Francisco Alves – Recordações de Chico Viola (195…)

Ufa! Cheguei a tempo… Conforme prometido, segue mais um raro exemplar de 10 polegadas do Chico Alves. Este também é outro que eu não encontrei data, nem no site do Instituto Memória Musical ou Cravo Albin. Acredito que também seja de 53 a 55. Quando o disco passou de duas faixas para oito, no formato ‘Long Play’ de 10 polegadas, grande parte da discografia de Chico Viola foi imediatamente reeditada.

Segue aí então mais um belo disquinho para vocês comentarem. Parabéns ao Francisco Alves! Leva aqui o meu abraço!
barcarola
dizem que sou um mal rapaz
tarde de setembro
tipo 7
sandália de prata
cavaquinho teimoso
diga-me
adeus

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6 thoughts on “Francisco Alves – Recordações de Chico Viola (195…)

  1. Valeu Toque!!!!!
    Parabéns pela lembrança!!!
    Nosso Chico merece, e vc sempre certeiro, muito obrigado por ajudar a manter a memória desse que foi nosso maior cantor de todos os tempos… Um dia será dado o seu devido valor..

  2. Creio que mais este dez polegadas com os masters antigos de Chico Alves em 78 rpm seja de 1954, porque a Odeon costumava fazer esses relançamentos em vinil sempre no mês de aniversário da morte do cantor, setembro, ou seja, um álbum por ano. “Barcarola”, de 1938, é uma valsa de José Maria de Abreu e Francisco Matoso, os mesmos que lhe deram o clássico “Boa-noite amor”. Na sequência, o fox “Dizem que sou um mau rapaz”, de Custódio Mesquita, lançado em 1941.”Tarde de setembro” é um samba da parceria Herivelto Martins-David Nasser, de 1945, com participação no final do Tro de Ouro (Herivelto, Dalva de Oliveira e Nilo Chagas).”Tipo 7″ é uma marchinha do carnaval de 1934, da parceria Nássara-Alberto Ribeiro. “Sandália de prata”, de Pedro Caetano e Alcyr Pires Vermelho, havia sido feita como choro, mas Chico Alves decidiu: “Não é choro coisa nenhuma, é samba de carnaval e eu vou gravar!” E foi sucesso na folia de 1942. “Cavalinho teimoso”, dos memsos autores, é um passo-doble, também lançado em 1942. A valsa “Diga-me”, de 1939, é de Nelson Ferreira, grande compositor de frevos do carnaval pernambucano. Por fim, temos o samba “Adeus” (não confundir com “Cinco letras que choram”, de Silvino Neto). Este “Adeus”, de Herivelto Martins e Jararaca, é subintitulado “Carta de um expedicionário”, e saiu em 1944. É uma despedida de um soldado á sua amada, convocado para lutar na Segunda Guerra Mundial.

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