{"id":571,"date":"2011-01-22T10:56:00","date_gmt":"2011-01-22T10:56:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.toque-musicall.com\/?p=571"},"modified":"2013-09-17T07:01:34","modified_gmt":"2013-09-17T10:01:34","slug":"los-indios-tabajaras-the-best-of-1968","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.toque-musicall.com\/?p=571","title":{"rendered":"Los Indios Tabajaras &#8211; The Best Of (1968)"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" alt=\"\" src=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/-pQenuIt4iqo\/UjgnmOY2FvI\/AAAAAAAAHfE\/vyqopJ70oyc\/s640\/los+Indios+Tabajaras+P.JPG\" width=\"640\" height=\"637\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" alt=\"\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-fwmd1lMCat0\/UjgngPf5LWI\/AAAAAAAAHe8\/vrn5ZuDq9eU\/s640\/los+Indios+Tabajaras+Bp.JPG\" width=\"637\" height=\"640\" \/>Bom dia, amigos cultos e ocultos! Aqui estou eu meio frustrado de ainda n\u00e3o ter conseguido sair para a minha viagem de f\u00e9rias. Ficaram algumas pend\u00eancias e eu resolvi adiar para o domingo. Melhor frustrar antes do que durante, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Assim sendo, tenho ainda mais um dia de postagem regular. O que foi at\u00e9 muito bom, pois ontem tive uma grata surpresa. Sinto at\u00e9 vergonha de contar isso, mas \u00e9 um fato. Voc\u00eas acreditam que at\u00e9 ontem eu achava que os \u00cdndios Tabajaras fossem paraguaios? N\u00e3o sei bem de onde eu formei essa ideia, talvez das pouqu\u00edssimas coisas que ouvi deles ou algo lembrando a harpa paraguaia. Talvez por isso mesmo, por n\u00e3o ter dado a eles a devida aten\u00e7\u00e3o. Nunca tive a sorte de conhecer melhor essa dupla e agora aqui, estou espantado com a minha ignor\u00e2ncia e mais ainda com a hist\u00f3ria de Los \u00cdndios Tabajaras. Acredito que, talvez, muitos como eu desconhece a trajet\u00f3ria de vida e art\u00edstica dos dois \u00edndios, que s\u00e3o leg\u00edtimos Tabajaras. A hist\u00f3ria deles \u00e9 digna de ser levada \u00e0s telas de cinema ou numa dessas \u2018big s\u00e9ries\u2019 produzidas pela Globo. N\u00e3o sei porque n\u00e3o fizeram isso ainda.<br \/>\nOntem, meio que por acaso, resolvi ouvir este \u00e1lbum, movido muito pelo fato de estar \u2018zero bala\u2019, novinho mesmo, em seus 43 anos. Al\u00e9m de ser tamb\u00e9m uma bolacha importada de 180 gramas. Meu tocadiscos e minha Shure n\u00e3o resistem a esses ass\u00e9dios. Foi ao virar a contracapa para de imediato ler algo o que eu j\u00e1 deveria saber, os caras s\u00e3o brasileiros! Procurei de imediato informa\u00e7\u00f5es na rede para me certificar de tudo aquilo. Entre alguns poucos sites falando sobre \u2018Los \u00cdndios Tabajaras\u2019, encontrei num blog pessoal, um texto muito bom, n\u00e3o sei se \u00e9 do autor, Marcelo Cozzare, n\u00e3o h\u00e1 cr\u00e9ditos, mas suponho que sim. Achei por bem reproduzi-lo na \u00edntegra. Embora um pouco longo e fora dos nossos padr\u00f5es, vale a pena ler e conhecer um pouco mais desse duo brasileiro. Certamente, pelo texto, fica claro o porqu\u00ea eu e tantos outros ignoramos os \u00cdndios Tabajaras. Eles eram uma singularidade no Brasil.Quanto ao disco, realmente \u00e9 uma p\u00e9rola onde se destacam o brilho do instrumental, o virtuosismo e qualidade musical. Neste \u00e1lbum, que \u00e9 uma colet\u00e2nea, com m\u00fasicas extra\u00eddas de outros discos da dupla, pela RCA Victor, temos um repert\u00f3rio bem variado, o que nos mostra a capacidade desses dois artistas. S\u00f3 mesmo ouvindo e lendo o texto que segue abaixo&#8230;<br \/>\n<em>*A trajet\u00f3ria dos \u00cdndios Tabajaras dificilmente encontrar\u00e1 paralelo com qualquer outra, vindo de onde vieram e alcan\u00e7ando, no