Toque Musical – 13 Anos Com Você!

E então, eis que chegamos ao décimo terceiro ano de atividades. Cá estamos fazendo hoje 13 anos de Toque Musical. Muita água já rolou e tem rolado por aqui. Ou melhor dizendo, muita música! São mais de três mil discos, sempre escolhidos a dedo. Uma diversidade que contempla todos os gêneros que povoam a nossa música brasileira e cabe até algumas investidas na música internacional. Este é o nosso blog Toque Musical.
Mais uma vez eu quero agradecer aqui a todos os amigos cultos e ocultos por estarem sempre com a gente. Quero agradecer também a minha laboriosa equipe e em especial ao amigo Samuel Machado Filho, que muitas vezes salvou o dia com sua participação voluntária e atenciosa, produzindo excelentes resenhas para nossas postagens. Agradeço também aos amigos Edu Pampani, Fares Darwiche, ao Denys e ao Chico do Sintonia Musikal, todos sempre muito generosos e incentivadores dessa nossa caminhada.
É isso aí, viva o Toque Musical! Parabéns todos nós! Que venham mais 13 anos…  🙂

 

Augusto TM

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Máximo Da Bossa (1967)

Boa tarde a todos os amigos cultos e ocultos! Aqui estamos nós completando hoje 13 anos de atividades, 13 anos de Toque Musical. E para festejar, ou melhor, não deixar passar como apenas mais um dia, eu hoje estou trazendo para nossa postagem especial este box/caixa lançada em 1967 pelo editorial da Seleções, do Readers Digest. Uma produção associada a Aloísio de Oliveira e seu selo Elenco. Aqui temos reunidos dez lps, discos esses lançados pela gravadora na primeira metade dos anos 60 e aqui novamente apresentados nessa rica caixa. Um primor que só peca pela falta de um encarte, um libreto com maiores informações, seja sobre a Bossa Nova, seja sobre os artistas e músicas contidas nessa seleção. Por certo, trata-se de um projeto que se limita aos artistas da Bossa Nova que gravaram  pela Elenco e nem de todo é um disco de Bossa Nova. Tem bossa, mas é samba, samba com batido de bossa. Mas, quem melhor aqui para explicar sobre o que é a Bossa Nova do que o próprio Aloísio de Oliveira? Nesta, ele nos reservou um disco inteiro, o primeiro que abre a coleção e nos apresenta uma definição do que é esse gênero, mostrando vários exemplos e também entrevistando alguns dos artistas que fazem parte desses discos.
Essa coleção é sem dúvida histórica, importantíssima, básica para todo apreciador da música popular brasileira. Curiosamente, não recebeu sua devida importância, tanto por seu conteúdo quanto pela quantidade. Um box raro de se ver e de se ouvir, no sentido de volume e qualidade. Ainda hoje é possível encontrar essa edição por menos de 100 reais, em sebos e pelos mercados livres da vida.
Aí está um presente legal, que não é novidade, mas cabe bem em nossa comemoração.
Por ser uma postagem especial, de aniversário, não vou me dar ao trabalho de listar as faixas. É muita música! Melhor focar no GTM 😉 Abraço a todos e vamos para mais 13 anos 😉

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Bossa Nova At Carnegie Hall (1982)

Bom dia, amigos cultos e ocultos! Hoje eu vou postar aqui este disco clássico, a apresentaçãoda Bossa Nova nos ‘States’. Este é um lp que sempre faltou por aqui, mas de tão rodado acabou ficando fora das nossas fileiras. E teria até ficado, não encontrasse eu algum pretexto para publicá-lo, estamos na semana de aniversário, na verdade na véspera de completarmos 13 anos de toques musicais. Diante disso, porque não postarmos esse lp? Certamente, todos que gostam de Bossa Nova já ouviu esse disco que é um show ao vivo, no qual estão presente e em destaque alguns dos maiores nomes do gênero. Bossa Nova no Carnegie Hall é um acontecimento histórico, um disco que não pode faltar em nenhuma discoteca. Vamos curtir esse juntos. Confiram no GTM…
 
samba de uma nota só – sexteto de sergio mendes
bossa nova york – carmen costa, bola sete e josé paulo
zelão – sergio ricardo
não faz assim – quarteto de oscar castro neves
influencia do jazz – quarteto de oscar castro neves
manhã de carnaval – luiz bonfá
manhã de carnaval – agostinho dos santos, luiz bonfá e quarteto de oscar castro neves
a felicidade – agostinho dos santos, luiz bonfá e quarteto  de oscar castro neves
outra vez – joão gilberto e milton banana
influencia do jazz – carlos lyra e quarteto de oscar castro neves
ah se eu pudesse – ana lúcia e quarteto de oscar castro neves
bossa nova em nova york – caetano zama e quarteto de oscar castro neves
barquinho – roberto menescal e quarteto de oscar castro neves
amor no samba – normando e quarteto de oscar castro neves
passarinho – chico feitosa e quarteto de oscar castro neves
 

