Rosa Maria (1965)

Aqui, mais um disquinho que vale o nosso toque musical… Primeiro disco da cantora e atriz Rosa Maria. Artista que iniciou sua carreira cantando no ‘Beco das garrafas”, nas famosas casas noturnas onde se ouvia o melhor da bossa nova e do jazz. Neste compacto duplo lançado pela Odeon, em 1965, temos ela interpretando duas músicas de Menescal (e Boscoli) e também duas versões de sucessos internacionais, “Walk on by” e “Hello, Dolly”. Um bom começo para esta grande cantora 🙂
 
vai em paz
você
hello, dolly
tudo plá
 
 
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Djalma Lúcio (1967)

Seguindo em nossa mostra de compactos, temos agora o Djalma Lúcio, um cantor romântico que atuou durante os anos 60 e 70. Iniciou a carreira em Belo Horizonte, cantando em programas de auditório. Foi convidado por um produtor para gravar um disco pelo selo Philips. Gravou um compacto e em seguida um lp. Sem muito sucesso, acabou indo para São Paulo onde passou a se apresentar em casas noturnas. Logo em seguida conseguiu um contrato com a RCA Victor onde viria a gravar uns três ou quatro compactos, sendo este que apresentamos o primeiro. Pelo texto de contracapa nota-se que Djalma Lúcio era uma boa aposta de sucesso. E ele realmente seguiu cantando, gravando outros tantos discos e por diferentes selos. Atuou também como ator, locutor e radialista. Passou os anos 70 e 80 trabalhando na televisão, principalmente ao lado de Silvio Santos. Em um determinado momento da vida, resolveu abandonar tudo, aposentou-se da carreira artística e foi viajar. Ao que parece, veio a falecer em 2023.
 
a imensidão
só pertenço a você
 
 

Gereba (1983)

Já tivemos aqui nessa mostra de compactos um disco do músico baiano Gereba. Na cata sortida de hoje, acabamos puxando mais um. E já que está na mão, segue no toque este outro disquinho, compacto simples lançado pela EMI, trazendo sua “Serenata Eletrônica”. Gereba vem acompanhado da Banda Quebra Gereba, apresentando dois temas animados, dois frevos talvez pensados para o carnaval.
 
serenata eletrônica
doces cães vadios
 
 
 

 

Alberto Roberto (1977)

Um dos impagáveis personagens de humor do genial Chico Anysio foi, sem dúvida Alberto Roberto, o ‘charmoso’ ator canastrão que posava de galã. Uma sátira, sem dúvida, a muitos astros metidos a besta. Alberto Roberto, seria o que hoje vemos em alguns grupos políticos, pessoa sem noção, orgulhosa de sua ignorância, que faz a gente rir de sua tamanha pretenção. Aqui temos Albertinho dando uma aula de romantismo e locução que deixa no chinelo artistas como Francisco Cuoco e Lúcio Mauro, os quais também postamos aqui nessa série dedicada aos discos compactos. Confiram…
 
tango
el dia que me quieras
 
 
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Tetê Da Bahia (1974)

Seguindo… temos para hoje essa joinha… Aqui um compacto simples, lançado em 1974 pelo selo Chantecler da cantora Tetê da Bahia. Disco com a produção de Wilson Miranda, traz como grande destaque a canção de Gilberto Gil, “Duplo sentido”. Sem dúvida, uma interpretação e um arranjo que nem o próprio Gil conseguiria fazer. Trabalho refinado que voltaria a ser redescoberto primeiro por DJ’s gringos, ressoando de volta (e obviamente) nos ouvidos dos ‘discófilos’ daqui. Do outro lado, para manter o nível, tem o “X do problema”, de Noel Rosa. Confiram lá no GTM…
 
duplo sentido
x do problema
 

Sonia Lemos (1968)

