Waldir Calmon – Boleros (1955)

Olá amigos cultos e ocultos! Aqui vamos nós com mais um toque musical. Da gaveta eu estou tirando mais um Waldir Calmon. Juro que foi uma escolha alheatória, puxei o primeiro que peguei e sem ver! Vamos nesta noite chuvosa, com boleros. Uma coletânea lançada pela gravadora Copacabana em 1955 com oito expressivos sucessos da época. Ao que tudo indica, são gravações extraídas de bolachas de 78 rpm. Vamos conferir?

por quanto tempo?

por que ya no me quieres

embraceable you

golden earring

troppo tardi

como eras linda

j’ai deux amours

cerejeira rosa e macieira branca

Waldir Calmon E Sua Orquestra – Ritmos Do Caribe (1958)

Boa noite! Hoje meu dia foi lotadíssimo. Cheguei cansado, mas neste instante, ao abrir ‘a casa’, fiquei muito surpreso e feliz com tantos e-mails, mensagens e comentários. Ainda não tive tempo de ler todos, mas prometo respondê-los, senão, já o faço agora num simples, mas verdadeiro, muito obrigado. Ainda pelos próximos dias estarei repetido os meus agradecimentos e no dia 30 a gente sopra as quatro velas e come o bolo, de chocolate que é o mais gostoso :p~
Na semana de aniversário eu começo trazendo mais um disco do Waldir Calmon. Como todos já devem ter percebido eu gosto muito desse grande músico, que eu aprendi a gostar da época em que nos cinemas, antes do filme principal a gente assistia maravilhado as notícias esportivas no Canal 100. Tinha aquela música, “Na cadência do samba”, interpretada por Waldir Calmon e Sua Orquestra, que virou um clássico, sendo também conhecida como “Que bonito é”. Por sinal, o disco com esta música também já foi postado aqui no Toque Musical. 
Para a nossa segunda feira ficar quente, aqui vai um Waldir Calmon e sua orquestra, desfilando doze temas latinos, afrocubanos, ritmos do Caribe. Delícia este lp, tanto no seu conteúdo musical, como também na belíssima capa. Uma festa de ritmos que se apresenta a cada faixa. Tem calypso, bolero, mambo e cha-cha-cha e outras… Músicas para dançar, sozinho ou a dois. Para ouvir, agora ou depois (vixii…, até rimei!). Realmente, são temas clássicos que nos conhecemos, mesmo quando nem sabemos os seus nomes. Músicas que estão constantemente chegando aos nossos ouvidos, através do rádio, do cinema, da televisão e do nosso blog Toque Musical. E não é de hoje! Vamos conferir?
macarena
myna
calypso
el baile del pinguino
the banana boat song
concerto d’autunno
no me platiques
calculadora
el reloj
fantasia em mambo
harlem noturno
matilda, matilda

Waldir Calmon – Música De Herivelto Martins (1955)

Boa noite para vocês, amigos cultos e ocultos! Devido a uma insistente e dolorosa sinusite estou hoje bem confuso, sem paciência e precisando de uma cama. Só mesmo por honra da firma é que estou aqui. Comecei uma postagem hoje, logo cedo, mas nesse mal estado acabei por não terminar. Fiz uma bagunça com os arquivos que aí eu preferi mudar o disco do dia. Troquei o Briamonte, num disco de samba, por este álbum do Waldir Calmon interpretando a música de Herivelto. Era o que eu já tinha pronto, além dos meus outros ‘discos de gaveta’ que só entram quando eu estou no aperto.
Vamos assim com o Waldir Calmon, que já é figurinha carimbada por aqui, mas que traz (e vale a pena conferir) a música de um dos nossos maiores compositores, Herivelto Martins.
Gente, vai conferindo aí, porque as minhas dores voltaram. Vou tomar uma Coristina e cair na cama. Até amanhã… 🙁

ave maria do morro
caminhemos
amigo
recusa
laurindo
edredon vermelho
culpe-me
sem ela