chamado mundo civilizado, o que alcan\u00e7aram. Tudo pareceria a cria\u00e7\u00e3o de um delirante ficcionista, n\u00e3o fosse a mais concreta realidade. Primeiro, por suas origens. S\u00e3o \u00edndios brasileiros aut\u00eanticos, da ra\u00e7a tupi-tabajara, nascidos na remota e agreste serra de Ibiapaba, dentro do ent\u00e3o isolado munic\u00edpio cearense de Tiangu\u00e1, na divisa com o Piau\u00ed. Na l\u00edngua tupi, receberam os nomes de Mussaper\u00ea e Herundy, que significam O Terceiro e O Quarto, pois estavam nessa ordem de nascimento dos filhos do cacique Ubajara, ou Senhor das \u00c1guas, ao todo trinta e quatro irm\u00e3os. Levados com a fam\u00edlia pelo tenente Hildebrando Moreira Lima para a serra do Cariri, recebem dele nomes de branco: Antenor Moreira Lima (Mussaper\u00ea) e Natal\u00edcio Moreira Lima (Herundy). Ouvindo seu canto em tupi, j\u00e1 que n\u00e3o falavam o portugu\u00eas, o tenente reconhece neles qualidades para eventualmente tentar a sorte no sul do Brasil. Do Cariri, em 1933, partem caminhando a p\u00e9, com o sonho de chegarem ao Rio de Janeiro, ent\u00e3o a capital do Brasil, a milhares de quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia. S\u00e3o nessa ocasi\u00e3o dezesseis \u00edndios, os pais e quatorze filhos. As dificuldades durante a marcha s\u00e3o imensas. Chegam primeiramente a Pernambuco, depois a Alagoas e \u00e0 Bahia. Numa feira do Nordeste, compram uma velha viola e v\u00e3o aprendendo os primeiros acordes sozinhos, como podiam. Mesmo assim tem de troc\u00e1-la, num momento de necessidade, por uma cuia de feij\u00e3o. Na capital baiana, Salvador, conseguem receber a prote\u00e7\u00e3o do governador, que lhes fornece passagens gratuitas para o Rio de Janeiro, onde chegam no in\u00edcio de 1937. Mais de tr\u00eas anos j\u00e1 se tinham transcorrido desde a decis\u00e3o de conhecer a Cidade Maravilhosa. Desembarcaram do navio Almirante Jaceguai e, devido a uma reportagem de jornal dando not\u00edcia da odiss\u00e9ia, s\u00e3o acolhidos pelo Albergue Le\u00e3o XIII. Mussaper\u00ea e Herundy, dedilhando a viola e o viol\u00e3o e entoando cantos ind\u00edgenas, mas com roupas de branco, passam logo a se apresentar nas feiras-livres, at\u00e9 que s\u00e3o levados para a Casa de Caboclo, um teatrinho voltado para a cultura regional brasileira. N\u00e3o foram, por\u00e9m, bem sucedidos, talvez porque procurassem negar que eram \u00edndios, n\u00e3o obstante o aspecto f\u00edsico n\u00e3o deixar nenhuma d\u00favida sobre sua origem. Al\u00e9m disso, quase nada falavam do portugu\u00eas, por conseguinte analfabetos, acima de tudo amedrontados, porque muito ingenuamente, acreditaram em algu\u00e9m que lhes disse que, no Rio de Janeiro, caso descobrissem que eram \u00edndios, seriam imediatamente mortos! Demoraram, por isso, mais tempo para se adaptarem aos costumes da cidade grande. Outra oportunidade apareceria atrav\u00e9s de um contrato oferecido pelo apresentador radiof\u00f4nico Paulo Roberto, para cantarem na R\u00e1dio Cruzeiro do Sul, do Rio de Janeiro, em 1942, com a condi\u00e7\u00e3o expressa de fazerem publicidade de sua verdadeira origem, um fator positivo de interesse e n\u00e3o negativo como julgavam. Os Irm\u00e3os Tabajara s\u00e3o dois bugres&#8230;fazendo sucesso no r\u00e1dio carioca. S\u00e3o interessant\u00edssimos no g\u00eanero que aprenderam naturalmente, quando n\u00e3o pensavam em cantar no r\u00e1dio. Artistas por \u00edndole, dedilham magistralmente a viola e o viol\u00e3o, arrancando das cordas efeitos de grande beleza e emotividade &#8211; publicava a revista Carioca, de 25.7.1942. Passam a atuar tamb\u00e9m nos cassinos da Urca e da Pampulha, em Belo Horizonte. Em 1944, v\u00e3o a S\u00e3o Paulo para, em seguida, empreenderem uma