Mais um disquinho de 7 polegadas aqui para fecharmos o mês de março. Desta vez temos um compacto duplo da Continental, trazendo quatro artistas/grupos de seu cast: Demetrius, Lindomar Castilho, o quarteto Os Brasas e a dupla vocal Gemini II.
E dessa vez temos, Bibi Vogel, atriz, modelo e cantora. Uma artista que se destacou a partir dos anos 60, no cinema e na televisão, onde fez diversas novelas. A partir dos anos 80 ela abandou a carreira de atriz, casou e literalmente mudou, foi morar na Argentina. Se tornou uma militante de causas humanintárias. Durante o período de atriz ela também investiu como cantora e gravou compactos como este, em 1970. Um registro discreto, mas que sintetiza um momento especial da mpb naquele início dos anos 70.
Mais uma cantora, desta vez temos a ‘fada loura’ Morgana, artista que também já apresentamos outras vezes aqui no nosso Toque Musical. Famosa por sucessos como “Serenata do Adeus”. Era uma cantora versátil tanto com gêneros quanto com músicas em outro idioma.
Desta vez, por se tratar de compacto, vamos postando dois dos seus disquinhos lançados em 1965 e 66, com sucessos que marcaram sua carreira…
A cantora Brigite, cujo verdadeiro nome era Irene Andrade, teve sua carreira marcada principalmente pela participação no movimento da Jovem Guarda, nos anos 60. Já a apresentamos aqui no Toque Musical. Ela ficou mais conhecida através de seus compactos e participação em coletâneas. Foi uma das primeiras cantoras a gravar “Viola enluarada”, de Marcos e Paulo Cesar Valle. Aqui temos ela neste compacto de 1967 trazendo duas canções…
Eis aqui um lp o qual podemos chamar de ‘bonito e gostoso’. Bonito já pela capa com uma ilustração que não há photoshop ou IA que faça igual. Coisa fina que só se fazia em outros tempos. Gostoso por conta do repertório alegre e dançante. No caso, como se pode ver trata-se de uma seleção de clássicos revestidas num clima de maxixe, um gênero dançante surgido no Rio de Janeiro um pouco antes do samba. Também conhecido como ‘tango brasileiro’ por conta da variação sincopada de outro gênero, o cubano, chamado de ‘tango habanera’. Aqui, a única coisa que destoa é a última faixa, ‘The dreamer’s bounce”, que não sei porque cargas dágua está incluída. Maxixe foi um gênero dançante bem popular. Mas aqui ele retoma numa nova roupagem através do orgão de André Penazzi, músico o qual já tivemos o prazer de apresentar no Toque Musical outras vezes. Mesmo assim, para os que não conhecem, a contracapa deste lp já dá a ficha do homem. Confiram tudo, pois no TM procuramos sempre ser completos.
Deixando de lado o pop/rock dos anos 80, vamos lá para os 60 trazendo um raríssimo compacto duplo da Orquestra de Severino Araújo. Este disquinho a gente tinha por certo que já o havia postado, mas depois de quase vinte anos nessa cachaça, perdemos o controle das nossas publicações, pois nem no index já podemos confiar, devido os descompassos de formatação do Toque Musical. Assim, independente de ter sido ou não apresentado, vamos trazendo ele aqui, pois é coisa muito boa. Entendemos que este disquinho é o surgimento do ‘sorongo’, idealizado pelo lendário ritimista Pedro Santos. O texto de contracapa, como pode ser lido, traz a informação. A nós, cabe eternizar em nossas fileiras e apresentar aos que ainda não conhecem. Confiram no GTM…
Aqui, uma curiosidade. Um compacto com a música “Ella sou eu”. Uma espécie de jingles para um comercial de cigarros para mulheres, o Ella. Quem se lembra? A música aparece no compacto em duas versões, cantada e instrumental, lançada pela Continental (que não é outra marca de cigarros) em 1979. Maria foi um pseudônimo criado para a cantora, que na verdade é Alciony Menegaz, artista pouco conhecida fora do eixo paulista, onde trabalhou em boates e gravou outros compactos. O disquinho traz arranjos e regência de Eduardo Souto.
