André Penazzi – Orgão… Samba… Percussão (1963)
Paulo Marquez – Doutor Em Samba (1959)
Aqui estou, ansiosamente esperado para trazer as novidades… E hoje, boas novas eu trago e espero que sejam inéditas. Tenho aqui este disco que, para quem não conhece, vai ser um toque mais que musical, especial! Podem comentar…I Festival Nacional De MPB – O Brasil Canta No Rio (1968)
Elizeth Cardoso & Zimbo Trio – De Manhã (1975)
Dick Farney – Copacabana (1969)
Completando o dia, tenho aqui outro Dick Farney e mais uma vez em Copacabana. Este é o título do álbum lançado em 1969 pelo selo MusiColor, uma coletânea que reúne alguns dos melhores momentos de Dick em 78 rpm. Uma oportunidade de ouvir faixas raras que a muito deixarm de tocar no prato. Toquem este toque!
Dick Farney – Meia Noite Em Copacabana (1965)
Lançado em 1965 pela Elenco, de Aloysio de Oliveira, o álbum não tem título, mas todos o conhece por “Meia noite em Copacabana”. Fez muito sucesso, tendo em duas de suas faixas a participação da ‘sexy-simbol’ nacional Norma Benguell. Não sei se muito graças a Norma, mas eles acabaram lançando também uma versão em compacto com as duas músicas onde ela faz o dueto com Dick. Sem dúvida é um disco muito gostoso de ouvir. Uma bossa sensual…
Vivo sonhando
Meu mundo é você
Pequeno olhar
Hoje é dia de amor
Historinha
Fotografia
Samba de duas notas
Vou por aí
Tristeza de nós dois
Inútil paisagem
One for my baby
Pery Ribeiro, Leny Andrade & Bossa 3 – Gemini V (1965) REPOST
Um grande disco que registra ao vivo as performaces de Pery Ribeiro, Leny Andrade e o Bossa Três em show idealizado e dirigido por Ronaldo Boscoli e Carlos Mieli. O espetáculo foi um tremendo sucesso que entre outras rendeu este disco, verdadeiramente memorável. Quem ainda não conhece, sugiro fazê-lo. Gostoso como um torrão de rapadura. :)))
Toques para quem se toca – Links dando erro
Tenho recebido inúmeros pedidos e reclamações quanto aos links dos álbuns postados. Gostaria de informar que todos aqueles hospedados no Rapidshare estão funcionando perfeitamente. Alguns poucos, após o terceiro mês sem procura, realmente acabam caducando. Mas medida do possível e quando solicitados, eu os tenho renovado. Há porém um pequeno problema que ultimamente vem acontecendo, que é essa questão do link que não abre. |Isso tem acontecido por duas principais razões: inexperiência ao usar o Rapidshare e desatenção ao copiar e colar o link. Alguns navegadores, como o Firefox limita a área do quadro de comentários e acaba cortando o link (quando este é muito grande). Se você não estiver atento, corre o risco de copiar apenas um trecho do link, que assim de nada vale e aparece o ‘error’. Para piorar a situação, o Rapidshare adotou um sistema de verificação da contra-senha que parece coisa de maluco. Você escreve no quadrinho as letras que aparecem a baixo, lembrando-se de que só irá digitar aquelas onde aparecem um desenho de gatinho. Isso realmente é um saco, mas faz parte da “brincadeira”. Do meu lado, tento fazer o possível para atendê-los da melhor maneira. Só não mudarei o meu sistema de postagem e nem penso em deixar o Rapidshare, que apesar de chato é o mais confiável. Moçada, como já dizia um amigo: rapadura é doce, mas não é mole não!
Simonetti – Bossa (1964)
Milton Banana (1975)
Samba – Nova Concepção (1964)
Lançado originalmente em 1964, este disco reúne um grupo de ‘feras’ que fazem de “Samba – Nova Concepção” um álbum sem igual. Muitos atribuem este trabalho à Eumir Deodato e erroneamente aos Catedráticos do Samba. Muitos se apóiam no fato deste álbum ter sido relançado em cd junto à discografia de Eumir. Acho um tanto injusta essa afirmação, considerando que na quinta e sexta faixa do lado B, Eumir Deodato deu lugar ao jovem Tenório Jr. Além do quê, quem mais se envolveu no projeto foi Daudeth de Azevedo (o Néco), violonista que cuidou de todos os arranjos e orientou os demais músicos durante as gravações. Este trabalho foi lançado, como diz no próprio texto de Myriam Conceição na contracapa, sem pretensões comerciais ou o intuito de projetar este ou aquele artista no cenário musical brasileiro. É acima de tudo um disco de gente grande, uma reunião de excelentes músicos, fazendo o que gostam, música de qualidade.
