Tony Bizarro (1978)

Mais um disqunho do Tony Bizarro para constar aqui no nosso Toque Musical. Desta vez trazendo um compacto simples que ele lançou pelo selo CBS, em 1978 e onde encontraremos “Quando você voltar”, composição de Cassiano, Betinho e Paulo Motoka, música que fez um relativo sucesso nas rádios da época. E também uma versão do clássico nordestino “Súplica cearense”, sucesso de Gordurinha. Confiram…
 
quando você voltar
súplica cearense
 
 
 

Wilson Miranda (1965)

Realmente, a tal da ‘inteligência artificial’ pode ser uma mão na roda para quem sabe usar. Tem nos ajudado bem a recuperar imagens, fazendo um trabalho muito bom. Pelo Gemini do Google dá pra refazer até as capas que até então pareciam perdidas. Aqui, um bom exemplo é este compacto do Wilson Miranda cuja a capa estava tomada por fitas adesivas e um desgaste natural em seus mais de 50 anos. Vejam como ficou. Deixamos até a estrelinha no canto inferior direito, que é uma marca dágua que a IA coloca nas imagens tratadas. Por outra, ainda não dá para confiar o áudio ao Gemini. Tem gente que acha uma maravilha, mas ao tratar aúdio, a IA corta na raiz tudo que lhe parece defeito e as vezes não é. Então, no caso aqui, usei a IA apenas para a capa, o áudio eu prefiro manter como foi capturado. Quem depois quiser tratar, fica a vontade. Prefiro manter as imperfeições que são características do vinil.
Então, nessa, temos o cantor Wilson Miranda em um compacto simples, lançado pelo selo Chantecler, em 1965. Neste disquinho encontramos duas músicas que estão associadas ao gênero da Bossa Nova, mas isso talvez seja apenas um eco, pois já em 1965, ano em que o disqunho foi lançado, a bossa já não era tão nova. Wilson Miranda vem com “Pai do pai do pai”, múisca de Walter Santos e Tereza Souza, com a orquestra de Francisco Moraes e “Mar azul”, música de Francis Hime e João Victorio. Nessa segunda, Wilson vem acompanhado por Roberto Menescal e seu conjunto.
 
pai do pai do pai
mar azul
 
 
 
 
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4 Sucessos Nacionais (1968)

Mais um disquinho de 7 polegadas aqui para fecharmos o mês de março. Desta vez temos um compacto duplo da Continental, trazendo quatro artistas/grupos de seu cast: Demetrius, Lindomar Castilho, o quarteto Os Brasas e a dupla vocal Gemini II.
 
estya tarde vi chover – demetrius
vou apagar a luz
a distância – os brasas
quando me enamoro – gemini II
 
 
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Luis Vagner (1976)

Há poucos dias atrás postamos aqui um compacto do Luis Vagner. E no envio do arquivo para o GTM fizemos uma confusão, postamos uma capa de um compacto de 1977 e enviamos um link deste compacto de 76. Então, no sentido de corrigir isso, estamos trazendo o de 76. Assim teremos os dois compactos, já que havíamos dito que traríamos outros discos do artista. Então, aqui temos os dois disquinhos, agora corrigidos e desta vez, sem erros, ok?
 
ah! se tu soubesses
chula louca
olha o pedágio
nega veia
 
 
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Abilio Manoel (1977)

Mais uma vez presente em nosso Toque Musical, temos o cantor e compositor português, radicado no Brasil, Abílio Manoel. Um artista que construiu sua carrera aqui no Brasil e que se destaca pela qualidade de sua obra. Atuante desde os anos 60, gravou uma dezena de lps e tantos outros compactos. Entre os quais temos este compacto simples, de 77, lançado pelo selo Som Livre. Nas duas músicas que ele apresenta, vem acompanhado de seu Grupo Terra Livre. 
 
nosostros
reis & folias
 
 
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Tony Bizarro (1976)

