Quelentaro foi um grupo folclórico chileno surgido no início dos anos 60 e que depois se transformou num duo, formado pelos irmãos Gastón e Eduardo Guzmán. “Buscando Siembra” é um álbum raro, embora tenha sido relançado a alguns anos atrás em cd. Neste disco inclui um dos temas mais emblemáticos do grupo, “Copla del Hijo”. Este é mais um toque que vale a pena conferir…
Astor Piazzolla – Retrospectiva (1979)
Começo a semana com um dos nomes mais importantes da música instrumental argentina e mundial, Astor Piazzolla, compositor e bandoneonista. Sua música incorpora elementos do jazz, da música erudita e do tango. Foi com um quinteto e através do timbre ímpar do bandoneon (primo do acordeon e da sanfona) que passou a ser reconhecido como maior compositor contemporâneo de tangos. O disco que apresento é uma coletânea produzida pelo selo Band Records, com algumas músicas compostas ao longo de sua carreira.
Hugo Y Osvaldo – La Bossa Nova De Hugo Y Osvaldo (1969)
Temos agora um álbum muito curioso e interessate: La Bossa Nova De Hugo Y Osvaldo. Esta dupla vem do Uruguai, formada pelos irmãos Hugo e Osvaldo Fattoruso. Para os que não sabem, eles foram integrantes da mais famosa banda de rock em seu país, “Los Shakers”. Os uruguaios mais Beatles de todos os tempos. Em 1969 os Shakers já estavam chegando ao fim e os dois irmãos começaram a flertar com a música brasileira. Daí surgiu este álbum, com elementos da Bossa Nova em arranjos simples, suave, no melhor estilo ‘cool’ e todo cantado em inglês. Um repertório que vai de músicas próprias, passando por Tom e Vinicius, Burt Bacharach e é claro, os Beatles. Muito bom… Vale o toque.
Sergio Godinho – Canto Da Boca (1982)
Vamos com mais um português nota 10, Sergio Godinho. Ele é um dos maiores nomes da música popular portuguesa. Consagrado internacionalmente, embora pouco conhecido no Brasil. Como outros compositores portugueses postados aqui, Godinho também foi um representante da música de protesto em seu país. Este disco, o sétimo de sua carreira, me parece ter sido o único lançado no Brasil. Ao longo desse tempo nunca vi um outro disco do cara por aqui. Suas composições são belíssimas e merecia mais atenção p’rás bandas de cá.
Fausto Bordalo Dias – Para Além Das Corilheiras (1987)
Considerado por muitos como o compositor e intérprete mais carismático da Música Popular Portuguesa, Fausto Bordalo Dias está em disco desde 1970 – quando gravou seu primeiro lp, que incluí diversos textos de poetas portugueses. Como outros compositores e artistas portugueses, Fausto também esteve envolvido com a música de protesto durante os anos 70. Pelas bandas de cá, o cara é muito pouco conhecido. O disco que temos aqui, o único lançado no Brasil, já é de uma nova fase. A vivência nos anos 80 e como o próprio título nos sugere, para além das cordilheiras. Segundo dizem, este é o álbum mais europeu do compositor e que lhe valeu o prêmio José Afonso, no Festival de Música Popular da Amadora.
Agustin Pereyra Lucena (1970)
Outro cara pouco divulgado por aqui é Agustin Pereyra Lucena, compositor e violonista argentino. Aliás, pouco divulgado até mesmo na rede. Há muito pouca coisa sobre ele, além de seu site. Sua música é uma mistura de jazz, bossa e elementos latinos – sendo a Bossa Nova e Baden Powell uma eterna fonte de inspiração e tributos. O disco que tenho aqui foi seu primeiro trabalho, um álbum voltado interiamente para a Bossa Nova. Lindo, perfeito de se ouvir como a bossa in jazz. Agustin gravou no ano seguinte um disco com o Naná Vasconcelos. Eu nunca ouvi, mas tenho interesse… Se alguém tiver, por favor, mande um link para mim.