Se você ainda não ouviu ou ouviu por outras fontes, escute aqui a versão vinil. Extraia do sulco este som!
Dalva De Oliveira – Nuvens Grossas De Amor (1974)
Este álbum é mesmo especial, em todos os sentidos. A começar por ser da Dalva de Oliveira (sem comentários!). Por ter sido um disco produzido por Hermínio Bello de Carvalho. Um trabalho primoroso de recuperação e recomposição de antigos fonogramas, onde a instrumentação foi praticamente toda refeita com novas bases e executadas por músicos de uma outra geração. Transformaram as matrizes originais, gravadas em 1 ou 2 canais, em fitas de 8, dando a voz de Dalva um acompanhamento instrumental novo. Gente importante como o maestro Gaya, Wilson das Neves, Paulo Moura, entre outros; foram peças importantes na realização deste disco.
Não tenho certeza, mas parece que este lp chegou a ser relançado em cd pela EMI em 2006. Eu mesmo, nunca o vi nas estantes das lojas, mas vale dar uma conferida. Procurei não separar as faixas, embora elas existam, para não criar cortes ou pausas incômodas que, ao meu ver, comprometem na audição.
Fiquem então com Dalva de Oliveira e tenham um feliz Dia das Mães!
5º Aniversário Sinter (1956)
Vitrine Odeon – Vários (1958)
Carmen Miranda – A Nossa Carmem Miranda (1965)
Carolina Cardoso de Menezes – Lembrando Carmen Miranda (1957)
Leny Eversong – A Voz de Leny Eversong (1957)
Dilermando Reis – Solista De Violão (1956)
Hoje temos aqui um outro instrumentista, desta vez das cordas, o violonista e compositor Dilermando Reis. Neste álbum, de 56 ele, temos um repertório rico em suas oito faixas, que por certo irá agradar não apenas os ‘tocadores de violão’, mas todo um publico que sabe dar o valor à um dos nossos melhores artista do violão. Espero que todos apreciem este mini-lp como o fizeram com a mesma sêde em um outro postado aqui.
Carolina Cardoso de Menezes – Interpreta Ernesto Nazareth (1955)
Carolina Cardoso de Menezes – Sucessos Em Desfile N. 2 (1955)
Silvio Caldas (1956) REPOST
turca do meu brasil
se eu pudesse
perfil de são paulo
pierrot
mágua
jangada
vivo em paz
Silvio Caldas – Serenata (1957)
Para esta noite e pela semana vamos como mais alguns microgrooves interessantes. Começo com este lp de 12, gravado pela Columbia em 57. Este disco é bem bancana, com um repertório recheado de sucessos. Na capa ele aparece tocando o violão que recebeu de JK. Na contra-capa há também outras fotos, inclusive uma com o ‘presidente bossa nova’ (ou presidente seresteiro?), recebendo o tal violão.
Zilá Fonseca (1956)
Cauby Peixoto – Ouvindo Cauby (1957)
Cauby Peixoto – O Show Vai Começar (1956)
Este lp, me parece, foi o primeiro com repertório gravado exclusivamente no modelo 33rpm. A partir dos meados da década de 50 os ‘microgrooves’ de 10 polegadas começaram a tomar conta do pedaço. Estava chegando ao fim a era dos bolações pesados. Entrava em cena um outro valor agregado ao disco, a capa e a arte desta, que se tornou um fator importantíssimo na conquista do ouvinte. Não é atoa que nosso lema aqui no TM é ouvir os discos com outros olhos.
Bom, vamos parar por aqui, pois o show vai começar…
Cauby Peixoto – Canção Do Rouxinol (1956)
Entre alguns diversos títulos que estou tendo a oportunidade de postar, escolhi para esta noite de domingo um dos cantores mais querido e atuante da música brasileira, o impagável Cauby Peixoto. Farei como ontem, postarei dois disco hoje. Acho que ninguém vai se importar, não é mesmo? Afinal ninguém comentou nada nas últimas 24 horas. Quem cala concente, diz o ditado.
Aqui temos o segundo lp de Cauby pela Columbia, reunindo alguns de seus sucessos gravados no bolochão de 78rpm entre os anos de 54 e 55. Eu, pessoalmente, acho muito boa a faixa “Mambo do galinho”, formidável!