longa temporada por toda a Am\u00e9rica Latina, que se estender\u00e1 at\u00e9 1949. Come\u00e7am pela Argentina, onde o sucesso foi grande e depois rumam para o Chile, Peru, Equador, Col\u00f4mbia, Venezuela, Cuba e M\u00e9xico. \u00c0s vezes s\u00f3 ganhavam o suficiente para a alimenta\u00e7\u00e3o e o prosseguimento da viajem. Mussaper\u00ea j\u00e1 vinha se interessando pelos autores cl\u00e1ssicos: Beethoven, Bach, Litzt, Mozart e outros grandes mestres. Quando chegam ao M\u00e9xico ainda s\u00f3 sabiam tocar de ouvido, sem nenhum conhecimento te\u00f3rico musical. Num espet\u00e1culo, s\u00e3o apresentados pelo ator mexicano Ricardo Montalb\u00e1n como &#8220;analfabetos musicais&#8221;, um modo peculiar encontrado para dizer que, apesar disso, tocavam bem, mas que os acabou instigando a aprender m\u00fasica. Mussaper\u00ea volta para Caracas e toma li\u00e7\u00f5es com Francisco Christancho, maestro da sinf\u00f4nica da capital venezuelana, e prossegue seus estudos no Brasil. Herundy, por sua vez, volta a Buenos Aires, onde compra uma casa, e tamb\u00e9m passa a se dedicar ao estudo da m\u00fasica e do canto. EUROPA Dois anos depois, re\u00fanem-se novamente e partem para uma excurs\u00e3o \u00e0 Europa. A m\u00fasica cl\u00e1ssica passa ent\u00e3o a predominar em seu repert\u00f3rio. Tornam-se respeitados em v\u00e1rios pa\u00edses como int\u00e9rpretes de Tchaikovsky, Sibelius, Targa, Falla, Villa-Lobos, Chopin e outros. As adapta\u00e7\u00f5es instrumentais s\u00e3o feitas por Mussaper\u00ea, que as passa para o irm\u00e3o. Incluem tamb\u00e9m em seus espet\u00e1culos m\u00fasicas folcl\u00f3ricas europ\u00e9ias, cantando-as nos diversos idiomas, sempre com os maiores aplausos do p\u00fablico e a melhor cr\u00edtica, a ponto de terem a agenda t\u00e3o cheia de compromissos que t\u00eam de recusar muitos convites. Foi uma demorada excurs\u00e3o que terminaria em Madri, onde o \u00eaxito n\u00e3o foi menor. No retorno ao Brasil, no entanto, sentiram que n\u00e3o passavam de uns ilustres desconhecidos e que a m\u00fasica que faziam n\u00e3o correspondia ao interesse das gravadoras e das emissoras. \u00c9 quando fazem tr\u00eas discos na gravadora Continental, lan\u00e7ados em 1953\/54: Tambor \u00cdndio\/Acara Cary (16.869), P\u00e1ssaro Campana\/Fiesta Linda (16.913) e Te Besar\u00e9\/Te Quiero Mucho M\u00e1s (16.972). AM\u00c9RICA Cientes de que santo de casa n\u00e3o faz milagre, como diz o ditado, partem, em 1954, para uma nova excurs\u00e3o pelo exterior, a fim de se exibirem inicialmente no R\u00e1dio City de Nova Iorque, precedida de uma pequena temporada em Cuba. Gravam, em 1957, na RCA Victor americana, um Lp. chamado Sweet and Savage (Doce e Selvagem), no qual incluem o bolero Maria Helena, de Lorenzo Barcelata, melodias brasileiras e outros standars latinos, que todavia passa despercebido.<br \/>\nVoltam ao Brasil, encetando nova tentativa de penetrar no mundo art\u00edstico de sua terra. N\u00e3o obtendo a mesma aceita\u00e7\u00e3o do exterior, resolvem encerrar as atividades art\u00edsticas. Como as economias feitas, efetuam a compra de uma propriedade rural na localidade de Araruama, distante cerca de cem quil\u00f4metros do Rio de Janeiro, com mais da metade da \u00e1rea coberta por mata virgem. Com a maioria dos trinta e quatro irm\u00e3os, fazem da agricultura seu novo meio de exist\u00eancia, procurando reproduzir a vida tribal de sua inf\u00e2ncia no contato com a natureza.