Seguindo em nossas postagens e pela primeira vez, apresentamos Tony Bizarro, um artista que até então só passou pelo Toque Musical em alguma coletânea ou através da voz de outros cantores. Aqui também, neste compacto dublo só temos ele em quatro faixas, mas vamos trazer outros disquinhos aqui do acervo Fares, com certeza. Para os que ainda não conhecem, Tony Bizarro foi um cantor, compositor e produtor que atuou na cena pop/soul/funk barasileira, do final dos anos 60 aos anos 80. Gravou inicialmente ao lado de Frankye Arduini com quem formava a dupla Tony & Frankye. Depois se dedicou mais a produções gravando esporadicamente. Teve poucos discos na carreira, sendo quatro lps e uns novem compactos. Este que apresentamos é de 76, compacto duplo que também saiu como simples só com duas canções.
 
que se faz da vida
não vale a pena
como está não faz sentido
agradeço amor
 
 
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Golden Boys (1972)

O disquinho de hoje é dos Golden Boys, grupo vocal que fez muito sucesso nos anos 60 e também no início dos 70. Começaram como quarteto no final dos anos 50. Estiveram também associados ao movimento da Jovem Guarda. Lançaram vários discos de sucesso, entre compactos e lps. Em 1972, já como trio, saiu pela Odeon este compacto duplo, que também viria a ser lançado em disquinho simples com apenas duas músicas. Certamente, isso se deve ao fato de que as faixas “Que saudade” e “Soraya” foram duas músicas que não entraram em seus lps. Parece que apenas em coletâneas.
 
que saudade
soraya
cuidado com essa nega
castanha do maranhão
 
 
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De Kalafe (1968)

Temos para hoje este compacto simples, lançado pela gravadora Rosenblit através de seu selo AU Artistas Unidos, em 1968 e trazendo De Kalafe. Para os que não conhecem, trata-se de Denise de Kalafe, cantora e compositora brasileira naturalizada mexicana, famosa por sua carreira de sucesso no México, iniciada nos anos 70, quando então trocou o Brasil pelo México. De Kalafe iniciou a carreira no Brasil, na década de 60 com sua banda De Kalafe e a Turma, gravando alguns compactos e entre os quais este com as músicas…
 
faça amor e não guerra
frases brancas
 
 
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Luis Vagner (1977)

Seguindo em nossas postagens, temos para hoje o gaúcho Luis Vagner, o saudoso ‘guitarreiro’, artista que precisamos visitar mais vezes aqui no Toque Musical 🙂 Já postamos aqui um outro disco dele, quando ainda estava entre nós. Infelizmente, veio a falecer em 2021. Hoje, passados alguns anos, temos a oportunidade de trazer ele de volta. E é nessa que vamos agora com este compacto duplo de 1977, lançado pelo selo Copacabana.. Uma joinha, com certeza, trazendo justamente o seu grande sucesso, “Guitarreiro”.
 
guitarreiro
lá no partenon
tesourão
corcoveia
 
 

Sônia Delfino – A Namorada do Sol (1961)

Hoje, nosso encontro  é com a cantora Sonia Delfino, artista a qual já tivemos a oportunidade de apresentar aqui no Toque Musical. Infelizmente, ela partiu no ano passado, aos 82 anos. Sonia Delfino, ícone do sambalanço e também do rock nacional, teve uma careira de destaque nos anos 60. Iniciou a carreira aos 13 anos cantando no programa “Clube do Guri”, da Rádio Tupi. Passou pelo rock e também pela bossa nova. Um de seus grande sucessos foi “Bolinha de sabão”, música de Orlandivo. Também atuou no cinema e na televisão. Interrompeu a carreira em 1970 quando então se casou. Só voltaria nos anos 80, cantando em casas noturnas do Rio de Janeiro. Participou de um projeto em homenagem aos 40 anos da Bossa Nova, produzido por Roberto Menescal. Mas não chegou a gravar outros discos. 
O compacto que temos aqui é um disquinho lançado em 1961 pelo selo Philips. Compacto duplo trazendo quatro músicas que foram sucessos com ela, em especial um versão para o folk-rock “Bimbombey”. Disquinho bem interessante cujas as músicas foram extraidas de seu primeiro lp “Alô Broto”, lançado no ano anterior. Long-play este que já apresentamos aqui…
 
bimbombey
namorada do sol
garota coquete
é você
 
 
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João Luiz (1971) 