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João de Aquino – Terreiro Grande (1978)

Sejam bem vindos, amiguinhos cultos e ocultos! Na semana de aniversário o que não pode faltar é música boa. Isso, na verdade, nunca falta por aqui, mas em momentos especiais a gente conta com discos especiais, artistas especiais… E assim, mais uma vez trago para abrilhantar nosso espaço musical o genial João de Aquino, um artista que infelizmente não tem o destaque que merece, mas sem dúvida o que não lhe falta é o merecimento. O cara é um tremendo instrumentista, compositor e produtor. Seus discos são sempre obras de primeiríssima qualidade. Um artista para gente grande, com certeza! Neste álbum “Terreiro Grande” João de Aquino expressa toda a sua negritude, suas raízes africanas e por que não dizer, baianas. Disco maravilhoso para se ouvir de cabo a rabo e repetir. Não deixem de conferir no nosso Grupo do Toque Musical…

terreira grande
cobra cainana
yaô
cabeça feita
são salvador
afoxé
poeira pura
sou de yorubá
capoeira e sambas de roda
axô du du

 

Abel Ferreira – Sax E Clarineta (1976)

Boa noite, companheiros, amigos cultos e ocultos! Em outras épocas e nessa altura do mês de julho nós aqui do Toque Musical já estaríamos em festa comemorando nosso aniversário. Mas, confesso, a cada ano tudo isso vai deixando de fazer sentido. Tá tudo tão ruim nesse mundo e neste Brasil que eu ando bem desanimado. Além do mais muita coisa mudou ao longo de todo esse tempo. Até mesmo a interação direta através de comentários nós temos mais. Porém, seguimos em frente…
Hoje eu trago um disco que há muito eu queria ter postado aqui. Aliás, os discos do selo Marcus Pereira são bem a cara do Toque Musical. Já trouxemos vários aqui e desta vez temos o “Brasil, Sax e Clarineta”, mais um disco do clarinetista mineiro, Abel Ferreira. Este é um disco que dispensa maiores apresentações, pois além de já ter sido bem divulgado em outras fontes, trás também a ficha completa na contracapa. Um autêntico disco de chorinho com um repertório clássico e recheado de bambas do Choro. Disco, claro, que não poderia faltar por aqui 🙂 Confiram no GTM…

corta jaca
sorriso de cristal
machucando
rapaziada do brás
chorando baixinho
andré de sapato novo
cochichando
sai da frente
haroldo no choro
luar de coromandel
saxofone porque choras
alma brasileira
 

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Sérgio Ricardo – Compacto (1968)

Boa noite, amigos cultos e ocultos! Este ano não está fácil de aguentar, heim?! Já nem lembro mais quantos artistas da música partiram para o descanso eterno, teríamos que listar. Muito triste… E desta última, lá se foi o nosso querido Sérgio Ricardo, um artista que aqui até dispensa apresentações pois já esteve presente em diversos de seus discos. E hoje e mais uma vez ele volta nessa nossa singela homenagem. Aqui temos um compacto simples de 68 onde estão registradas “LuandaLuar”, que participou da Bienal do Samba no Rio de Janeiro de 1968 e “Girassol”, que concorreu ao Festival Nacional de Música Popular Brasileira – O Brasil Canta no Rio, desse mesmo ano.

girassol
luandaluar



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Juventude E Ternura – TSO (1968)

E aí, amiguinhos cultos e ocultos, tudo bem? Ainda nas ondas da Jovem Guarda eu hoje trago para vocês uma trilha rara. Trilha de filme, é bom dizer. Extraída do baú do amigo Chico e seu saudoso blog Sintonia Musikal e com os toques e retoques do outro amigo, o Denys, que andou refazendo as artes da capa e também o conteúdo sonoro. Agora encaminha para nós e eu vou logo postando aqui para o deleite de todos. Obrigado, Chico! E obrigado Denys!
Segue então a trilha sonora do filme “Juventude e Ternura”, estreado em 1968, tendo a cantora Wanderléa e o ator Anselmo Duarte como os protagonistas dessa história. O conteúdo musical gira em torno da própria cantora, mas também tem Ed Lincoln, Erlon Chaves, Caetano Veloso, Miriam Makeba e Os Vandecos. Se vocês ainda não tiveram a oportunidade de conhecer, eis aqui a versão definitiva e completa. Confiram no GTM…

abertura – ed lincoln e erlon chaves orchestra
o lago (le lac du come) – os vandecos
ternura (somehow it got to be tomorrow) – wanderléa
suck’um up – don ho
dancers theme (instrumental) – erlon chaves orchestra
pata pata – miriam makeba
te amo – wanderléa
alegria alegria – caetano veloso
foi assim (instrumental) – erlon chaves orchestra
foi assim (juventude e ternura) – wanderléa
prova de fogo – wanderléa
nunca mais – wanderléa
foi assim (reprise final) – wanderléa