Sônia Lemos foi uma cantora e compositora que atuou nos anos 60 e 70, conhecida por sua voz e por interpretar artistas como Geraldo Vandré. Infelizmente, acabou desaparecendo da mídia nas décadas seguintes, mas chegou a gravar uns quatro lps. Este compacto, aqui um promocional, abre em 1968 para o lp “Sonia Lemos e sua viola enluarda”, disco bem bacana que a qualquer hora a gente publica aqui. Por hora, vamos apenas com o aperitivo…
 
viola enluarada
cidade pequenina
 
 
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Rosemary (1970)

Aqui temos um compacto duplo trazendo a cantora Rosemary. Lançado em 1970, pelo selo RCA Victor, o disquinho apresenta um tributo à Chiquinha Gonzaga e a Carmen Miranda, mostrando a versatilidade da cantora que naquela época vivia um dos seu melhores momentos.
 
abre alas
lua branca
corta-jaca
camisa listrada
ta-hí
 
 

Péricles Cavalcanti (1974)

Seguimos aqui com outro disquinho compacto raro, desta vez temos o cantor e compositor Péricles Cavalcanti, um artista que já tivemos a honra de apresentar aqui em outros momentos. Agora ele volta neste disquinho de 7 polegadas, seu primeiro disco, lançado pelo selo Polydor, em 1974. Neste compacto simples temos como destaque a música “Dias, dias dias”, uma das músicas cantadas por Gal Costa em seu show e cujo nome, segundo o próprio Péricles, emprestado de um poema de Augusto de Campos. Confiram no GTM…
 
dias dias dias
o outro lado do compacto
 
 
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Os Vikings (1969) 

Novamente, aqui vamos nós com outro disquinho indispensável e que merece mais anteção por parte daqueles que gostam de rock nacional, psicodelia pura… Merece conhecer… Formado pelos irmãos Diógenes Paulo e Olavo Sérgio, o grupo Os Vikings ocupa um espaço curioso e pouco explorado na história da música brasileira. Atuando em um período de intensas transformações sonoras, o duo apostou em harmonias bem construídas e arranjos alinhados ao espírito jovem da época, dialogando com a canção popular e as influências internacionais que chegavam ao país. Mesmo sem ampla projeção comercial, Os Vikings deixaram registros que hoje despertam interesse entre colecionadores e pesquisadores, funcionando como retratos fiéis de um tempo em que criatividade e experimentação caminhavam lado a lado. Pequenas peças de um grande mosaico musical que o tempo quase apagou, mas que ainda ecoam para quem se dispõe a ouvir com atenção. Os Vikings gravaram quatro compactos, sendo este de 69 o mais ousado. Vale a pena ouvir…
 
pequena prece
do que vi da vida
 
 
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Maria Alcina (1971)

Outro disquinho que vale conhecer… Lançado em 1971 pela Chantecler (GCL), o compacto de Maria Alcina evidencia a força e a irreverência que marcariam sua trajetória. De um lado, Azeitonas Verdes traz humor e teatralidade em uma interpretação cheia de personalidade. Do outro, Mamãe Coragem revela intensidade e dramaticidade, com a cantora explorando ao máximo sua potência vocal. Em duas faixas, o disco antecipa a artista singular que Maria Alcina se tornaria, fazendo do compacto um registro essencial da MPB dos anos 70.
 
azeitonas verdes
mamãe coragem
 
 

Bibi Vogel (1970)

E dessa vez temos, Bibi Vogel, atriz, modelo e cantora. Uma artista que se destacou a partir dos anos 60, no cinema e na televisão, onde fez diversas novelas. A partir dos anos 80 ela abandou a carreira de atriz, casou e literalmente mudou, foi morar na Argentina. Se tornou uma militante de causas humanintárias. Durante o período de atriz ela também investiu como cantora e gravou compactos como este, em 1970. Um registro discreto, mas que sintetiza um momento especial da mpb naquele início dos anos 70.
 
garota que canta
nosso sorriso paralelo
 
 

The Cats (1966) 

