Wilson Miranda (1965)

Realmente, a tal da ‘inteligência artificial’ pode ser uma mão na roda para quem sabe usar. Tem nos ajudado bem a recuperar imagens, fazendo um trabalho muito bom. Pelo Gemini do Google dá pra refazer até as capas que até então pareciam perdidas. Aqui, um bom exemplo é este compacto do Wilson Miranda cuja a capa estava tomada por fitas adesivas e um desgaste natural em seus mais de 50 anos. Vejam como ficou. Deixamos até a estrelinha no canto inferior direito, que é uma marca dágua que a IA coloca nas imagens tratadas. Por outra, ainda não dá para confiar o áudio ao Gemini. Tem gente que acha uma maravilha, mas ao tratar aúdio, a IA corta na raiz tudo que lhe parece defeito e as vezes não é. Então, no caso aqui, usei a IA apenas para a capa, o áudio eu prefiro manter como foi capturado. Quem depois quiser tratar, fica a vontade. Prefiro manter as imperfeições que são características do vinil.
Então, nessa, temos o cantor Wilson Miranda em um compacto simples, lançado pelo selo Chantecler, em 1965. Neste disquinho encontramos duas músicas que estão associadas ao gênero da Bossa Nova, mas isso talvez seja apenas um eco, pois já em 1965, ano em que o disqunho foi lançado, a bossa já não era tão nova. Wilson Miranda vem com “Pai do pai do pai”, múisca de Walter Santos e Tereza Souza, com a orquestra de Francisco Moraes e “Mar azul”, música de Francis Hime e João Victorio. Nessa segunda, Wilson vem acompanhado por Roberto Menescal e seu conjunto.
 
pai do pai do pai
mar azul
 
 
 
 
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