Bom dia, amigos cultos e ocultos! Eu tenho andado meio negligente com o nosso GTM (Grupo de ‘DISCOssão’ do Toque Musical), deixado a porta muito aberta e sem porteiro. Acaba que qualquer um vai entrando (o que era esperado), mas há limites. Os oportunistas eu já começei a banir. O interesse desse grupo é apenas musical. Por certo, com o tempo, as discussões e afinidades, acabam levando e gerando outros assuntos. Cabe a cada membro o uso do bom senso, para não ultrapassar os limites, enchendo a caixa postal do grupo com pencas de links. O GTM foi criado, inicialmente, como uma alternativa para tudo aqui que estava (ou venha a estar) ‘censurado’ pelos controladores e patrulheiros de plantão. Mas, como eu disse o espaço é de ‘feedback’, interativo. Já somos mais de 200 e a cada dia, naturalmente, passamos a ser mais seletivos. O GTM é um grupo exclusivo para os amigos cultos 😉 Para incrementar o ‘clube’ estarei, esporadicamente, levando ao grupo, também, excelentes discos que, infelizmente, não cabem no perfil do Toque Musical.
Milton Banana Trio – Samba É Isso – Vol. 3 – Ao Meu Amigo Chico (1979) REPOST
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Eu tenho andado meio negligente com o nosso GTM (Grupo de ‘DISCOssão’ do Toque Musical), deixado a porta muito aberta e sem porteiro. Acaba que qualquer um vai entrando (o que era esperado), mas há limites. Os oportunistas eu já começei a banir. O interesse desse grupo é apenas musical. Por certo, com o tempo, as discussões e afinidades, acabam levando e gerando outros assuntos. Cabe a cada membro o uso do bom senso, para não ultrapassar os limites, enchendo a caixa postal do grupo com pencas de links. O GTM foi criado, inicialmente, como uma alternativa para tudo aqui que estava (ou venha a estar) ‘censurado’ pelos controladores e patrulheiros de plantão. Mas, como eu disse o espaço é de ‘feedback’, interativo. Já somos mais de 200 e a cada dia, naturalmente, passamos a ser mais seletivos. O GTM é um grupo exclusivo para os amigos cultos 😉 Para incrementar o ‘clube’ estarei, esporadicamente, levando ao grupo, também, excelentes discos que, infelizmente, não cabem no perfil do Toque Musical.
Jorge Antunes – No Se Mata La Justiica (1981)
Olá amigos cultos e ocultos! Há muito que eu venho ensaiando uma semana ‘toquemusical’ dedicada a um tipo de música que não é feita para tocar no rádio. Até então, o máximo que tenho feito é postar música que as rádios não gostam de tocar. O Toque Musical, como todos já sabem, se interessa por tudo. Tudo que possa gerar algum intercâmbio e uma discussão inteligente, muito embora poucas foram as vezes em que nos dispusemos a discutir com maestria assuntos dessa natureza. Eu faço a minha parte, jogando na roda, todos os dias, um assunto novo e diferente. Mas é justamente algo diferente que eu queria fazer por uma semana, pelo menos. Acho que fico protelando por ter a convicção de que uma dose maciça de experimentalismo possa acabar comprometendo o interesse de uma grande maioria. Por isso, acabo diluindo o que é difícil de engolir puro. Por outra, tem também a questão dos dias dedicados a isso ou aquilo (eruditos, trilhas e coletâneas). Querendo ou não, acabo voltando para a salada mista. Assim sendo, viva a variedade! Vamos à ela…
Quincas Berro Dágua – Trilha Sonora Original (1972)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Acordei já meio no atraso. Segunda feira é barra… e eu não aprendo a deixar alguma coisa pronta no fim de semana. Acabo tendo que recorrer aos meus essenciais ‘discos de gaveta’. Esses sim, estão sempre prontos para uma emergência.
Os Carbonos (1970)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Estou trazendo mais uma vez para vocês o grupo Os Carbonos. Este conjunto, como todos já devem saber e pelo seu próprio nome, se dedicava ao que hoje conhecemos como ‘cover’. Eram mesmo especialistas no assunto. Quem já ouviu os discos dessa turma por aqui, sabe que vale a pena trazermos mais um de seus ‘originais’ trabalhos 😉 Este disco, entre os muitos, é um dos que eu mais gosto, cheio de ‘covers’ e versões do que era o ‘pop’ daquela época.
