Boa noite, amigos cultos e ocultos! Vamos hoje de orquestra, uma das melhores, com certeza! Mais uma vez marcando presença em nosso Toque Musical, temos aqui o maestro Luiz Arruda Paes e sua Orquestra interpretando doze temas populares e regionais que representam diferentes partes do Brasil. Um trabalho belíssimo de orquestra, esta por sua vez afinadíssima, guiada pelo brilhante Maestro. Um repertório bem escolhido que me chega a soar quase como uma trilha de um filme, brasileiro, com certeza.. Este lp , assim como outros lançados pelo Maestro, na Odeon, viria a ser mais tarde relançado, em nova e diferente capa, com o selo Imperial.
Forró 78 – Seleção 78 RPM Do Toque Musical Vol. 138 (2015)
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Carmem Costa (1980)
Muito bom dia, amigos cultos e ocultos! Temos para hoje um disco que há tempos eu venho querendo postar. Vamos hoje com a grande cantora e compositora Carmem Costa em disco lançado em 1980, pela Continental. Um trabalho bonito em todos os sentidos, começando pela nossa intérprete, que é sempre um espetáculo. Um repertório com apenas 10 músicas, mas muito bem escolhidas, fazendo um passeio entre o novo e o antigo, com arranjos modernos e um time de músicos de fazer inveja. Carmem vem acompanhada por figuras como Marcos Resende, Paulinho Braga, Jamil Jones, Octávio Burnier, Joel Nascimento, José Meirelles, Ed Maciel, Maurício Einhorm, Zé Carlos, Jorge Gomes Resende e Peninha. Por aí já dá para se ter uma ideia do que este disco nos oferece. Confiram o toque 😉
Carlos Cachaça (1976)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Mesmo com tantos anos de postagens e mesmo tendo um ‘index’ de todas elas, acho que as vezes eu esqueço, ou erro a tag. Com isso, fico sem saber se já postei um determinado disco. Tenho certeza de que já postei aqui um outro disco do Carlos Cachaça e acho até que é este mesmo com uma outra capa. Seja como for, eu vou aqui mandando bala na primeira edição. Temos aqui o primeiro disco gravado pelo compositor Carlos Cachaça. Foi gravar este lp quando já tinha mais de 70 anos. Neste disco temos suas mais importantes composições. Todas as músicas são de sua autoria, algumas em parceria, principalmente com Cartola. Um trabalho fundamental para quem gosta de samba e claro, para a discografia da música popular brasileira. Não deixem de conferir!
João Pacífico – Série Documento Sertanejo (1980)
Olá amigos cultos e ocultos! Mesmo sendo este um mês de aniversário do Toque Musical, eu não tenho conseguido manter uma regularidade nas postagens. Infelizmente os tempos agora são outros e para o nosso querido blog, parece que o tempo está ainda mais curto. Mas como dizem por aqui, antes pingar do que faltar. De pingo em pingo, a gente vai tocando 😉
Para o pingo de hoje, quer dizer o toque musical do dia, temos aqui uma produção quase independente. Um disco verdadeiramente essencial enquanto registro de um artista e de um gênero autêntico e nacional. Estou falando aqui da verdadeira música sertaneja e de um dos artistas, um compositor, quem melhor representa esse gênero, João Pacífico, compositor e parceiro de outro grande, Raul Torres. Este álbum, um registro raro, reúne alguns de seus maiores sucessos. Conforme nos indica o texto da contracapa, trata-se de uma homenagem aos 50 anos de vida artística de João Pacífico. O disco foi gravado em 1980. Temos aqui a oportunidade única de ouvir o próprio artista interpretando suas canções e versos, acompanhado pelo Grupo Macambira. Um belíssimo e autêntico trabalho que vai muito além da simplicidade da música cabocla.

Fernando Brant – Amigo É Coisa Prá Se Guardar (1987)
Boa noite, amigos cultos e ocultos. É com grande pesar que eu hoje faço esta postagem. Como todos já devem saber, faleceu nesta sexta feira, 20 de junho, Um dos mais importantes letristas da música popular brasileira, o poeta Fernando Brant, grande parceiro de Milton Nascimento. Com sempre a morte, mesmo sendo uma coisa inevitavelmente natural é algo que sempre nos choca. Ontem na Feira do Vinil todos estavam chocados, ainda mais porque o Fernando era um cara que costumava dar uns passeios por lá. Infelizmente, lá se foi mais um pouco da nossa MPB e da música de Minas.
Em homenagem ao Fernando Brant eu posto aqui este lp, que também foi lançado como uma homenagem ao letrista, em disco que reúne dez das muitas canções escrita por ele em parceria com Milton Nascimento. Apenas “Paisagem da janela”, que é uma parceria com Lô Borges. As músicas foram extraídas de interpretações de sucesso de nomes como Gal Costa, Nana Caymmi, Fafá de Belém, Elis Regina, simone, Ney Matogrosso, Beto Guedes, Lô Borges, Roupa Nova e o próprio Milton Nascimento.
