Celso Machado – Violão (1980)

Ainda presos às cordas do pinho, temos para hoje outro grande instrumentista, Celso Machado. Um artista excepcional, um virtuoso do violão que também domina outros instrumentos de corda e percussão. Sem dúvida um artista completo, de formação clássica, mas dono de uma técnica apurada e pessoal. Durante mais de trinta anos, ele tem realizado concertos em todo o Brasil, no Canadá, Europa e também nos Estados Unidos. Infelizmente o cara é mais conhecido e aclamado fora do que dentro de seu próprio país. Não é atoa que ele foi morar no Canada. Sempre muito requisitado, Celso, além de concertista é também professor, palestrante e claro, compositor. Suas criações não se limitam à música regional e tradicional brasileira. Ele também compõe para o cinema, sendo dele diversas trilhas de produções estrangeiras. Por trabalhos em cinema e produções para tv ele já recebeu diversos prêmios. Uma prova do talento e qualidade artística.
“Violão, Celso Machado” foi seu segundo álbum, lançado em 1980 pelo selo Marcus Pereira. O primeiro, “Violão, Brasil”, de 1977, também saiu pela mesma gravadora. Estranhamente, este segundo disco foi o único que até hoje não chegou a ser lançado em cd. Um álbum bacana, com direção artística de Marcus Vinicius e direção musical de Filó Machado que também participa ao lado de outros bambas da música instrumental brasileira. Imperdível!

motivo barroco
juazeiro
parazula em si menor
abraço a neto e lea
tributo ao músico
feitio de coração
el ultimo canto
retirantes
hora de mudar
tema de isabel

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7 thoughts on “Celso Machado – Violão (1980)

  1. TM, que ótimo! Eu estava atrás deste disco já faz um tempão, aliás não só este mas o primeiro do Celso que eu tinha em cd, mas nqa última mudança acabei perdendo. Você teria o Violão, Brasil aí para postar também?
    Muito obrigado e por favor, não pare nunca de postar essas jóias.

    Hernani

  2. Só conhecia o Celso Machado de um disco da Marcus Pereira, uma coletânea chamada As Melhores Cordas do Brasil. Realmente muito bom, uma pena não ser tão (re)conhecido no Brasil.

  3. Gente, que capa maravilhosa. Antes mesmo de querer ouvir, já dá vontade de ficar olhando e admirando a imagem.
    Parabéns pelas duas coisas: a trilha e a capa. Sem comentários!

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