O Rock Do Augusto – 60 Pedras Escolhidas A Dedo (2011)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Putz, como o dia de hoje passou rápido! Quando dei por mim, já tinha anoitecido. No último sábado passado eu iniciei a postagem de uma caixa promocional da Fontana/Phonogram, com seis lps. Postei apenas o primeiro, prometendo para os próximos sábados a continuação dos outros discos. Minha intensão era, inclusive, de publicar hoje dois desses disco. Infelizmente surgiu um imprevisto, estou sem condições de fazer essas postagens hoje. Daí, fui obrigado a colocar em prática o plano B, e olha que dessa vez eu não tive nem como recorrer aos meus ‘arquivos de gaveta’. Fiz então uma seleção dos rocks e músicas com essa pegada, alguns dos que sempre me acompanharam, seja no Ipod ou no computador. Escolhi a dedo 60 músicas entre as que eu mais gosto no rock nacional, principalmente dos anos 70. Talvez, alguns dos amigos apreciadores do rock tupiniquim possam achar meio incompleta ou questionável essa minha escolha. Sem dúvida que é. Se fosse selecionar tudo o que é mesmo legal, passaria dos 600. Procurei me pautar apenas no meu gosto pessoal, independente de terem sidos, qualquer das músicas, uma maravilha musical ou um grande sucesso. São, com eu disse, músicas que me acompanham…, há mais de 35 anos!!! Putz, como o tempo passa rápido. Isso ainda está tão fresco na minha cabela 🙂
Clube Do Camelo (1995)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Chegamos a mais uma sexta independente, dia onde apresentamos aqui os artistas/discos independentes, aqueles que lançam seus trabalhos de forma alternativa, longe do julgo comercial imposto pelas grandes e decadentes gravadoras.
Maria Creuza – De Onde Vens (1972)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Hoje vamos ligeirinho… estou cheio de costura, como dizia a minha tia. Muito serviço e pouco tempo livre. Enquanto saí o café, vamos ao disco do dia 🙂
Hoje eu tenho para vocês a Maria Creuza, grande cantora baiana, em um álbum lançado originalmente na Argentina. Aliás, me parece (salvo o engano), a gravação também foi feita por lá, lançado através do selo Trova. A capa, inclusive, era outra (a da imagem pequena). No Brasil o disco saiu no mesmo ano de lançamento na Argentina, 1972, mas com outra capa. Me parece também que no seu relançamento em cd a capa já surge com o título “De onde vens”, coisa que não constava no vinil nacional. Um outro fato que reforça a minha suposição do disco ter sido mesmo gravado na Argentina é a participação especial de Sebastião Tapajós e Pedro (Sorongo) Santos, que naquela época também estavam por lá fazendo gravações e apresentações.
Quarteto Em Cy (1966)
Bom tarde, amigos cultos e ocultos! Logo após o almoço, nada melhor que uma boa sobremesa. Vou aproveitando a brecha, entre garfos e facas, para fazer a postagem do dia. Há tempos eu venho pensando em postar este disco do Quarteto em Cy. Acabou ficando aqui parado no meu computador, limitado aos meus ouvidos. Como eu hoje estou fora do ‘QG’ e não sei bem a que horas estarei de volta, melhor juntar o útil ao agradável e fazer logo a postagem do disco das baianinhas.
Orquestra Sinfônica Do Rio De Janeiro – Baptista Siqueira (196…)
Boa noite! O dia hoje foi longo, cheio de vistos e imprevistos. Finalmente cheguei aqui. Ainda nos últimos minutos do dia, acho que vou conseguir publicar esta postagem. Ufa! 🙂
Verão Vermelho – Trilha Original Da Novela (1970)
Olá amigos cultos e ocultos! Com o feriadão de terça feira, acabei conseguindo ganhar a segunda feira também. Que felicidade! Agora terei tempo de atender aos que ainda estavam na pendência. Vamos ver se consigo colocar em dia as velhas postagens, ou pelo menos aquelas que me foram solicitadas.
Primo Quintet – Um Homem E Uma Mulher (1970)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Segue aqui a nossa postagem do domingo. Uma trilha musical que vem bem a calhar, combinando com a suavidade do dia (pelo menos o meu foi). Temos aqui um disco raro de ser ver por aí (e ouvir também, com certeza). Vamos com o Primo Quintet e seu álbum “Um homem e uma mulher”. Disquinho bacana trazendo uma série de temas internacionais de sucesso, numa interpretação perfeita e arranjos jazzísticos que valorizam as músicas ainda mais. Há no disco uma única faixa nacional: “Te amo, te amo, te amo”, de Roberto e Erasmo Carlos. Sinceramente, esta foi a melhor interpretação instrumental de uma música da dupla que ouvi até hoje. Primo e seu quinteto conseguem recriar encima de uma melodia marcada. Transformaram a música num jazz. Achei perfeito… O álbum num todo é ótimo. Acabei mesmo foi quase esquecendo de falar do Primo Quintet, um grupo liderado pelo pianista João Peixoto Primo. Este instrumentista veio do Rio Grande do Sul. No final dos anos 50 e início dos 60 ele tinha um conjunto, o Flamingo, o qual trazia como cantora a adolescente Elis Regina. Outro fato curioso e marcante foi a sua transferência para a cidade de Brasília, onde passou a ser uma espécie de músico oficial do governo. Durante muitos anos e alguns presidentes, foi o responsável pelo entretenimento musical das festas e bailes da Capital Federal.