Grupo Cantamor – Roberto Carlos Com Amor (1980)
Olá amigos cultos e ocultos, namorados e enamorados! Boa noite! Que todos os casais sejam felizes, numa noite de amor e de prazer. Viva o Dia dos Namorados! Eu ia deixar passar batido essa data, mas me lembrei deste disco, que cai como uma luva para o dia de hoje. Temos aqui o romantismo de Roberto Carlos, algumas daquelas muitas músicas do Rei que certamente foram trilhas de diversos namoros. Para ficar ainda mais agradável, esta seleção musical é interpretada por um quinteto vocal afinadíssimo. Formado por Sonia Burnier, Jane Duboc, Edgar, Jaime e Raymundo Bittencourt. Eles são o Grupo Cantamor, uma reunião exclusiva para este trabalho, que busca exatamente tocar os casais. Um disco ótimo para casais super apaixonados. É tocar e se tocar 😉
Ataulfo Alves – Leva Meu Samba (1958)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Mais uma vez, marcando presença em nosso Toque Musical, a grande figura de Ataulfo Alves, Um artista que tem aqui vários de seus discos. Este, por sinal, era um dos que eu acreditava já ter postado. Já que não foi , eis aqui um bom momento. Tá na ponta da agulha. “Leva meu samba”, lp lançado pelo selo Fantasia/Philips em 1958. Capa chique, me faz lembrar um álbum de blues ou jazz. Mas o samba de Ataulfo não deixa nada a desejar. Uma seleção de clássicos interpretada pelo próprio autor. Confiram…
João Maria de Abreu e Seu Trio – Enquanto Ela Não Chega (1958)
Olá, amigos cultos, ocultos e demais interessados! Vamos ver se esta semana rende 🙂
Tenho para hoje o pianista João Maria de Abreu e seu trio, numa apresentação que nos remente a um ambiente musical tipicamente noturno, o som de boate dos anos 50, a aproximação do samba com o jazz. Um disco bem empolgante. E isso se deve também ao fato de ser este seu disco de estréia. Um trabalho moderno para a época. João Maria vem acompanhado de contrabaixo e bateria, uma química perfeita de instrumentos. Só podia dar mesmo coisa boa. Confiram…
Remo Usai E Sua Orquestra – 7 Homens Vivos Ou Mortos (1968)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Hoje eu trago para vocês um disquinho de trilha de filme. Digo disquinho porque se trata de um compacto. Porém, é dos mais interessantes e por certo, merece o nosso toque. Temos aqui a trilha, ou melhor dizendo, o tema completo (parte 1 e 2) para o filme “7 Homens Vivos ou Mortos”. Um ‘thriller policial’ com participação de grandes nomes do cinema nacional nos anos 60, como se pode ver logo na capa. A trilha/tema e execução é do maestro Remo Usai, um nome estranho e certamente para uma maioria um ilustre desconhecido, mas foi um dos mais atuantes e bem preparado compositores brasileiros de trilhas para o cinema. No seu currículo há mais de cem filmes. Eis aí um personagem que merecia uma melhor apresentação, mas como aqui tudo é meio ‘a toque de caixa’, eu vou apenas repassar este link. Leiam o texto escrito pelo pesquisador Martin Eikmeier sobre Remo Usai. Eu, por outro lado, vou procurar outras trilhas que possivelmente tenham sido editadas em lps. Não me lembro de nenhuma, mesmo assim vale a caça. Taí um compositor que a gente precisa conhecer. Eu, adoro trilhas 🙂
The Jordans – Edição Extra N. 4 (1969)
Boa tarde. amigos cultos e ocultos! Ainda na onda dos jovens anos 60, aqui vai, para quem interessar, mais disco do gênero. Temos aqui o conjunto The Jordans, também um dos primeiros grupos da onda rock’n’roll, no caso, o rock instrumental, gênero dos grupos do início dos anos 60. Como os The Jet Blacks’s, o The Jordans fez muito sucesso e também acompanhou o Rei Roberto e sua turma da Jovem Guarda. Gravaram vários discos, entre esses a série “Edição Extra”, iniciada em 67, chegando até 1970 com o número 5. Temos aqui o número 4, lançado pela Copacabana em seu selo Som. Curioso é que inicialmente eles gravaram pela mesma etiqueta, depois, no auge dos anos 60 o selo era o Copacabana. Acho que com o declínio da Jovem Guarda eles acabaram voltando para o selo de segunda linha da gravadora. Sem dúvida, nessa altura do campeonato, apesar da competência, eles não souberam se renovar e como a maioria, partiram para o mais popular e acabaram ficando esquecidos. Pessoalmente, prefiro a primeira fase, mas se fosse depender do meu gosto pessoal, muito do que posto aqui não teria entrado. Mesmo assim, The Jordans é um nome que devemos respeitar!