Seguindo em nossas postagens, hoje temos este compacto do cantor e compositor João Luiz. Já tivemos a oportunidade de publicar no ano passado um outro compacto dele, de 1974. Agora trazemos ele neste compacto duplo de 1971, lançado pelo selo Odeon.. João Luiz Wildner se destacou como artista nos anos 70, trabalhou como ator na novela “O Primeiro Amor” e também participou da trilhas. Ganhou destaque ao realizar a primeira ‘missa iê-iê-ê’ para jovens na América Latina, um evento ligado a igreja católica que teve grande repeercussão midiática. Consta que João Luiz gravou mais de vinte discos, entre compactos, lps e cds. Ao que tudo indica ele ainda contina em ação, fazendo muitos shows. Confiram no GTM…
 
viva aleluia para o maior
vou me libertar
só, nu e mudo
eu pressenti
 
 
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Eva (1972)

E no dia do compacto, temos a Evinha, cantora maravilhosa que fez parte do Trio Esperança e seguiu em uma bem sucedida carreira solo, se destacando no início dos anos 70. Mudou-se para a França onde chegou a gravar até com Paul Mauriat.
Aqui temos ela neste compacto duplo, Odeon de 1972. Um disquinho raro, pois apresenta duas músicas que só foram gravadas neste compacto, “Amanda” e “Primeiro beijo”. “Rico se dinheiro” e Onze e quinze são músicas do lp do ano anterior.
 
amanda
rico sem dinheiro
primeiro beijo
onze e quinze
 
 
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Conjunto Célio Balona – Luar De Rio Branco (1967) 

Mais um disquinho, este, resgatado entre livros empoeirados de um sebo, aqui em Belo Horizonte. Uma curiosidade, sem dúvida, que se encaixa como uma luva nesse nosso espaço dedicado a discos raros e obscuros. O presente compacto é uma produção de cunho comemorativo, um 7 polegadas simples trazendo a canção oficial da cidade mineira de Visconde do Rio Branco, uma composição de Lourival Passos, músico dessa cidade. Trata-se de uma valsa, a qual é apresentada em duas versões, cantada e instrumental. Este disquinho, embora não traga a data de seu lançamento, deve ser do final dos anos 60, talvez 68, ou 69. Pelo texto de rodapé na contracapa sabemos que o autor faleceu em 1967 e talvez, no sentido de homeangeá-lo, o compacto veio logo em seguida. Gravado nos estúdios da lendária Bemol, com Célio Balona e seu conjunto, dando um ar mais profissional a este trabalho. Por certo, irá agradar quem escuta música com outros olhos. 😉
 
luar de rio branco
luar de rio branco (instrumental) 
 
 
 

Os Versáteis (1966)

Seguindo em nossas postagens alternadas, entre um long-play e um compacto, desta vez vamos com um 7 polegadas, compacto simples lançado pelo selo Mocambo e trazendo um dos mais interessantes grupos dos anos 60, o conjunto Os Versáteis. Já tivemos a oportunidade de conhecer este conjunto paulista, com músicos influentes na região de Guarulhos. Era um conjunto de baile que tocava de tudo e por esta razão se chamava Os Versáteis. E eram mesmo muito versáteis cujo o repertório era um leque variado de gêneros e também compunham suas próprias músicas. É bem o caso deste compacto simples que eles lançaram em em 1966 e ao que parece, foi o primeiro disco.
 
rejeitada
mexican surf
 
 
 
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Claudio Fontana (1967)

Dia de compacto… Aqui temos Claudio Fontana, cantor e compositor maranhense em seu primeiro disco, este compacto simples, lançado pelo selo Copacabana, em 1967. Fontana iniciou sua carreira no começo dos anos 60. Decolou como artista após mudar-se para o Rio de Janeiro, onde teve maiores oportunidades tanto como cantor quanto compositor. Talvez tenha sido mais compositor do que cantor, sendo responsável por clássicos populares como “Doce de Côco”, “Adeus Ingrata”, “O Homem de Nazaré” e outras… Nos anos 80 ele se reiventou, ao lado da esposa e os dois filhos formando o Grupo Chocolate que também fez muito sucesso. 
 
