Dick Schory’s Percussion And Brass Ensemble – Runnin’ Wild (1961)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Dentro da nossa programação fonomusical internacional, eu hoje trago para vocês mais um disco bacana, feito para se ouvir alto e em bom som estéreo. Temos aqui um lp da série “Stereo Action” produzida pela RCA Victor no início dos anos 60. Essa série foi criada para promover o som HiFi Stereo (alta fidelidade estéreo) que naquela época surgia como a grande inovação da aparelhagem doméstica. Era o máximo quem podia ter em sua sala uma radiola estéreo, ou ainda mais, os modernos aparelhos modulares, tocadiscos, amplificador e caixas, tudo separado. “The sound your eyes can follow” (o som que seus olhos podem seguir), este era o slogan para uma série de discos feitos exclusivamente para esse propósito, demonstração das qualidades do som estéreo. Curiosamente, algumas lojas americanas, davam esses discos de brinde na compra de aparelhagens estereofônicas. Para tanto, RCA Victor recrutou alguns de seus melhores maestros e orquestras impecáveis. A música sempre cristalina e perceptível, quase palpável, trazia elementos inovadores em seus arranjos e sempre recheada de efeitos sonoros. Outro destaque desta série diz respeito as capas. A gravadora investiu também numa bela apresentação, contratando os melhores artistas gráficos e também fotógrafos renomados que criaram imagens memoráveis, muitas delas ‘reaproveitadas’ pela indústria nacional.
Gosto muito dessa série que traz grandes nomes como Esquivel, Ray Martin, Marty Gold, Vic Schoen, Leo Addeo e outros entre os quais apresento o não menos genial, Dick Schory. Um dos maiores percussionistas americano. Maestro, arranjador, produtor, editor, engenheiro de som e muito mais. Aqui no Brasil vários dos seus discos foram lançados e ainda hoje se pode encontrar em sebos e principalmente no Mercado Livre por preços bem atraentes.
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Luiz Carlos Ramos – Música Popular Brasileira Contemporânea (1980)
Violonista, guitarrista, compositor e arranjador conceituado, Luiz Cláudio Ramos é posto em foco hoje pelo nosso TM. Com o nome completo de Luiz Cláudio Ramos dos Santos, ele veio ao mundo na cidade do Rio de Janeiro, a 25 de julho de 1949. Irmão do cantor Carlos José, Luiz Cláudio é autodidata e toca violão desde os catorze anos de idade, sendo também conhecido como “o matemático das escalas sonoras”. Entre 1969 e 1971, foi guitarrista do conjunto A Brazuca, liderado pelo tecladista Antônio Adolfo. A carreira de arranjador, paralela a de compositor e instrumentista, começa na década de 1970, por sugestão de Roberto Menescal, com trabalhos para alguns artistas renomados de nossa música, tais como MPB-4, Fagner e Quarteto em Cy. É extensa, por sinal, a relação de artistas com quem Luiz Cláudio tocou, em gravações e shows, além dos já mencionados: Elis Regina, Erasmo Carlos, Odair José, Raul Seixas, Rita Lee, Carlos Lyra, Nara Leão, o rolling-stone Mick Jagger (com quem gravou, em 1975, a canção “Scarlet”), Sérgio Ricardo, Miúcha, Johnny Alf, Tom Jobim, Eliana Pittman, Wilson Simonal, Edu Lobo, Francis Hime, Dori Caymmi, Caetano Veloso, Ed Motta, João Donato, Lisa Ono e o próprio irmão, Carlos José, entre outros. Em 1973, Luiz Cláudio iniciou parceria musical com Chico Buarque, participando da gravação da música “Bárbara”, que faz parte do texto da peça “Calabar, o elogio da traição”, de Chico e Ruy Guerra. Mais tarde, ele participou dos três álbuns seguintes de Chico, em 1975 (com Maria Bethânia, ao vivo), 1976 (“Meus caros amigos”) e 1978 (sem título). Desde os anos 1980, é músico fixo da banda de Chico e, em 1989, além de instrumentista, passou a ser o arranjador e produtor musical dos shows e das gravações do cantor e compositor. No cinema, Luiz Cláudio Ramos foi o responsável pela trilha sonora do filme “O sonho de Rose”, dirigido por Tetê Moraes e