madrugada 1:30”, que o TM oferece hoje a seus amigos cultos e ocultos. Os arranjos e o violão ficaram por conta de Alberto Arantes, e no repertório constam sucessos de época (“Andança”, “Walk on by”, “Fool on the hill”, “Sá Marina”) e composições até então inéditas (“Trem da manhã branca”, “Afro”, “Ela vem de volta”, ZonD 5”). Há também músicos convidados, como o flautista Nicolino Cópia, o Copinha, o pistonista Carlos Cruz  e o Quinteto Carlos Gomes. A produção foi de Norival Reis, o Vavá, que também escreveu o texto da contracapa. Enfim, mais um disco de qualidade que o TM possui a grata satisfação de oferecer. Confiram. 

andança
grão de café
walk on by
ela vem de volta
sabiá
zond 5
the fool on the hill
sá marina
trem da manhã branca
afro
amazonas
watch what happens



* Texto de Samuel Machado Filho 

Ana De Hollanda (1980)

Boa noite, amigos cultos e ocultos! Hoje trazemos para vocês o primeiro disco da cantora, compositora e muito mais, além de fazer parte do clã dos Hollandas. Irmã de Chico, Miúcha e Cristina. Enfim, uma artista que vem de uma família renomada, sempre presente na nossa cultura. Não foi por acaso que Ana chegou a ser Ministra da Cultura, no tempo em que ainda tínhamos Cultura e Educação nesse nosso Brasil. Eis aqui Ana de Hollanda, a cantora em seu primeiro disco solo. Um trabalho muito bem produzido, trazendo um repertório selecionado pela própria artista. Os arranjos e regências são dos maestros Edson José Alves e Marcus Vinicius. Ana vem acompanhada por um time de músicos de primeiríssima, que dão a este disco toda a sobriedade e beleza. Vale a pena conferir…

waikiri
tres marias
resto de lembrança
um grito parado no ar
angélica
santa vida
alvorada
tipo zero
boca de cereja
quando os pedaços da gente
ciranda

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Show Days Saloon (1986)

Olá, amigos cultos e ocultos! Uma coisa que sempre gostei e me desperta curiosidade, são discos cujos artistas, para mim, são ilustres desconhecidos. Me chama mais a atenção quando a produção vem com a chancela de um grande selo. É o caso aqui deste lp, lançado pela gravadora RCA, nos anos 80. Temos aqui Show Days Saloon, um nome que só mesmo quem viveu em São Paulo nos anos 80 pode saber. Trata-se de uma casa de show que existiu na cidade nos anos 80. Um espaço temático, country, ao estilo de um ‘saloon’, do velho oeste americano. Uma casa movimenta, com muitos shows. Inicialmente voltada para a música country e jazz, mas ao longo de sua rica existência, acabou abraçando outros estilos como o rock, mpb e samba. Uma perfeita casa de show que ficava no shopping Eldorado, onde antes funcionou outra também famosa casa de espetáculos, a Resumo da Ópera. Na Show Days Saloon passaram muitos artistas e como disse, com diferentes estilos. Este lp é algo assim, um resumo do muito que passou por lá. Temos aqui um grupo de artistas de rock, pop e samba, numa seleção que ilustra bem o que poderíamos chamar de ‘cast’ da boate. Infelizmente, este lp ficou mesmo, apenas como um registro, uma vitrine que não atraiu e nem fez despontar ninguém. Mesmo assim é um registro que merece nosso toque musical, afinal, só aqui vocês poderiam encontrar coisas semelhantes. Não deixem de conferir…

voa canção – passaporte
usa e abusa – styloo
um mistério – a máquina
adeus frieza – tina e freeway
sol de verão – espaço livre
não vou mais falar de amor – perola negra
show man – tina e freeway
uma tarde no shopping – passaporte
meu papai – styloo
o jeito é viver – a máquina
margareth chiclete – espaço livre
mestre sala do amor – lita teles e grupo show days

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Waldemar Spilman E Sua Orquestra – Baile De Reveillon (1960)