Waldir Calmon – E O Espetáculo Continua… (1963)

E nessa de bater na mesma tecla, só de pirraça, eu vou insistir… Vou postando aqui mais um disco do Waldir Calmon. Depois que eu passei a conhecer melhor o trabalho deste artista tive naturalmente que rever os meus conceitos. Já falei isso outras vez e repito. O Waldir era mesmo ótimo, quanto mais eu escuto, mais eu aprecio.
Aqui temos um álbum gravado em 1963 e relançado em 1982. Um disco que celebra a era da música mecânica, ou seja, aquela que é tocada através de um ‘disc jockey”. No início dos anos 60 começaram a pipocar as casas noturnas, onde a música não era ao vivo. Os músicos foram substituídos pelas aparelhagens de som e uma pilha de discos, com um profissional exclusivo para atender aos pedidos musicais. Estávamos entrando numa nova fase dos discos de longa duração. Surgiam os primeiros equipamentos de alta fidelidade, alguns até estéro e com uma qualidade de som bem superior ao que existiam antes. Estávamos entrando na modernidade, procurando nos espelhar (caricaturalmente) no “american way”. Tivemos até as belas ‘jukebox”, onde a música e artista podiam ser escolhidos no cardápio da máquina, pessoalmente, bastava uma ficha. Para a casa noturna isso era ótimo, baixo custo, sem precisar pagar aos músicos. Ao contrário, tinham lucro vendendo as fichas. A situação começa a mudar quando entra em cena os orgãos normativos e fiscalizadores. Uma considerável porcentagem era reservada aos ‘ecads da vida’, que por sua vez distribuia o lucro entre seus associados. Eu sei de muito artista bom que nunca viu nem o cheiro desses rendimentos. Para muitos, o disco nunca foi uma fonte de renda, servia apenas para dar um certo destaque ou oficializar suas obras. Mas essa é uma outra história. Melhor mesmo é voltarmos ao som dançante do Waldir Calmon, afinal o espetáculo continua… Neste trabalho ele vem acompanhado de conjunto, orquestra, côro e os vocais de Yanes e Dina. Disco bacana, podem conferir 😉

é só querer
eu nasci no morro
bom pra mim
o trvador
samba em prelúdio
stella by starlight
saudade e melancolia
completamente a sós
babalú
eu voltei
amar e ciúme

Waldir Calmon – Feito Para Dançar (1954)

Olá! Hoje e mais uma vez eu estou trazendo para um toque musical o aqui sempre festejado Waldir Calmon. Temos nesta postagem o álbum que deu origem à série “Feito para dançar”. Foi o primeiro ‘long play’ feito para se dançar, cujo o conceito não se limitava apenas ao estilo de música dançante, mas também à sua duração. Era a primeira vez que um álbum trazia em uma de suas faces uma única faixa longa, sem pausa, pensada exatamente para que se pudesse dançar mais. São quinze minutos num ‘pot pourri’ dançante que fazia a alegria do casal. A ideia pegou e logo todos os discos do gênero eram lançados dessa forma.
Este é mais um daqueles discos do Calmon que eu aprendi a gostar. Tem aqui duas músicas, as quais eu gostaria de destacar. A primeira, que faz parte da seleção de ‘pot pourri’ e abre o disco é a impagável “Sistema Nervoso”, de Wilson Batista, Roberto Roberti e Arlindo Marques Jr.. Este samba foi gravado originalmente por Orlando Correia, em 1953, tendo se tornado um sucesso radiofônico da época e é uma das músicas mais curiosas que conheço. A letra fala de um homem que teve o seu sistema nervoso abalado pelo fantasma de uma mulher. Me lembro de, ainda bem pequeno, ouvir ouvir essa música e a associá-la à Familia Adams, me parecia a coisa mais assombrosa do mundo. Na versão instrumental de Waldir Calmon ela deixa de ter um aspecto estranho e agrada bem aos ouvidos e pés. “Sistema Nervoso” foi também gravada por Wilson Simonal, numa versão de tirar o chapéu. Outros que gravaram a música foram a cantora Simone e Paulinho Boca de Cantor, dos Novos Baianos. Esta música foi também alvo de inspiração para o curta metragem (e ainda inédito) de mesmo nome, do um cineasta mineiro C. Falieri. A outra música que eu gostaria de destacar é o mambo “Luar”. Observem a introdução desta música, não parece coisa feita em 1954. Calmon conseguiu o que outros viram a fazer só dez anos depois. Acho isso surpreendente…