Gato – O Pulo Do Gato (1967)
Olá amigos cultos e ocultos! Neste mês de junho eu estaria tradicionalmente postando discos de festa junina. Mas desta vez eu não tive tempo para separar alguns. Daí, para não ficarmos a ver navio, repostei uns quinze títulos relacionados ao gênero lá no GTM. É só colher… 🙂
Dando sequencia as nossas postagens, vamos hoje com um disco raro, difícil de ver por aí. Apresento a vocês o primeiro e talvez o único lp solo gravado por José Provetti, mais conhecido como Gato, guitarrista e um dos principais membros do conjunto The Jet Black’s. Ele fez parte da primeira formação do grupo, atuou até 1965. Partiu daí para uma carreira solo e como integrante da banda de Roberto Carlos por dois momentos, nas décadas de 60 e 70. Antes, dos Jets ele já havia gravado em 78 rpm para o lendário selo Young, de Miguel Vaccaro Neto.
Em 1967 ele então gravou este lp, “O Pulo do Gato”, trazendo um repertório com o que havia de mais atual na música pop internacional e de quebra, duas músicas da dupla Roberto e Erasmo Carlos. Este é um lp que certamente poucas pessoas já viram e ouviram. Vale o toque musical 😉
Os Velhinhos Transviados – Sensacionais (1962)
Olá amigos cultos e ocultos! Segue aqui mais um disco dos Velhinhos Transviados, um álbum que tem muito do que viria a ser a Jovem Guarda. Repleto de juventude, os VTs (Zé Menezes e Cia) dão o tom, num repertório mesclado de samba e twist, tudo sempre bem ‘moderninho’. Show!
Os Versáteis – Um Noite No Urso Branco (1966)
Olá meus caros amigos cultos e ocultos! A quem de vocês possa interessar, segue aqui mais um fiel representante da música jovem instrumental dos anos 60. Um dos melhores grupos instrumentais dos anos 60. Infelizmente, nunca encontrei maiores informações sobre eles. Inclusive a unica coisa que temos espalhados em alguns sites é aquilo que eu já havia postado aqui há tempos atrás. Os Versáteis, grupo musical que surgiu como destaque no cenário pop/rock dos anos 1960, fazia uma mistura de rock da Jovem Guarda com Bossa Nova. Em 1968, gravou com Tom Zé no disco ‘Grande Liquidação’ como banda de apoio. Com o selo da Mocambo gravaram diversos LP’s.
Vários – Os Novos Reis Do Ye-Ye-Ye (1966)
Olá amigos cultos e ocultos! A quem possa interessar, amantes da música jovem dos anos 60, aqui vai um lp bem interessante. Uma coletânea da Polydor reunindo alguns de seus principais artistas pops naquele ano de 1966. Vamos encontrar aqui alguns representantes da Jovem Guarda, figuras como Ronnie Von, Maritza Fabiani e os grupos The Brazilian Bitles e Os Santos. Dentro dessa ‘modernidade’ toda, eles acharam por bem incluir outros artistas, não necessariamente da turma JG, mas com a mesma queda para o ‘ye-ye-ye’. Aliás, no ano seguinte a Polydor continuou nesta coletânea de seu cast, lançou mais três volumes reunindo este e outros nomes do daí então ‘Ei-Ei-Ei’. Sem dúvida, um bom mostruário do que a gravadora tinha ná época. Hoje são coisas raras, até porque, alguns desses artistas e gravações nunca mais vieram à tona a não ser atraves da internet, dos blogs e dos usuários do Youtube que publicam coisas assim.
Nicholas E Seu Conjunto – Sucessos (1967)
Olá amigos cultos e ocultos! A quem possa interessar eu tenho aqui este lp, lançado pela Companhia Brasileira de Discos, através do selo Fontana, em 1967. Trata-se de Nicholas, um organista ao estilo Lafayete. Sinceramente, eu nunca tinha ouvido falar deste músico e pelas minhas consultas no Google, como sempre nesses casos, a referência só me levou a Mercado Livre, onde se pode encontrar este disco a preços que vão de 15 a 150 reais. Não há muito o que dizer além do que temos de informação na contracapa, que por sua vez não esclarece muita coisa nesse sentido. Para facilitar a coisa, eu o classificaria como mais um disco instrumental na onda Jovem Guarda. Um repertório realmente de sucessos dos anos 60.