Hoje o Toque Musical apresenta mais um álbum de música dançante. É “Baile de Reveillon”, lançado em 1960 pelo extinto selo Internacional, reunindo uma seleção de sucessos a cargo da orquestra de Waldemar Szpilman, nascido em Owtroviec, Polônia, em 1905, e falecido em 2003, no Rio de Janeiro, aos 98 anos. De sólida carreira musical como violonista, saxofonista, clarinetista, líder de orquestra e compositor, era primo do pianista Wladyslaw Szpilman, retratado no filme “O pianista”, de Roman Polanski, e pai do músico Marcos Szpilman, criador da Rio Jazz Orchestra. Veio para o Brasil com seus irmãos Moisés e Samuel, em 1925 e, algum tempo depois, naturalizou-se brasileiro. Szpilman integrou a Orquestra Sinfônica Brasileira e foi programador da Rádio MEC. Em 1945, criou sua própria orquestra, com a qual animou os bailes cariocas por mais de vinte anos.  Em novembro-dezembro de 1956, a Continental lançava seu disco de estreia, um 78 rpm com “Penthouse mambo”, de Bebo Valdez, e “Samba em fantasia”, do próprio Szpilman em parceria com Astor Silva. Mais tarde, era lançado o primeiro LP da orquestra, o ‘dez polegadas’ “Dançando com Waldemar Szpilman e sua Orquestra”. Em 1959, veio o segundo LP, “O primeiro baile”, pela mesma Internacional que, no ano seguinte, lançou o terceiro, “Baile de Reveillon”, exatamente o álbum que o TM oferece hoje a seus amigos cultos e ocultos. No repertório, a curiosidade fica por conta da inclusão de “Unchained melody”, que voltaria a fazer sucesso em 1990, incluída no filme “Ghost – Do outro lado da vida”. Também se destaca a participação de Paulo Moura no sax-alto, na faixa “Have lips, will kiss in the tunnel of love” (o famoso “Túnel do amor”). Tudo isso e muito mais, fazendo deste “Baile de Reveillon” uma autêntica preciosidade para ouvir e dançar o ano inteiro. Que comece a festa!

pra fazer nosso samba
samba
derniere reverie
expression
unchained melody
the tender trap
have lips will kiss in the tunnel of love
baby face
voando para new york
na cadência do samba
who
my heart belongs to daddy



*Texto de Samuel Machado Filho

Cido Bianchi – Show De Orgão (1965)

Pianista e arranjador dos mais competentes, Aparecido Bianchi, aliás Cido Bianchi, formou, juntamente com o contrabaixista Sabá e o baterista Toninho, o Jongo Trio, que tocou com Baden Powell e acabou sendo convidado para acompanhar Elis Regina e Jair Rodrigues no show “Dois na bossa”, que virou LP de muito sucesso. Cido Bianchi faleceu no dia primeiro de março de 2015, em São Paulo, aos  79 anos. E, além de pianista, foi também organista. É o que mostra este disco que o TM oferece hoje a seus amigos cultos e ocultos, muito apropriadamente intitulado “Show de órgão”. Lançado em 1965 pela extinta marca Farroupilha, que pertencia ao conjunto de mesmo nome, este trabalho apresenta Bianchi executando ao órgão temas de filmes de cinema e séries de televisão que fizeram muito sucesso. Das telonas, foram pinçados os temas dos filmes “Vício maldito”, “Orfeu negro” (originalmente exibido no Brasil como “Orfeu do carnaval”), “Deu a louca no mundo”, “Moscou contra 007”, “My fair lady”, “A noviça rebelde”, “Amor, sublime amor” e “Quando o coração floresce”. E, das telinhas, os temas das séries “Mr. Lucky”, “Aventuras no paraíso”, “Cidade nua” e “Dr. Kildare”. Tudo isso formando um conjunto primoroso, merecendo, pois, nossa postagem de hoje. Não deixem de conferir no GTM.

mister lucky
days of wine and roses
manhã de carnaval
from russia with love
adventures in paradise
it’s mad mad mad mad mad world
on the street where you
naked city
the sound of music
tonight
summertime in venice
theme from dr. kildare



*Texto de Samuel Machado Filho

O Raro Villa-Lobos (2004)

Olá, amigos cultos e ocultos! O Toque Musical apresenta hoje uma raridade já da era do CD. Trata-se de um disco lançado em 2004, reunindo obras inéditas de Heitor Villa-Lobos (Rio de Janeiro, 5/3/1887-idem, 17/11/1959), indiscutivelmente o maior expoente da música erudita no Brasil e na América do Sul. O CD foi gravado ao vivo pela Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob a regência do maestro e também compositor Silvio Barbato. Mineiro de Candeias, nascido em 11 de maio de 1959, Barbato desapareceu tragicamente no dia primeiro de junho de 2009, durante o voo 447 da Air France. O avião caiu no mar quando ia do Rio de Janeiro para Kiev, na Ucrânia (com conexão em Paris), onde o maestro iria fazer uma palestra sobre música russa e música brasileira, e apresentar sua ópera “Carlos Chagas” em versão integral. O encarte do disco traz informações sobre as peças incluídas e sua execução. Em suma, é um documento de inestimável valor histórico que o TM traz até nós, fazendo uma dupla homenagem, a Villa-Lobos e a Silvio Barbato. Vale conferir.