sistema nervoso
a saudade mata a gente
cada noche un amor
cancion del mar
limelight
dancing in the dark
in the still of the night
fui longe
luar
barriquinha
esquecendo o tempo
sincopado

Waldir Calmon – Ritmos Melódicos (1952)

Olá amigos cultos e ocultos! Hoje eu vou postar mais um disco do Waldir Calmon. Devo confessar que este artista caiu na minha simpatia. Há coisa de uns dez anos atrás, falar e principalmente ouvir Waldir Calmon era coisa totalmente fora dos meus conceitos musicais. Eu chegava a ter uma certa implicância daquilo que me parecia rançoso. Acho que associava ele aos meus velhos tios, aquela coisa ultrapassada, se lá… Nada como criar um blog de música que nos permita a aprender a gostar e também conhecer melhor os nossos artistas. Esta, sem dúvida, é a grande contrapartida que existe ao se fazer algo assim.
Bom, temos aqui não apenas mais um disco do Waldir Calmon, mas o primeiro disco em formato de lp de 10 polegadas do músico e também o primeiro lançado na América Latina. Até então, os discos comerciais eram aqueles de 78 rpm, com apenas duas músicas, uma de cada lado. Em 1952 surgia o selo Radio e também o disco de 10 polegadas. Este é mais um daqueles álbuns importantes da história fonográfica brasileira. Uma autêntica raridade!
Waldir Calmon vem acompanhado pelo seu conjunto, tocando oito temas variados, entre sambas, boleros, baião, biguine e como destaque um autêntico blues – “Telefone Blues” – que é título de pelo menos mais uns dois ou três blues famosos que conheço. Este, no caso, é de George Green, que na gravação faz o vocal. Sinceramente, eu não me lembro de nenhum ‘bluesman’ com este nome. Alguém aí pode esclarecer?

nunca mais você brigou
um caso de amor
não posso amar ninguém
um dia a menos
telefone blues
exatamente agora
cantigas de roda
variações

Waldir Calmon E Seu Novo Feito Para Dançar ‘C’ (1961)

Putz! Que diazinho duro esse. Fico pensando se hoje ainda terei tempo para mim mesmo. Tem gente que acha que só a terapia do blog já está de bom tamanho, mas nem isso eu conseguir fazer até agora. E sinceramente, já nem estou com muito tesão de fazer a postagem. Mas por honra da firma, em nome da palavra compromisso e para não quebrar o diário, aqui estou eu.

Eu nada, quem está aqui e mais uma vez o Waldir Calmon. A cada dia gosto mais desse cara e seus discos. Estou começando a descobrir um lado dele que eu até então não conhecia. Na verdade eu não conhecia era lado nenhum. O álbum que eu agora apresento ainda era inédito aos meus ouvidos. Fiquei encantado, muito legal… É por isso que eu digo, a gente tem que aprender a ouvir música com outros olhos. Taí um disco, que fala quase tudo pelo título, feito para dançar. Mas também, e principalmente nos dias de hoje, ele é feito para se ouvir. Já na primeira faixa temos a curiosa “Brigitte”, um cha cha cha incrementado com aquela famosa estória, uma crônica de Paulo Mendes Campos, “Chatear e Encher”. Ou seria o escritor quem transformou em crônica a piadinha em “Brigitte”? Taí uma coisa que eu gostaria de saber. Outra faixa interessante vem a seguir, “Las secretarias”, essa música se tornou um clássico do gênero e até hoje se escuta o seu eco. O ‘cha-cha-cha’ corre solto na sequência em mais duas faixas, “Makin’ love” e “Cha-Cha-Cha Latino. As outras duas faixas finais dão uma esfriada no balanço, mas a peteca não caí não. No lado B, o ritmo do samba restabelece a ginga. Sem separação de faixas, a agulha corre direto da margem ao centro do disco. Mas eu resolvi não obedecer essa estrutura e separei o ‘pot-pourri’ (ou pout-pourri?) em faixas, para o acesso direto a um determinada música. Taí um disco bacana, até mesmo na capa. Muito boa, não?
brigitte
las secretarias
makin’ love
cha cha cha latino
il nostro concerto
exodus
contos dos bosques de viena
stranger im paradise
abre a janela
mattinatta
batuque no morro
samba na gafieira

