Jamelão – Ela Disse-me Assim (1968)

Bom dia a todos! A semana promete, mas meus outros compromissos e a falta de tempo comprometem. Mesmo assim, vou tentar não deixar a peteca cair. Hoje terei que lançar mão de mais uma reserva, notícia pronta para cobrir jornal, os meus ‘discos de gaveta’. Ainda bem que o sorteado foi o Jamelão. Vai combinar com o ritmo das últimas postagens.
Temos aqui um álbum do cantor, lançado no final dos anos 60, cuja a música que dá nome ao disco, de Lupicínio Rodrigues, foi um dos seus grandes sucessos. Aliás, este lp, no geral, foi um grande sucesso. Recheado de excelentes e variados estilos de sambas. Destaco também entre esses, “Folha Morta”, de Ary Barroso e “Timbó”, de Ramon Russo, um afrosamba que foi regravado pelo grupo Farofa Carioca. Confiram aí o Jamelão, que eu já estou de saída…

ela disse-me assim
confiança
pense em mim
como ela é boa
folha morta
esquina da saudade
ela está presente
três amores
há sempre uma que fica
frases de um coração
timbó

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10 pensou em “Jamelão – Ela Disse-me Assim (1968)

  1. Nossa! Faz uns 3 meses que não passo por aqui, pelo jeito, nada mudou! É um tal de “cujo a…”, “cujo o…”, interminável, reclamar da falta de tempo, já ta dando nojo em porco. É a mesma ladainha sempre, cruz credo! As postagens, são corriqueiras na net, não chama a atenção de ninguém, haja vista a falta de comentários. Pra fazer nas coxas, é melhor desistir dessa vida, vai fazer bem pra você, vai dar pra descansar mais e, mais tempo pra família.
    Anônimo Forever!!!!!!

  2. hahaha, lá vem ele novamente 🙂
    Sabe que ninguém sentiu sua falta???
    Mas sabe de uma coisa? Idiotas precisam de espaço para desabafar porque no mundo real não devem conseguir ninguém para ouvi-los.
    Daí… como aqui é bem liberal, a gente lê você sem problemas, entra por um 'ouvido e sai por outro', e olha que tô sendo educadinha. kkkk
    Vai arrumar o que fazer vai, Ô Mané!

  3. (des)prezado anônimo suíno, tá enjoado? então volta para o chiqueiro de onde você saiu e fique por lá mais uns três meses. melhor ainda, vá e não volte. não venha vomitar aqui a sua inveja.
    o peixe morre pela boca, o porco a gente espeta no 'forever'.
    (pronto, já levou sua topada do dia, agora vai roncar e fuçar lá com a sua família)
    se cuida, chapecó!

  4. Você tem razão, as gravações são antigas, mas o álbum, uma espécie de coletânea, saiu em 68 e teve depois o seu relançamento nos anos 80.
    Quanto a gripe suína, pode ficar tranquilo, já aplicamos um supositório no Chapecó. A barra tá limpa 😉

  5. Me divirto muito com os impropérios chulos do sr. “Augusto TM”, é sinal que a crítica fez efeito! Hahaha! Não é à toa (e não atoa) que TM seja a sigla do blog, deveria chamar-se TM-Tolo e Medíocre.
    Anônimo Forevis! Ficou melhor pra vc. santa??? Afinal, de “Toque” vc entende, né não?

  6. Olha, na verdade esse LP é de 1959, e o número de catálogo original é LPP-3080. A faixa-título, de autoria de Lupicínio Rodrigues, foi inclusive o maior sucesso da carreira de Jamelão, lançada em 78 rpm pela Continental em março daquele ano (17651-A). O disco reproduz a gravação que Jamelão fez em 1956 para o clássico de Ary Barroso “Folha morta”, originalmente gravado por Dalva de Oliveira em Londres, durante sua excursão pela Europa (1952, com lançamento no Brasil entre março e abril do ano seguinte). Na primeira gravação de “Folha morta”, Dalva canta “Eu queria um minuto apenas/ pra matar minhas penas”, só que Jamelão trocou uma palavra do verso, cantando “pra MOSTRAR minhas penas”. Ary Barroso, sabendo disso, queixou-se a Jamelão; “Eu não posso mostrar minhas penas, Jamelão! Eu não sou nenhum pavão pra ficar mostrando minhas penas!” Essa hilária história é contada por Sérgio Cabral em seu livro “No tempo de Ary Barroso”.

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