Mário Lago – Retrato (1978)
Prezados, estou refazendo, excepcionalmente, uma de nossas últimas postagens que para meu espanto parece ter sido vítima de alguma ação misteriosa. Primeiro foi o link que ficou inativo, depois a postagem sumiu. Muito estranho… isso nunca havia acontecido antes. Se não fosse eu, num último instante, dar uma checada nos e-mails do Toque Musical, esta postagem ficaria para agosto. Mas devido a estranheza do fato, eu não poderia deixar passá-lo em branco. Fiquei com uma sensação de fragilidade e com uma dúvida na cabeça: quem, além de mim, teria acesso à minha conta no Rapidshare e no blog? Mistérios que eu pretendo descobrir… mas só daqui a 15 dias 🙂
Orlando Silva – Enquanto Houver Saudade (1966)
Muito bem, meus prezados amigos cultos e ocultos, esta é a postagem de saideira. Pelo jeito, eu fui o último a pegar o trem. Parece que todos já saíram também para suas férias. Então, vamos descansar. No dia 31 eu prometo estar de volta, comemorando os dois anos de Toque Musical. Tragam os ‘comes e bebes’ que o som é por minha conta 😉
Lia Salgado E A Canção Brasileira (2009)
Bom dia! Finalmente chegou as minhas férias! Vou dar uma pausa de 15 dias e volto no final do mês para a gente comemorar os dois anos de Toque Musical. Teremos assim, mais três postagens nesta semana e ‘pé na estrada’!
Celio Balona – Imagens (1983)
Olá meus prezados amigos cultos e ocultos! Hoje eu me atrasei, mas ainda estamos em dia 😉 E o dia hoje está bom para a música instrumental de Célio Balona. Um artista que marca presença aqui pela terceira vez. Ao longo desse tempo vemos (e ouvimos) seus diversos momentos como instrumentista de primeira linha, escondido atrás das montanhas de Minas. Desta vez eu trago “Imagens”. Para mim, um de seus melhores discos, aquele pelo qual o artista será lembrado. Eu acredito que este trabalho só não ‘deslanchou’ por ter sido lançado de forma bem mineira, sem alardes. Só que no mundo da música, se não fizer barulho não chama atenção. O Balona nunca esteve muito preocupado com isso. Por certo, pelo seu talento, nunca lhe faltaram oportunidades, mas ele preferiu seguir pelas ‘Geraes’. Este álbum é algo que agrada de imediato. Música instrumental moderna de nível internacional, nada parecido com seus trabalhos anteriores. Um ‘fusion’ bem temperado com participações especiais de Ezequiel Lima, Mário Castelo, Nenen, Marcus Viana, Juarez Moreira e outros feras da música mineira. Discão!
Biriba Boys (1969)
Olás! Hoje eu estou trazendo outro disquinho curioso, “Biriba Boys”, cujo o qual ainda não montei todas as peças de sua história. Eu bem que poderia me pontuar apenas no texto da contracapa, mas achei por bem correr atrás de mais alguns dados. Acabei complicando mais a situação. Ao procurar na rede informações sobre eles, me deparei com um dos pioneiros grupos jovens de música para bailes. Criado pelo maestro e pianista Sérgio Weiss no início dos anos 50, o Biriba Boys atuou durante os anos 50, 60 e início dos 70, quando ainda os bailes de clube eram a grande atração dos sábados e domingos. Foi o primeiro grupo a se apresentar de maneira informal, com roupas e estilo despojado. Faziam muito sucesso na época, principalmente em São Paulo e chegaram a percorrer vários clubes e festas particulares pelo Brasil. Pelo que eu pude entender, como conjunto para bailes, eles tocavam o que era sucesso e se reciclavam conforme às mudanças e estilos do momento. Ao longo do tempo eles passaram por mambos, chá-cha-chá, boleros, sambas, rock’n’roll… pela Bossa Nova e a Jovem Guarda. Chegaram a gravar discos de covers, mas em nenhuma das discografias encontradas aparece este álbum de 1969. Também não é citado em nenhum momento o nome de Sérgio Weiss. Taí a minha grande dúvida e confusão. Seria o mesmo Biriba Boys? Acredito que nesta época Sérgio já não estava mais fazendo parte do Biriba Boys, talvez envolvido com “Os Caçulas” ou o ‘Brasilia Modern Six”, dois outros grupos dele. Posso até estar enganado, mas tudo me leva a crer que foi assim.
