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Regina Carvalho (1982)

No início dos anos 80 uma campanha publicitária para a marca de jeans US Top ganhou destaque por conta do seu ‘jingles’, música que se transformou em sucesso sem ser essa sua intensão. Mas, por certo ajudou a vender muitas calças jeans. A trilha foi uma produção de Max Pierre, com arranjos de Sérgio Sá, a participação dos músicos do Roupa Nova e a voz da cantora Regina Carvalho. Essa produção foi tão bem sucedida que acabou virando este compacto, lançado pela RGE, em 1982.
 
velho jeans
anjo caído
 
 
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Serguei (1983)

Mais uma vez aqui temos o lendário Serguei, personagem folclórica do nosso ‘rock’n’roll tupiniquim’. Um artista, como bem falou um crítico, “que será sempre lembrado pela irreverência e pela atitude. Ele foi tão rock’n’roll que nem precisou construir uma obra sólida como cantor para se tornar um símbolo deste gênero…” Sem dúvida, musicalmente, ele deixou a desejar, principalmente e frente a essa postura de ‘rockstar’, no qual se espera dele uma porrada e a coisa acaba numa caricatura. Mas ainda assim não deixa de ser divertido. 
E aqui temos ele neste que foi mais um de seus discos (compactos) ao lado de sua banda Cerebelo. Compacto simples lançado pelo selo Fermata, em 1983.
 
hell’s angels do rio
ventos do norte
 
 
 

Raymundo José (1968)

Lembram do Ray Mond? Postamos há poucos dias atrás. Agora, olha ele aqui de novo. Passados dois anos do primeiro disquinho, em 68 ele volta, atendendo pelo nome artístico de Raymundo José. Mantendo o mesmo ‘charme’ e estilo romântico, ele vem pelo selo Copacabana trazendo…
 
quero você de qualquer jeito
saudades de você
 
 
 

Thomas Roth (1975)

Seguindo com as raridades do Fares, temos agora Thomas Roth, produtor musical, cantor e compositor, conhecido por sua longa trajetória na música brasileira e também na composição de jingles e produção de artistas. Thomas Roth é um compositor com centenas de músicas gravadas por grandes nomes da mpb, tal como Elis Regina, Roupa Nova, Beto Guedes, Ronnie Von e outros. Nos anos 80 ele formou dupla com Luiz Guedes e gravaram dois bons disco (os quais temos postados aqui). 
Neste compacto, seu primeiro disco, temos duas canções, “Manchetes”, música extraída de uma coletânea chamada “Mambembe” e “Quero”, música que naquele mesmo ano foi gravada por Elis Regina. Disquinho bem bacana, Confiram no GTM.
 
manchetes
quero
 
 
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Promocional Polydor (1968)

Os compactos continuam a todo vapor. E aqui temos desta vez um disquinho promocional de gravadora. No caso aqui, a Polydor, apresentando quatro de seus artistas/grupos voltados para a juventude daqueles anos 60. Este tipo de disco era destinado aos dj’s, radialistas e lojistas do ramo do vinil. Uma maneira de divulgar seus artistas e seu produto, uma prática comum naqueles tempos. E sendo assim, disquinhos como este são coisas muito raras, pois além de não serem para venda, eram produções limitadas e mais ainda, podiam trazer em seus sulcos artistas inéditos e que em alguns casos continuariam inéditos. Isso faz de um disco promocional uma raridade dentro do colecionismo sério. Este compacto é exatamente o caso, um mostruário trazendo de um lado, Waner Nascimento e The Candies, dois nomes que por certo continuaram inéditos, não nenhuma informação sobre eles. Do outro lado, um tal de Mutantes com seu “Senhor F” e Ottavio Klemane, que pesquisando por esse nome artístico, chegamos a Otávio de Souza Clementino, empresário mineiro que na juventude gravou seu “Chá-lá-lá” e ao que parece, também gravou num promocional da Tapecar. Em resumo, temos aqui um curioso disquinho que vale a pena conhecer.
 
eu voltei pra te falar – waner nascimento
a história de bonnie e clayde – the candies
senhor f – mutantes
chá-lá-lá – ottavio klemane
 
 
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Selmita (1966)