<br \/>\nO RETORNO Estavam nessa vida an\u00f4nima e calma, quando a m\u00e3o do destino come\u00e7ou a agir. No ver\u00e3o de 1963, um produtor da R\u00e1dio WNEW, de Nova Iorque, para fazer o fundo musical de um programa humor\u00edstico, procura na discoteca da emissora uma m\u00fasica instrumental qualquer. Experimenta daqui e dali e, por acaso, puxa da prateleira justamente o Lp. Sweet and Savage, encontrando logo na primeira faixa em Maria Helena, o que estava querendo. Assim, diariamente, o fox Maria Helena foi sendo tocado nesse programa de grande audi\u00eancia. N\u00e3o tardaria muito para que muitos ouvintes fossem se encantando e passassem a indagar quem eram aqueles grandes instrumentistas e como poderiam adquirir o disco. Esses pedidos eram encaminhados \u00e0 R.C.A. Victor, que, dado o volume das cartas, mandou editar um compacto simples, que, para sua surpresa, come\u00e7ou a ser vendido em todos os Estados Unidos em n\u00fameros impressionantes, a ponto de alcan\u00e7ar o 4\u00ba lugar no hit parade! Da\u00ed para o relan\u00e7amento do Sweet and Savage, aquele de 1957, foi um passo. Resultado: 2\u00ba lugar entre os est\u00e9reos e 4\u00ba lugar entre os monos no ano de 1963! Os executivos da R.C.A. Victor, diante de fatos t\u00e3o inacredit\u00e1veis, comunicaram-se com sua filial do Rio de Janeiro, com a ordem expressa de que aqueles \u00edndios fossem localizados e embarcados imediatamente para Nova Iorque, pois queriam produzir com eles novos discos. Encontr\u00e1-los, por\u00e9m n\u00e3o foi nada f\u00e1cil. Ningu\u00e9m sabia onde tinham se escondido. Por fim, s\u00e3o encontrados no seu retirado s\u00edtio de Araruama, \u00e0s margens da lagoa do mesmo nome. &#8211; Pens\u00e1vamos que fosse brincadeira. S\u00f3 acreditamos mesmo quando recebemos a passagem de ida-e-volta e ajuda de custo para seguir com destino a Nova Iorque com tudo pago&#8230; Ficamos hospedados nos melhores hot\u00e9is e s\u00f3 n\u00e3o gostamos mesmo foi do tal caviar servido todos os dias &#8211; contava Mussaper\u00ea. Em apenas trinta e seis dias, gravam em Nova Iorque dois Lps. e dois compactos, com destaque especial para Moonlight and Shadows, Solamente Una Vez e Always In My Heart, tendo esta \u00faltima vendido rapidamente 200 mil c\u00f3pias e ido para o 3\u00ba lugar nas paradas. Os convites para se apresentarem por todos os Estados Unidos n\u00e3o cessam de chegar, assim como para a Europa e o Jap\u00e3o, onde tamb\u00e9m se tornam \u00eddolos. Em muitos concertos s\u00e3o acompanhados por orquestras filarm\u00f4nicas. No in\u00edcio dos anos 70, j\u00e1 est\u00e3o com 48 Lps. gravados e oito milh\u00f5es de c\u00f3pias vendidas. Tudo parece mesmo cria\u00e7\u00e3o de algum delirante ficcionista, mas \u00e9 a vida real e fant\u00e1stica de dois pobres \u00edndios, que de uma aldeia perdida numa serra brasileira, um dia iniciaram sua jornada, rumo ao sucesso internacional, caminhando a p\u00e9.<br \/>\n<\/em><\/p>\n<div align=\"center\">maria elena<\/div>\n<div align=\"center\">love is a many-splendored thing<\/div>\n<div align=\"center\">mam\u00e3e eu quero<\/div>\n<div align=\"center\">valse in c-sharp<\/div>\n<div align=\"center\">p\u00e1jaro campana<\/div>\n<div align=\"center\">marta<\/div>\n<div align=\"center\">always in my heart<\/div>\n<div align=\"center\">n\u00e3o tenho l\u00e1grimas<\/div>\n<div align=\"center\">smoke gets in your eyes<\/div>\n<div align=\"center\">frenesi<\/div>\n<div align=\"center\">recuredos de la alhambra<\/div>\n<div align=\"center\">the 3rd man theme<\/div>\n<div align=\"center\"><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 85%;\">*Texto extra\u00eddo do <a href=\"http:\/\/www.google.com.br\/url?sa=t&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CBoQFjAA&amp;url=http:\/\/cozzare.spaces.live.com\/blog\/cns!80B1C4AE25F3F83F!359.entry&amp;ei=1dg6TZO1PMeRgQfj1bG2CA&amp;usg=AFQjCNFbGNw5uCxc0Q-eWz30fSIJJOHrXw\">blog de Marcelo Cozzare <\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bom dia, amigos cultos e ocultos! 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