lançado em 2000. Foi ainda diretor musical do documentário “Vinícius”, de Miguel Faria Júnior, rodado em 2005. Em 1980, Luiz Cláudio Ramos conseguiu a chance de gravar um álbum só seu. É justamente o que o TM oferece hoje a seus amigos, ocultos e associados, lançado pela Philips/Polygram, hoje Universal Music, dentro da série MPBC (Música Popular Brasileira Contemporânea). Produzido pelo próprio Luiz Cláudio, é um trabalho impecável e totalmente autoral, com músicas que fez sozinho ou em parceria com Franklin da Flauta (com quem gravaria, em 2011, o álbum “Dois amigos”) e Aldir Blanc. Franklin, é claro, participa deste álbum, ao lado de “cobras” como o baterista Wilson das Neves, por sinal recentemente falecido, o tecladista Hélvuis Vilela, o contrabaixista Luizão, os percussionistas Chacal e Enéas, e os “backing vocals” de Cybele, Cyva (ex-integrantes do Quarteto em Cy), Ângela, Inês, Jane Duboc, Soninha, Malu e Dorinha Tapajós. Tudo com a qualidade e o padrão técnico de gravação que sempre caracterizavam as produções da Polygram. Enfim, é mais um trabalho de primeira, que o TM oferece com o orgulho e a satisfação de sempre a todos que prestigiam o que é bom. É correr pro GTM e baixar, sem falta…
ladeira do tambá
carta fora
fazenda do ar
dois irmãos
patati patatá
ensinar a viver
santo amaro
só rindo
o fio do pensamento
samba de exaltação a morena
ave maria
*Texto de Samuel Machado Filho
Zabumba SE – Documentário Sonoro Do Folclore Brasileiro N. 31 (1979)
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Torém Ceará – Documentario Sonoro Do Folclore Brasileiro N. 30 (1979)
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The Beatles Hits In Brass And Percussion (1982)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Por influência de amigos, entrei numa de colecionar Beatles. Mas ao contrário de outros colecionadores, amantes de Beatles, eu estou colecionando somente discos dedicados ao quarteto de Liverpool. No caso, discos dos mais diversos, com os mais diferentes artistas tocando integralmente Beatles. Essa, sem dúvida, é uma coleção que não tem fim e que sempre irá me surpreender, por isso resolvi encarar esse hobby específico.
Aqui segue um desses discos, “The Beatles Hits In Brass And Percussion”. Lp lançado em 1982 pela Copacabana, através do selo americano Audio Fidelity, o que nos garante ser uma gravação gringa. Porém, este disco originalmente deve ter sido lançado ainda nos anos 60 e aqui em 82. Certamente, de original só tem mesmo as gravações. Discos como esse, geralmente não traz ficha técnica. Neste caso não dá para saber nem mesmo quem foram os intérpretes. Mesmo assim, vale a pena conhecer essa versão orquestral para Beatles. Confiram no GTM.
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Ticumbi ES – Documentário Sonoro Do Folclore Brasileiro N. 29 (1979)
Dança Do Lelê / MA – Documentário Sonoro Do Folclore Brasileiro N. 28 (1979)
David Carroll – Percussion in Hi Fi (1956)


Olá amigos cultos e ocultos! Esta postagem já era para ter saído, mas depois de ter feito a resenha, houve uma queda de energia por aqui e eu acabei perdendo tudo. Daí fiquei meio sem saco para começar a escrever de novo. Mas vamos lá… Segue aqui um disco muito interessante que eu tive a felicidade de reencontrar na rede. Me recordo, quando ainda criança, na casa da minha tia havia uma radiola bonitona enfeitando a sala. Nessa radiola havia um compartimento para discos e entre os tantos que tinha, havia este lp que era muito apreciado por todos nós. Trata-se de um disco de excelente qualidade sonora, explorando ao máximo a inovação do Hi-Fi e para tanto, nada melhor que uma orquestra capaz de produzir uma sonoridade rica e exótica, onde se destaca os instrumentos percussivos e um aspecto muitas vezes jazzístico. Tudo sob a regência do renomado maestro americano David Carroll. Disco importado, provavelmente nunca chegou a ser lançado no Brasil.