Samba Rock – O Som Dos Blacks (1985)
Correndo contra o tempo, aqui vou eu rapidinho nesta sexta-feira, trazendo esta curiosa seleção musical denominada “Samba Rock – O Som dos Blacks”. Este ‘drops misto’ foi lançado pelo selo Copacabana (a Nova Copacabana) nos anos 80, correndo por fora no auge do ‘new wave’. Olhando assim de relance a gente vai logo pensando que vai encontrar a ‘soul music tupiniquim’, afinal, com um título tão sugestivo… Mas a Copacabana resolveu deixar a escolha musical por conta de um tal de Antonio Carlos (não me perguntequem é, pois eu nunca vi mais gordo). O cara até que não teve mal gosto, só que misturou pires de oliveira com pratinho de azeitona. Juntou rock, samba, reggae, funk, soul e ainda para completar o mexidão, deu uma pitada com hits internacionais. Ficou mesmo o trem mais estranho, que sinceramente não dá unidade ao disco. Porém, como 90% do lp tem artistas e músicas interessantes, vamos ingerir esta salada de frutas. Uma das grandes vantagens de coletâneas como esta é a de a vezes encontramos uma ou outra música que nunca chegou a lp. As vezes apenas em compactos e olhe lá… Confiram aí…
Fabio Paes – Pensando Na Alegria (1984)
Bom dia! A semana passou depressa, eu quase nem percebi. Como já havia anunciado, a partir do dia 16 eu estarei de férias. Eu e o Toque Musical, que entra em recesso até o dia 30. No dia 31 estão todos convidados, no retorno, para comemorarmos juntos o terceiro ano do Toque Musical, completando nessa data 2 anos de atividades. Estranho falar assim, mas considerando que o blog iniciou em 2007, estamos no terceiro ano 🙂 Mas de existência e atividades ele está completando dois anos. Tô resistindo…
Raul Sampaio – Vai-se Um Amor E Vem Outro (1962)
Putz! Hoje quase que não sai… fiquei agarrado até agora. Vou então aproveitar a folga e mandar um de gaveta. Sem ficar escolhendo muito, fui logo puxando este disco do Raul Sampaio. Acho que foi uma boa opção, afinal é difícil ver e ouvir disco de artista por aí. Além do mais, parece que foi um pedido de alguém lá do meu inconsciente, me lembrando que segunda-feira passada foi aniversário dele. Completou 81 anos! Que bacana! Meus parabéns, Raul Sampaio!
Trio Irakitan – Nossa Casa De Cha Cha Cha
Olá, meus prezados amigos cultos e ocultos. Sempre desnivelado e sem parâmetros, aqui estou eu desenterrando espíritos que encantam, surpreendem e também espantam. Tem gente que gosta, tem gente que não. Eu vou seguindo em frente… enfrentando crititicas e palavrões. Com já dizia o poeta Paulo César Pinheiro, “o importante é que a nossa emoção sobreviva”. A minha, eu garanto, está em ótima forma, obrigado!
Gastão Garcia – Sax Italiano (1964)
Bom dia! Começo a semana trazendo um álbum que poucos tiveram, talvez, a oportunidade de ouvir. Um disco raro, cuja as informações encontradas na rede se limitam apenas ao preço (120, no mínimo), fornecido por alguns sebos. Não há, definitivamente, qualquer outra informação, nem mesmo sobre o artista. O jeito será me pontuar pelas informações da própria capa. No verso encontramos um texto de apresentação deste artista. Gastão Garcia foi um saxofonista, possivelmente mineiro, que atuava na cidade de Governador Valadares. Tocava em boates e no Esporte Clube Ilusão, tradicional clube social da cidade. Gravou este que foi o seu primeiro disco no selo Polydor e pelo texto da contracapa seria uma promessa, um artista para desbundar no mercado fonográfico. Se aconteceu, ninguém sabe. Tudo se resume neste lp, cujo o qual nem data de lançamento consta. Eu suponho que “Sax Italiano” tenha sido lançado no início dos anos 60 ou final dos 50. O repertório, como tudo indica, é de músicas italianas. Uma seleção das premiadas no famoso Festival de San Remo, evento anual da música que acontece naquele país desde 1951. As qualidades musicais de Gastão Garcia são inegáveis. Ele toca seu saxofone com maestria e sem querer comparar, nos faz lembrar o grande Moacyr Silva. Confiram aí e se possível comentem e complementem esta postagem 🙂 Toda informação é sempre bem vinda 😉
Roberto Luna – Luna Canta Para Você (1959)
…E porque hoje é domingo, vamos de volta ao túnel do tempo. Desta vez trazendo o cantor Roberto Luna. Há algum tempo atrás um de nossos visitantes mencionou este artista, sugerindo uma postagem. Eis que finalmente chegou a vez.