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Márcio Greyck (1967)

Bom dia, amigos cultos e ocultos! Como uma coisa sempre leva a outra, saímos do romântico Agnaldo Rayol e vamos para o romântico moderninho Márcio Greyck. De uma certa forma todos os dois também orbitavam pela, então em voga, Jovem Guarda. Tempos de modernidades românticas, por certo!
Aqui temos o cantor mineiro Márcio Greyck em seu primeiro disco, lançado pela Polydor, em 1967, na efervescência a música jovem e em especial, dos Beatles, onde ele se apoia em versões que por aqui chegaram a fazer mais sucesso do que os originais. Convenhamos, muita gente conheceu Beatles foi através de versões. Mas aqui o Márcio Greyck não fica só nos sucessos dos rapazes de Liverpool, tem também outras versões de hits internacionais e também composição própria, autoral. Este disco abriu as portas para o cantor. Além do mais, era um tipo boa pinta, olhos claros, bem ao gosto do padrão comercial. Garantiu desde então seu espaço nessa onda musical. Ao longo de quatro décadas ele esteve sempre muito atuante. Acredito que ainda hoje continue colhendo frutos de seus trabalhos. Pelo que sei, ele atualmente mora em Belo Horizonte. Confiram no GTM…

ela me deixou chorando
se você quiser o meu amor
ela não vem mais
venha sorrido
quero ser livre
gosto de você e você de mim também
minha menina
só sei olhar pra você
sempre vou te amar
como um dia a nascer
penny lane

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Agnaldo Rayol – Quando o Amor Te Chama (1965)

Bom dia a todos, amigos cultos e ocultos! Hoje estou postando aqui um disco ‘trabalhado’ pelo amigo Denys, que vez por outra me traz essas surpresinhas. Temos aqui o cantor Agnaldo Rayol, artista que fez muito sucesso nos anos 60 e 70. Já postamos ele um outro disco e também participações em discos de coletânea e até de 78 rpm. Hoje vamos com um lp dele que também foi sucesso, o “Quando o amor te chama”, título também de uma das faixas do disco, música essa, uma versão de Nazareno de Brito da francesa “Ma vie”, sucesso de  Alain Barriére. Aliás, temos neste lp algumas outras versões, como era bem de costume na época. Mas também não falta espaço para as produções nacionais, músicas bacanas como “O caminho das estrelas” e “Jequibau”, de Mário Albanese e Ciro Pereira; “Tem que ser azul”, de Messias Santos Jr. e “Amanheceu”, de Johnny Alf e Dalmo Castelo. Há também o grande sucesso, “A praia”, outra versão que foi usada até como propaganda do creme dental Kolynos. Aqui podemos ver o disquinho de papelão, chamado de “flexi-disc”. Quem se lembra disso? Se lembra, já sabe, fica em casa! Aproveita o dia para ouvir o Agnaldo Rayol 😉

o princípio e o fim
se choras, se ris
não mereço você
aventura em roma
o caminho das estrelas
quando o amor chama
jequibau
a praia
mente-me
amanheceu
querido coração

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Assis Cabral – No Samba (1980)

Boa noite, meus caros amigos cultos e ocultos! Nadando na onda dos discos compactos, os de 7 polegadas, temos hoje mais um disquinho bacana. Quem não conhece e vê apenas pela capa há de pensar que este é mais um capricho de algum artista amador, uma produção independente sem  grandes atrativos. Mas é aí que mora o engano. Nunca devemos julgar só pela aparência, ou no caso pela capa (que por sinal eu achei bem apropriada). Nosso artista é Assis Cabral, cantor e compositor que eu também, ainda há pouco não conhecia. Fui checar no Google, mas sobre ele quase nada se pode saber além de que já havia gravado outros discos, sempre na linha do samba, forró e frevo. Não deu para certificar, mas o cabra parece ser pernambucano. Digo isso porque seus discos foram gravados de maneira independente no estúdio da gravadora pernambucana Rozenblit. Achei também uns vídeos dele no Youtube e pelo jeitão ele deve ser mesmo um nordestino da gema.
Neste compacto duplo temos dele quatro músicas, sendo que de samba mesmo são só as duas da face B e por sinal dois sambas arretados que bem nos lembra os sambas dos anos 50 e 60, tipo samba de gafieira, muito legal. Na face A, para não variar, é só forró. Quer conhecer, chega junto… Confira no GTM…

garoto do sertão
pode balançar
fiquei na mão
não sofro mais

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Grupo Pausa – Cantiga De Um Caboclo Acabrunhado (1986)