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Som Três – 3 (1971)
Os amigos cultos, ocultos e associados do TM já foram brindados com o primeiro álbum do grupo Som Três, formado por César Camargo Mariano (piano), Sabá (contrabaixo) e Toninho Pinheiro (bateria), lançado em 1966 pela Som Maior. Pois hoje estamos trazendo de volta o Som Três, e desta vez apresentando uma coletânea que a Odeon lançou em 1971, reunindo doze faixas extraídas dos quatro LPs que o conjunto gravou na “marca do templo”. Se não, vejamos: do primeiro LP do grupo para a “marca do templo” (e segundo de carreira), “Som Três show”, lançado em 1968, entrou apenas uma faixa, “Watch what happens”. Do álbum de 1969, sem título, foram pinçadas as faixas “For once in my life”, “Que pena (Ela já não gosta mais de mim)”,sucesso de Jorge (então) Ben, “Blood mary” (esta, do próprio tecladista, César Camargo Mariano) e “California soul”. No mesmo ano, o grupo lançou “Um é pouco, dois é bom, este Som Três é demais”, do qual foram escaladas as faixas “Spooky”, “Tanga”, “Não identificado”, “Take it easy my brother Charles” (outro hit de Jorge da Capadócia)e “Teletema” (da novela “Véu de noiva”, da TV Globo). Por fim, do quinto e último LP do grupo, “Tobogã”, de 1970, entraram “Irmãos Coragem” (da novela global de mesmo nome, arrebentando em audiência na época) e “O telefone tocou novamente”, outro grande sucesso de Jorge Ben, depois Ben Jor. Tudo dentro do impecável padrão técnico de gravação que a Odeon possuía na época, e com execuções de primeira, sob medida para ouvir e dançar. Portanto, uma coletânea imperdível que o TM oferece, reunindo alguns dos melhores momentos do Som Três na “marca do templo”, em mais uma significativa amostra do que há de mais expressivo na música instrumental brazuca. Agora é correr pro GTM e conferir…
*Texto de Samuel Machado Filho
The Three Suns – Movin”n’Groovin’ (1962)
Olá, amigos cultos e ocultos! Aqui vai mais um lp internacional, lançado no Brasil, possivelmente, por volta de 1963, pelo selo RCA Victor. Uma garantia de qualidade, com certeza! Mas, para além da qualidade técnica, temos aqui um curioso e excelente grupo chamado The Three Suns. Formado no final dos anos 30 pelos irmãos Al Nevins (guitarra) e Morty Nevins (acordeom) e o primo Artie Dunn (vocal e orgão). O The Three Suns foram muito populares nos anos 40 e 50. Se destacaram pela peculiaridade musical, com efeitos sonoros e arranjos que mais lembravam trilhas para filmes. Aliás, eles fizeram alguns filmes, os percursores do vídeo clip, para aquelas máquinas, tipo junkeboxes, onde se colocava uma moeda e podia assistir o filminho. Uma atração para a época. Um de seus hits mais famosos é “Twilight Time”, numa versão ainda instrumental. O trio durou até os anos 50, quando então surgiu o rock’n’roll. A partir daí eles começaram a fazer uma música ainda mais interessante, usando também de outros instrumentos. Aproveitando a inovação do hi-fi e do estéreo, eles compuseram arranjos elaborados e lançaram discos como este Movin’N’Groovin’, que foi lançado lá fora em 1962. Aqui no Brasil deve ter chegado um ano depois ou mais. Um disco delicioso de se ouvir. Tenho certeza de que se ouvirem, irão gostar 😉
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Boi De Mamão – SC – Documentário Sonoro Do Folclore Brasileiro N. 27 (1978)
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Cambinda Paraíba – Documentário Sonoro do Folclore Brasileiro N. 26 (1978)
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Waldir Calmon E Seu Conjunto – Feito Para Dançar N. 6 (1957)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Não sei bem o motivo, mas o processo de postagem aqui no blog está cada dia mais lento. Ou é o meu computador que está quase na hora de entregar as chuteiras, ou é algum programa que o está deixando devagar. O fato é que eu estou gastando quase meia hora para publicar uma postagem. Desanimador…
Hoje, vamos de Waldir Calmon, um artista já bem divulgado por aqui e também muito apreciado, o que nos leva, sempre que possível, publicar um de seus inúmeros discos. Aqui temos mais um da série ‘Feito para dançar’. Mais um álbum feito ao estilo ‘faixa única’,ou seja, aqueles discos os quais não trazem separação das faixas/músicas para não haver pausa no ritmo da dança. Neste caso, neste lp, temos o lado A quase em formato de pot pourri, um lado inteiro sem pausas. Dá pra dançar por uns 20 minutos 🙂 Confiram no GTM 🙂
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Congo De Saiote RN – Documentário Sonoro Do Folclore Brasileiro N. 25 (1978)
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Danças Do Marajó – Documentário Sonoro do Folclore Brasileiro N. 24 (1978)
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Bill Doggett – Honky Tonk Popcorn (1969)
Boa noite, prezados amigos cultos e ocultos! Como eu já havia dito, a partir de agora, depois de completar a maioridade com 10 anos de atividades, o Toque Musical abre ainda mais o seu leque de variedades passando a postar também discos e artistas internacionais. Na verdade estarei, neste sentido, postando aqui um pouco da minha coleção pessoal, discos os quais fazem parte da minha modesta coleção de jazz, blues, trilhas sonoras e algumas orquestras. Teremos assim publicações diversas esperando também ampliar o nosso quadro de amigos e visitantes.