Mais um disquinho aqui que merece o nosso toque musical. Uma boa raridade e que por certo muita gente não lembrava e a maioria não conhece. Estamos falando de Selmita, uma cantora que surgiu no início dos anos 60 cantando versões de sucessos da música jovem daquela época, no caso, rock e baladas. É considerada uma cantora da pré-jovem guarda. Fez muitas aparições da na tv e rádio paulista. Gravou seu primeiro disco pelo selo Philips, uma bolacha de 78 rpm com as música “Eu vivo a cantar” e “Ok meu amor”.Em seguida vieram os compactos, de 45 e 33 rpm. Ao longo dos anos 60 gravou vários disquinhos, entre os quais, este de 1966, pela Copacabana, trazendo duas boas versões para “I’ll wait for you” e  “Why oh why” do grupo pop inglês Gerry & The Pacemakers.
 
fim do mundo
não vai brincar
 
 
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Luiz Américo (1973)

Mais um disquinho sortido da série Fares, Luiz Américo, cantor e compositor, sambista que se destacou  nos anso 70 e 80 por sucessos como “Camisa 10”, “Fio da véia” e “O gás acabou”.  Iniciou sua carreira em programa de calouros do Silvio Santos. Artista super premiado. Considerado um dos grandes sambista brasileiros, parceiro de Braguinha. Teve diversas composições suas gravadas por outros grandes artistas da música brasileira. Aqui ele aparece neste compacto duplo lançado pelo selo Chantecler, em 1973, trazendo quantro sambas nos quais se destaca “Desafio”, música que fez muito sucesso, chegou a ser gravada por outros artistas e garantiu a ele seu nome no samba. Confiram…
 
eu não desisto
desafio
ninguém põe a mão
tempo de partida
 
 
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Reginaldo Bessa (1965)

Mais um disquinho de 7 polegadas bacana que não poderia faltar aqui no nosso Toque Musical. Já tivemos a oportunidade de apresentar aqui o Reginaldo Bessa, cantor e compositor carioca que iniciou sua carreira nos primeiros anos da década de 60 e curiosamente na Argentina onde gravou seu primeiro disco, um lp de bossa nova. Por esse feito é considerado um dos pioneiros da bossa nova no exterior. De volta ao Brasil ele passa a participar de diversos festivais. Este compacto, lançado pela CBS em 1965 foi seu primeiro disco no Brasil, um compactos duplo trazendo quatro composições próprias. Ele vem acompanhado por orquestra dirigida por Astor. Disquinho ótimo de bossa nova. Se não ouviram ainda, tá na hora…
 
samba dissonante
amigo do peito
cinderela
no tempo da vovó
 
 
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Pelé (1979) 

Seguimos com a bola toda… desta vez trazendo o Pelé, nosso eterno rei do futebol. 
E como todos sabemos, Pelé, além de jogador, era compositor e por consequencia, cantor. Um esportista que também tinha um forte lado musical. Esteve envolvido com música até 2016, quando lançou um ‘single’ para celebrar a realização dos jogos olímpicos de 2016. 
Em 1979 ele gravou, pela Som Livre, este compacto simples, com produção de Max Pierre, onde canta duas de suas composições. Vamos conferir?
 
moleque danado
criança
 
 

Franco (1972)

Novamente, temos a presença de Franco, artista que iniciou sua carreira nos anos 60, quando então fez parte do grupo Os Brasas, ao lado do ‘guitarreira’ Luis Wagner. Seguiu depois uma carreira solo gravando dois discos (os quais já postamos aqui) e este compacto simples, lançado em 1972 pelo selo Fermata. 
 
ficamos assim
mulhar de malandro
 
 
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Dnilson (1972) 

Hoje, no prato e na ponta a agulha, mais um desses disquinhos raros e que, por certo, muita gente não conhece. Lançado em 1972 pela RCA Victor temos este compacto simples, do cantor Dnilson, um artista que nos anos 60 fez parte dos grupos vocais, Os Três Tons, Os Uirapurus e os Cantores de Ébano. Aqui, em 72, ele já estava seguindo em carreira solo, gravando discos e se apresenando na noite paulista. Alguns anos mais tarde ele voltaria por mais um tempo a atuar com os Cantores de Ébano, substituíndo Noriel Vilela que havia falecido. Seguiu depois sua carreira enverdado para o lado do samba e do carnaval.
 
nosso sonho de amor
o caminho que era nosso
 
 
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Ray Mond (1966) 

E na sequencia dos nossos toques musicais, vamos trazendo um outro artista que também veio de Minas, da nossa ‘Belzonte’, Raimundo José, cantor que iniciou em disco com o nome de Ray Mond, gavando este compacto simples, em 1966, pelo selo Copacabana. Ray Mond fez parte do movimento da Jovem Guarda e da música romântica popular. Atuou ao lado de grandes nomes, no rádio e na televisão. 
 
sem você
porque fugir?
 
