Toques Para Quem Se Toca

Depois de mais de cinco anos envolvido com blogs, publicando as mais diversas coisas e principalmente música, a gente vai aprendendo a lidar com as situações que surgem e com o público que nos visita. É natural que as pessoas reajam e comentem sobre um determinado assunto. É natural também que elas aprovem ou não o que foi publicado e em alguns casos, esse comentário pode ser uma critica. Tudo bem, faz parte da coisa. Mas vejo que alguns desafetos se tornam crônicos e obsessivos. Existem pessoas sem medida, que por algum motivo fazem questão de serem chatos e destruidores. Sinceramente, hoje em dia isso já não me afeta. Comentários tolos, insultuosos e maldosos eu ignoro. Em alguns casos eu os apago porque chegam mesmo a ultrapassar o senso crítico da maldade. Outros, como este último (que por sinal foi replicado em outras postagens) eu prefiro até deixar, mostrando à própria anônima criatura que sua pedra lançada em minha direção só serviu para a construção e o fortalecimento do meu castelo. Nessa minha analogia, tem gente que nunca vai aprender a entrar pelo portal. Teimam em atravessar o fosso e acabam sempre na boca do jacaré. Disso tudo apenas uma coisa me incomoda. Começamos a desvirtuar o sentido cultural dos Comentários. O assunto passar a não ser mais o da postagem. Isso não é legal. Contudo, continuo sempre incentivando a nossa comunicação. Facilito o acesso sem criar os entraves dos códigos de verificação para não desestimular os comentários. Não é por acaso que os links são colocados lá.
Quanto à questão de álbuns que são postados aqui ou ali, isso para mim é irrelevante. Ou melhor, faz parte do nosso intercambio. Ninguém pode se sentir dono de nada nessa situação. Pouquíssimas vezes eu recorri a álbuns postados por outros blogs, quando o fiz foi citando o autor (em casos muito específicos). Por certo, que muito do que postei também foi postado em outros blogs, antes ou depois. Nem por isso quer dizer que sejam os mesmo arquivos. Exclusividade é uma palavra que aqui só faz sentido se houver algum diferencial. E essa diferença se faz apenas com dedicação, capricho e muita criatividade. Como já dizia a Rita Lee: “Mas que falta de imaginação. Eu não. Meu departamento é de criação.”

Deixe uma resposta