Caros amigos cultos e ocultos, boa noite! Eis que hoje temos aqui um disco com o Grupo Pausa, vencedor do Festival Itabirano da Canção. Um evento que aconteceu ao longo de três dias de julho de 1986 na cidade de Itabira, Minas Gerais. Neste festival o Grupo Pausa levou o primeiro lugar com a música “Cantiga de um caboclo acabrunhado”. Como parte da premiação ganhou a chance de gravar este disco, o qual embora seja um vinil de 12 polegadas, tem apenas duas canções. (Nos anos 80 o compacto foi gradativamente dando lugar o disco no formato lp, foi quando apareceram os discos mix, EPs)…

cantiga de um caboclo acabrunhado
boi balaio


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Demetrius (1965)

Olá amigos cultos e ocultos, boa noite! E vamos aqui com mais um compacto e também no mesmo embalo jovem da música na primeira metade dos anos 60. Aqui um 7 polegadas do cantor Demetrius que também fez muito sucesso. Compacto simples, mas trazendo duas versões que muito tocou naqueles tempos. Demetrius também faz parte desse grupo de pioneiros do rock’n’roll no Brasil. Creio que nem precisamos fazer a apresentação do artista, pois essa não é a primeira vez que postamos discos dele aqui. Vamos conferir esses dois sucesso no GTM…

ternura
levante little susie

 

Carlos Gonzaga – Adão E Eva (1960)

Boa noite, meus amigos cultos e ocultos! E aqui vai mais um compacto interessante, Carlos Gonzaga trazendo um 7 polegadas duplo, “Adão e Eva”. Lançado em 1960, este compacto fez um tremendo sucesso entre os jovens da época. Talvez mais sucesso e mais vendido que o própio lp. Carlos Gonzaga faz parte desse grupo de artistas pioneiros do rock no Brasil. Já tivemos a oportunidade de apresentar aqui outras coisas desse artista que veio das Minas Gerais. Fez sucesso com o rock, as baladas, calipsos e boleros. Não deixem de conferir no GTM…

adão e eva
a vida, só com amor
foi o luar
calypso de amor

 

Os Demônios Da Garoa – Compacto (1968)

Olá, meus amigos cultos e ocultos, boa noite! Aproveitando a ‘deixa’, já que puxei os compactos… Nesta semana, peguei uns compactos emprestados, na verdade discos que um amigo vendeu para outro amigo e eu fiquei de fazer a entrega. Só que antes, digitalizei todos para entrarem na nossa programação. Tem tudo a ver com o nosso Toque Musical. Vão vendo e ouvindo…
Aqui temos Os Demônios da Garoa neste disquinho, compacto simples, lançado pela Chantecler em 1968 e trazendo dois sucessos, a marchinha “Ói nóis aqui tra veis”, Geraldo Blota e Joseval Peixoto e o samba “Vila Esperança”, do genial Adoniran Barbosa. Não deixem de conferir no nosso GTM…

ói nóis aqui tra veis
vila esperança



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Quatro Sambas Quatro Sucessos N. 2 (1973)

Boa noite, caríssimos amigos cultos e ocultos! Aproveitando a ‘deixa’ do aniversário de 100 anos da nossa Elizeth Cardoso eu vou colocando aqui este compacto do selo Copacabana, lançado em 1973 e trazendo como o próprio nome diz, quatro sambas de sucesso nas vozes de Elizeth Cardoso, Adeilton Alves, Benito Di Paula e Noriel Vilela. Disquinho bacana que, por certo, vai agradar a todos. Confiram no GTM…

eu bebo sim – elizeth cardoso
madalena – adeilton  alves
retalhos de cetim – benito di paula
tá com medo, diz… – noriel vilela



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Elizeth Cardoso – Falou E Disse (1970)

Boa noite, caríssimos amigos cultos e ocultos! Hoje é um dia especial, pois nesta data de 16 de julho nascia Elizeth Cardoso e hoje ela estaria fazendo 100 anos. Vejam como o tempo passa e alguns artistas serão sempre lembrados. Elizeth Cardoso então, nem precisamos comentar, é chover no molhado. Grande dama da música popular brasileira!
Com este bom pretexto trago assim mais dos excelentes discos da ‘Magnífica’. Este aqui, das melhores safras, “Falou e Disse”, de 1970. Um disco onde predominam os sambas de Baden Powell e Paulo Cesar Pinheiro, mas também cabem João Nogueira, Nelson Cavaquinho, Paulinho da Viola, Elton Medeiros e outras feras da nossa música popular brasileira. Disco nota dez! Confiram no GTM

é de lei
corrente de aço
você foi um atraso no meu caminho
lua aberta
tudo ok
refém da solidão
foi um rio que passou em minha vida
degraus da vida
aviso aos navegantes
camisa branca
carta de poeta
a flor da laranjeira



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Júlio E Zéfeliciano (1987)