bip bip bip
vou lhe dar um grande amor
 
 
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Maria Odette (1966)

Mais um compacto raro que você não vai ver por aí… Maria Odette acompanhada pelo Trio 3D neste sete polegadas lançado em 1966 pelo selo Mocambo. Maria Odette foi uma cantora conhecida com ‘a namorada da cidade’. Atuou nas décadas de 60 e 70. Do pouco que sabemos sobre ela, consta que gravou alguns compactos e participou de coletâneas e trilhas de novela. Dos seus trabalhos mais marcantes, certamente podemos considerar este disqunho, onde ela grava duas músicas de um jovem compositor baiano que começava a ficar conhecido, chamado Caetano Veloso. Não deixem de conferir no GTM e também pelo Youtube.
 
boa palavra
é de manhã
 
 
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Edu Lobo (1965) 

Este é o mês onde apresentaremos compactos e lps, alternando a cada dia entre os disquinhos e os long-plays. E assim, seguimos, desta vez trazendo um compacto simples, de 1965, lançado pelo impagável selo Elenco, de Aloysio de Oliveira. Trata-se de uma joinha da nossa mpb, Edu Lobo em duas de suas melhores composições em parceiria com Vinícius de Moraes e Ruy Guerra. Estamos falando respectivamente de “Arrastão”, música que levou o primeiro lugar no I Festiva de MPB (1965) e “Reza”, outra pérola. E tudo fica ainda mais bonito com a participação do Tamba Trio. Simplesmente uma maravilha, que a gente tem a honra de apresentar aqui no Toque Musical.
 
arrastão
reza
 
 
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Uirapuru (1967)

Por certo, fevereiro não foi o suficiente para nossa mostra de disquinhos de 7 polegadas. Ainda temos muito que mostrar aqui. Se depender do amigo culto Fares e também de outros que vez por outra nos envia sugestões de postagens, vamos ficar nos compactos até o fim do ano. É claro que gostamos de compactos, mas também adoramos os lps 🙂 Então, no mês seguinte vamos alternando entre compactos e lps. Depois, quem sabe, compactos e cds… Se a equipe aqui der conta a gente chega lá, mantendo o diário.
Fechando então fevereiro, temos para hoje o grupo Uirapuru, em compacto simples lançado pelo selo Mocambo, em 1967. Como podemos ver pela contracapa, o disquinho traz duas canções, a primeira, uma versão para o sucesso internacional “Call me”, que ficou realmente muito boa. E do outro lado do disco a segunda, “Me arranhe pra ficar tudo legal”, composição autoral do grupo que também não fica para trás. Para nossa surpresa, não há quase referencia sobre os Uirapuru. Sabemos apenas que eles gravaram um outro compacto simples, também pelo selo Mocambo, em 68. Ao que parece, o Uirapuru foi um quarteto vocal que pelas mão do maestro Peruzzi, a partir de 1968 formariam ‘Os Uirapurus”, agora um conjunto vocal incluindo novos elementos entre os quais, um coro feminino.
Sem dúvida, este Uriapuru um excelente disquinho, que curiosamente, parece, ainda não foi tomado pelos ‘especuladores de plantão’ do Youtube. E antes que o façam, a gente aqui vai logo tomando a frente, postando também no Youtube, mas com a qualidade Toque Musical. E para os que já sabem, para baixar o disco completo, basta ser associado do Grupo do Toque Musical (GTM)
 
chamo você (call me)
me arranhe pra ficar tudo legal
 
 
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Carlinhos (1969)

