Festival Do Rio – As Dez Mais Lindas Canções De Amor (1960)

Olá a todos! Minha postagem de hoje é uma homenagem à cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Festejando seus 444 anos, a Cidade Maravilhosa continua linda e a cada dia mais jovem. Parabenizo a cidade e a todos os seus felizardos habitantes! Salve o Rio!
A primeira vez que fui ao Rio levei um ‘tapa’ de deslumbramento. Fiquei encantado com sua geografia, suas praias, arquitetura e todo esse jeito malandro (no melhor dos bons sentidos) do carioca. O Rio é demais. Não fosse hoje o grau da violência uma coisa tão visível, era lá uma das cidades que eu gostaria de viver. Salve o Rio!
Para comemorar, temos aqui o “Festival do Rio”, álbum lançado pelo selo Copacabana em1960. Nele encontramos, conforme o subtítulo, “As dez mais lindas canções de amor”. São composições românticas de autores consagrados como Lamartine Babo, Ary Barroso, Dolores Duran e outros. Para este repertório foram convocados dez intérpretes, cantores não apenas da Copacabana, mas também da Continental, RGE e Sideral. As orquestrações e regência ficam a cargo dos maestros Pachequinho e Guaraná, além do côro de Joab Teixeira e participação da Orquestra Copacabana.

poema do adeus – miltinho
ternura antiga – luciene franco
será tarde – ernani filho
procura sonhar comigo esta noite – carlos josé
eu não tenho para onde ir – agnaldo rayol
ressurreição dos velhos carnavais – roberto silva
seu amor, você – lenita bruno
canção em tom maior – ted moreno
afinal, chegaste – zezé gonzaga
o céu virá depois – jorge goulart

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7 thoughts on “Festival Do Rio – As Dez Mais Lindas Canções De Amor (1960)

  1. Puxa, que disco raro! isso sim, valeu a pena, é mais uma joia do seu blog entre muitas de alto valor, joias caras e raras… a memória da música brasileira está no seu blog. Parabéns!

  2. Este disco documenta um festival competitivo de canções promovido em 09/1960 pelas lojas “O Rei da Voz” e a gravadora Copacabana, tendo como vencedora “Canção em Tom Maior” de Ary Barroso.
    fonte: “A Era dos Festivais” – Zuza Homem de Mello.
    Paulo Ricardo

  3. A canção vencedora desse certame, “Canção em tom maior”, de Ary Barroso, interpretada por Ted Moreno, foi esquecida com o passar do tempo. “Ressurreição dos velhos carnavais”, com Roberto Silva, foi uma das últimas composições do grande Lamartine Babo. Em 1963, ele lançaria para o carnaval a marcha-rancho “Seja lá o que Deus quiser”, na voz de Elizeth Cardoso, e faleceria em junho do mesmo ano, de infarto. Duas dessas músicas resistiram, e bem, ao tempo: “Poema do adeus”, de Luiz Antônio, com o grande Miltinho (também título de seu primeiro LP na RGE, após dois na extinta Sideral), e “Ternura antiga”, cantada por Lucienne Franco. Trata-se de uma obra póstuma de Dolores Duran, que morreu deixando apenas os versos, que o pianista José Ribamar se encarregou de musicar. “Ternura antiga” foi muitíssimo gravada, até mesmo por Roberto Carlos.

  4. QUE EMOCIONANTE ENCONTRO COM MEU PASSADO. SETEMBRO DE 1960, eu COM 17 ANOS, DO LADO DE FORA, DO TIJUCA TENIS CLUBE,POIS NÃO CONSEGUIRA INGRESSO PARA ASSISTIR A FINAL DESSA HISTÓRICA NOITE DE FESTIVAL DE MUSICA, ESCUTAVA OS GRITOS E ASSOVIOS DO PUBLICO E OS MARAVILHOSOS ACORDES DA ORQUESTRA E OS INTERPRETES. MAL SABIA EU, QUE ESTAVA SENDO UMA TESTEMUNHA NãO OCULAR, PORéM AUDITIVA DO EMBRIÃO DA ERA DOS FESTIVAIS. NESSA NOITE ENTRAVAM PARA MINHA IMAGINÁRIA DISCOTECA DE ETERNOS CLASSICOS DA MPB , DUAS MÚSICAS QUE ME ACOMPANHARIAM PRA SEMPRE “TERNURA ANTIGA'' da TALENTOZÍSSIMA DUPLA, RIBAMAR E DOLORES DURAN, INTERPRETADA DE FORMA CONTAGIANTE POR LUCIENE FRANCO E O ''POEMA DO ADEUS' DE LUIZ ANTONIO NUM AFINADÍSIMO SHOW DE ITERPRETAÇÃO DE MILTINHO. PARABENS A ESSE BLOG QUE FOI BUSCAR UM EVENTO IMPORTANTE E TÃO ESQUECIDO DA NOSSA MPB.

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