Mickael – O Meu Pé De Laranja Lima (1970)
Boa noite a todos os amigos cultos e ocultos! A quem possa interessar, aqui vai um disco muito interessante. A trilha sonora da primeira versão na teledramaturgia de “Meu pé de laranja lima”, uma adaptação de Yvani Ribeiro para a obra de José Mauro de Vasconcelos. Novela que foi ao ar em 1970, pela memorável TV Tupi. A trilha é composta exclusivamente por músicas de Mickael, um nome sobre o qual eu não não tenho nenhuma informação. Até mesmo no Google é difícil achar. Certamente algum dos amigos cultos deve saber alguma coisa, afinal duas músicas deste disco, “Feriado nacional” e “Liberação da alma”, fizeram um relativo sucesso na época, Quem puder nos esclarecer onde, quando e quem foi Mickael, vou ficar muito grato.
Orquestra Namorados Do Caribe – E Sua Música Maravilhosa (1966)


Olá amigos cultos e ocultos! Depois de uma pausa de quase duas semanas, aqui estamos de volta. Logo após a última postagem, a coletânea das Mães, a bruxa andou solta, fazendo seus estragos. Voltei a receber ameças por conta de algumas postagens. Nada muito sério quando percebo que do lado de lá a forçação de barra é insana, de algum maluco tentando me chamar a atenção. Porém, acho que esse mal estar chegou a afetar até o meu computador. Queimou a placa mãe e o negócio foi mesmo trocar de máquina. Demorei para retomar as postagens pois só hoje consegui voltar à normalidade. Recomeço trazendo este lp da excelente Orquestra Namorados do Caribe, só para cutucar. Tem gente que é apaixonada com esta orquestra, mas odeia o Toque Musical. Assim, vamos dar uma adoçada nessa limonada e matar a sede.
Segue então a Orquestra Namorados do Caribe e sua música maravilhosa, em disco lançado em 1966 pela RCA Victor. Neste lp, como se pode ver, temos um repertório bem antenado com sua contemporaneidade. Trazendo uma seleção de sucessos da época, mesclando o pop romântico internacional com trilhas de filmes e Beatles, pra ficar ainda mais moderninho. Tudo isso temperado a um ritmo embolerado e marcado por bongôs. Ficaram bem interessantes os arranjos. Vale a pena conferir 😉
Mãe – Uma Coletânea De Mães Do Toque Musical (2015)
Aos filhos que possam interessar… Segue aqui uma seleção de mães tão variadas quanto o próprio Toque Musical. Mais que uma homenagem, pois para mim, mãe é todo dia. E a gente só percebe isso depois que ele já se foi. Sinto saudade das minhas. Eu tive duas! Se foi sorte por um lado, por outro a tristeza e saudade são dobrados. Mas quando olho para trás, vejo que tive lá muito sorte.
Vai assim esta seleção poética e musical que faz parte de muitos dos discos postados aqui. Parabéns as mamães!
Simonetti – É Disco Que Eu Gosto N. 2 (1959)
A quem possa interessar… Segue aqui o prometido, o volume 2 do “É disco que eu gosto”, do maestro Enrico Simonetti com a Orquestra da RGE. Sem dúvida, um disco tão bom quanto o primeiro volume. Aliás, quando a coisa dá certo, o negócio é repetir a dose. Fizeram para este segundo volume uma seleção de repertório no mesmo nível, mesclando temas nacionais e internacionais, com ênfase no bolero. Muito bom! Se você ainda não viu esse em outras fontes, aproveita pois o tempo é limitado!
Trio Cristal – Canta O Trio Cristal (1961)
O Trio Cristal surgiu em São Paulo, por volta de 1955, e seus integrantes eram paraguaios radicados em território brazuca: o maestro, arranjador e compositor Alberto Máximo Casanova, seu fundador, mais Tito Salinas e Ángel Quintana. Seu primeiro disco saiu em setembro de 1960 pela RGE de José Scatena, um 78 rpm com o bolero “Nuestro juramento” (Benito de Jesus) e a guarânia “Curuzu verá” (Américo Cabrera e Rubem de Oliveira), logo alcançando êxito, e a eles garantindo o Troféu Chico Viola, das Emissoras Unidas (Rádio e Televisão Record). As duas músicas também estão neste primeiro LP do trio. Graças à sua qualidade vocal e interpretativa, o Trio Cristal logo conquistou a simpatia,o carinho e a admiração dos brasileiros, sendo até comparado ao Trio Los Panchos (de origem mexicana). Com este álbum, que inclui até um merengue (“La pachanga”, que exigiu o reforço de um naipe de metais), um chá-chá-chá (“Botecito de vela”) e, claro, outros grandes boleros (“Encadenados”, do mexicano Agustín Lara, e “Amargo retorno”, de Julio Jaramillo,por exemplo), o grupo ficou um bom tempo nas paradas de sucesso, firmando-se como autênticos embaixadores da música paraguaia no Brasil. Depois deste primeiro álbum, claro, viria muito mais, e, ao longo dos anos, no anseio de perdurar no tempo, o Trio Cristal se caracterizou pela constante inovação de sua capacidade musical e vocal, contratando de tempos em tempos os melhores músicos e intérpretes do gênero romântico para adaptação ao tempo e renovação de repertório, tendo portanto inúmeras outras formações. Os derradeiros registros do grupo aconteceram por volta de 1980, incluindo algumas composições inéditas de seu fundador, Alberto Máximo Casanova, que registrou em seu nome a marca Trio Cristal. Mas, para o próprio Alberto, esse fato não tem lá muita importância, pois seu nome está mais do que registrado no estilo, introduções e arranjos vocais presentes em todas as gravações históricas do grupo. Portanto, eis aqui o primeiro LP do Trio Cristal, para alegria de todos os adeptos da boa música latino-americana. Ouçam e se emocionem…
José Meneses – A Voz Do Violão (1957)
A quem possa interessar… Hoje temos para os amigos cultos e ocultos um belíssimo trabalho. Disco de dez polegadas, lançado pelo selo Sinter, em 1957, apresentando o multinstrumentista das cordas, o grande cearense, José Menezes, também conhecido como Zé Menezes, ‘um velhinho transviado’. Neste lp, como se pode ver pelo título, trata-se de um momento íntimo, solo… temos aqui o talento deste incrível músico ao violão, trazendo oito temas variados, nacionais e internacionais. Muito bom!