Olá, meus amiguinhos cultos e ocultos, boa noite! Aqui voltamos a normalidade de nossas postagens, trazendo a cada dia uma novidade. Outros sertanejos em breve voltarão, não se preocupem…
Hoje eu tenho para vocês um lp independente, produção mineira lançada nos anos 80. Temos aqui a dupla Júlio e Zéfeliciano, mineiros de Teófilo Otoni. Lançaram em 1987 este lp de forma independente. O disco chegou até a ser tocado em algumas rádios de Belo Horizonte. Depois eles sumiram, parece não terem dado continuidade ao trabalho em dupla. Nos anos 2000 eles voltaram a gravar, lançando um cd. Contudo, hoje em dia, não sei se ainda estão na ativa. Mesmo assim, não vamos deixar de prestigiar aqui este trabalho autoral que é bem bacana. Confiram no GTM…

vice-versa
asa delta
coisa maluca
criaturas abissais
ponte de arco-íris
iluminação
pena natureza
sócio beócio capadócio
terceiro mundo
filho da terra
 

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Luiz Andrade E Seu Acordeon – Baile Mineiro (1977)

Boa tarde meus prazados amigos cultos e ocultos! Fechando essa série sertaneja, eu hoje trago um disco do sanfoneiro Luiz Andrade, o “Baile Mineiro”, lp lançado em 1977, na época, pelo selo Itamaraty. Luiz Andrade foi um instrumentista e compositor que atuou por muitos anos em rádios e bailes de forró, em Belo Horizonte, onde residia. Achar informações sobre ele não é coisa muito fácil, pois como tantos outros artistas do gênero sertanejo, ficam limitados a suas regionalidades. Só mesmo quando alcançam um grande sucesso é que passam a ser conhecidos do público em geral. Luiz Andrade é daqueles sanfoneiros bem conhecidos, mas dentro do mundo sertanejo. Pelo pouco que pesquisei, vi que ele gravou também outros discos. Infelizmente, hoje é um artista que só vive na memória. No Youtube tem algumas músicas dele e pelos comentários ele já faleceu há algum tempo. Mesmo assim e talvez por isso mesmo, vamos resgatá-lo. Vamos conhecer melhor esse sanfoneiro…

sanfona nervosa
homenagem a belo horizonte
velhaco
capricho mineiro
tira o chapéu
xodó
baile mineiro
tapa de luva
sanfona do vovô
dança do povo
mocinha da cidade
inchaqueca

 

Waldomiro Lobo (197…)

Boa noite, meus amigos cultos e ocultos! Hoje temos um encontro com um artista interessante, Eis que entre minhas escolhas para postagens de discos de música sertaneja/caipira, selecionei também este lp, uma produção um tanto obscura, como boa parte das coisas da Bemol, selo/gravadora de Belo Horizonte, acreditando ser este um disco do gênero. Mas para a minha surpresa, acabei descobrindo que não era exatamente música caipira, mas algo ainda melhor, se tratava do único disco (lp de 33rpm) do cantor e compositor Waldomiro Lobo e não por acaso, também um disco póstumo, lançado logo após a sua morte. Este disco não tem data, mas tudo leva crer que tenha sido lançado no início dos anos 70. Conforme o texto de contracapa este foi um disco planejado pelo autor que selecionou o repertório entre coisas inéditas e músicas/poemas gravados nos anos 40 e 50. Segundo o texto, Waldomiro desejou fazer este lp no sentido que sua renda fosse revertida para obras assistenciais do sanatório da sua Fundação Waldomiro Lobo. Neste disco temos as interpretações do próprio Waldomiro Lobo e também de Seixas Costa, Rony-Roná e Gumercindo Chagas. Curioso também que alguma músicas aparecem aqui com nomes diferentes dos originais em 78 rpm. Olhando mais a fundo na ficha técnica, temos também um time de músicos como Elias Salomé, Expedito, Waldir Silva e outros. Sem dúvida, um disco raro que já esteja disponível no Youtube e agora vai estar no GTM também. Confiram…

porteira abandonada
morena dos olhos negros
o meu cavalo pampinha
maria mandô uma carta
vai vai tristeza
mutirão
flor de maracujá
amor perfeito
são joão
minha prece
tem boi na linha
mula manca
 


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João Mineiro E Marciano – Filhos De Jesus (1981)

Boa noite para todos, amigos cultos e ocultos! Cá estamos novamente na sintonia sertaneja. Hoje trazendo uma outra dupla bastante conhecida, para não dizer famosa, João Mineiro e Marciano. Eles começaram juntos nos anos 70, mas foi só a partir dos 80 é que eles ganham projeção. Nesse período a música sertaneja estava em alta e a dupla emplacou vários sucessos a partir de então. Tiveram, inclusive um programa na televisão. No início dos anos 90 eles acabaram se separando e cada um seguiu com outros projetos. João Mineiro formou outras duplas, mas em 2012 veio a falecer. Em 2019 foi a vez de Marciano. Ele gravaram uma dezena de discos. Aqui o oitavo disco e o primeiro pelo selo Copacabana. Confiram no GTM…

filhos de jesus
vinte anos de silêncio
não adianta dizer que me ama
desprezo
sem você não sou ninguém
quarto vazio
navio do adeus
minha serenata
na metade da vida
orgulho e ciúme
amor e nada mais
terra santa de padre victor