E então, o Toque Musical chega a sua maioridade, completa 18 anos. E nesta data querida o que achamos de mais apropriado foi este disquinho, um compacto duplo lançado pelo selo Continental, no início dos anos 60. Trata-se de um disco de 7 polegadas de utilidade, aqueles que se tinha em casa para serem tocados na radiola em ocasiões especiais. No caso aqui, um disquinho para aniversário. E por certo, quantos aniversários este disquinho já embalou… São quatro temas na interpretação de Nilo Sérgio e Ciro Pereira e sua orquestra.
E assim, cantamos o parabéns para o Toque Musical e sua resistência. Poucos são os sites como este que ainda sobrevivem no ritmo das transformações, onde nada dura muito tempo…
Parabéns, Toque Musical!
canção de aniversário – nilo sérgio
parabéns a você – nilo sérgio
parabéns a você – ciro pereira e sua orquestra
valsa do aniversário – ciro pereira e sua orquestra
E vamos de samba… Desta vez trazendo o sambista Jorginho do Império, filho de Mano Décio da Viola, em disco lançado pelo selo Continental, em 1983. Trabalho dos mais bancanas, com produção artística do grande João de Aquino, o que garante a este disco uma qualidade musical e uma identidade de destaque para Jorginho do Império Serrano..Vale ouvir e conhecer 🙂
Seguindo em nossas postagens de compactos, agora vamos com este disquinho de estreia da cantora, compositora e violonista paraense Lucinha Bastos. Ela gravou este compacto duplo (com quatro faixas) quando ainda tinha 14 anos. Impressiona, ela nessa idade, com uma postura vocal de uma cantora adulta. Aos 17 anos gravou um lp só de música brega, mas seus planos eram mais refinados, fficou no Rio de Janeiro onde trabalhou por quae uma década, voltando depois para Belém, se dedicando à musica regional e a também chamada música popular paraense. Taí, mais uma artista que numa próxima oportunidade traremos para vocês.
Mais uma vez, numa mostra de compactos, aqui temos o pernambucano Carlos Pinto. Há tempos atrás postamos um disco dele, um compacto de 1974 e agora vamos para este lançamento de 1973, pela Continental, que foi seu primeiro trabalho. Ele gravou apenas esses dois compactos e pelo que vemos e ouvimos, trata-se de um artista engajado, autor ao lado de Torquato Neto da belíssima “Três da madrugada” gravada pelos Novos Baianos e que também está presente neste disqiunho. E a propósito, participa do compacto a trupe de baianos.
Carlos Pinto seguiu se apresentando em show e com outros parceiros, mas acabou voltando para o seu nordeste nos anos 90, onde se tornaria um produtor cultural, desenvolvendo vários projetos e programas na áreas das artes e cultura de sua região. Também se tornaria compositor de hinos e marchas de carnaval. Sempre muito atuante também como membro de ONGs. Segundo informações colhidas em outros sites, Carlo Pinto faleceu em 2019, vitimado por um AVC.
Mais uma curiosidade fonomusical… Aqui temos Jonathan Gaivota, uma versão adaptada de “Jonathan Livingston Seagull”, a famosa história escrita por Richard Bach. Esta produção foi uma edição especial feita de brinde para os clientes das linhas aéreas Transbrasil. No tempo em que ainda se amarrava cachorro com linguiça, ou seja, um tempo onde se davam ao luxo de criar uma produção cara, a começar pelo lado artístico e técnico das gravações, envolvendo artistas e orquestras. Como produto final temos um álbum de capa dupla, laminado, que traz ainda um livreto com a história traduzida. A narração é de Ramos Calhelha. Participam dessa produção na parte musical Hebe Camargo e o cantor Wilson Miranda em três canções. A regência e arranjos é do maestro Moacyr Portes. Em nosso pacote, no GTM e como sempre, completo. Confiram…
Um novo ano, um novo dia, um novo amanhecer… E o dia começa com o café da manhã. E no nosso caso, vamos de pão com manteirga no café e na vitrola. Abrimos nosso 2025 com essa interessante e curiosa banda, Pão Com Manteiga, grupo paulista que surgiu nos anos 70. Gravaram apenas este disco pela Continental, através do selo Fórmula. Um trabalho que realmente chama a atenção, pela sonoridade e letras curiosas, coisa muito fecunda naqueles tempos de grupos como Secos & Molhados, Matuskela, Som Imaginário, Achados & Perdidos. Alguns, como o Pão Com Manteiga ficaram apenas no primeiro disco, mas talvez por conta disso mesmo acabaram sendo redescobertos pelas novas gerações, merecendo inclusive um reedição.