Mais um compacto que vocês precisam conhecer… (sic.) Aqui temos, Carlinhos, integrante da formação original do conjunto Renato e Seus Blue Caps em seu primeiro e único disco, um compacto simples, lançado em 1969 pelo selo Caravelle. Ao que se sabe, Carlinhos saiu do Renato e Seus Blue Caps ressentido. Segundo contam, ele não tinha muita expertise como músico, o que talvez incomodava os demais integrantes. Mas, por outro lado, Carlinhos era o único do grupo que tinha uma postura mais artística, sendo o mais estrovertido e que chamava atenção. Ele só voltaria a gravar em 2000, quando então lançou um cd, “De volta ao sucesso” no qual regravou composições suas no R&BC, além de outras músicas inéditas. Confiram integralmente no GTM, ou ainda como mostra em nosso canal no Youtube. 🙂
 
amor interrogação
no domingo que vem
 
 
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Os Megatons (1968)

Mais um disquinho para a nossa mostra de compactos… Desta vez temos Os Megatons, banda paulista surgida nos anos 60. Inicialmente faziam apenas rock instrumental, seguindo a linha de grupos como os Jet Black’s. Aliás, Os Megatons traziam o baixista Joe Primo que foi um dos fundadores do Jet Black’s. Ao longo dos anos 60 Os Megatons foi moldando sua sonoridade, muito influenciado por grupos da psicodelia americana como The Birds. Realmente, o grupo fazia algo diferenciado, o que atraía o público e também outros artistas/cantores, como foi o caso de Bobby Di Carlo, Antônio Marcos e Marcos Roberto. Gravaram vários discos, quase todos compactos. Este que apresentamos foi o último trabalho da banda, gravado pelo selo Mocambo. Trazia “Meu machucadinho”, música que fez muito sucesso, mas não o suficiente para que naquele mesmo ano de 68 encerrassem as atividades. Uma pena…
 
meu machucadinho
nelma
 

The Fevers (1970)

Hoje estamos que nem a turma da foto da capa deste compacto… Numa preguiça só… Mas não vamos deixar a peteca cair. Seguimos, mas procurando facilitar ao máximo o trabalho 🙂 E é daí que escolhemos o The Fevers, grupo bem conhecido do grande público, o que nos poupa maiores apresentações. Mas aqui temos deles este disquinho, compacto duplo, trazendo quatro sucessos internacionais em versões que por aqui também foram sucesso. Quem não se lembra?
 
sinto mas não sei dizer
você não pode esquecer-me
deixa assim
não vale nada
 
 

Luiz Maurício (1980)

Seguimos… desta vez trazendo um compacto raro de um dos nossos grandes artistas pop brasileiros, que está na estrada desde os anos 70, o famoso Luiz Maurício… ou ainda dizendo, Lulu Santos. Pois é, quando ele iniciou sua carreira solo, ainda pouco conhecido do grande público, gravou este compacto simples, assinando como Luiz Maurício. Pela produção se vê que o rapaz estava sendo preparado para um grande vôo solo. Realmente acertaram, o cara é uma fábrica de hits. Neste disquinho ele já consegue emplacar “Melô do amor”, música que fez parte da trilha da novela global ‘Plumas & Paetês’
 
melô do amor
gosto de batom
 
 

Ronaldo Resedá (1980)

Seguimos em nossa mostra de compactos, desta vez trazendo Ronaldo Resedá, um artista de espetáculos que dançava, atuava e cantava. Foi discípulo de Lannie Dale e depois se tornou professor de dança de outros artistas. Fez sucesso como ator em peças importantes e em 1979 gravou seu primeiro e único lp. Veio na sequência este compacto, lançado em 80, que talvez fosse uma prévia de um novo lp. Porém, isso não aconteceu. Infelizmente, Resedá veio a falecer, em consequência de um tumor, em 1984.
Neste disquinho, compacto simples lançado pelo selo RGE Ronaldo Resedá canta música trilha de novela da Globo, de Eduardo Dusek e um clássico pop/rock romântico de Guilherme Lamounier. Confira no GTM e agora, também no YouTube
 
plumas e paetés
quero me entregar pra você
 
 
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Penna & Paulinho (1983)