Grande Baile N.3 (196?)
Porque hoje é sábado… Sábado já foi dia de baile, hoje virou ‘balada’. Mas ainda temos os grandes bailes, festas para dançar a dois. O que se vê nos dias atuais como uma festa de bailado é o forró. Pelo menos esse ainda existe, graças à Deus! Ainda é possível dançar coladinho com seu par. Ô tempo bom aquele… e olha que nessa época não havia ainda a desculpa do celular no bolso. Tinha nego que dizia que era o pente. “Pente o quê! Aquilo era um escovão!”, dizia a parceira hehehe… Tempo bom, heim?
Luiz Celso & Jorge Murad – Bens (1986)
Bom dia a todos! Antes que a semana acabe e para não dizer que não falei de flores, tenho aqui um mineirinho independente. Embora tenhamos ficado sem postagens na semana passada para os artistas independentes, não quer dizer que a idéia acabou. Continuamos trazendo aqui, antigos ou novos artistas que buscam outros caminhos para chegarem ao disco.
Jograis De São Paulo – Moderna Poesia Brasileira (1956)
Olá amigos cultos, ocultos e demais visitantes! Inicialmente eu gostaria de pedir as minhas desculpas pela infinidade de erros ortográficos que vez por outra eu cometo aqui no blog. Aliás, meus erros não ficam só nisso. Eu sei bem das minhas falhas e limitações, mas tenho procurado sempre corrigir, melhorar e me lapidar. Minha pretensão ao escrever textos que acompanham a publicação dos discos se fez pela própria necessidade que vejo de alguma informação paralela ou explicativa na postagem. Obviamente, para se fazer um trabalho dessa forma o ‘cabra’ tem que saber escrever. Eu sempre gostei mais de falar e diferente da escrita, a fala em sua informalidade é sempre cheia de erros. Este blog procura manter a informalidade de uma maneira de expressar muito pessoal. Ao passar da forma oral para a escrita, acabo trazendo os erros e vícios da minha fala. Isto não justifica erros bôbos como confundir “enfrente” com “em frente”. É mesmo uma falha, um mal hábito que só corrigimos depois de tomarmos na cabeça várias vezes. Mas como disse um de nossos frequentadores, “só erra quem faz”. A gente vai errando, fazendo e aprendendo…
Bolão – Forró Do Bolão (1979)
Olá! Estamos entrando hoje no mês em que o Toque Musical completa dois anos de existência. Ainda vou preparar o bolo, a festa e covidar mais alguns amigos cultos e ocultos. Aliás, como presente de aniversário eu estou dando ao blog 15 dias de férias. Isto que dizer que na segunda quinzena deste mês nós não teremos postagens. Elas voltam justamente no dia 31 de julho, data do início de nossas atividades.
Noel Rosa – Uma Rosa Para Noel – 50 Anos Depois (1987)
Bom dia Cultos e Ocultos, gente de todo o mundo! Sei que vocês não tem nada com isso, mas apenas para justificar. Meu tempo anda curtíssimo e com isso acabo sem ter como preparar devidamente as minhas postagens. Estou tendo que recorrer aos meus arquivos de gaveta e em alguns casos, percebo que os mesmos precisavam de uma revisão. Infelizmente e de imediato não poderei fazer muita coisa. Vida de blogueiro não é só ficar direto na frente de um computador. Peço a todos paciência. O mingau de vez enquanto é de araruta.
Luiz Wanderley – Baiano Burro Nasce Morto (1959)
Bom dia gente do Brasil e do mundo! Começamos a semana muito bem, ainda impregnado com a cultura nordestina, estou trazendo hoje um disco que tem tudo a ver. Alguém aqui se lembra do Luiz Wanderley? Provavelmente poucos. Eu também já nem me lembrava desse ‘peça rara’, um cabra que fez sucesso nos anos 50 e 60. Cantor e compositor, Luiz Wanderley iniciou sua carreira nos aos 50 quando foi para o Rio de Janeiro. Ele era alfaiate. Começou como cantor de orquestra no bairro da Lapa. Depois foi para o rádio e daí então passou a fazer sucesso com seu gênero bem popular. Gravou diversos discos em 78 rotações. Seu maior sucesso como cantor foi “Baiano burro nasce morto”, composição do sambista baiano Gordurinha. Outro grande sucesso foi “Matuto transviado”, também conhecida como “Coronel Antonio Bento”, música feita em parceria com João do Vale e que veio a se tornar conhecida nacionalmente através de Tim Maia.