Infelizmente, o disco que tenho está com algumas faixas em estado deplorável. Porém, encontrei na rede o mesmo disco e aqui completo o que faltava.
Simonetti – É Disco Que Eu Gosto (1958)
A quem possa interessar… Aos amigos cultos e ocultos. Segue aqui este lp, lançado originalmente em 1958 pelo recém criado selo RGE. “É disco que eu gosto”, um título bem sugestivo, principalmente aqui no Toque Musical. Este era o nome de um programa de rádio na década de 50 e serviu de inspiração para a RGE que o adotou em seu lançamento com o maestro Enrico Simonetti. Não vou nem entrar em detalhes quanto a este maestro italiano que viveu no Brasil por quase 20 anos, pois todos aqui já sabem e se quiserem mais informações, basta ler essa contracapa. Só tenho a dizer que é um disco ótimo, não apenas pela regência e arranjos, mas também pelo repertório, bem variado, contemplando diferentes gêneros, nacionais e internacionais. Eu, em algum tempo atrás, postei aqui um outro disco do Simonetti com este mesmo título. Trata-se, por certo, de uma coletânea, reunindo músicas deste e do segundo volume, o qual eu postarei nos próximos dias. Aguardem…
Marion Duarte – Minha Canção Pra Você (2014)
Aos amigos cultos e ocultos e a quem mais interessar… Hoje eu venho trazer para vocês um toque musical novo, mais exatamente um cd. Tenho o prazer de postar aqui o último trabalho da cantora Marion Duarte, que gentilmente e atenciosamente me deu esta honra de apresentá-lo aqui no nosso blog. Fiquei muito feliz por ela ter entrado em contato comigo, me agradecendo pela postagem de um outro disco dela. Conversamos demoradamente ao telefone. Ela me contou um pouco da sua trajetória e das dificuldades de se manter como artista num tempo onde, grandes e antigos nomes quase não são lembrados. De um tempo em que a música se tornou uma caricatura de si mesma e a indústria musical uma fábrica de descartáveis. Difícil se manter artista sem tentar acompanhar os modismos. Mas no caso de Marion podemos dizer que ela conseguiu se manter e até a se superar. Retornou a carreira com o mesmo vigor e até mais refinada. Neste trabalho, produção independente, lançado no ano passado, ela conseguiu reunir talento e bom gosto. “Minha canção prá você” é um cd muito bem feito, com um repertório variado, trazendo suas composições em parcerias e canções de sucesso de Adelino Moreira, Noel Rosa, Pixinguinha, Luiz Vieira e outros. Ela vem acompanhada por músicos de primeira e conta também com a participação do Conjunto Época de Ouro. Um belo disco que vocês precisam conhecer!
Som Imaginário – Equipe Mercado – Módulo 1000 – Tribo (1971)
A quem possa interessar… Aos amigos cultos e ocultos… Eu hoje estou postando este disco em forma de homenagem póstuma ao grande guitarrista, Daniel Cardone, que faleceu há alguns dias atrás. Fiquei chocado com a morte dele, pois sempre acompanhava a suas postagens no Facebook. Fiquei alguns dias sem entrar e logo ao abrir dei de cara com essa péssima notícia. Muito chato. Cardone era integrante do Módulo 1000, banda conceituadíssima no início dos anos 70.
Segue aqui este lp reunindo quatro bandas com influências do rock progressivo: Tribo, Equipe Mercado, Módulo 1000 e Som Imaginário. Este álbum foi lançado originalmente em 1971, com outra capa e sob o título de “Posições”. Algum tempo depois voltou a ser relançado com esta capa, fazendo parte da Série Vanguarda, que até onde eu sei, ficou somente no volume 1. Confiram esta coletânea, vale a pena! 😉
Wanderlea – Mais Que A Paixão (1978)
A quem possa interessar… mas, em especial para o amigo Fáres, eterno fã da Jovem Guarda. Trago aqui um dos discos que eu mais gosto da Wanderléa. Por certo é também um dos seus melhores trabalhos. Disco bem produzido, repertório impecável, time de músicos de primeira e participações especiais de Egberto Gismonti, Djavan e Moraes Moreira. Confiram!