Chuva (Pedro Camargo – Durval Ferreira)
Tema para Martín (J. Demonte)
Consolação (Baden Powell – Vinicius de Moraes)
Canto de Ossanha (Baden Powell – Vinicius de Moraes)
Pro Forma (Mauricio Einhorn – Arnaldo Costa)
Samba do Avião (A. Carlos Jobim)
Niña no divagues (A. y F. Pereyra Lucena)
Berimbau (Baden Powell – Vinicius de Moraes)
Tarancón – Rever Minha Terra (1979)
Para a alegria de muitos, aqui está mais um álbum do Tarancón. Na minha modesta opinião, este é o melhor disco deles. Digo o melhor como sendo o que mais aprecio. Dizer que o grupo fez algum trabalho médio ou ruim chega a ser um pecado. Vejam e escutem esta seleção de clássicos da música latino-americana. Um lp maravilhoso!
José Afonso – Cantigas Do Maio (1971)
Eis um disco que não poderia faltar neste toque prá lá de musical. “Cantigas do Maio” é um álbum clássico da música popular portuguesa. É neste disco que surge “Grândola Vila Morena”, que será mais tarde imortalizada como um dos símbolos da revolução de Abril, conhecida mundialmente e por aqui também cantada e tocada. José Afonso, também conhecido na “terrinha” como Zeca Afonso, foi um dos mais ilustres compositores portugueses. Ele foi um dos grandes incentivadores do fado e da música tradicional portuguesa, mas sua fama está associada à música de protesto, através da qual criticava o Estado Novo, regime de ditadura vigente em Portugal entre 1933 e 1974.
Julio Pereira E Carlos Cavalheiro – Bota Fora (1975)
Aqui temos um outro disco português, que sem dúvida merece um toque e onde mais uma vez o temos classificado como um álbum de rock. Este, por certo, tem tudo a ver… E por falar em ver, vejam (e leiam) a baixo o texto sugeneris sobre este lp no site do músico Julio Pereira.
2. Cordas 3:38
3. Capitão Ambrósio 5:32
4. Sachilemo 3:29
5. Bota-fora 3:49
6. M.P.L.A. 3:18
7. Independência 3:35
8. Viva a Guiné Bissau livre e independente 4:26
9. A nossa homenagem 1:09
Banda Do Casaco – Contos Da Barbearia
Mesclando um pouco as coisas, vamos em frente, agora com os portugueses. Existem alguns discos da música portuguesa que eu acho um primor musical. São álbuns como este da Banda Do Casaco, um grupo que mistura em seu trabalho o pop, rock e folk – criando uma sonoridade própria. Muitos o consideram uma banda de rock progressivo. Se o são deve-se a outros discos, este em especial me soa mais como um pop/folk bem ao estilo dos anos 70. Seja como for, e até mesmo para que vocês o possam julgar, melhor mesmo é ouvir este toque.
“O Diabo da Velha”
“A Noite Passada em Caminha”
“O Enterro do Tostão”
“La Pastorica”
“Malfamagrifada”
“Zás! Pás! (O Casório do Trolha)”
“Retrato D’Homenzinho Pequenino Com Frasco”
“Amo Tracinho Te”
“Godofredo Cheio de Medo”
Quilapayun – Santa Maria de Iquique (1970)
Começando as postagens do dia, temos aqui um disco que vale a pena ouvir. Uma obra criada por Luis Advis para o grupo Quilapayun. Advis é considerado um dos maiores maestros e compositor da música chilena. Neste trabalho, em forma de cantata, ele descreve o massacre ocorrido na escola Santa Maria de Iquique, em 1907 no Chile, onde foram assassinados quase mil trabalhadores de um salitre. Esta cantata ficou famosa, se tornando uma obra conhecida por todos os chilenos.
No sentido de não criar intervalos quebrados entre uma faixa e outra, preferi manter o disco em apenas duas partes, o lado A e o lado B. Informações adicionais, vejam no encarte incluido.
