Cocos De Alagoas – Documentário Sonoro Do Folclores Brasileiro N. 6 (1975)

Olá, amiguíssimos cultos e ocultos! Entramos então, a partir desta postagem, numa nova era. Uma nova década musical, com muito pique e cheia de novidades. Continuamos nossas postagens no mesmo esquema de sempre, tendo nossa fonte em um clube privado (o GTM), porém sempre de portas abertas para novos associados, basta tomar o trabalho de ler as orientações. Como eu já disse, a partir de agora estaremos também postando discos e artistas internacionais. Na verdade, irei postar aqui algumas coisas da minha coleção particular, discos os quais eu tenho prazer de ter e ouvir. Irei assim compartilhar com vocês, além das curiosidades e raridades de sempre, também um pouco do meu gosto pessoal, da minha discoteca internacional. Por certo, serão apenas aqueles discos que realmente não se encontram por aí.
Para começarmos bem o décimo primeiro ano do Toque Musical eu vou trazendo aqui e ao longo dos dias alguns disquinhos de uma série, hoje rara, conhecida como Documentário Sonoro do Folclore Brasileiro, produzida e distribuída gratuitamente pelo MEC durante as décadas de 70 e 80. No momento, não sei dizer quantos desses discos de 7 polegadas (os compactos) foram lançados, mas foram dezenas, cada qual trazendo um tipo de manifestação sonoro-musical, registros extraídos de diferentes regiões do Brasil, alguns, inclusive feitos em épocas anteriores, nas décadas de 50 e 60. Infelizmente, a série que eu apresento aqui está incompleta. São apenas 24 discos e com numeração quebrada. Postarei todos seguindo a ordem de lançamento. Ao longo das próximas postagens falaremos mais sobre essa importante coleção.
Começamos então pelo compacto “Cocos de Alagoas”, registro feito no município de Chã Preta, em Alagoas, pelo antropólogo e folclorista Théo Brandão, em 1952. As informações complementares vocês poderão obter na contracapa do disco, ok? Fiquem ligados que amanhã tem mais… 😉

mas quem é que eu danço hoje
ferreiro bateu na tenda
pega o touro, amarra o touro
meu veado corre

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