Jackson Do Pandeiro – Nossas Raízes (1974)
Olá meus prezados amigos, cultos e ocultos. Mais uma vez, na tentativa de espantar a friagem, vamos forrozar. Começamos a semana com alguns discos para quadrilha e festas juninas, que por sinal continuam tendo uma boa saída, principalmente para aqueles que entendem que mesmo numa produção popular e comercial, também se extrai coisas boas. Acho que o texto das últimas postagens, comentando sobre os artifícios da CID, tiraram um pouco o tesão daqueles que olham a coisa só na superfície. Assim, sem fazermos uma mudança radical nos estilos e postagens, resolvi incluir um disco da Marinês e hoje um do Jackson do Pandeiro. Agora, alguns, já não vão mais torcer o nariz. Espero…
Marinês – Meu Carirí (1976)
Olás! Já que a festança está boa, vamos até o fim da semana neste ritmo. Ninguém reclamou, sigamos em frente que a fogueira está queimando…
Zeferino & Sua Gente – Isto É Que É São João (1976)
Bom dia! Para darmos por completa nossa missão junina/joanina, finalizo com mais um disquinho da CID/Itamaraty, na mesma linha do anterior. Aliás, verificando agora neste instante, percebo que quase a metade das músicas deste lp estão contidas no que foi postado ontem. Daí a prova inquestionável dos tais artifícios da CID para lançar seus álbuns datados e criar artistas fictícios. O nosso Zeferino (e Sua Gente) é mais uma invenção da lavra de Harry Zuckermann. E pela capa”Isto é que é São João” podemos ver que ele já é o oitavo volume. Mas conforme às ‘peripécias’ desta gravadora, este pequeno detalhe pode também ser desconsiderado. De verdadeiro e autêntico aqui só mesmo a música, a redentora de todos os males, inclusive das produções ‘capengas’ que visam apenas um bom negócio. Eu digo isso, mas no fundo até entendo a posição comercial da gravadora. Álbuns como este são criados com esta intenção, apenas para marcarem presença numa determinada data de celebração. Em geral, o público consumidor não está interessado na ficha técnica do trabalho e a própria gravadora não os classifica como lançamentos autorais por serem registros de acervo, cujos intérpretes são músicos/artistas contratados apenas para a execução, sem maiores ‘status’.
Coroné Pereira E Sua Gente – Pula Fogueira – Quadrilha Marcada (1978)
Olás! Ainda no espírito das festas joaninas, tenho aqui mais um bom disquinho para animar a festança. Desta vez vamos com este lp do possível Coroné Pereira e Sua Gente. Digo possível porque nos discos da CID/Itamaraty as vezes se usava de artifícios como a criação de um nome artístico para compor trabalhos meramente comerciais. Discos temáticos, de celebração e populares eram um dos pontos fortes da gravadora de Harry Zuckermann. Suponho que o tal Coroné Pereira seja apenas um nome fictício, para dar uma certa identidade e intencionalidade à este trabalho. Embora fique claro o intuito comercial e oportunista deste disco, ele não deixa de ter seus encantos e dotes de qualidade através dos anônimos artistas/músicos e das músicas que nele aparecem.
Luiz Gonzaga – Quadrilhas E Marchinhas Juninas (1973)
Bom, já que entramos na quadrilha, vamos dançar! Desta vez trazendo uma autoridade no assunto e assuntos, o grande Lua. Temos para hoje este álbum do Luiz Gonzaga lançado pela RCA, originalmente em 1965 e que em 73 foi relançado com esta capinha. Um disco dedicado às tradições joaninas, aos festejos de São João e às noites estreladas.
Alberto Calçada – Vamos Dançar A Quadrilha (1969)
Nesta semana, um de nossos visitantes me chamou a atenção para o fato de que estamos em junho e que faltava aqui uma postagem dedicada às festas juninas, que acontecem pelo Brasil a fora. A verdade é que eu realmente havia me esquecido, embora eu veja tantas festas e quadrilhas pipocando aqui para os meus lados. Até o meu filhote vai dançar quadrilha na escola e eu nem me toquei. Mas nunca é tarde para um forró. Aliás, cheguei mesmo numa boa hora e vou garantir nos próximos dias uma boa trilha para esta festa.