Eis aqui um disquinho interessante do acervo Fares, um raro compacto do conjunto The Cats, que como muitos outros conjuntos e artistas não passaram do compacto promocional, ou seja, aquele distribuido pela gravadora, geralmente para rádios e eventuais lojas de discos da época (anos 60). The Cats pode também ser uma dupla e a verdade é que não existe, em pesquisa pela internet, nenhuma referência sobre eles. Porém, no livro “História e Discografia Ilustrada do Rock Instrumental na América do Sul”, de Laércio Pacheco Martins, em uma pequena nota, ele informa que se trata de um grupo de Santa Catarina. Gravaram apenas este compacto simples pela Philips, em 1966 trazendo duas músicas autorais, “Gatos” e “Namoro de bonecos”. Este disco parece não ter vingado, mas no ano seguinte, Ed Carlos estaria gravando e fazendo sucesso com “Namoro de bonecos” na Jovem Guarda.. Quanto aos “Cats”… Sumiram de vez 🙁
 
gatos
namoro de bonecos
 
 
 
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Arnaud Rodrigues (1978)

Hoje e mais uma vez no Toque Musical temos a presença do saudoso Arnaud Rodrigues, artista que, certamente, dispensa maiores apresentações. Para muitos, será sempre lembrado como o parceiro de Chico Anísio na dupla “Baiano e Os Novos Caetanos”, o Paulinho.
Aqui temos dele este compacto simples, lançado em 1978 pelo selo Capitol, trazendo duas canções onde se destaca a mistura de ritmos latinos, soul e funk. Marca um período da carreira de Arnaud onde ele explora o onírico e temática espacial, com letras que falam de sonhos e viagens. Isso se reflete, inclusive na capa do disquinho. Vale a pena ouvir…
 
nave do tempo
caruaru
 
 
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Meu Pedacinho De Chão – Trilha Sonora (1971)

Hoje vamos relembrar “Meu Pedacinho de Chão”, telenovela coproduzida e exibida pelas TV Globo e Cultura, em 1971. Foi a primeira novela das 18 horas da Globo e que abriu uma nova agenda de teledramaturgia em sua programação. A história foi escrita por Benedito Ruy Barbosa e teve 185 capítulos. Mereceu uma segunda versão em 2014 pela Globo e no mesmo horário.
Aqui temos a trilha da versão original, lançada neste compacto duplo pela RCA Victor, com direção musical de Carlos Castilho e músicas de Cleston Teixeira. Em uma das faixas, “Canto de amor de Juliana” quem canta é Wilson Miranda. Confiram o disquinho no GTM…
 
tema de abertura
tema da professorinha
canto de amor de juliana
tema do zelão
 
 

Roda Viva – Trilha Da Peça (1968) 

Então entramos em 2026… Vamos logo retomando nossas postagens já no primeiro dia do ano. Neste mês de janeiro continuaremos nossas publicações apresentando os mais variados discos de 7 polegadas, os compactos. Temos ainda muita coisa para mostrar, dar o toques daquilo que é raro, curioso e que ficou esquecido no mundo da música e das produções fonográficas brasileira.
Começamos trazendo este raro disquinho que é uma pequena amostra da trilha sonora da peça Roda Viva, de Chico Buarque. A peça, com Marília Pêra e Rodrigo Santiago, foi lançada em uma segunda montagem, em 1968, após a estreia original com outro elenco. Roda Viva tornou-se um símbolo de resistência contra a ditadura militar, sofrendo ataques violentos do Comando de Caça aos Comunistas (CCC). Apesar da proibição e desses ataques, a peça se tornou um hino de resistência.
O disco, um compacto simples traz a múisca “Sem fantasia”, interepretada por Marília Pêra e um monólogo por Rodrigo Santiago.
 
sem fantasia
monólogo da roda viva
 

Tuca E Stella Maris (1968)