 
 

Martinha (1972) 

E mais uma vez temos no Toque Musical a presença de Martinha, o “Queijinho de Minas”, como dizia o Roberto Carlos. Aqui, um compacto lançado em 1972, pelo selo Copacabana, no qual temos esta amostra da fase internacional da cantora e compositora mineira. Ao longo da década de 70 Matinha esteve envolvida em projetos e atuações internacionais que deram a ela novas oportunidades em vários países da América Latina, Estados Unidos e Europa. Este compacto duplo demonstra bem essa fase onde ela nos apresenta dosi sucessos internacionais e duas de suas composições. Muito interessante…
 
come le viole
so far away
minha vida
somos iguais
 
 
 

Robson Gill (1963)

Mais uma curiosidade que você só vê (e ouve) no Toque Musical. Aliás, é bom lembrar, hoje em dia, provavelmente, só sobrou o TM para contar histórias… Os blogs de divulgação e compartilhamento da produção fonográfica brasileira já não existem mais, migraram para o formato do Youtube. Mas a gente continua, enquanto houver gente curiosa, capaz de ouvir as coisas com outros olhos. 🙂
Hoje temos este compacto lançado pelo selo SOM, da gravadora Copacabana, em 1963. Nele encontramos Robson Gill, um rapaz de apenas 16 anos, uma aposta jovem para um público jovem que descobria o twist e o rock’n’roll. Este foi o primeiro disco deste cantor, um compacto duplo com quatro canções. Na sequencia, pelo selo Copacabana, lançou outro disquinho de 7 polegadas com as músicas “Playboy de bicicleta” e “Diva”. Participou de programas de rádio e televisão e como tantos outros artistas de sua época, também flertou com a Jovem Guarda. Gravou seu primeiro lp, “Mensagem do coração” pela Chantecler. Alguns anos depois ele assina um contrato pela CBS, lançando um compacto com o nome de ‘Wilson Roberto’.
 
algo errado
hás de voltar
be-a-bá
cabeleira
 
 
 
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Roberto Barreiros (1970)

Dentro dessa nossa mostra sortida de discos de 7 polegadas, hoje vamos com este compacto duplo, lançado em 1970 pelo selo Chantecler, trazendo Roberto Barreiros, cantor romântico que fez um relativo sucesso nas décadas de 60 e 70. Roberto Barreiros além de cantor era dublador, ator e humorista. Trabalhou no rádio e na televisão. Também flertou com a Jovem Guarda e mais tarde com a música sertaneja. Gravou diversos discos, entre os quais este compacto que agora apresentamos…
 
o largo da igrejinha
tão belo era outrora
entre rosas e espinhos
tão só
 
 
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Rosa Maria (1965)

Aqui, mais um disquinho que vale o nosso toque musical… Primeiro disco da cantora e atriz Rosa Maria. Artista que iniciou sua carreira cantando no ‘Beco das garrafas”, nas famosas casas noturnas onde se ouvia o melhor da bossa nova e do jazz. Neste compacto duplo lançado pela Odeon, em 1965, temos ela interpretando duas músicas de Menescal (e Boscoli) e também duas versões de sucessos internacionais, “Walk on by” e “Hello, Dolly”. Um bom começo para esta grande cantora 🙂
 
vai em paz
você
hello, dolly
tudo plá
 
 
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Djalma Lúcio (1967)

Seguindo em nossa mostra de compactos, temos agora o Djalma Lúcio, um cantor romântico que atuou durante os anos 60 e 70. Iniciou a carreira em Belo Horizonte, cantando em programas de auditório. Foi convidado por um produtor para gravar um disco pelo selo Philips. Gravou um compacto e em seguida um lp. Sem muito sucesso, acabou indo para São Paulo onde passou a se apresentar em casas noturnas. Logo em seguida conseguiu um contrato com a RCA Victor onde viria a gravar uns três ou quatro compactos, sendo este que apresentamos o primeiro. Pelo texto de contracapa nota-se que Djalma Lúcio era uma boa aposta de sucesso. E ele realmente seguiu cantando, gravando outros tantos discos e por diferentes selos. Atuou também como ator, locutor e radialista. Passou os anos 70 e 80 trabalhando na televisão, principalmente ao lado de Silvio Santos. Em um determinado momento da vida, resolveu abandonar tudo, aposentou-se da carreira artística e foi viajar. Ao que parece, veio a falecer em 2023.
 