Walter Wanderley – Rain Forest (1966)
A quem possa interessar…(e sempre interessa) Vou mandando hoje um álbum muito comum e já bem rodado em várias praças, porém um disco excepcional, tanto pelo artista e repertório como também pela qualidade técnica da gravação. Um lp que vale a pena ouvir de novo. Mesmo sendo um disco importado e certamente ainda e sempre em catálogo e já bem ‘manjado’ por vocês, faço questão de tê-lo em nossa fileira. Afinal, este foi o primeiro disco americano/internacional lançando o organista brasileiro Walter Wanderley. Produção de Creed Taylor, pelo respeitadíssimo selo Verve, que sempre focou no melhor da música, o melhor jazz. Um disco para gostos refinados. Aqui temos um novo Walter Wanderley, o começo de grande sucesso internacional. Confiram…
Cinema Em 78 RPM – Seleção 78 RPM Do Toque Musical Vol. 137 (2015)
Estamos de volta com o Grand Record Brazil, agora em sua edição de número 137. E a seleção musical desta quinzena foi preparada por uma pessoa muito especial: eu próprio! Tudo começou quando o Augusto me mandou diversos áudios extraídos de clipes produzidos para o YouTube, pela Rádio Educativa Mensagem de Santos, aproveitando cenas de filmes diversos, todos em preto e branco. No entanto, apenas quatro músicas, devidamente conservadas aqui , fizeram realmente parte de filmes. Então sugeri que fosse feita uma edição com músicas que foram realmente apresentadas em películas de sucesso, a maior parte nacionais. Com o devido acolhimento da ideia, e com carta branca para sua elaboração, consegui garimpar dezesseis fonogramas, alguns até raríssimos, extraídos das bolachas de cera velhas de guerra. Uma seleção que resultou inclusive de pesquisas em fontes diversas, particularmente o “Dicionário de filmes brasileiros – longa-metragem”, de Antônio Leão da Silva Neto (Editora Futuro Mundo, 2002). Isto posto,vamos às músicas.Para começar, temos o clássico “O ébrio”, canção de e com Vicente Celestino, “a voz orgulho do Brasil”, por ele gravada na Victor em 7 de agosto de 1936 e lançada em setembro do mesmo ano, disco 34091-A, matriz 80195. O filme viria dez anos depois, produzido pela Cinédia e dirigido pela esposa do cantor, Gilda de Abreu, com grande bilheteria (teria superado até mesmo “Tropa de elite2”, o recordista oficial de bilheteria do cinema brazuca). Esta gravação é uma montagem que apresenta, primeiramente, o monólogo inicial, extraído da regravação que Celestino fez da música em 1957, e, em seguida, o registro original de 1936, junção esta feita para a coletânea “Sessenta anos de canção”, lançada após a morte do cantor, em 1968. Inezita Barroso, recentemente falecida, aqui comparece com “Maria do mar”, canção do maestro Guerra Peixe em parceria com o escritor José Mauro de Vasconcelos, autor de romances de sucesso como “Vazante”, “Coração de vidro”, “Banana brava” e “O meu pé de laranja-lima”. Fez parte do filme “O canto do mar”, produção da Kino Filmes dirigida por Alberto Cavalcanti, e Inezita a gravou na RCA Victor em 4 de agosto de 1953,com lançamento em outubro do mesmo ano, disco 80-1209-B, matriz BE3VB-0222. Temos, em seguida, a única composição de origem estrangeira inclusa nesta seleção. Trata-se de “Natal branco (White Christmas)”, fox de autoria de Irving Berlin, um dos maiores compositores dos EUA, e sucesso em todo o mundo. Seu intérprete mais constante foi o ator e cantor Bing Crosby, que a lançou em um show que fez para os pracinhas norte-americanos que serviam nas Filipinas, durante a Segunda Guerra Munidal. Bing também interpretou este clássico em dois filmes: “Duas semanas de prazer (Holiday inn)”, de 1942, e “Natal branco(White Christmas)”, de 1954. Com letra brasileira de Marino Pinto, foi levado a disco na RCA Victor por Nélson Gonçalves, ao lado do Trio de Ouro, então em sua terceira fase (Lourdinha Bittencourt, então esposa deNélson, Herivelto Martins e Raul Sampaio), no dia 25 de novembro de 1955, mas estranhamente só saiu em janeiro de 56, disco 80-1551-B, matriz BE5VB-0926. Houve uma versão anterior, assinada por Haroldo Barbosa, que Francisco Alves interpretava em programas de rádio, porém não gravada comercialmente. Na quarta faixa, o maior sucesso autoral do compositor pernambucano Nélson Ferreira: o frevo-de-bloco “Evocação”, primeiro de uma série de sete com o mesmo título, homenageando grandes nomes do carnaval recifense do passado. A interpretação é do Bloco Batutas de São José,lançada pela recifense Mocambo em janeiro de 1957, no 78 rpm n.o 15142-B, matriz R-791, e no LP coletivo de 10 polegadas “Viva o frevo!”