FM Stéreo – Disco 1 (1983)
Boa noite, meus prezados! Hoje o meu sábado foi meio puxado, daí, só agora venho bater o ponto. Ou melhor dizendo, o toque musical do dia 🙂 E o dia de hoje é de coletânea!
Camiranga – Da Afonso Pena À Paulista (2011)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Chegamos a mais uma sexta feira independente e como na semana passada, nesta também temos um lançamento, disco novo no pedaço 😉 Hoje iremos com o novo disco do grupo mineiro Camiranga, chamado “Da Afonso Pena à Paulista”. Eles estarão lançando o álbum em São Paulo, no auditório do SESC Pinheiros, no próximo dia 24 de novembro. Tenho certeza que depois de ouví-los, através do disco que eles generosamente nos enviaram, quem estiver em Sampa, não irá perder. Além de um ingresso barato, quem estiver por lá vai presenciar o que há de melhor na criatividade musical mineira. Eu ouvi o disco e aprovo (e sem bairrismo, eles são ótimos).
Silvio Caldas – A Estória Da Música Popular Brasileira Vol. 1 (1987)
Se vocês pensaram que o disco anterior foi o álbum do dia, se enganaram. Para hoje, vamos mesmo é de Silvio Caldas. Temos aqui um disco interessante, gravado ao vivo no restaurante Inverno & Verão, o mesmo onde outros grandes artistas como Dick Farney, Tito Madi e Raul de Souza se apresentaram e tiveram lançados em disco esses shows. Da mesma forma, este show de Silvio Caldas virou disco. É interessante notar que o álbum segue o mesmo caminho de um outro disco do artista, gravado ao vivo em 1973, também chamado “Histórias da Música Popular Brasileira”. Silvio Caldas, de uma certa forma, não deixava de ser uma enciclopedia musical, testemunha viva dessa história, quando não, também seu protagonista. O disco é um encontro com o artista, uma conversa musical bem agradável. No álbum informam ser este o primeiro volume. Sinceramente, eu desconheço a existência de um segundo volume. Talvez até exista mesmo, eu é que não fui procurar. Segue assim o nosso ‘post’ musical da quinta feira. Divirtam-se!
A Gonfie Vele (196…)
Olá amiguíssimos! Ontem eu acabei furando com vocês. Na verdade, acho que furei comigo mesmo. Havia prometido uma postagem extra, mas acabei não fazendo. Felizmente, não houve reclamação, o que me leva a crer que isso é mesmo uma preocupação só minha. Melhor é eu relaxar e entrar na dança…
Estou postando aqui este álbum lançado pela Fermata na década de 60. Não achei informações sobre o dito cujo, mas até onde importa, “A Gonfie Vele” é uma coletânea lançada originalmente pelo selo italiano Style. Saiu no Brasil através da Fermata e fez muito sucesso. Aliás, as músicas dessa coletânea é que foram sucesso. Temos aqui John Foster cantando “Amore Scusami”, Leo Sardo com “Tu vivevi per me”, Vanna Scotti no tema de Godfinger e outras belas… Mas peraí, vocês devem estar se perguntando o que este disco tem a ver como as postagens do Toque Musical, não é mesmo? De uma certa forma não há nada, além do fato de em uma das faixas termos o Juca Chaves cantando em italiano “Piccola Marcia per un grande amore”. Esta gravação deve ter sido feita na época em que ele morou na Itália. Achei interessante postar este disco, pois além do Juca, temos aqui um belíssima seleção, capisci? Controllare il tocco 😉
Juca Chaves – Personalidade (1961)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Coisa mais curiosa, ao longo desse mês de outubro que passou umas quatro pessoas, em momentos diferentes, me perguntaram sobre o Juca Chaves e este seu disco, o “Personalidade”. Eu tinha por certo que já havia postado o álbum. Diante a confusão e atendendo aos pedidos, aqui vai o tal disco.