E chegamos ao Natal de 2024! Novamente repetindo nossos votos e desejando a todos muito paz, amor e união. O momento é de reencontro, de amor e de perdão (exceto para os golpistas de 8 de janeiro!). Aqui deixamos para comemorar a data este lp lançado para o Natal de 1969, pelo selo Continental, trazendo uma seleção de músicas natalinas interpretadas por diversos artistas, então do cast da gravadora. Feliz Natal a todos!
Embora não tenhamos encontrado nada a respeito deste disco na internet, além de anúncios de vendas, montamos aqui nosso quebra-cabeça. Se não estamos enganados, Melão é um músico mineiro que no fim dos anos 70, ao lado de outro, Lery Faria Jr gravaram “Jequitinhonha – Notas de Viagem”, disco maravilhoso que já tivemos o prazer de apresentar aqui no Toque Musical. Ao que parece, Melão seguiu para o Rio de Janeiro, trabalhou ao lado de grandes artistas e lançou nos anos 80 este lp, “Box Blindex”, em 1988, pelo selo Continental. Um trabalho bem condizente com aquele momento, os anos 80, ou seja, um disco pop, mas com um diferencial importante, a qualidade musical. Melão vem acompanhado por um excelente grupo de instrumentistas com direção artística do saudoso Arthurzinho Maia. Trabalho inteiramente autoral bem a cima da média pop daqueles tempos. Confiram…
Verificando aqui em nossa lista de postagem, percebo que até então não chegamos a postar nada sobre A Barca do Sol, além do excelente lp “Corra o risco”, da cantora Olivia, que na verdade não deixa de ser também um disco da banda, visto que são eles quem acompanham a cantora e o repertório também é praticamente deles. A Barca do Sol foi uma banda carioca surgida nos anos 70, com fortes influências do rock progressivo, mesclado ao folk e também com o bom tempero de elementos da música popular brasileira. “Durante o verão” foi o segundo disco deles, lançado em 1976 pelo selo Continental. A Barca do Sol ao longo de suas existência, quase dez anos, lançou três discos e teve um bom time de músicos. Nando Carneiro, Muri Costa, Beto Resende e Marcelo Costa estiveram presentes do início ao fim do grupo. Passaram também pela Barca, Jaques Morelenbaum, Marcelo Bernardes, Ritchie, David Ganc, Marcos Stul e Alain Pierre.