Abrindo, trago hoje um discaço que há alguns anos atrás voltou a ser relançado no formato vinil. Estamos falando do excelente “Honky Tonk Popcorn” do genial Bill Doggett, músico americano que atuou por mais de 60 anos no jazz e rhythm & blues. Pianista e organista, tocou ao lado de outros grandes nomes da música americana. Sua gravação mais conhecida é Honky Tonk””, um hit de 1956 que vendeu horrores, alcançando a primeira posição da Billboard por mais de dois meses. Em 1969 ele volta a cena com “Honky Tonk Popcorn”, um delicioso álbum recheado de muito funk, rhythm & blues e jazz. Destaque para funkadaço “Honky Tonk”, música de abertura, colocada estrategicamente na primeira faixa para pegar o nêgo no laço pela orelha. Lp altamente recomendável. Não deixem de conferir 😉
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Banda Cabaçal Ceará – Documentário Sonoro Do Folclore Brasileiro N. 23 (1978)
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Baianas Alagoas – Documentário Sonoro d Folclore Brasileiro N. 21 (1977)
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Tania Maria – The Lady From Brazil (1987)
Olá amigos cultos e ocultos! Não estranhem se hoje não tem disquinho da série Documentário Sonoro do Folclore Brasileiro. Não estranhem e nem desesperem, as postagens continuam. Só que acho melhor intercalar com outros discos, outros títulos e curiosidades… como eu já havia informado, a partir de agora iremos incluir em nossas postagens discos e artistas internacionais. Não é que esteja faltando discos nacionais para postar. Acontece que eu estou querendo mesmo diversificar e postar aqui um pouco dos meus discos, aqueles que realmente fazem parte do meu pequeno acervo. Mas também continuamos com as raridades nacionais, afinal aqui continua sendo um lugar para quem escuta música com outros olhos, né?
Pois bem, hoje vamos com um disco internacional, porém a artista é brasileira. Temos aqui e mais uma vez a cantora, compositora e instrumentista Tania Maria, um nome consagrado no mundo do chamado latin jazz. Artista que cravou sua carreira tanto na Europa quanto nos Estados Unidos. Aqui temos um disco dela gravado nos anos 80, com produção do fera George Duke, que também participa em boa parte do disco. Tem o percussionista Paulinho da Costa, outro brasileiro radicado nos Estados Unidos e uma penca de instrumentistas de primeiríssima engrossando o caldo. Confiram…
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Mineiro Pau RJ – Documentário Sonoro Do Folclore Brasileiro N. 20 (1977)
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Reisado Do Piaui – Documentário Sonoro Do Folclore Brasileiro N. 19 (1977)
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Congo Paraíba – Documentário Sonoro Do Folclore Brasileiro N. 18 (1977)
Samba De Caboclo RJ – Documentário Sonoro Do Folclore Brasileiro N. 17 (1977)
Segue aqui o volume 17, Samba de Caboclo, de São João de Meriti, no Rio de Janeiro. Interpretação do Grupo Joel Lourenço. Registro colhido nesta cidade em 1977.