Gilberto Tinetti – Trio 1960 – H. Villa Lobos E Brenno Blauth (1960)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Na brecha do tempo, lá vou eu…
A Fábrica – Trilha Original Da Novela (1971)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Ainda na estrada, sem saber direito a que horas eu estarei de volta, vou aproveitar enquanto tomo o café para fazer esta postagem. Hoje iremos com outra trilha de novela, a única que eu tinha à mão, ou melhor, no meu computador.
Vera Lúcia – Leva-me Contigo (1960)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Para um domingo bonito e de sol como o de hoje, eu trago mais uma vez ao Toque Musical a cantora Vera Lúcia. Há pouco mais de um mês eu havia postado aqui o álbum “Confidências…” desta cantora, lançado pela Sinter em 1959. No ano seguinte ela voltaria em disco, desta vez através da Companhia Brasileira de Discos, que se transformava naqueles anos na gravadora Philips. O álbum foi muito bem produzido, afirmando a qualidade da nova gravadora. Vera Lúcia não entrou nessa por acaso, foi sim uma escolha bem pensada, assim como o repertório, músicos e direção musical (regência e orquestração) que ficou a cargo do Maestro Carlos Monteiro de Souza. Mais uma vez Vera Lúcia se supera, fazendo um disco perfeito, segundo o cronista Ary Vasconcelos no texto de contracapa. Pessoalmente, ainda fico com o primeiro, mas isso é questão de gosto. Independente disso, temos aqui mais um belo trabalho desta, hoje, esquecida cantora. Quem ainda não o ouviu por outras fontes, aproveita agora. “Quem sabe faz a hora, não espera aconteder…”
Instrumental Vol. 1 – Ao Gosto Do Augusto (2011)
Olá amigos cultos e ocultos! Quando a gente está fora de casa, longe da discoteca e surpreendido por algumas eventualidades que nos afastam da rotina produtiva musical, o jeito é apelar para o que se tem à mão. Como hoje é dia de coletânea, o jeito foi eu recorrer ao que eu tinha no meu ‘notebook’. Por precaução, eu sempre trago no meu portátil um pouco dos meus ‘arquivos de gaveta’. Daí, foi só ir selecionando as músicas instrumentais que mais gosto. Obviamente, minha seleção não se limita à vinte e poucas músicas. Por isso foi que eu dei o nome a essa coletânea de Instrumental Vol. 1. Quem sabe, mas adiante, eu resolva criar aqui mais uma seleta instrumental, não é mesmo?
Dani Turcheto – Madeira Torta (2011)
Muito bom dia, amigos cultos e ocultos! Vez por outra (e mesmo sem tempo) eu procuro dar uma mexida no blog, inserir alguma coisa, implementar com alguma novidade e por aí a fora… O importante é estar sempre nessa mutação. Aqui, a única coisa que não muda é o visual do avatar Augusto TM. Esse é marca registrada, hehehe…
um samba em cada esquina
deu zoeira
amor de lágrima
enchente
amanhã ninguém sabe
coração de gato
atol
tempo de voar
festa de reis
você acha que eu gosto?
Tito Madi – De Amor Se Fala (1964)
Bom tarde, amigos cultos e ocultos! Aproveitando a brecha do pós almoço, vamos nós…
Hoje eu trago para vocês, e mais uma vez, o excelente Tito Madi. Tenho aqui um de seus melhores álbuns, lançado em 1964. Foi o disco de estréia do cantor e compositor na Odeon. Um lp dos mais bacanas, que contou com a direção musical, orquestração e regência de Lyrio Panicalli, que por sua vez teve a assistência o então jovem Eumir Deodato. Eumir também participa do disco tocando orgão. No lp encontramos algumas músicas que marcaram a carreira de Tito Madi. Ele regrava seu maior clássico “Chove lá fora”. Ficou mesmo muito boa a versão, mas, pessoalmente, prefiro a gravação e o arranjo da original. Outro destaque é “Balanço Zona Sul”, que viria a ser mais um de seus grandes sucessos.
se meu coração pedir
balanço zona sul
final sem adeus
canção praieira
chove lá fora
vai dizer adeus
garota paulista
rio triste
meu mar
de amor se fala
rio moço
José Tobias – Poema Triste (1965)
Muito bom dia, amigos cultos e ocultos. Hoje é Dia de Finados e talvez, para muitos, não fosse apropriado falarmos de música. Muitos talvez prefiram o silêncio, um momento de reclusão e respeito aos nossos que já se foram. Também compartilho desse momento, penso nos meus pais, irmã, tia, avós e amigos. Mas procuro pensar não quando eles se foram, mas quando eles ainda estavam presentes em minha vida. Daí, não há tristeza. Há, sim, uma saudade e essa vem das boas lembranças. Inevitavelmente, não há como desvincular, na nossa cultura, o dia de hoje com um sentimento de tristeza. Faz parte. Por essa razão, eu procurei trazer nesta postagem um disco com um espírito mais contemplativo.