a imensidão
só pertenço a você
 
 

Gereba (1983)

Já tivemos aqui nessa mostra de compactos um disco do músico baiano Gereba. Na cata sortida de hoje, acabamos puxando mais um. E já que está na mão, segue no toque este outro disquinho, compacto simples lançado pela EMI, trazendo sua “Serenata Eletrônica”. Gereba vem acompanhado da Banda Quebra Gereba, apresentando dois temas animados, dois frevos talvez pensados para o carnaval.
 
serenata eletrônica
doces cães vadios
 
 
 

 

Alberto Roberto (1977)

Um dos impagáveis personagens de humor do genial Chico Anysio foi, sem dúvida Alberto Roberto, o ‘charmoso’ ator canastrão que posava de galã. Uma sátira, sem dúvida, a muitos astros metidos a besta. Alberto Roberto, seria o que hoje vemos em alguns grupos políticos, pessoa sem noção, orgulhosa de sua ignorância, que faz a gente rir de sua tamanha pretenção. Aqui temos Albertinho dando uma aula de romantismo e locução que deixa no chinelo artistas como Francisco Cuoco e Lúcio Mauro, os quais também postamos aqui nessa série dedicada aos discos compactos. Confiram…
 
tango
el dia que me quieras
 
 
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Tetê Da Bahia (1974)

Seguindo… temos para hoje essa joinha… Aqui um compacto simples, lançado em 1974 pelo selo Chantecler da cantora Tetê da Bahia. Disco com a produção de Wilson Miranda, traz como grande destaque a canção de Gilberto Gil, “Duplo sentido”. Sem dúvida, uma interpretação e um arranjo que nem o próprio Gil conseguiria fazer. Trabalho refinado que voltaria a ser redescoberto primeiro por DJ’s gringos, ressoando de volta (e obviamente) nos ouvidos dos ‘discófilos’ daqui. Do outro lado, para manter o nível, tem o “X do problema”, de Noel Rosa. Confiram lá no GTM…
 
duplo sentido
x do problema
 

Sonia Lemos (1968)

Sônia Lemos foi uma cantora e compositora que atuou nos anos 60 e 70, conhecida por sua voz e por interpretar artistas como Geraldo Vandré. Infelizmente, acabou desaparecendo da mídia nas décadas seguintes, mas chegou a gravar uns quatro lps. Este compacto, aqui um promocional, abre em 1968 para o lp “Sonia Lemos e sua viola enluarda”, disco bem bacana que a qualquer hora a gente publica aqui. Por hora, vamos apenas com o aperitivo…
 
viola enluarada
cidade pequenina
 
 
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Rosemary (1970)

Aqui temos um compacto duplo trazendo a cantora Rosemary. Lançado em 1970, pelo selo RCA Victor, o disquinho apresenta um tributo à Chiquinha Gonzaga e a Carmen Miranda, mostrando a versatilidade da cantora que naquela época vivia um dos seu melhores momentos.
 
abre alas
lua branca
corta-jaca
camisa listrada
ta-hí
 
 

Péricles Cavalcanti (1974)

Seguimos aqui com outro disquinho compacto raro, desta vez temos o cantor e compositor Péricles Cavalcanti, um artista que já tivemos a honra de apresentar aqui em outros momentos. Agora ele volta neste disquinho de 7 polegadas, seu primeiro disco, lançado pelo selo Polydor, em 1974. Neste compacto simples temos como destaque a música “Dias, dias dias”, uma das músicas cantadas por Gal Costa em seu show e cujo nome, segundo o próprio Péricles, emprestado de um poema de Augusto de Campos. Confiram no GTM…
 
dias dias dias
o outro lado do compacto
 
 
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Os Vikings (1969) 

Novamente, aqui vamos nós com outro disquinho indispensável e que merece mais anteção por parte daqueles que gostam de rock nacional, psicodelia pura… Merece conhecer… Formado pelos irmãos Diógenes Paulo e Olavo Sérgio, o grupo Os Vikings ocupa um espaço curioso e pouco explorado na história da música brasileira. Atuando em um período de intensas transformações sonoras, o duo apostou em harmonias bem construídas e arranjos alinhados ao espírito jovem da época, dialogando com a canção popular e as influências internacionais que chegavam ao país. Mesmo sem ampla projeção comercial, Os Vikings deixaram registros que hoje despertam interesse entre colecionadores e pesquisadores, funcionando como retratos fiéis de um tempo em que criatividade e experimentação caminhavam lado a lado. Pequenas peças de um grande mosaico musical que o tempo quase apagou, mas que ainda ecoam para quem se dispõe a ouvir com atenção. Os Vikings gravaram quatro compactos, sendo este de 69 o mais ousado. Vale a pena ouvir…
 
pequena prece
do que vi da vida
 
 
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Maria Alcina (1971)