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João Mulato E Douradinho – Saudade De Um Amor Passado (1980)

Boa tarde, meus prezados amigos cultos e ocultos! Ao som da viola vamos seguindo em nossa programação sertaneja. E hoje eu tenho para vocês João Mulato e Douradinho, uma dupla famosa, meio mineira, meio paranaense e que acabou se encontrando em São Paulo. Formada pelo mineiro de Passos, Wilson Leôncio de Melo (João Mulato) e o paraense Domingos Miguel dos Santos (Douradinho). Gravaram apenas dois discos, este “Saudade de um amor passado”, de 1980 e “Meu reino encantado”, no ano seguinte. Infelizmente, Domingos, também conhecido como Bambico veio a falecer, vítima de um tumor. João Mulado continuou na estrada fazendo dupla com outros parceiros.
Vamos conferir “Saudade de um amor passado”, disco com produção de Tião Carreiro. Cola lá no GTM…

cruel destino
amanhã eu vou
afogando meu pranto
missão dolorosa
escola do mundo
encontro fatal
saudade de um amor passado
vou onde tem amor
menina do riacho
quero você lá em casa
a palavra de deus
golpes da vida

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Gegê Da Viola E Pai João – Peão De Minas (1985)

Boa noite, amigos cultos e ocultos! Um dos meus grandes problemas em postar discos de música caipira/sertaneja é encontrar informação sobre determinados artistas, pois parece que esse gênero não tem muita divulgação pela rede, ou pelo menos, o que temos se limita ao Youtube e redes sociais. E é por aí que a gente vai…
Aqui temos um disco interessante, um lp da dupla Gegê da Viola e Pai João e com participação especial de Pedro Barroso e Pavãozinho. Gegê da Viola é considerado um dos maiores violeiros do Brasil. Segundo contam é dele a música que fazia a abertura do programa de rádio, Projeto Minerva. Ao longo da carreira fez dupla com outros tantos artistas da música sertaneja e aqui ele está ao lado de Pai João, outro violeiro e compositor renomado no universo da música caipira. O álbum “Peão de Minas” foi um produção de Gegê da Viola juntamente com o cantador Pedro Barroso que fazia dupla com Pavãozinho (que não é o mesmo de outra dupla caipira Pavão e Pavãozinho). Pedro Barroso e Pavãozinho também tem discos gravados juntos e aqui fazem uma participação muito especial, principalmente no lado B do disco. O repertório é quase todo autoral, como músicas bem acima do padrão. Trabalho bacana que vale a pena conhecer (e nessa eu me incluo). Vamos conferir no GTM?

peão de minas
caparaó
nunca mais
esperança de caboclo
amor proibido
mulata tostada
enriquecendo a natureza
mulher traidora
violinha de taquara
o canto do bacurau
alma sertaneja
galopando



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Ilma Rocha (1982)

Boa noite, amigos cultos e ocultos! Dentro do proposto, aqui temos mais um disco da série sertaneja e desta vez vamos com a cantora Ilma Rocha. Esta artista, para a nossa sorte, traz mais informações em seu currículo. Poderíamos nos salvar apenas com o texto da contracapa. Então vamos lá… Ilma Rocha é uma cantora e compositora mineira. Iniciou sua carreira artística ainda na infância, cantando ao lado de sua irmã com quem formava a dupla Duo Irmãs Graciosas. Na fase adulta, passou a se apresentar sozinha. Em 1980 ela se inscreve no Festival da Música Sertaneja da Rádio Record e sua música obtém o primeiro lugar, o que garante a ela um contrato com a gravadora Chantecler para a qual grava este que foi o seu primeiro disco. Como se pode ver na contracapa, ela nos apresenta doze canções, entre rasqueados, boleros, canções rancheiras e guarânias. Um disco romântico-popular com aquela dosezinha ‘bregueira’ tão comum nesse gênero musical. Quem gosta, não pode poder…

coração de ferro
minha vida é um problema
jogue esta aliança fora
não consigo chorar por amor
nosso filho com quem vai ficar
minha mágoa
meu primeiro beijo
ninguém vai me fazer chorar
ele esqueceu de mim
pranto escondido
triste calado
humilhada

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3 De Minas – Verdadeiro Amor (198…)