. “Evocação” foi também sucesso no eixo Rio-São Paulo, em ritmo de marchinha, entrando na trilha sonora do filme “Uma certa Lucrécia”, de Fernando de Barros, estrelado por Dercy Gonçalves. Logo depois, outra gravação da Mocambo: é a balada-rock “Sereno”, lançada em 1958 no 78 rpm n.o 15233-A, matriz R-985, e incluída mais tarde no LP “Surpresa”. A música fez parte do filme “Minha sogra é da polícia”, uma comédia dirigida pelo mesmo autor da composição, Aloízio T. de Carvalho, e por sinal bastante cultuada pelos fãs de dois futuros astros da Jovem Guarda, Roberto & Erasmo Carlos, pois marcou a primeiríssima aparição de ambos no cinema. “Sereno” também foi revivida, em 1976, na novela “Estúpido Cupido”, da TV Globo, cuja trilha sonora foi a de maior vendagem da história da gravadora Som Livre: mais de dois milhões e meio de cópias! Na sexta faixa, uma raridade absoluta: trata-se da toada “Céu sem luar”, do maestro Enrico Simonetti em parceria com o apresentador de rádio e televisão Randal Juliano. Quem a interpreta, com suporte orquestral do mestre Tom Jobim, é Dóris Monteiro, em gravação Continental de 6 de maio de 1955, lançada em outubro do mesmo ano, disco 17171-A, matriz C-3628. Dóris também a interpretou no filme “A carrocinha”, produção de Jaime Prades estrelada por Mazzaropi sob a direção de Agostinho Martins Pereira, e na qual Dóris também contracenou com outro mestre, Adoniran Barbosa (seu pai, na trama). Desse mesmo filme, agora com o próprio Mazzaropi, um dos mais queridos comediantes do cinema brazuca, até hoje lembrado com saudade, é nossa sétima faixa, o baião “Cai, sereno (Na rama da mandioquinha)”, baião de Elpídio “Conde” dos Santos (autor do clássico “Você vai gostar”).O eterno jeca registrou “Cai, sereno” na RCA Victor em 2 de agosto de 1955, e o lançamento se deu em outubro do mesmo ano, disco 80-1497-A, matriz BE5VB-0821. Temos também o lado B desse disco,matriz BE5VB-0822, também de Elpídio: a rancheira “Dona do salão”, interpretada por Mazza no filme “Fuzileiro do amor”, dirigido por Eurides Ramos, primeira das três películas que o comediante fez no Rio de Janeiro para a Cinedistri, de Oswaldo Massaini. Ângela Maria, a querida Sapoti, nos apresenta o expressivo samba-canção “Vida de bailarina”, de Américo Seixas em parceria com o humorista Chocolate (Dorival Silva). Fez parte do filme “Rua sem sol”, da Brasil Vita Filmes, dirigido por Alex Viany, e a gravação em disco saiu pela Copacabana em dezembro de 1953, sob n.o 5170-B,matriz M-642. Voltando bem mais longe no tempo, apresentamos “Estrela cadente”, valsa-canção de José Carlos Burle, que fez parte do filme “Sob a luz do meu bairro”, da Atlântida, dirigido por Moacyr Fenelon. Carlos Galhardo,seu intérprete na película, cujos negativos infelizmente se perderam em um incêndio, gravou a música na Victor em 12 de abril de 1946, com lançamento em julho do mesmo ano sob n.o 80-0421-B, matriz S-078474. O eterno Rei do Baião, Luiz Gonzaga, apresenta a animadíssima polca “Tô sobrando”, que fez em parceria com Hervê Cordovil, e gravou na RCA Victor em 26 de julho de 1951, com lançamento em outubro do mesmo ano, disco 80-0816-A,matriz S-092995. Gonzagão também a interpretou no filme “O comprador de fazendas”, da Cinematográfica Maristela, estúdio paulistano que ficava no bairro do Jaçanã, baseado em conto de Monteiro Lobato e dirigido por Alberto Pieralisi, tendo no elenco Procópio Ferreira, Hélio Souto e Henriette Morineau, entre outros (o próprio Pieralisi dirigiu uma refilmagem inferior, em 1974). O número musical de Luiz Gonzaga, por sinal, foi rodado após o término das filmagens, uma vez que ele sofrera grave acidente automobilístico e quebrara o braço. Outra raridade vem logo em seguida: o samba-exaltação “Parabéns, São Paulo”, de Rutinaldo Silva,em gravação lançada pela Continental