E na sequencia, vamos de Trio Elétrico Dodô & Osmar. Uma produção de Armandinho e Moraes Moreira e também uma homenagem a Osmar que naquele ano de 1978 havia falecido. O trio é formado pelo mesmo time familiar de Osmar Macedo, no caso os filhos, Betinho Aroldo e, claro, Armandinho. Moraes Moreira também está presente neste trio elétrico. “Ligação” é um lp que transcende o carnaval, vale ser ouvido em qualquer tempo…
Há pouco mais de um mês postamos aqui o primeiro disco do cantor e produtor gaúcho, Franco. Atendendo a pedidos (isso porque o disco já estava a mão), trazemos o segundo, lançado pela Continental em 1978. Este é um lp que desperta muito interesse em djs por conta de alguma sequencias de samba-rock e o suingue das composições de Luiz Vagner, Bedeu, Helio Matheus e outros. Interessante…
Na postagem de hoje trazemos, mais uma vez, um disco de Dick Farney, artista que dispensa maiores apresentações. Nesta, temos nosso artista em quinteto apresentando oito temas, entre choro e fox, em ritmo dançante para a alegria dos casais. Um descrição detalhada segue na contracapa do lp de 10 polegadas, lançado em 1954 pelo selo Continental. Confirmam…
Seguimos com mais um disco, desta vez para os amantes da valsa, um gênero tão popular e que muito agrada. Ainda mais sendo uma interpretação de Radamés Gnatalli e sua orquestra, com participação especial do violonista Dilermando Reis. O repertório é clássico…
Um dos artistas mais presentes no Toque Musical é, sem dúvida, o Leal Brito, ou Britinho. Ou ainda um dos muitos sobrenomes que ele usou para poder atuar por diferentes gravadoras. Aqui, por exemplo, temos ele e seu conjunto num gostoso lp feito, por certo, para dançar. Sua sonoridade ainda hoje é empolgante e convida qualquer um para uns passinhos. Repertório da melhor qualidade 😉
Mais uma vez temos aqui no Toque Musical a presença de Helena de Lima, uma das grandes cantoras da noite carioca e paulista. Iniciou sua carreira nos anos 40 atuando no rádio e ao longo dos anos gravou vários discos e também cantou nas famosas boates de Rio e São Paulo.
“Dentro da noite” é um lp de 10 polegadas lançado em 1956 pelo selo Continental, trazendo as tradicionais oito faixas, no caso aqui, oito sambas, então inéditos, de compositores como Vadico, Mário Rossi, Antonio Carlos Jobim, Cesar Siqueira, Paulo Soledade, Marino Pinto e outros. Este foi o primeiro lp da cantora que até então só havia gravado em 78 rpm…
Uma das grandes cantoras do rádio, a mineira, Zezé Gonzada, dona de uma da mais bonitas vozes, não poderia falta aqui no Toque Musical e no mês de nosso aniversário. Para tanto, escolhemos dela este lp pela Continental, de 1964 e que reúne todos os seus discos de 78 rpm lançados anteriormente nessa gravadora. Sem dúvida, um álbum que não pode faltar em nossas fileiras. Confiram…
E aqui vamos nós nessa verdadeira colcha de retalhos musicais. Cada dia uma surpresa, como um dropes misto de vários sabores. Falou em curiosidades e raridades fonomusicais, é aqui mesmo 🙂
Desta vez temos um lp dos mais interessantes, raro e curioso. O ‘raro e curioso’ se dá por conta dessa primeira edição, lançada pelo selo Continental, onde temos esta capa que hoje em dia seria algo apelativo ou politicamente incorreto. Não é atoa que em outras reedições dos mesmos fonogramas, lançados em décadas seguintes, essa capa com duas crianças se beijando na boca, foi substituída por rosas e pôr de sol. Quanto ao conteúdo musical, não há de se negar, é realmente muito bom, uma seleção de guarânias e rasqueados sul-matogrossense. Boa parte composições de Nhô Pai (João Alves dos Santos), sendo “Beijinho doce” seu sucesso mais conhecido e que ganhou fama nas vozes de Maria de Jesus Castro e Lourdes Amaral Castro, as Irmãs Castro, dupla de cantoras e compositoras de música regional e sertaneja que iniciaram carreira ainda na década de 40. Este lp reúne seus maiores sucessos, sendo o primeiro lp de 12 polegadas da dupla.