Boa noite, meus queridos amigos cultos e ocultos! Saímos, enfim, da série dos corais mineiros e agora vamos para outros gêneros. Andei separando aqui alguns lps, algumas coisas da produção mineira, discos obscuros, coisas curiosas e raras de se ver por aí. Entre tantos, pensei em fazer aqui mais uma ‘semana temática’, dessa vez com artistas da música caipira, sertaneja e rural. Acho que nunca fizemos isso como esses artistas sertanejos, poucas e espaçadas vezes postamos discos de música caipira. E isso se deve muito ao fato de que geralmente as informações sobre esses artistas são meio escassas e acaba demandando uma pesquisa mais aprofundada, coisa que na maioria das vezes nós aqui não conseguimos fazer. Discos de música caipira/sertaneja só conhece mesmo quem é do ‘métier’, da área.
Aqui temos um bom exemplo de discos de música sertaneja no qual só podemos mesmo contar com as informações da capa. Os “3 de Minas” é um lp de produção mineira, gravado pela Bemol, provavelmente nos anos 80. O disco não traz data. Na ficha técnica encontramos um grupo de músicos, seus nomes e instrumentos, mas nada que nos indique quem são os artistas principais. Quem são os três mineiros? Essa pergunta fica no ar até que alguém se manifeste. Enquanto isso, vamos nos ater ao principal, ao conteúdo deste lp. Temos aqui doze músicas no melhor estilo caipira/sertanejo. Fiz questão de colocar ‘caipira’ para que fique claro que se trata de música sertaneja autêntica e não esse lixo pasteurizado cujo molde original copia duplas como Chitãozinho e Xororó quando essas se tornam mais comerciais que sentimentais. Taí um disquinho bacana que me remete aos sons radiofônicos matinais. Coisa bem mineiro, paulista ou goiano. Confiram no GTM…

verdadeiro amor
responda-me
com alguem no pensamento
se quer partir
velho vivo
são jorge guerreiro
destino de boêmio
escuta a minha canção
arrependida
primeiro beijo
gaivota
chuva da saudade


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4º Encontro De Corais Mineiros (1986)

Boa noite prezados amigos cultos e ocultos! Eis que em meio, ou já nos ‘finalmentes’ apareceu mais um disco da série de Encontro de Corais Mineiros. Aqui temos o quarto volume, lançado em 1986. Conforme nos fala o texto de contracapa, “o quarto álbum da série documenta a atuação dos grupos participantes do 4. Encontro Mineiro de Corais, realizado em setembro/outubro de 1985. Esse evento envolveu apresentações, oficinas e laboratórios onde participaram centenas coralistas e regentes. E como não poderia deixar de ser, produziram também o lp, este também um álbum duplo com os vários corais de Minas Gerais. O repertório, como podemos ver, traz como destaque o canto coral do Barroco Mineiro, mas também cabe a música popular em seus diversos clássicos. Um disco gravado ao vivo e bem bacana. Vale conferir…

te deum – coral vivace – belo horozinte
donine jesu – coral lorenzo fernandez – montes claros
hodie per totum mundum – coral waldemar baptista – sabará
popule meus – coral waldemar baptista – sabará
miserere – coral julia pardini – belo horizonte
pange lingua – coral pró-música – juiz de fora
vexila regis – coral pró-música – juiz de fora
popule meus – corpo coral da copasa – belo horizonte
stabat mater – coral  soremi – belo horizonte
pange lingua e tantum ergo – coral fafi-bh – belo horizonte
venite adoremus – madrigal schola cantorum – uberlandia
conceptionem – coral cantamor – juiz de fora
crux fidelis – coral instituto newton paiva – belo horizonte
bajulans – coral professor guilherme lage – belo horizonte
surrexit dominus – coral monlevade – joão monlevade
tantum ergo II – coral sociedade mineira dos engenheiros – belo horizonte
ó quam tristis – coral ars nova – belo horizonte
pé de vento – coral infantil waldemar baptista – sabará
gago apaixonado – coral vivace – belo horizonte
romaria – coral lorenzo fernandez – montes claros
verde mar coral waldemar baptista – sabará
arca de noé – coral julia pardini – belo horizonte
galo preto – coral pró musica – juiz de fora
três cantos nativos dos índios kraó – corpo coral da copasa – belo horizonte
cio da terra – coral soremi – belo horizonte
sertaneja – corpo coral fafi-bh – belo horizonte
caçador de mim – coral cantovivo – belo horizonte
as pastorinhas – madrigal schola cantorum – uberlandia
anima – coral cantamor – juiz de fora
nobreza – coral do instituto newton paiva – belo horizonte
canção da américa – coral monlevade – joão monlevade
ave maria – coral da sociedade mineira de engenheiros
jubiabá – coral ars nova – belo horizonte



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Corporação Musical Santa Cecília Banda e Coral (198…)

Olá, meus amigos cultos e ocultos! Tenho hoje o prazer de apresentar a vocês a banda e o coral da Corporação Musical Santa Cecília, um entidade tradicional da cidade mineira de Ipatinga, dedicada ao ensino e fomento da Música, criada há quase 60 anos. Neste disco, gravado na Bemol, temos um repertório variado com seresta, samba, canção, marcha, musica sacra, ou como nos apresenta no selo, ‘do dobrado ao clássico’. Temos de um lado a banda e do outro o coral. Um repertório bem interessante que nos convida a dar uma checada no GTM…

canção do infante
samba da amizade nipo-brasileira
festa do interior
españa cani
abertura da cavalaria ligeira
amo-te muito
peixe vivo
acalanto
cantiga por luciana
pastorinhas
abi-de with me
cantante dômino
 