Waldir Calmon – Uma Noite No Arpège Nº 3 (1959)

Vou confessar uma coisa. Até pouco antes de postar um primeiro disco do Waldir Calmon eu tinha uma certa antipatia (gratuita) dele. Não sei bem explicar isso, mas achava o seu ‘som’ algo meio cafona (cafona, que expressão antiga!). Acho que associei sua imagem com uma coisa fora do tempo. E realmente é, mas definitivamente não é cafona. Acho que no fundo eu não o conhecia bem. Não conhecia direito sua música e suas qualidades como instrumentista. Foi preciso ouvir com outros olhos e também com um melhor ouvido. Hoje posso dizer que sou fã (ou fan se quiserem) da música produzida pelo cara. Não é atoa que o presente álbum já é o quarto dele aqui no Toque Musical. E pelo jeito não sou o único o apreciador, todos que eu postei sempre deram o maior ‘ibope’. Assim, mais uma vez, vamos com ele em “Uma noite no Arpège Nº 3”. Este terceiro volume da série foi o primeiro lançado pelo selo Arpège, criado pelo próprio artista em sua “Produções Artísticas Waldir Calmon S. A.” Arpège, como todos sabem, também era o nome de sua casa noturna. Como podemos ver, o Waldir não era apenas bom como artista, também tinha um ‘olho empresarial’. O número 3, assim como os demais é um disco para dançar. Começa calmo, com músicas para se dançar a dois, juntinhos. O ritmo dançante, a cada faixa vai ficando mais animado, até chegar no lado B onde temos uma verdadeira festa de estilos ao compasso do samba e sem intervalo. Uma das coisas que me chama a atenção neste disco são os arranjos e o acompanhamento de uma guitarra (ou violão elétrico, sei lá) maravilhosa. Gostaria de descobrir quem era o músico que o acompanha. Muito bom! Se alguém aí sabe, conta pra mim, tá? 🙂

castigo
eu sei que vou te amar
a certain smile
piove
eso es el amor
el bodeguero
ginga das palmas
recado
ainda é tempo
viva meu samba
dança das horas
dança dos sabres

Waldir Calmon – Samba! Alegria Do Brasil (1956)

Bom dia prezados natalícios cultos e ocultos. Como é, estão gostando dos presentes em dose dupla de natal? Tenho certeza que sim 🙂 Vamos com Papai Noel trazendo mais uma raridade. Esta postagem vai em especial para o meu amigo Ed Pampani, grande incentivador e colaborador no Toque Musical. Atendendo ao seu pedido e que por certo irá agradar também aos demais visitantes.

