Canções de Noel Rosa Cantadas Por Noel Rosa (1955)

Mais um toque musical deste que foi um dos nossos maiores compositores populares. Aqui temos o próprio, Noel em pessoa, interpretando suas composições. Um ‘disquinho’ também histórico, raro e muito bonito. Este lp eu conhecia apenas pela capa e de estórias contadas sobre ele. Até então só tinha ouvido através da coleção “Noel Pela Primeira Vez”. Graças ao intercâmbio no Soulseek, tenho agora o previlégio de ouvi-lo na íntegra e (por certo) dar esse toque para vocês. Viva Noel Rosa!

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6 comentários a “Canções de Noel Rosa Cantadas Por Noel Rosa (1955)

  1. Realmente, consultar blogs antes de postar coisas boas não é algo líquido e certo. O certo mesmo é o caminho livre e limpo pra se postar o que se bem entende. Além do mais, Simon Boutman foi um tanto ríspido em seu comentário. Manera aí, Simon, afinal nós, que pescamos essas pérolas aqui e ali postadas agradecemos a todos vocês a boa vontade do compartilhamento de tanta beleza sonora.

  2. Primeira edição em vinil das poucas gravações deixadas por Noel Rosa em 1931/32/33 na antiga Columbia, mais tarde Continental (ele próprio, nunca é demais lembrar, foi quem mais gravou suas composições, e só música dele mesmo: 33!). A faixa de abertura, “Vejo amanhecer”, ~de 1933, não foi lançada comercialmente neste registro e sim no de Mário Reis, talvez pela participação vocal de Francisco Alves (então contratado da Odeon, e, ironicamente, neste lançamento feito 22 anos mais tarde, não mencionado também, apenas Noel e Ismael Silva). Ouçam com atenção e vejam se a voz do Chico Viola não se evidencia, e bem (o saudoso Abel Cardoso Júnior afirmava que era Francisco Alves sozinho… será?). “Devo esquecer” é um dueto com Léo Vilar, futuro líder do grupo vocal Anjos do Inferno e que também fez dupla com o baiano Gordurinha, autor de “Súplica cearense” e “Chiclete com banana”, entre outras. É uma parceria com Gilberto Martins, e Noel não foi creditado como autor no 78 rpm original. “Coisas nossas” (ou “São coisas nossas”) é uma bela síntese das coisas autênticas deo Brasil, e Noel teria cantado a música num filme de mesmo nome produzido em São Paulo do qual não sobraram cópias (informação a confirmar). Foi regravado por Aracy de Almeida, em LP de 10 polegadas que também está aqui no Toque Musical. “Mentiras de mulher” é um dueto com o ator de teatro de revista Artur Costa, cujo filho, Artur Costa Filho, já falecido, foi do cast de teledramaturgia da TV Globo. “Gago apaixonado” (ou “Um gago apaixonado”) é um samba divertido e bastante original, com detsaque para a participação inusitada, no acompanhamento, do cantor Luiz Barbosa batendo o lápis nos dentes! Prosseguindo, a machista “Mulher indigesta”, na qual Noel é acompanhado por um misterioso grupo chamado Os Sete Diabos, nome talvez aleatório. “Positivismo” é uma rara e genial parceria de Noel com o poeta de “Chão de estrelas”, Orestes Barbosa. E, encerrando, “Felicidade” (subintitulado “Que bom, felicidade que vai ser”) é uma parceria de Noel com Renê Bittencourt, mas Noel não foi creditado como co-autor no selo do disco original.

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