Carnaval De Todos os Tempos – Vol. 1 (1974)

Dando sequência às nossoas postagens de Carnaval, tenho para hoje outro álbum bacana. Trata-se de uma coletânea que busca reunir alguns dos melhores momentos musicais dos carnavais do passado. São registros originais, reunidos e relançados em volumes pela Continental, compreendendo o período que vai dos anos 30 até o início dos 70. Não sei informar quantos volumes foram lançados. Eu infelizmente só tenho em mãos o volume 1. Este, talvez o mais interessante, nos apresenta 14 faixas com algumas das clássicas marchinhas que fizeram a folia de 1935 à 48. São composições que se tornaram imortais e todo ano a gente canta. Taí um bom disco para se ouvir, guardar e lembrar 😉

zé pereira – severino araújo e sua orquestra tabajara
implorar – moreira da silva e pixinguinha
pirolito – nilton paz e emilinha borba
eu não te dou chupeta – irmãs pagãs
cai, cai… – joel e gaucho
a dança do funiculí – francisco alves e luciano perrone
helena! helena! – anjos do inferno
aurora – joel e gaucho
nós, os carecas – anjos do inferno
praça onze – trio de ouro e castro barbosa
china pau – castro barbosa
pirata da perna de pau – nuno roland
anda luzia – silvio caldas
a mulata é a tal – ruy rey e orquestra tabajara

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6 thoughts on “Carnaval De Todos os Tempos – Vol. 1 (1974)

  1. neste endereço não baixa mesmo. veja a diferença… você esqueceu de copiar todo o endereço do link.
    o melhor é você abrir o comentários clicando no título da psotagem, daí virá tudo, ok?

  2. É… dono de blog tem que ter paciência mesmo. Mas tem gente que exagera. Abraços e manda mais Lamartine ai!

  3. Quarto lançamento da série “Ídolos MPB”, produzida por João Luís Ferrete para a Continental. “Pirolito”, sucesso do carnaval de 1939, marcou a primeira aparição em disco não só de Nílton Paz como também de Emilinha Borba, mas o nome dela foi misteriosamente omitido do selo original! “Zé Pereira”, executada pela Tabajara do grande Severino Araújo, era originalmente uma canção de origem francesa, de autoria de Antonin Louis, “Les pompiers de Nanterre” (“Os bombeiros de Nanterre”). Só clássicos momescos neste disco: “Implorar”, com o eterno “Morenguêra”, “Cai, cai” (Joel de Almeida e Gaúcho), “Helena, Helena” e a até hoje lembrada “Nós, os carecas” com os Anjos do Inferno, com o inconfundível “pistão nasal” de Harry Vasco de Almeida e Léo Vilar à frente, “Aurora”, também com Joel de Almeida e Gaúcho, outro clássico imortal co-assinado por Mário Lago (cujo centenário comemoramos este ano), “Praça Onze”, com Castro Barbosa e o Trio de Ouro (Herivelto Martins, Dalva de Oliveira e Nilo Chagas), sucesso de 1942, foi gravado em pleno dia de Natal do ano anterior! “Pirata da perna de pau”, “China pau” (com Castro Barbosa e Lauro Borges, que faziam juntos no rádio a famosa “PRK-30”), “Anda Luzia” e “A mulata é a tal” são obras-primas de João de Barro, o Braguinha, com ou sem parceiros. Ruy Rey, intérprete de 'A mulata é a tal”, também teve sua própria orquestra e se especializou em ritmos caribenhos como mambo, merengue e rumba, precursores da atual salsa, que explodiu mundialmente com o documentário “Buena Vista Social Club”. “Eu não te dou a chupeta”, de 1939, é uma resposta a “Mamãe eu quero”, de Jararaca e Vicente Paiva, lançada dois antes. O co-autor, Silvino Neto, era pai do comediante Paulo Silvino fez dois clássicos do repertório de Francisco Alves: “Valsa dos namorados” e “Cinco letras que choram” (adeus, adeus, adeus…). O Rei da Voz canta aqui a divertida “Dança do funiculi”, marchinha com toques de tarantela.

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