E mais uma vez, um disquinho que também fala de cinema. Nesta, temos o compacto da dupla José Luiz Penna e Paulo Costta (Penna & Paulinho), lançado em 1983 pelo selo RGE. Não é exatamente um disco de trilha, mas sim um compacto simples desses dois artistas, no qual trazem a composição “O Macaco Avoa”, música essa que fez parte da trilha do filme “O Sargento Getúlio”, dirigido pelo irmão de Zé Luiz, Hermano Penna, estreado por Lima Duarte. Uma adaptação do romance de João Ubaldo Ribeiro. Disquinho bacana, que vale a audição 😉 
 
o macaco avôa
espuma negra
 
 
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Joana Francesa – TSO (1973)

Pegando carona na postagem anterior, aqui vai mais um compacto de trilha de filme. Desta vez temos “Joanna Francesa”, filme de Cacá Diegues, tendo a atriz francesa Jeanne Moreau como protagonista. A trilha sonora é composta de músicas de Chico Buarque e Roberto Menescal que se distribuem em cinco faixas nesse compacto duplo. Além da participação musical de Chico e Menescal, temos tambem, cantando, a atriz francesa e o cantor Fagner. Confiram no GTM…
 
joanna francesa – jeanne moreau
e nada mais tarde – roberto menescal
joanna francesa – chico buarque e fagner
meia noite – roberto menescal
beira rio – roberto menescal
 
 
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Os Senhores Da Terra TSO (1970)

Seguindo em nossas postagens e mostragens de discos compactos de 7 polegadas, também neste mês de fevereiro, muito por conta das dezenas de disquinhos que o amigo culto Fares nos passou para digitalizar. E se ainda não bastasse, um outro amigo culto, Rafael Molive, vem também botando lenha nesta fogueira. Em suma… material para nossas publicações é o que não falta. O que falta mesmo é sempre o tempo do Augusto TM aqui… 
Desta vez, temos um disquinho especial, um 7 polegadas com banca de ‘long-play’. Por certo, todos aqui já devem conhecer este raro e curioso formato através de outros discos semelhantes que publicamos no TM. Trata-se do mesmo esquema dos chamados ‘mini lps’ apresentados pela gravadora Musidisc numa de suas coleções dos anos 60, na qual discos de 7 polegadas traziam até cinco faixas de cada lado. Uma ideia até então bem interessante que permitia expandir um número de música num espaço menor do vinil. Porém, por diferente razões, esse tipo de disco acabou não vingando. Realmente, com um espaço de gravação (ou impressão) limitado, era mesmo impossível gerar uma ‘bolacha’ de qualidade. As trilhas dos sulcos comprimidas comprometiam a reprodução, sendo que se o disco não estivesse realmente novo e com uma agulha apropriada, não rendia com qualidade. Por outra, também pelo tamanho, não interessava comercialmente a indústria musical fonográfica. A tecnologia dessas prensagens nem todas as fábricas de discos possuia e além de tudo já haviam definido o disco de 12 polegadas como o padrão ideal mundial.
O disco que apresentamos aqui, talvez por falta de recursos, acabou sendo saíndo nesse formato. O compacto “Os Senhores da Terra” é a trilha cinematográfica original para esse filme dirigido por Paulo Thiago e lançado em 1970. É um filme que aborda a história de um jagunço contratado para matar um coronel. Drama de ficção filmado em preto e branco, trazendo como elenco principal os atores Roberto Bonfim, Paulo Villaça e Rodolfo Arena. A trilha sonora é composta de músicas de Sidney Miller e letras do diretor Paulo Thiago, intepretadas por Guarabyra, Gonzaguinha e Maria Lúcia Godoy. Um trabalho musical importante no contexto de trilhas originais no cimena brasileiro. Vale muito a pena conhecer este trabalho. Escute o disco e veja também o filme. Tudo disponível no Youtube. Mas para baixar o disco completo, só mesmo no GTM (Grupo do Toque Musical). Já se inscreveu? 🙂
 
abertura – maria lucia godoy
os senhores da terra – guarabyra
memórias – guarabyra
maria doida – gonzaguinha
a donzela – maria lucia godoy
a família feiticeira – gonzaguinha
a alma do arcanjo – gonzaguinha
o oráculo – gonzaguinha
campina verde – guarabyra
cantiga de guerra – gonzaguinha
romanceiro – guarabyra e gonzaguinha
cantiga de guerra – maria lucia godoy
 