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Chegança – Sergipe – Documentário Sonoro Do Folclore Brasileiro N. 16 (1976)
Chegança de Lagarto – Sergipe. Gravação realizada em Aracaju, em 1976.
Fandango Do Paraná – Documentário Sonoro Do Folclore Brasileiro N. 15 (1976)
Olá amigos cultos e ocultos! E vamos nós com mais um disquinho da série Documentário Sonoro do Folclore Brasileiro. Desta vez destacando o Fandango do Paraná. Registro realizado em 1968, nos estúdios da TV Iguaçú, de Curitiba. O disquinho, como se pode ver foi lançado em 1976.
Tambor De Crioula – Documentário Sonoro Do Folclores Brasileiro N. 12 (1976)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Seguindo a ordem numérica, iniciamos no volume 6, agora vamos para o próximo que é o 12, Tambor de Crioula. Registro das toadas gravado em São Luís do Maranhão. Lançado em 1976.
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Cocos De Alagoas – Documentário Sonoro Do Folclores Brasileiro N. 6 (1975)
Olá, amiguíssimos cultos e ocultos! Entramos então, a partir desta postagem, numa nova era. Uma nova década musical, com muito pique e cheia de novidades. Continuamos nossas postagens no mesmo esquema de sempre, tendo nossa fonte em um clube privado (o GTM), porém sempre de portas abertas para novos associados, basta tomar o trabalho de ler as orientações. Como eu já disse, a partir de agora estaremos também postando discos e artistas internacionais. Na verdade, irei postar aqui algumas coisas da minha coleção particular, discos os quais eu tenho prazer de ter e ouvir. Irei assim compartilhar com vocês, além das curiosidades e raridades de sempre, também um pouco do meu gosto pessoal, da minha discoteca internacional. Por certo, serão apenas aqueles discos que realmente não se encontram por aí.
Para começarmos bem o décimo primeiro ano do Toque Musical eu vou trazendo aqui e ao longo dos dias alguns disquinhos de uma série, hoje rara, conhecida como Documentário Sonoro do Folclore Brasileiro, produzida e distribuída gratuitamente pelo MEC durante as décadas de 70 e 80. No momento, não sei dizer quantos desses discos de 7 polegadas (os compactos) foram lançados, mas foram dezenas, cada qual trazendo um tipo de manifestação sonoro-musical, registros extraídos de diferentes regiões do Brasil, alguns, inclusive feitos em épocas anteriores, nas décadas de 50 e 60. Infelizmente, a série que eu apresento aqui está incompleta. São apenas 24 discos e com numeração quebrada. Postarei todos seguindo a ordem de lançamento. Ao longo das próximas postagens falaremos mais sobre essa importante coleção.
Começamos então pelo compacto “Cocos de Alagoas”, registro feito no município de Chã Preta, em Alagoas, pelo antropólogo e folclorista Théo Brandão, em 1952. As informações complementares vocês poderão obter na contracapa do disco, ok? Fiquem ligados que amanhã tem mais… 😉
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Toque Musical, 10 Anos!