em março de 1954 (ano em que a capital bandeirante comemorou seus quatrocentos anos de existência), disco 16912-B, matriz C-3287. Esse foi o número musical de encerramento do filme “O petróleo é nosso”, da Brasil Vita Filmes, dirigido por um especialista em chanchadas, Watson Macedo. O belo samba-canção “Onde estará meu amor?”, de autoria da compositora e instrumentista Lina Pesce (Magdalena Pesce Vitale), é outra absoluta raridade nesta seleção “cine-musical”. Interpretado por Agnaldo Rayol no filme “Chofer de praça”, o primeiro que Mazzaropi fez como produtor independente, sob a direção de Mílton Amaral, foi lançado em disco pela Copacabana em maio de 1958, no 78 rpm n.o 5891-A, matriz M-2181, entrando mais tarde no primeiro LP de Agnaldo, sem título (CLP-11061). Gravações posteriores de Dolores Duran e Elizeth Cardoso, também pela Copacabana, reforçariam o êxito de “Onde estará meu amor?”. Silvinha Chiozzo, irmã da acordeonista e também cantora e atriz Adelaide Chiozzo, aqui comparece com duas músicas que interpretou no filme “Rico ri à toa”, primeiro trabalho do cineasta Roberto Farias, que mais tarde fez ”Assalto ao trem pagador” e a trilogia cinematográfica estrelada por Roberto Carlos (“Em ritmo de aventura”, “O diamante cor-de-rosa” e “A trezentos quilômetros por hora”), sendo depois diretor de especiais da TV Globo. Saíram pela Copacabana em 1957, sob número 5795. Primeiro,o lado B, “Zé da Onça”, baião clássico de João do Valle, o acordeonista Abdias Filho (o famoso Abdias dos Oito Baixos) e Adrian Caldeira, matriz M-1990, que Silvinha canta em dueto com Zé Gonzaga, irmão de Luiz Gonzaga. Vem depois o lado A, matriz M-1965, “É samba”, que Silvinha canta solo, concebido por Vicente Paiva, Luiz Iglésias e Walter Pinto, os três ligados ao teatro de revista. Para terminar, um verdadeiro clássico interpretado pelo grande Cauby Peixoto: o samba-canção “Nono mandamento”, de Renê Bittencourt e Raul Sampaio, e que fez parte do filme “De pernas pro ar”, co-produção Herbert Richers-Cinedistri, dirigida por Victor Lima. Cauby imortalizou este sucesso inesquecível na RCA Victor em 20 de dezembro de 1957,com lançamento em abril de 58 no 78 rpm n.o 80-1928-A, matriz 13-H2PB-0311. Um fecho realmente de ouro para a seleção desta quinzena do GRB, que por certo irá proporcionar grandes momentos de recordação e entretenimento a vocês que tanto prestigiam o TM. Quero expressar inclusive meus mais sinceros agradecimentos aos colecionadores Gilberto Inácio Gonçalves e Miguel Ângelo de Azevedo (Nirez) pela colaboração, enviando-me alguns dos preciosos fonogramas que compõem esta edição. E agora, luz, câmera, ação… e música!
*Texto e seleção musical de Samuel Machado Filho
Charlie Byrd – Latin Byrd (1973)
A quem possa interessar… (e vai interessar) Trago para hoje um álbum refinado, disco importado lançado pelo selo americando Milestone em 1973. Trata-se do grande violonista/guitarrista, também americano, Charlie Byrd, numa seleção de gravações que podemos considerar histórias, pois aqui estão as primeiras investidas do instrumentista na música brasileira, em gravações feitas no inicio dos anos 60. Byrd foi um dos primeiros músicos americanos a flertar com a Bossa Nova, contribuindo para a adoção e simpatia ianque pelo então novo gênero musical da época, Neste lp duplo iremos encontrar alguns dos maiores clássicos da BN e também temas de autoria de Byrd e de outros, inspirados no ‘brazilian style’. Uma curiosidade que me chamou a atenção é esta capa, muito bizarra, não acham? Parece que todos estão empalhados, inclusive o Charlie Byrd. Muito estranha… Outro fato curioso é o nome das músicas todas em português (com alguns errinhos), inclusive as que não são de autoria de brasileiros. Isso sim é que é querer se aproximar ao máximo da brasilidade.
Eu, geralmente evito de ficar postando discos estrangeiros, principalmente os americanos, pois sei que o que eles produzem lá nunca é de graça e este álbum, certamente, nunca ficou fora de catálogo. Mesmo assim, o negócio rola é por lá. Por aqui a gente tem que esperar, pagar mais caro e para conhecer e até comprar, precisamos desse deguste compartilhado. Corre, pois é por tempo limitado!