 
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Silvio Luiz E A Banda Do Olho (1984) 

Aproveitando o momento carnavalesco e também futebolístico e ainda, de samba… Vamos trazendo mais um “Fares Disco File”, compacto lançado em 1984 pela Fermata com Silvio Luiz, locutor esportivo, apresentador, ator e também árbitro de futebol. Ainda podemos incluir ele como cantor. Olho no lance… Silvio Luiz nos apresenta um samba crticando o time que só dá tristeza para a torcida e uma marchinha deliciosamente carnavalesca, mas que para muitos, descontextualizada nos tempos atuais.
 
olho no lance
time
 

 

Sucessos Dos Anos 60 (1976) 

Coletâneas de gravadoras são sempre interessantes. Aqui, uma amostra de uma coletânea em um compacto duplo da RCA Victor, lançada em 1976, trazendo quatro sucessos dos anos 60. Osmar Navarro, Carlos Gonzaga. Tony Campello e Ronnie Cord são aqui revividos nesses clássicos…
 
quem é – osmar navarro
diana – carlos gonzaga
boogie do bebê – tony campello
biquini de bolinha amarelinha tão pequenininho – ronnie cord
 
 
 
 

Emerson / Duardo Dusek – Não Cometa Loucura (1983)

Aqui, um compacto duplo do selo RCA, lançado em 1983. Trazendo Eduardo Dusek e Emerson. Disquinho curioso, pelo fato de que apresenta dois artistas em produções distintas. Pela capinha e a primeira vista, tem-se a impressão que se trata de um trabalho em dupla. Tem até um nome, “Não Cometa Loucura”. Talvez tenha sido a trilha de um espetáculo cênico-musical. Mas também não há referência sobre isso. O fato é que as duas músicas de Dusek são as mesmas gravações de seu primeiro compacto lançado 1978, disquinho este que já apresentamos no Toque Musical.. E aqui, alinhada com outras duas músicas cantadas por Emerson (um mistério com nome e sem sobrenome), artista produzido por Carlos Imperial, que também é o autor das duas canções. Temos assim, “Não Cometa Loura”, uma junção que combina e por certo, agrada. Confira…
 
não tem perigo – duardo dusek
eu quero mais – emerson
apelo da raça – duardo dusek
bolero – emerson
 
 
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Rost (1971)

Neste universo dos compactos, a cada dia nos aparecem artistas que nem imaginávamos. A indústria fonográfica produziu muita coisa e com certeza, boa parte ainda está oculta por aí, pois o compacto é um tipo de disco que sempre nos remete a uma parte de um lp. É um cartão de visitas, uma amostra, ou promoção e muitas vezes, também é uma produção independente e específica. Discos compactos lançados por grandes selos, geralmente são mais fáceis a identificação do artista. Porém, muitos desses, ainda assim se tornam verdadeiras incógnitas, a informação se perde no tempo e se não ficou uma nota que seja sobre o artista, dificilmente ele irá aparecer em pesquisas pela internet. Este é bem o caso de Rost, uma cantora que é um verdadeiro mistério, embora tenha gravado pela Odeon alguns compactos, não existe em canto algum informações sobre ela. Pelo nome artístico poderíamos supor que fosse uma cantora do sul. Considerando que ela já estava gravando na Odeon desde 1967 e este compacto que apresentamos é de 71, podemos supor que ela tenha gravado outros discos. Neste compacto duplo ela interpreta duas músicas de Vinícius de Moraes, David Miranda e Zuzuca. Cantora realmente muito boa e este compacto afirma isso. Vale a pena conhecer…
 
tomara
festa para um rei negro
é…
valsa para o ausente
 
 
PS. agradecemos ao amigo culto Rafael Molive pela indicação e também pelos áudios que estão bem melhor do que os que tinhamos aqui. Valeu!