{"id":5847,"date":"2016-11-07T16:11:39","date_gmt":"2016-11-07T18:11:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.toque-musicall.com\/?p=5847"},"modified":"2016-11-15T16:18:54","modified_gmt":"2016-11-15T18:18:54","slug":"diana-pequeno-misterios-1989","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.toque-musicall.com\/?p=5847","title":{"rendered":"Diana Pequeno &#8211; Mist\u00e9rios (1989)"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large\" src=\"https:\/\/3.bp.blogspot.com\/-dpU5-WjpiC4\/WCtND4sBN4I\/AAAAAAAANiQ\/RBw9AWiMQZcRQR2B3Qr76OQOw9J_DVCeQCLcB\/s640\/capap.JPG\" alt=\"\" width=\"637\" height=\"640\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large\" src=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-MgMvkb99CEs\/WCtNEVycx7I\/AAAAAAAANiU\/a_JLFIPFOa8Az5ZS49a7T4O_TdRgUOQYQCLcB\/s640\/contrap.JPG\" alt=\"\" width=\"621\" height=\"640\" \/><\/p>\n<p>O Toque Musical p\u00f5e hoje em foco uma cantora que, ap\u00f3s anos de afastamento, voltou \u00e0 cena em 2016: Diana Pequeno. Ela nasceu na capital baiana, Salvador, em 25 de janeiro de 1958, e, vinte anos mais tarde, radicou-se em S\u00e3o Paulo. Ainda estudante de Engenharia\u00a0 El\u00e9trica, come\u00e7ou a aparecer\u00a0 cantando em shows universit\u00e1rios, passando a se dedicar \u00e0 m\u00fasica. Gravou seu primeiro LP em 1979, pela RCA, hoje Sony Music. Participou de festivais de MPB e, em mais de 20 anos de carreira, apresentou-se em diversos pa\u00edses, entre os quais o Jap\u00e3o, onde recebeu o pr\u00eamio de Originalidade com a m\u00fasica \u201cPapagaio dos cajueiros\u201d.\u00a0 Sua discografia tem um total de dez \u00e1lbuns, entre LPs e CDs, e alguns compactos, onde registrou um repert\u00f3rio bastante ecl\u00e9tico, com bai\u00e3o, xote, m\u00fasica latina e pop. \u201cBlowin\u2019 in the wind\u201d (vers\u00e3o dela mesma para o cl\u00e1ssico de Bob Dylan), \u201cDiverdade\u201d, \u201cCan\u00e7\u00e3o de fogo\u201d, \u201cEngenho de flores\u201d, \u201cFacho de fogo\u201d e \u201cSinal de amor e de perigo\u201d s\u00e3o alguns de seus maiores sucessos. A \u00faltima apari\u00e7\u00e3o p\u00fablica de Diana Pequeno, ao que se sabe, foi em 2005, em sua Salvador natal, no projeto \u201cPelourinho dia e noite\u201d.\u00a0 Desde ent\u00e3o, ela nunca mais desempenhou qualquer atividade art\u00edstica, e passou a residir no Rio de Janeiro. Mas neste 2016 que ora finda, Diana voltou \u00e0 cena, lan\u00e7ando uma s\u00e9rie de \u00e1lbuns independentes, a maioria contendo grava\u00e7\u00f5es recentes de m\u00fasicas de composi\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria. Um deles, \u201cSigno\u201d, \u00e9 um \u201cdisco perdido\u201d, gravado entre o final de 1989 e o in\u00edcio de 90, bem clima deste que comentaremos a seguir. \u201cMist\u00e9rios\u201d, que o TM apresenta hoje, \u00e9 o sexto \u00e1lbum de Diana Pequeno, tamb\u00e9m gravado e distribu\u00eddo de forma independente. \u00a0Foi lan\u00e7ado em 1989, ap\u00f3s cinco anos de afastamento dos est\u00fadios, e marca o retorno da int\u00e9rprete baiana aos caminhos originais de sua trajet\u00f3ria, ap\u00f3s tentativas de tornar sua m\u00fasica mais comercial, e \u00e0 parceria com seus velhos colaboradores Papete (falecido em maio deste ano)\u00a0 e Ruy Saleme. O que resultou em seu trabalho mais intimista e autoral, com arranjos despojados, diferindo, nesse sentido, de seus primeiros discos. A faixa de abertura deste disco, \u201cTudo que eu quero\u201d, \u00e9 uma vers\u00e3o da pr\u00f3pria Diana para \u201cAll I want\u201d, balada folk do norte-americano John Mitchell, presente naquele que \u00e9 considerado seu melhor \u00e1lbum, \u201cBlue\u201d, de 1971. Seguem-se composi\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias, com ou sem parceiros, e de outros autores, como Z\u00e9 Rodrix e Guarabyra (\u201cOs olhos abertos\u201d), Joyce Moreno (\u201cAs ilhas\u201d) e a dupla Guilherme Rondon-Paulo Sim\u00f5es (\u201cMil melodias\u201d). Destaque ainda para a bela adapta\u00e7\u00e3o, da pr\u00f3pria Diana, para uma cantiga tradicional das ilhas de Cabo Verde, \u201cSer feliz \u00e9 melhor do que nada\u201d e para a faixa-t\u00edtulo, dela mesma em parceria com Ruy Saleme. Tudo isso faz de \u201cMist\u00e9rios\u201d um disco maduro e agrad\u00e1vel do come\u00e7o ao fim, comprovando e reiterando o talento de Diana Pequeno. Confiram&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">tudo que eu quero<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">olhos abertos<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">as ilhas<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">mist\u00e9rios<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">tudo no olhar<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">ser feliz \u00e9 melhor do que nada<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">mulher rendeira<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">mil melodias<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">jeito de viver<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">analfabetos do amor<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">imagens e sentimentos<\/p>\n<p>*Texto de Samuel Machado Filho<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Toque Musical p\u00f5e hoje em foco uma cantora que, ap\u00f3s anos de afastamento, voltou \u00e0 cena em 2016: Diana Pequeno. 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