Como último disco do ano, segue aqui este raro compacto da cantora e compositora Tuca, ao lado da soprano Stella Maris. Lançado em 1968, este disquinho traz duas composições de Tuca, sendo “Paixão, segundo o amor” classificada em terceiro lugar no festival “O Brasil canta no Rio”. Confiram…
 
paixão segundo o amor
balada
 
 
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Vicente Telles (1979)

Quase no finalzinho de 2025, ainda vamos nós trazendo um novo disquinho. Desta vez temos Vicente Telles, cantor, compositor, produtor musical, ator e escritor. Iniciou sua carreira artística nos anos 70. Ao que consta, este foi seu primeiro disco, um compacto lançado pelo selo Epic, da CBS em 1979, com produção de Raimundo Fagner. Sua estréia contou com participação de outros músicos importantes e que na época eram contratados da gravadora. Compacto simples, mas que abriria para ele o caminho, lançando em 84 seu primeiro lp, o “Olhar de Vagalume”.
 
canção para um perdido
vidas paralelas
 
 
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Francisco Cuoco (1975)

Ainda no Espírito Natalino, temos aqui outro compacto para fechar o momento. Desta vez apresentamos o ator Francisco Cuoco que neste disquinho empresta sua voz em dois textos declamandos com fundos musicais. Certamente, um disquinho para presentear a namorada no dia de Natal. Curiosidades fonográficas que vale conhecer 🙂
 
white christmas
amiga
 
 
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Sinfonia De Natal No Viscount Da Vasp (1963)

E para esse dia de Natal, um compacto que veio a calhar. No embalo da postagem anterior, vamos aqui trazendo outro disquinho promocional, da mesma produção e mais ou menos com o mesmo estilo. Desta vez de outra famosa empresa aérea brasileira, nos anos 60, a VASP. Neste disquinho fundiram temas natalinos com o canto de pássaros regitrados por Johan Dalgas Frisch, somados a tudo isso com os sons de decolagem e aterrissagem. Os arranjos musicais também aqui são de Moacyr Portes.
Fechando, desjamos a todos um feliz Natal!
 
decolagem – sino de belém
noite feliz – aterrissagem
 

 

Sinfonia Di Uccelli Brasiliani (1963)

Nosso disquinho de hoje é um compacto promocional da Varig. Certamente, um brinde de fim de ano voltado para um público de sua conexão Brasil-Itália. O que temos aqui é “Sinfonia Di Uccelli Brasiliani”, em outras palavras “Sinfonia de Pássaros Brasileiros”, um trabalho fonográfico que ficou muito famoso. Nascido da pesquisa de Johan Dalgas Frisch, engenheiro e ornitólogo brasileiro, considerando o pioneiro da conservação da fauna brasileira. Através de suas viagens pelo Pantanal e Amazônia. Fez inúmeras gravações de cantos de aves, das quais muito se transformou em disco, em 1962, sendo lançado simultaneamente no Brasil, Estados Unicos e Europa. Fez, sim, muito sucesso.
´É seguindo a mesma linha que este disquinho nos traz uma agradável fusão entre o canto daa aves e a música, aqui, como os arranjos musicais do maestro Moacyr Portes. Confiram…
 
santa lucia – onde del danubio
tico-tico no fubá
 
 
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Trancos e Barrancos (1980)

Entre os muitos compactos enviados pelo Fares, temos este, “Trancos & Barrancos”, uma produção independente, lançada em 1980. Eis aí um disquinho dos mais interessantes e notadamente raro, visto que não encontramos para ele nenhuma informação além do que está impresso no próprio disco. E o que se tem não é nada, principalmente depois de ouvir o disquinho. Trata-se de uma dupla, ao que parece paulista, mas leva jeito de produção paranaense até pela capa 🙂 O certo é que a dupla (Beto e Leão?) é muito boa, com duas músicas que nos soam bem agradáveis e atuais. Bem bacaninha, vale a pena conhecer…
 
e se vier?
meu amigo cão
 

Gereba (1983)