Esta é a primeira vez que postamos um lp dos Anjos do Inferno. Aliás, não exatamente… Já publicamos, em um outro momento, o “Brasil Pandeiro”, disco originalmente lançado em 1963 e reeditado em 71. Foi uma produção de Leo Vilar, um dos fundadores do grupo vocal, que contou com a participação de membros de outro conjunto, Os Titulares do Ritmo. Assim sendo, o presente lp é verdadeiramente os Anjos do Inferno, em uma de suas melhores formações. Aqui temos um disco produzido por J.L. Ferrete, para a Continental e lançado em 1975, reunindo as primeiras gravações dos Anjos do Inferno, entre os anos de 1939 a 41. Nesta seleção temos 12 músicas, entre sambas e machinhas que se tornaram clássicos. Este disco faz parte de uma série dedicada também a outros grandes nomes da música popular brasileira do passado. Como no lp, aqui também está incluído um encarte com a história deste conjunto vocal.
Hoje vamos apresentando aqui, Franco, artista que iniciou sua carreira nos anos 60 quando fez parte do grupo Os Brasas, ao lado do ‘guitarreiro’ Luis Wagner. Seguiu depois uma carreira solo como cantor, gravando dois na década de 70. Depois virou empresário de Zezé de Camargo & Luciano e também produziu um grupo com seus filhos, o trio KLB, que fez sucesso no início dos anos 2000. Franco, infelizmente, faleceu em 2018. Este foi seu primeiro disco, de 1974, um trabalho maduro com um repertório voltado essencialmente para o samba canção.
Eis aqui um lp que merece a nossa atenção. Um disco subestimado, ou desconhecido? Talvez os dois. Trabalho autoral, realizado no final dos anos 70 e lançado pelo selo Continental. André Barbosa Filho e seu primeiro e talvez único lp solo, “Tradição”. Um disco totalmente autoral, um retorno do artista às suas raízes. Sua música e seu estilo nos faz lembrar o cantor mineiro Luiz Cláudio, algo bem regional e totalmente inesperado vindo deste músico que fez sua carreira pop usando o pseudônimo de Brian Anderson, cantava em inglês e fazia parte do inesquecível Light Reflections, antes também conhecido como Tobruk. André Barbosa Filho era guitarrista e vocalista do Tobruk, banda de rock que depois passou a se chamar Light Reflections, na fase em que muitos grupos cantavam em inglês, tal como Lee Jackson, Pholhas e outros. O tempo passou, Brian Anderson hoje é o um senhor com ar bonachão, phd em tecnologia, parece não atuar mais profissionalmente na música. Mas bem que podia ter mantido o André Barbosa Filho. “Tradição” é um disco que precisa ser revisitado, redescoberto. Por certo, depois de passar por aqui, os discos que restam no Mercado Livre irão sumir, ou subir… Recomendamos…
E mais uma vez, marcando presença em nosso Toque Musical, temos Risadinha, cantor e compositor que se destacou no samba, principalmente em temas e gêneros carnavalescos. Aqui temos um bom exemplo, Festival de Sambas, uma coletânea de sambas memoráveis, regravados por ele para este lp de 1958. Joia que merece atenção.
Aqui um lp lançado em 1976, pela Continetal, trazendo os irmãos Tony e Celly Campello, dois grandes representantes da música jovem no início dos anos 60. Neste trabalho, eles estão de volta, cada qual em um lado do do disco interpretando sucessos pops internacionais em versões para o português.
Olá! Seguindo em nossas postagens, hoje vamos atendendo a uma solicitação que há muito nos foi feita. Embora seja um disco relativamente fácil de encontrar, principalmente no Youtube, aqui ele segue na sua integralidade. Tem gente que quer não só o conteúdo, mas também o invólucro e aqui procuramos trazer o pacote completo 🙂
Então, temos o cantor Francisco Petrônio acompanhado pelo Conjunto Época de Ouro. E como o título mesmo nos apresenta, trata-se de um disco de serestas. Uma série de clássicos que todo seresteiro conhece. Este é o volume 1, lançado em 1976 pelo selo Continental. Francisco Petrônio foi um interprete das serestas, um estilo que ele assumiu com toda a pompa e estilo. Antes, no início de carreira ele cantava era os boleros. Já postamos aqui outros discos com ele, acompanhado do grande violonista Dilermando Reis. Mas esse momento com o Época de Ouro é memorável. Para os que não conhece, fica a dica…