Bom dia a todos os amigos, cultos, ocultos e todos os associados! Hoje é um dia muito especial para nós. Inacreditavelmente, conseguimos chegar a meta dos 10 anos de vida. Digo meta, porque depois que chegamos aos nove, para o dez era só mais um ano. E no que dependesse de mim, faria tudo para chegar a uma década, completando assim um ciclo de verdade. Parabéns para mim, parabéns para os meus colaboradores, parabéns para todos os amigos cultos, ocultos e associados! Fizemos ao longo desse tempo muita coisa. Foram mais de 3 mil postagens. Posso garantir que ajudamos a resgatar muita música, muitos discos, muitos artistas. Certamente, graças ao Toque Musical, assim como outros blogs, muito do que foi esquecido e até apagado da história da música brasileira, de seus artistas, discos e gravações, voltaram à vida, reencontraram seus ouvintes e conquistaram tantso outros. Se hoje poucos blogs, como o TM, ainda resistem é porque seus autores são assim como eu, amantes da música e dos discos e buscam divulgar seus acervos e compartilhar afinidades. Por outro lado, muitos migraram para outras plataformas tipo Youtube. Aliás, tudo o que hoje encontramos de raridades fonográficas no Youtube é dá por conta dos blogs. Foi e é o nosso trabalho transferido para um canal imediato, onde as pessoas já não precisam baixar nada para ouvir. Pois é, vivemos o momento da música digital, dos ‘streamings’… da música orfã de um disco, da música feita apenas para se ouvir, usar e jogar fora. O conceito de música pelo Youtube é algo assim. Ela está lá, mas você não sente que a tem. Você apenas tem acesso a ela enquanto estiver ali. Contudo, ainda existem pessoas interessadas no disco material, na música que seja pelo menos acessível enquanto arquivos digitais ou digitalizados. Tem gente, como eu, que quer baixar o disco, ver e ouvir as músicas separadamente, ver capa e contracapa, selos e outras informações disponíveis. Tem gente que coleciona música em mp3. Tem gente montando acervos digitalizados para fins educativos e de estudos.Tem gente que ama discos… É por conta dessas e de outras que a gente continua e não desiste. Eu, por muitas vezes pensei em parar, mas quanto mais eu andava, mais via o quanto já tinha feito e seria uma pena, de repente, jogar tudo pelo ralo. Não, a gente continua! Contando com os amigos e colaboradores, a gente acaba seguindo em frente. Vira também uma certa obrigação, mesmo sabendo que a cada ano o público diminui. Mas, é como eu já disse outras vezes, o Toque Musical já se transformou em uma referência. Uma fonte de consulta, uma esperança de download.
Pois bem, aqui estamos, 10 anos de vida! Possivelmente, nosso blog musical é hoje o mais antigo na rede e também um dos pioneiros, com um acervo que permitiu muitos outros blogs virem a surgir, seja pelo entusiasmo ou por replicancia e compartilhamento. Nessa altura, já podemos nos considerar um blog adulto 🙂
Buscando melhorar e reciclar nossas ideias e interesses, estarei adotando uma novidade as nossas postagens. A partir de agora o Toque Musical não se limita a música brasileira. Iremos adotar também a publicação de discos e artistas estrangeiros. Vamos ampliar o nosso leque de variedades. Teremos assim, para essa próxima década, um mostruário também internacional, não esquecendo, obviamente, das raridades nacionais, essas sempre continua. Mas de hoje em diante teremos também a música internacional. Discos raros, curiosidades, mas sempre aquilo que é realmente difícil de achar, mesmo que seja no Youtube.
O Toque Musical começa assim uma nova fase, abrindo espaço também para outros públicos, para outros discos. Mas, fiquem atentos, nossa política de relacionamento continua sendo a mesma. Para participar integralmente do Toque Musical a pessoa precisa se associar ao nosso grupo fechado, o GTM (Grupo do Toque Musical). Para tanto, basta ler as instruções de participação no texto lateral do blog. Seja todos muito bem vindo! Parabéns para todos nós!
Música é algo muito além daquilo que toca pelo autofalante!
Abraços a todos!
Augusto TM
Maria Bethânia – Box (1981)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Depois de quase duas semanas postando discos de música latina, hoje damos uma pausa e também um ponto final para os nossos 10 anos de atividades. Para tanto, claro, precisava ser um ponto final que fizesse jus a uma década. Daí, escolhi este box da cantora Maria Bethânia, que é uma das maiores intérpretes da música popular brasileira e tem em sua bagagem uma infinidade de sucessos. E eu, percebendo aqui, vejo que ao longo de todo esse tempo de Toque Musical, poucas vezes publiquei discos dela. Assim, para a alegria de todos e também como um presente de aniversário (porque aqui quem dá o presente é o aniversariante), temos um box com seis lps, reunindo certamente o que de melhor ela fez durante sua fase no selo Philips. A seleção traz dezenas de músicas divididas por temas. Gravações ao vivo, temas de amor, interpretando compositoras, Caetano Veloso, Chico Buarque e Gonzaguinha e também em duetos com outros artistas. Sem dúvida, um mostruário quase completo dessa grande artista. Um presente de 10 anos do Toque Musical, mas só para os amigos cultos e ocultos associados.
Se você está chegando agora e ainda não conhece o nosso espaço, sugiro que leia com atenção os textos laterais, caso tenha a intensão de participar do Grupo Toque Musical e usufruir do que postamos aqui. Uma nova fase irá começar. Sejam todos bem vindos!