Deus Lhe Pague – TSO (1976)
Bom dia, meus prezados amigos cultos e ocultos! Vamos nós começando a semana, trazendo sempre uma rara novidade ou uma grata lembrança, para alegar nossas vidas.
Grande Baile N.1 (196?)
Olás! Hoje estou entrando um pouco já no fim do dia, mas antes tarde do que faltar ao nosso encontro diário. Os domingos são imprevisíveis…
Walter Wanderley – Organ-ized (1966)
Olás! As vezes eu fico querendo postar aqui alguns discos que me são enviados por amigos e colaboradores. Hoje em dia, posso dizer que estou muito bem servido por pessoas interessadas em colaborar, enviando seus discos digitalizados e tudo mais. Contudo eu sempre, ao agradecer, aviso que a postagem não tem data marcada. Tudo depende do momento. Há casos em que eu prefiro não postar, pois vejo que o disco já foi mais do que apresentado. Porém, há outros que mesmo nessas condições, ainda assim eu faço questão de apresentar. Este é o caso do Walter Wanderley, um instrumentista singular, copiado por muitos, mas poucos conseguiram tirar um som tão gostoso de um orgão eletrônico como ele fez. A Bossa Nova foi seu grande diferencial e com ela ele ultrapassou limites, se tornando conhecido mundialmente. Esta é uma das grandes vantagens de ser um artista brasileiro talentoso e morar nos ‘States’. Além do reconhecimento merecido ele adquire uma maior visibilidade. A América ainda é a vitrine do mundo.
Nelson Gonçalves – A Pedidos (1966)
Bom dia, meus caros amigos cultos, ocultos e correlatos (correlatos é ótimo). Aqui estamos nesta bela e fria manhã de sexta-feira trazendo um pouco mais de alegria e resgatando lembranças. Hoje eu estou atendendo a pedidos. Eu e o Nelson Gonçalves. Ao amigo Paulo Athaydes e a todos os boêmios e amantes da música do Nelson ‘Metralha’. Este disco, me parece, não foi um álbum de carreira e sim uma coletânea lançada pela RCA em 66. As músicas apresentadas nele fazem parte de outros álbuns já lançados pelo artista. Algumas faixas são coisas raras, difíceis de achar. Confiram o toque porque eu já estou indo… meu tempo é sempre curto 😉
Mark Morawski (1961)
Olás! Estou fazendo desta quinta-feira o Dia do Independente, trazendo para vocês uma curiosidade. Embora eu tenha usado inicialmente as sextas-feiras para postagem de trabalhos de artistas independentes, não ficamos condicionados ao dia certo e nem todas as semanas poderemos ter um artista assim. Tenho listado pelo menos uns dez, que pretendo ir agendando de acordo com o clima da semana. Peço aos artistas que tenha paciência, todos serão atendidos 🙂
Wilson Miranda – Relevo (1978)
Eis aqui um bom disco para a quarta feira. Wilson Miranda, vocês se lembram dele? Taí um nome que sumiu da praça. Quando se ouve falar neste artista, muitos irão pensar nos tempos da Jovem Guarda e mesmo antes quando ele era cantor de rock. Wilson começou a carreira como cantor de baladas, calipsos e versões de rock (twist). Naqueles tempos (início dos anos 60) só dava ele e o Carlos Gonzaga, outra figurinha marcante no cenário pré-jovem guarda. Wilson fez um relativo sucesso com versões como “Bata Baby”, “Twilight Time” e outras. Nos anos 60 foi também produtor musical e trabalhou em discos de muitos artistas, principalmente os da Jovem Guarda. A carreira de cantor romântico acabou ficando em segundo plano. Por outro lado, a medida em que o tempo passou ele foi refinando seu repertório. Até onde sei, “Relevo” foi seu último disco e com certeza o mais bem produzido. Lançado em 1978, este álbum parece ter sido feito com todo o cuidado. Um disco pensado, com autores e músicas muito bem selecionadas, como se pode conferir na relação a baixo. No álbum há as participações especiais de Ivan Lins, Adoniran Barbosa, Paulo Cesa Pinheiro, Maurício Tapajós e Eduardo Gudin. Por aí já dá para se ter uma ideia do que temos na bolacha. Confiram já este toque…