E temos desta vez um compacto lançado pela EMI apostando no baiano de Monte Santo, Winston Geraldo Guimarães Barreto, o Gereba. Cantor, compositor, violonista e produtor. Iniciou sua carreira nos anos70 e fez sucesso com seu grupo Bendegó. Aqui temos ele solo, neste 7 polegadas simples com duas músicas de sua autoria e em parceiria com os letristas Zeca Bahia e Pratinhas
 
nem freud pode
fruta-pão
 
 
 

Tatá Guarnieri (1979)

Seguindo nos compactos, temos agora este disquinho, o primeiro de Tatá Guarnieri, ator, cantor, instrumentista, dublador e locutor. Já tivemos o prazer de apresentar aqui seu primeiro (e ao que parece único) lp. E agora, mais uma vez, através do amigo Fares, de quem é essa série de compactos que temos apresentado, trazemos o primeiro compacto, disquinho este, segundo contam, produzido pelo Zimbo Trio, lançado em 1979 pelo selo Clam da Continental.
 
vento geral
o ano 2000
mar dos camuflados
maduraflor
 
 

José Ricardo (1963)

E desta vez, trazemos o cantor e compositor José Ricardo, artista que surgiu no início da Jovem Guarda como cantor romântico. Aqui temos dele seu primeiro disco, um compacto simples, lançado pela RCA Victor em 1965 e que seria uma prévia de seu lp, lançado naquele mesmo ano. José Ricardo se destacou mais ainda como uma espécie de ‘protetor dos artistas’, ajudando muitos colegas em situação precária. Existem vários relatos de artistas que foram ajudados por ele e muito por conta de sua atução assistêncial, acabou dando nome a uma instituição de auxílio à classe artística, a Funjor (Fundação Sócio-Cultural José Ricardo).
 
eu que amo só a ti
não brigamos mais
 
 
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E aqui, o Silvio Santos para o Carnaval de 1972. Claro que o Silvio nunca foi cantor, mas um grande comunicador que atraia multidões. De certa forma, também um artista e diante de sua fama, seu nome vende até água. E oportunidade como essa, uma gravadora não poderia perder, principalmente se tratando da época de carnaval, onde o que vende é a música, marchinha ou samba, não importa quem esteja por trás (ou frente). Silvio já protagonizava outros lançamentos fonográficos semelhantes. Nós aqui no TM, inclusive, já postamos outro disquinho com ele. Confiram agora essa folia…
 
teteo
marcha do cachorro (a vez do osso)
 
 
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Moacyr Franco – A Sensação (1961)

“A Sensação” é o título deste compacto de 1961 do cantor e ator brasileiro Moacyr Franco, lançado pela gravadora Copacabana. É um registro importante da fase inicial da carreira do artista, consolidando-o como intéreprete e músico. As quatro canções que fazem parte deste compacto duplo são um marco na carreira de Moacyr e no cenário da música popular brasileira e da bossa nova.
 
que será de ti
pobre eliza
tudo de mim
alma de deus
 
 
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Lúcio Mauro (1967)

E aqui temos o ator e humorista Lúcio Mauro, um dos pioneiros da televisão, conhecido por sua versatilidade em personagens icônicos em programas como “Balança mais não caí”, “Zorra Total” e “Escolinha do Professor Raimundo”. Ele também atuou no teatro e no cinema. E como muitos outros artistas de sua época, também transitou pelo mundo fonográfico. Aqui temos ele em dois emocionantes monólogos…
 
 
as mãos
retrato de mãe
 
 
 
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João Do Vale (1967)

Temos desta vez, o grande João do Vale, um artista que aqui já dispensa maiores apresentações. Cantor e compositor maranhense, autor de vários clássicos, conhecido como o ‘poeta do povo’, ícone da música nordestina, famoso por obras como “Carcará”, “Pisa na fulô” e “Peba na pimenta”. Aqui temos dele este compacto duplo, seu primeiro disquinho de 7 polegadas, lançado pelo selo Philips, em 1967. Uma maravilha…
 
chego lá
sanharó
eu vim praí
viva meu baião
 
 
 
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