 
 

 

3º Encontro de Corais Mineiros (1984)

Bom dia meus amigos cultos e ocultos! Dando sequencia ao nosso encontro com os grupos corais, hoje eu tenho para vocês este disco, o “3. Encontro de Corais Mineiros”, um álbum duplo no qual iremos encontrar um variado leque musical. Trata-se, como se pode ver logo pelo título de um encontro, uma espécie de festival de corais no qual se apresentam vários grupos. O disco foi gravado ao vivo no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, em um acontecimento promovido pela Federação Mineira de Canto Coral, que durou quase uma semana, de 14 a 17 de junho de 1984. Se apresentaram dezenas de grupos e dos mais variados estilos, um bom exemplo da diversidade e possibilidades do que chamamos canto coral no Estado de Minas Gerais. Como vemos também, este foi o terceiro encontro, o que nos leva a entender que já houve dois outros eventos em anos anteriores, mas infelizmente eu não achei os discos para que pudesse postá-los na ordem. Assim sendo, vamos apreciar o que temos, não é mesmo? Não deixem de conferir no GTM…

potpurri de sambas – coral dos pequenos cantores do colégio santo agostinho, de belo horizonte
bandinha – coral vivavoz, de contagem
itamarandiba – coral da face, de belo horizonte
hodie nobis caekorum rex – coral waldemar baptista, de sabará
minha namorada – coral do mai, de belo horizonte
acalanto – coral da a. e. copasa, de belo horizonte
valsinha – coral do gremig, de belo horizonte
pequena marcha – coral da puc-mg, de belo horizonte
luar do sertão – coral estrela de belém, de acesita
yemanjá – coral julia bardini, de belo horizonte
cantiga de viúvo – coral da feta, de alfenas
nos bailes da vida – grupo cantotivo da aef-mg, de belo horizonte
rock do cachorro – coral do instituto newton paiva, de belo horizonte
toada de gabinete e descontraído – coral prof. guilherme lage, de belo horizonte
fim do dia – coral da sociedade mineira de engenheiros, de belo horizonte
lua lua lua – coral do cepa, de pouso alegre
paz do meu amor – coral vozes de euterpe, de brasópolis
heus domine salvator noster – coral da ufv, de viçosa
boca de forno – coral lorenzo fernandes, de montes claros
mantiqueira – madrigal ad libitum, de juiz de fora
antiphona de nossa senhora – coral da ufop, de ouro preto
berimbau – coral da coagri, de são joão evangelista
asa branca – coral camargo guarnieri, de poços de caldas
suite dos pescadores – coral da fepi, de itajubá
receita para fazer um herói – coral da pró-música, de juiz de fora
trem de ferro – coral monlevade – de monlevade
amanhã é domingo – todos os corais reunidos

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Coral Santa Clara – Canta Serestas Vol. 4 (1986)

E aí, meus amigos cultos e ocultos… Como disse, aqui temos mais um disco do Coral Santa Clara, este, o volume 4, sem dada, mas certamente de 1986. Nesta volume já não contamos mais com a participação de Waldir Silva, mas o nível continua apuradíssimo e o coral vem acompanhado por músicos bambas, do Clube do Choro de Belo Horizonte. E mais uma vez temos um repertório seresteiro, sob o comando de Irmã Betânia. Confiram o disco, vocês vão gostar 🙂
 
sertaneja
gente humilde
rosa
as pastorinhas
gotas de lágrimas
cadeira vazia
malandrinha
guacira
as rosas não falam
a pequena cruz do teu rosário
 
 

Coral da UCMG (1975)

Boa noite, amigos cultos e ocultos! Fazendo jus ao nosso lema, “música para se ouvir com outros olhos”, vamos trazendo discos que só caberiam mesmo a esse sítio. Só mesmo no Toque Musical é possível encontrar o inimaginável. Então, vamos fazer valer esta semana.
Hoje temos aqui o Coral da Universidade Católica de Minas Gerais, sob a direção musical do Padre Nereu de Castro Teixeira. Este lp foi lançado em 1975 por ocasião de aniversário de 20 anos dessa universidade, criada em Belo Horizonte em 1955 e que a partir dos anos 80 passou a se chamar PUC – Pontifícia Universidade Católica. O repertório do Coral da UCMG é montado num leque variado que vai da seresta ao erudito, do popular à música sacra e por aí vai…. Muito bem gravado, por sinal. Vale a pena conferir…

noite alta céu risonho
opa opa
o inefável rosa
chi la gagliarda, donne vo’imparare
pavane
exodus
luciana
tutu marambaia
é tão tarde
fiz a cama na varanda

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