Duo Pianístico Maria Josefina E Francisco Mignone – Ernesto Nazareth (1978)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Novembro, por aqui, chegou gelado. É de estranhar e comentar essa manhã fria, que mais valia continuar na cama. Mas como eu sou apenas o filho do dono do mundo, o jeito é levantar e correr para o trabalho. Antes porém, deixa eu tomar e também dar a vocês uma dose de ânimo, um toque musical para o dia seguir feliz e aquecido 😉
Véu De Noiva – Trilha Original Da Novela (1969)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Entre tantos temas e trilhas postados aqui no Toque Musical, um disco que eu sempre pensei em postar foi este da trilha da novela da Rede Globo, “Véu de Noiva”. Da novela eu não me lembro, mas a sua trilha é inesquecível. Isso, para mim, se deve ao fato de que naqueles tempos as trilhas eram feitas exclusivamente para as novelas. Era um trabalho dedicado e primoroso, de identificação imediata com seus personagens ou ação. Para compor temas com esse conceito, só mesmo recrutando artistas e compositores talentosos. Embora eu não assista à novela, sei que as de hoje em dia, somente os temas de abertura são realmente valorizados, as vezes oficiais. As demais, acabam entrando na trilha por conveniência, jabás, oportuni$mo e outras incompetências, típicas das novas gerências, que de música não entendem nada.
Vesperal Dançante Columbia Vol. 2 (1956)
Olha eu aqui de novo! Por essa ninguém esperava, não é mesmo? Pois é, acho que ainda há tempo de uma vesperal dançante. Sinceramente, não fiquei satisfeito… Resolvi incluir mais um disquinho da mesma safra. Temos aqui uma coletânea da gravadora Columbia, reunindo seis de seus artistas: Maranhão, Carlinhos, Ribamar, Luizinho, Indio e Nestor Campos. Essas gravações, certamente, foram extraídas de bolachas de 78 rpm e mais certo ainda, nunca vieram novamente à público. A série “Vesperal Dançante Columbia”, em três volumes, foi lançada em 1956. Estou atrás do volume 3, se alguém souber ou tiver para me enviar, eu agradeço. 🙂
K. Ximbinho E Seu Conjunto – Ritmo E Melodia (1956)
Boa tarde, amigos cultos e ocultos! Tenho percebido o crescente número de blogs dedicados à música brasileira, em especial aos raros e antigos álbuns, como acontece aqui no Toque Musical. Isso é muito bacana. As pessoas estão descobrindo um sentido a mais para aqueles velhos discos do papai e do vovô. Aqueles tantos discos que até então ficavam restritos ao espaço familiar, vão ressucitando e através da tecnologia e seus recursos digitais, vão sendo aos pouco compartilhados com aqueles que acessam sua nova morada, um blog, por exemplo 🙂 Acho que foi mais ou menos assim que aconteceu comigo.
1 É Pouco 2 É Bom 33 É Demais – Favoritas Do Augusto Vol. 1 (2011)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Tenho em meu computador uma pastinha exclusiva, onde coloco as músicas que eu mais gosto. Vez por outra, carrego ela comigo, no Ipod ou no celular e ponho para tocar no modo aleatório. Como são centenas, quase milhares de músicas, elas nem sempre se repentem, ou se repente eu também acho ótimo, afinal são aquelas músicas que verdadeiramente me tocam. As favoritas do Augusto 😉
Cid Ornellas – Caçador de Lua (1988)
Olá amigos cultos e ocultos! Chegamos a mais uma sexta feira dedicada à música/artista independente. Aproveito a ocasião para, novamente, convidar e avisar à esses artistas que o espaço do blog continua aberto para a divulgação de seus trabalhos. Vez por outra me chagam links e discos de artistas independentes, mas se a solicitação não partir do próprio artista e prefiro não postar. Por outra, as vezes aparecem por aqui coisas que ultrapassam os limites do bom senso, do curioso e daquilo que merece, pelo menos, ser escutado com outros olhos. Se for um trabalho com qualidade, mesmo que simples, solo, acústico ou à capela, tudo bem, o importante é que tenha uma alma musical, artística e seja original. Em virtude dessa situação, tenho pensado em não mais manter as sextas feiras com exclusivas para os independentes. Teremos também os títulos convencionais quando não houver um independente à mão.