Temos aqui e mais uma vez a presença do grande Waldir Calmon, pianista e compositor que por mais de quatro décadas embalou os ouvintes, passantes e dançantes com seu piano e orquestra. Tocou em diversas casas noturnas, no rádio e tv. Foi o primeiro instrumentista brasileiro a tocar um Solovox, aquele tecladinho eletrônico que parece uma escaleta. Seus discos da série “Feito Para Dançar” faziam muito sucesso, vendeu horrores. Nas décadas de 60 e 70 ele se dedicou também a outros teclados. Teve também sua própria casa noturna, a Arpèje, por onde desfilaram grandes nomes da música. Arpèje também foi o nome dado ao seu selo, na Produções Artísticas Waldir Calmon S.A., criado em 1959.
O raro álbum que apresento a vocês, lançado pelo selo Radio em 1956, ficou famoso por trazer em seu repertório ufanista, músicas de autores como Ary Barroso, Benedito Lacerda, Alcy Pires Vermelho, José Maria de Abreu, Luiz Bandeira e outros. São clássicos que exaltam o Samba, o Rio de Janeiro, a Bahia e o Brasil. Entre tantos destaques musicais temos a também famosa gravação de “Na cadência do samba” de Luiz Bandeira. Quem com mais de 40 anos não se lembra dela quando ia ao cinema? Esta música era o tema de abertura do saudoso Canal 100, onde a gente via ampliados na telona os nossos ídolos do futebol. Era bacana assistir ao futebol numa projeção cinematográfica tendo como fundo musical este samba com Waldir e orquestra.
Taí um lp nota 10. Mais tarde teremos outro trazido da discoteca do Papai Noel 😉
rio de janeiro
brasil moreno
exaltação à bahia
na baixa do sapateiro
aquarela do brasil
canta brasil
isso é brasil
brasil
na cadência do samba
dinorah

Waldir Calmon – E Seus Multisons (1982)

Olá amigos cultos e ocultos, bom dia! Aproveito logo cedo, enquanto passa o café, para fazer a postagem do dia. Até o fim do mês eu fico assim, correndo… cheio de trabalho e pouco dinheiro. Mas está bom, pois o que não me falta é disposição e garra. Vou enfrente…
Tenho para hoje o Waldir Calmon, num formato moderninho, bem diferente daquele que a gente conhece das horas dançantes. Aliás o Waldir, aqui nesta capa, parece até mais novo do que nos discos da década de 50, né não? Este álbum, originalmente foi lançado em 1970, período em que ele andou flertando com outros tipos de teclados e fazendo um som a la Walter Wanderley com seu orgão eletrônico. Quer dizer, não exatamente parecido, apenas lembra e tem um clima meio ‘lounge-brega’ que é o máximo! Pessoalmente, eu acho bem legal. E você, já ouviu?

airport love theme
quantos anos você tem
see
maria izabel
afro son
metro som
bi-bip
tema de márcia
la virgem de la macareña
zorra
ellen soul

Waldir Calmon – Para Ouvir Amando (1955)

Ainda empolgado com a beleza das capas dos discos da década de 50, estou trazendo agora este do Waldir Calmon. Olhem só essa arte, simplesmente outra maravilha! Tudo a ver com uma época de ouro. Me faz lembrar aquelas, também antigas, revistas de romance-policial e coisas do gênero. Eu não sou dessa época, mas trago uma forte simpatia por esses tempos. Herdei muitas visões através de livros, discos, revistas e outras estórias que mesmo hoje continuam presentes. Se não fosse por esta bela capa, com certeza, este álbum eu não teria postado. Visualmente o vinil me pareceu intocável, devido a uma infinidade de arranhões. Por sorte um amigo me fez o favor de tratá-lo, conseguindo bons resultados através do Sound Forge, um programa básico para edição sonora. Nessa brincadeira ele resolveu dar um toque musical particular muito curioso, incluindo de bônus um outro lado B (alternativo), temperado com gemidos ao fundo. Segundo ele, se é para ouvir amando, um incentivozinho pode até ajudar (hehehe…).
O Waldir Calmon foi um dos precursores no Brasil dos álbuns em faixas únicas, ininterruptas, eternizando nos acetatos o som que produzia nas boates de então e também adequados a animar festas, sem paradas constantes. Isso também faz sentido para os momentos de amor – para não se perder o pique… (ups!)
ruby
if i give my heart to you
contigo enla distancia
este amor selvaje
quase
coisas do amor
there goes my heart
three coins in the fountain
sinceridad
no other love
ocultei
brigas de amor