Los Guaraguao – Las Casas De Carton (1973)
Aqui vai mais um toque musical, um disco que é considerado um clássico da música de protesto na América do Sul e mais especificamente na Venezuela. A música “Casas de cartón”, que fala das desigualdades sociais do povo venezuelano, é do compositor Alí Primera – desaparecido durante o período mais negro das ditaduras sulamericana. Mas há também outras boas… Muito do sucesso e da atenção por esse trabalho do Los Guaraguao se deve as composições de Alí. Este lp é realmente muito bom. Vale um conferida…
Inkaquenas – Los Quechuas (1979)
Sempre tive uma dúvida com este disco. A princípio eu achava que o grupo se chamasse Los Quechuas. Na capa e contra-capa não há referências e nem mesmo no selo. Procurei informações na rede, mas só encontrei pistas que me levaram a entender que o grupo se chama Inkaquenas. Embora o disco tenha sido gravado na Argentina, os Inkaquenas são peruanos. Os Quechuas são descendentes da cultura Inca. Habitaram a Colombia, Equador, Peru, Bolivia, Argentina e Chile, transformando-se em uma das maiores etnias da America do Sul.
A músicas deste disco fazem parte do folclore andino. São obras bem populares, mesmo no Brasil. Quem nunca ouviu “el condor pasa”, “moliendo cafe” ou mesmo “carnavalito”?
Bana – Canta A Magia De Cabo Verde (1972)
Como havia dito, logo no início da semana, minha intensão nos próximos dias é a de postar algumas coisas de nossos ‘hermanos’ vizinhos latinos e também os irmãos de língua portuguesa. Pelo jeito, terei que extender por mais uma semana esses toques, pois além de ter muita bala na agulha, estamos também fazendo muito sucesso.
Bana é considerado uma das maiores vozes de Cabo Verde, um fruto da magia da cidade do Mindelo. Foi um dos primeiros artistas a ser reconhecido na Europa.
Amparo Uchoa Y Los Folkloritas – El Cancionero Popular (1980)
Agora temos aqui outro grande nome da música de protesto e folclórica latino-americana, Amparo Ochoa, que também pertence ao grupo e geração do movimento “Nueva Canción”, surgido nos anos 70. Neste álbum Amparo é acompanhada pelo grupo mexicano “Los Folkloristas”, um dos mais tradicionais e atuantes até os dias de hoje. Ochoa é uma artista que vale a pena ouvir.
Los Folkloristas – México (1979)
“Los Folkloristas” é um grupo musical mexicano super premiado por seu trabalho de resgate da música folclórica e tradicional mexicana. Estão na estrada musical a mais de 40 anos. Ao longo desse tempo gravaram dezenas de discos e ainda continuam atuantes, fazendo apresentações pelos quatro cantos do mundo. É isso aí, temos que manter vivas as nossas tradições, nem que seja apenas para um dia lembrarmos de onde viemos.
Tarancón – Gracias A La Vida (1976)
Outro grande grupo do qual sou um fan e com quem aprendi a gostar mais ainda da música latino-americana é o sensacional Tarancón. Um grupo dos mais interessantes formado por múscos e artistas de vários países da America Latina. A proposta do grupo era pesquisar e divulgar a diversidade de ritmos e canções latino-americanas. Eles surgiram na década de 70, participando de festivais e espetáculos por todo o continente. Fizeram enorme sucesso no circuito universitário brasileiro e são possivelmente os mais populares. Aqui temos o primeiro disco deles. Vejam a baixo o repertório muito bem escolhido e variado.
Mercedes Sosa – Homenaje A Violeta Parra (1971)
Mercedes Sosa é uma das mais populares cantoras argentina, simbolo da canção folclórica e de protesto. A preocupação sócio-política refletiu-se no seu repertório, tornando-se uma das grandes expoentes da “Nueva Cancion”, um movimento musical latino-americano da década de 60, com raízes africanas, cubanas, andinas e espanholas. “La Negra”, como é também chamada (por seus cabelos longos e negros) é uma figura conhecida mundialmente. Tem com os artistas e público brasileiros uma relação musical antiga e muito forte. Gravou no Brasil com Milton Nascimento, Fagner, entre outros… Neste disco, maravilhoso por sinal, temos “La Negra” em uma homenagem a outra grande artista, a chilena Violeta Parra, outro grande ícone da música de protesto latino-americana. Imperdível!