élégie
naufrágio de kleônicos
sinfoneta n.2 
odisseia de uma raça
suite for chamber orchestra


*Texto de Samuel Machado Filho

Sérgio Endrigo – Exclusivamente Brasil (1979)

Sem sombra de dúvida, Sérgio Endrigo (Pula, Croácia, 15/6/1933-Roma, Itália, 7/9/2005) foi um dos maiores nomes da música popular italiana. Sucessos como “Io che amo solo te”, “Lontano dagli occhi” e “Canzone per te” (música com a qual venceu o Festival de San Remo de 1968, defendida por Roberto Carlos) são muito apreciados e lembrados até hoje. Endrigo também era um apaixonado por música brasileira, fruto do convívio e da amizade com artistas do porte de Chico Buarque e da dupla Toquinho e Vinícius de Moraes. Foi daí que surgiu a ideia de se gravar um álbum exclusivamente de música brasileira, e em português, posto que Endrigo dominava muito bem nosso idioma. E aqui está “Exclusivamente Brasil”, lançado em 1979 e que o TM oferece hoje a seus amigos cultos e ocultos. O repertório foi selecionado pelo próprio Sérgio Endrigo, e inclui duas músicas inéditas: “Samba para Endrigo” (Toquinho e Vinícius de Moraes) e “A rosa” (Chico Buarque), com a participação vocal de seus respectivos autores.  Outra faixa de destaque é “Samba em prelúdio”, um ótimo dueto de Endrigo com Fafá de Belém. No mais, uma produção muito bem cuidada, com arranjos competentes e digna de nossa postagem de hoje. Não deixem de conferir!

samba para endrigo
café da manhã
trocando em miúdos
a noite do meu bem
onde anda você
carinhoso
a rosa
samba em prelúdio
 ana luiza
morena do mar
joão e maria
morena flor




*Texto de Samuel Machado Filho

 

Pixinguinha – Vida E Obra (1978)

Bom dia, amigos cultos e ocultos! Estou novamente respostando este disco, pois só agora me dei conta de que havia postando ele parcialmente. Prometi o segundo disco, mas acho que acabei me esquecendo. Não fosse o amigo Denys, este disco teria ficado mesmo pela metade. Por outro lado, por duas vezes eu repus aqui o link para o álbum e completo, só não havia me atinado para isso. Inclusive, os arquivos que circulam pelos ‘torrents’, vieram desta lavra aqui. Então, mais uma vez, temos o álbum Pixinguinha – Vida e Obra, lançado pelo selo Som Livre, em 1978. Este álbum, como foi dito, foi lançado pela gravadora como brinde de fim de ano da Rede Globo de Televisão. Trata-se, portanto de uma edição exclusiva e limitada, que até onde eu sei nunca chegou a ser lançada comercialmente. Uma seleção com vários artistas e também com fonogramas pouco conhecidos. Daí o preciosismo e raridade deste disco que hoje poucos o tem. O álbum duplo ainda traz um encarte/livreto com muitas informações importantes sobre Pixinguinha (vida e obra) em texto do jornalista Sérgio Cabral, este por sinal, também responsável pela produção e seleção musical.
Desta vez, segue completo para a alegria de todos. Confiram no GTM!

carinhoso – pixinguinha
urubu – os oito batutas
os cinco companheiros – paulinho da viola
rosa – orlando silva
patrão prenda seu gado – almirante
1×0 – pixinguinha e benedito lacerda
vou vivendo – dilermando reis
os oito batutas – conjunto época de ouro
benguelê – conjunto época de ouro
ingênuo – jacob do bandolim
lamento – jacob do bandolim
o gato e o canário – pixinguinha e benedito lacerda
já te digo – pixinguinha
yaô – joão da baiana, clementina e pixinguinha
sofre porque queres – conjunto época de ouro
carinhoso – orlando silva
estou voltando – conjunto galo preto
que perigo – pixinguinha e velha guarda
naquele tempo – dilermando reis
a vida é um buraco – pixinguinha
marreco quer agua – pixinguinha


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