Outro disquinho que vale conhecer… Lançado em 1971 pela Chantecler (GCL), o compacto de Maria Alcina evidencia a força e a irreverência que marcariam sua trajetória. De um lado, Azeitonas Verdes traz humor e teatralidade em uma interpretação cheia de personalidade. Do outro, Mamãe Coragem revela intensidade e dramaticidade, com a cantora explorando ao máximo sua potência vocal. Em duas faixas, o disco antecipa a artista singular que Maria Alcina se tornaria, fazendo do compacto um registro essencial da MPB dos anos 70.
 
azeitonas verdes
mamãe coragem
 
 

Bibi Vogel (1970)

E dessa vez temos, Bibi Vogel, atriz, modelo e cantora. Uma artista que se destacou a partir dos anos 60, no cinema e na televisão, onde fez diversas novelas. A partir dos anos 80 ela abandou a carreira de atriz, casou e literalmente mudou, foi morar na Argentina. Se tornou uma militante de causas humanintárias. Durante o período de atriz ela também investiu como cantora e gravou compactos como este, em 1970. Um registro discreto, mas que sintetiza um momento especial da mpb naquele início dos anos 70.
 
garota que canta
nosso sorriso paralelo
 
 

The Cats (1966) 

Eis aqui um disquinho interessante do acervo Fares, um raro compacto do conjunto The Cats, que como muitos outros conjuntos e artistas não passaram do compacto promocional, ou seja, aquele distribuido pela gravadora, geralmente para rádios e eventuais lojas de discos da época (anos 60). The Cats pode também ser uma dupla e a verdade é que não existe, em pesquisa pela internet, nenhuma referência sobre eles. Porém, no livro “História e Discografia Ilustrada do Rock Instrumental na América do Sul”, de Laércio Pacheco Martins, em uma pequena nota, ele informa que se trata de um grupo de Santa Catarina. Gravaram apenas este compacto simples pela Philips, em 1966 trazendo duas músicas autorais, “Gatos” e “Namoro de bonecos”. Este disco parece não ter vingado, mas no ano seguinte, Ed Carlos estaria gravando e fazendo sucesso com “Namoro de bonecos” na Jovem Guarda.. Quanto aos “Cats”… Sumiram de vez 🙁
 
gatos
namoro de bonecos
 
 
 
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Arnaud Rodrigues (1978)

Hoje e mais uma vez no Toque Musical temos a presença do saudoso Arnaud Rodrigues, artista que, certamente, dispensa maiores apresentações. Para muitos, será sempre lembrado como o parceiro de Chico Anísio na dupla “Baiano e Os Novos Caetanos”, o Paulinho.
Aqui temos dele este compacto simples, lançado em 1978 pelo selo Capitol, trazendo duas canções onde se destaca a mistura de ritmos latinos, soul e funk. Marca um período da carreira de Arnaud onde ele explora o onírico e temática espacial, com letras que falam de sonhos e viagens. Isso se reflete, inclusive na capa do disquinho. Vale a pena ouvir…
 
nave do tempo
caruaru
 
 
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Meu Pedacinho De Chão – Trilha Sonora (1971)

Hoje vamos relembrar “Meu Pedacinho de Chão”, telenovela coproduzida e exibida pelas TV Globo e Cultura, em 1971. Foi a primeira novela das 18 horas da Globo e que abriu uma nova agenda de teledramaturgia em sua programação. A história foi escrita por Benedito Ruy Barbosa e teve 185 capítulos. Mereceu uma segunda versão em 2014 pela Globo e no mesmo horário.
Aqui temos a trilha da versão original, lançada neste compacto duplo pela RCA Victor, com direção musical de Carlos Castilho e músicas de Cleston Teixeira. Em uma das faixas, “Canto de amor de Juliana” quem canta é Wilson Miranda. Confiram o disquinho no GTM…
 
tema de abertura
tema da professorinha
canto de amor de juliana
tema do zelão