Daniel Viglietti – Trópicos (1973)
Daniel Viglietti é uruguaio, nascido em Montevideo, numa família de músicos. Sua carreira começou nos anos 60. Trabalhou com música e teatro em seu país, desenvolvendo uma intensa atividade, que por suas posições sociais e políticas, acabou levando-o ao exílio nos anos da ditadura. Durante um bom tempo ele viveu na Espanha. “Trópicos” é um disco de 1973 e nele temos dois momentos do movimento musical latino-americano – cantando os autores da (então) Nueva Trova Cubana (Noel Nicola, Silvio Rodriguez e Pablo Milanés) e a Nova Canção Brasileira (Chico Buarque, Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri). Daniel é acompanhado pelo Grupo de Experimentación Sonora do Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográfica. Álbum raríssimo que merece toda a atenção.
Grupo Agua – Transparência (1978)
02. Esperanzas.
03. Transparencia.
04. Juerga.
05. La luna llena.
06. El Guillatún.
07. La semilla.
08. Caldera.
09. Baioncito.
10. Volver a los 17.
11. Tarkeada.
Agrupacion Musica De Buenos Aires – Folklore Musica Del Sur Argentina
Um disco muito bonito que reúne uma seleção com dez das mais conhecidas músicas folclóricas do sul da Argentina. A concepção e direção deste álbum é de Enzo Gieco, renomado compositor, maestro e flautista argentino. Infelizmente, não há muito o que encontrar sobre o álbum, que suponho, seja mais uma raridade por aqui e por lá. Melhor mesmo ouvir esse toque…
04 Recuerdos de Calahuayo
05 Danza del gurí
Victor Jara – El Derecho De Vivir En Paz (1971)
Um nome importantíssimo no cenário da música de protesto latino-americana, Victor Jara. Cantor, compositor, diretor de teatro chileno Foi assassinado barbaramente em 16 de setembro de 1973, em Santiago, capital do Chile, nos primeiros dias de repressão que se seguiram ao golpe de estado de Augusto Pinochet contra o governo do presidente Salvador Allende, ocorrido em 11 de setembro daquele ano. Desde então Victor Jara tornou-se um síbolo da resistência contra os governos militares. Suas canções tornaram-se hinos de protesto, cantadas em toda a América Latina.
2 Abre La Ventana
3 La Partida
4 El Niño Yuntero
5 Vamos Por Ancho Camino
6 A La Molina No Voy Mas
7 A Cuba
8 Casitas De Barrio Alto
9 El Alma Llena De Banderas
10 Ni Chicha Ni Limona
11 Plegaria A Un Labrador
12 B R P (Brigada Ramona Parra)
Ruben Pagura – Volve Frijol! (1975)
Nesta semana estarei fugindo do tradicional. Vamos dar um tempinho nos nacionais e olhar um pouco além do horizonte. Vamos dedicar a semana aos artistas de países vizinhos e de língua portuguesa. Começarei com Rubén Pagura, ator, cantor e dramaturgo argentino radicado na Costa Rica. Foi o fundador do movimento da Nova Canção da Costa Rica. Artista premiado, tem suas obras teatrais encenada desde 1972, assim como suas canções. O disco que tenho aqui é uma obra tão rara que nem mesmo Pagura tem mais seu exemplar. Felizmente nós estamos aqui, também para isso, resgatar obras perdidas. Vamos então ouvir e conhecer Rubén Pagura.
Sá & Guarabyra – Cadernos De Viagem (1975)
Fechando a semana, aqui vai o último toque. Sá e Guarabyra, dupla que dispensa apresentações, num disco da fase de ouro. Mesmo com a saída de Zé Rodrix, a dupla continuou investido no seu ‘rock rural’. Um disco raro, gostoso de ouvir. Me faz lembrar coisas do “Clube da Esquina”. Belo álbum!
Dança o atrevido (Luiz Carlos Sá – Guarabyra)
Muchacha (Luiz Carlos Sá – Guarabyra)
Passo-preto (Luiz Carlos Sá – Guarabyra)
Lá vem o bicho (Luiz Carlos Sá – Guarabyra)
Velho camalião (Luiz Carlos Sá – Guarabyra)
Xote correntino (Luiz Carlos Sá – Guarabyra)
Roda o mundo (Luiz Carlos Sá – Guarabyra)
Ondina Paconé (Luiz Carlos Sá – Guarabyra)
Tarzan dos cromados (Luiz Carlos Sá – Guarabyra)
O que você quiser (Luiz Carlos Sá – Guarabyra)
Mundo invisível (Luiz Carlos Sá – Guarabyra)
Ciro Monteiro – A Bossa De Sempre (1966)
Mais um disquinho interessante aqui, que com certeza irá agradar. O grande Ciro Monteiro numa coletânea que procura resgatar seus sucessos na RCA Victor, entre as décadas de 30 à 50. Uma compilação criada e lançada originalmente em 1966. Foi pouco mais de uns 5 anos atrás relançado em cd. É bem possível encontrá-lo a venda. Se liga nesse toque.
Guilherme Lamounier (1970)
Aqui temos agora um disco bem raro. Fui juntado os caquinhos, até completar este obscuro album do Guilherme Lamounier, lançado em1970 pela Odeon. Ao ouvir uma primera vez, lembra-se um pouco aquela linha brega do pós-jovem guarda. Mas num segundo momento começamos a perceber as sigularidades. Com produção de Carlos Imperial e participação de Dom Salvador e Maestro Cipó, o disco foi comparado a “uma versão crua e rude de Wilson Simonal” (nada a ver…) Sem dúvidas, o álbum de 73 é insuperável e talvez por isso mesmo convém uma conferida neste primeiro lp.
06 cristina
Luli & Lucina – Amor Mulher/Yorimatã (1982)
Uma coisa leva a outra. Depois de ter postado “A Nova Estrela” do Som Imaginário, me lembrei da dupla Luli e Lucinha (ou Luhli e Lucina). Essas duas moças fizeram muito a minha cabeça. Quanta coisa bonita elas criaram. Quantas boas recordações, momentos felizes ao som dessas duas mulheres maravilhosas. Minha fase ‘on the road’ foi embalda por coisas desse tipo. Lembranças de Mauá, Mangaratiba, Resende, Armação de Búsios, Parati, Ouro Preto, Dimantina… ô tempinho bão!
Quanto ao lp, podemos dizer que são dois discos em um. De um lado temos “Amor Mulher” e do outro “Yorimatã”. Segundo Luli, “…que canta a vida e a magia dos elementos”. Um trabalho esmerado, com capa dupla. Este álbum foi premiado como melhor disco independente no Brasil e como melhor disco estrangeiro na França. Simplesmente lindo!
Elizeth Cardoso – Naturalmente (1958)
Na dúvida, realmente, o melhor é manter o charme. E que charme é poder ouvir a Elizeth Cardoso! Acho que todos os discos dela já foram postados pelos amantes da boa música. Eu, mais uma vez, volto com essa magnífica cantora, trazendo um disco de 1958. Este álbum tem uma outra (e original) capa, que infelizmente eu não consegui. Mas o mais importante tá aqui nesse toque, confira…
Uakti – Oficina Instrumental (1981)
Som Imaginário – Nova Estrela (1971)
Atendendo aos meus caros amigos, vamos com o segundo disco do Som Imaginário. Neste álbum, o som vai além do imaginário. Zé Rodrix havia saído do grupo. Eles continuaram como banda de apoio de Milton Nascimento e Gal Costa. Tocaram também outros artistas. Em 1971 eles participaram de um filme, um curta rodado em super 8 de André Adler, chamado “Nova Estrela”. Segundo contam, este filminho esteve guardado com a Lucinha (Lucina) da dupla Luli & Lucina. Me parece que o filme foi rodado em Mangaratiba (RJ), onde elas moravam. Para os mais interessados, este filme pode ser visto no Youtube. Acho que o lp tem esse nome por causa da música do Wagner Tiso e por isso, correto? Toque dado, toque já…

