Aproveitem aí mais um generoso toque musical com sabor de açaí 😉
Joãozinho Gomes – Fruta Rachada (1991)
Aproveitem aí mais um generoso toque musical com sabor de açaí 😉

Aproveitando o vazio desta tarde de domingo e para espantar minha depressão, vou postar mais um disquinho legal. Dessa vez atendendo a um pedido que acabou virando quatro. Espero que este post possa agradar não apenas os meus quatros solicitantes, mas também todos os outros visitantes deste blog. Aproveito também para esclarecer aos amigos que tenho sempre anotado os pedidos e que na medida do possível esses serão publicados. Só peço que tenham paciência e aguardem. Se demorar é por que ainda não os encontrei, ok?
Então, aqui temos mais uma vez marcando presença o nosso querido Renato Teixeira. Também gosto muito desse cara e é com muita satisfação que apresento a todos o álbum “Uma doce canção”. Lançado em 1981, este lp nos traz onze faixas perfeitas, algumas são até destaque como os sucessos “O maior mistério” e “Amizade sincera”. Realmente duas pérolas que por só já valem o disco. Mas ainda temos mais… tem a participação super especial de Dominguinhos. Este álbum anda meio sumido das lojas, mas mesmo assim ainda é possível encontrá-lo por aí. Avaliem e se encontrarem o original, não percam tempo…
Olá amigos solidários, solitários, cultos e ocultos deste blog! Recuperado, aqui vou eu para mais uma postagem. Estarei preparando para os próximos dias aqueles e outros discos inéditos e selecionados. Vamos iniciar setembro recuperando a memória musical das décadas de 70 e 80. Existem alguns discos que eu considero muito importantes e que ainda não foram apresentados em outros blogs. Vou então dando aqui a minha contribuição.
Temos agora um disco, por certo, muito esperado – Roberto Guima – em seu primeiro e único trabalho autoral. Cantor e clarinetista, ele foi uma das grandes revelações da música brasileira no início dos anos 80. Foi músico da noite carioca, tocou e acompanhoou diversos artistas, inclusive Gil e Jimmy Cliff em tourné pelo Brasil. Artista talentoso, com seus vinte poucos anos, iniciando uma grande carreira. Partiu antes da hora, sem poder mostra todo o seu talento. Este álbum, me parece foi lançado após sua morte. Um disco com composições próprias, amparas por convidados super feras como Paulo Moura, Celso Fonseca, Marçal, Leo Gandelman, Marcio Montarroyos entre outros. Pode conferir que vale a pena 🙂
Olá! Ontem a noite eu tive um problema com o meu computador. Diria um problemão. Confiando em uma mensagem que recebi de um suposto colaborador, fiz a bobagem de abrir o anexo sem antes passá-lo pelo antivírus. Me ferrei… Travou toda a minha máquina, que agora só mesmo formatando. Com isso perdi dezenas de arquivos de discos que viriam a serem postados aqui nas próximas semanas. Agora terei que refazer tudo novamente e arrumar o computador. Talvez eu não consiga, pelos próximos dias, manter as postagens diárias. Peço a todos paciência e juízo para ao espírito brincalhão. Eu agora tenho procurado olhar os terrorismos e sabotagens ao blog como uma demência natural, feita por gente de espírito fraco. Coisas como essa só me fortalece.
Volto então trazendo um grande disco, de um grande artista, Reginaldo Bessa. Embora ele só tenha gravado quatro disco (pelo menos é o que consta em sua página na web), tem uma carreira sólida e reconhecida. Faz tempo que eu não escuto falar mais dele, mas sua música ainda está bem presente. Foi ouvindo no rádio a sua mais famosa composição, “O tempo” – classificada entre as dez do Festival Abertura de 1977 – que eu me toquei que já era hora de postar o “Passageiro do vento”. Este disco é muito bom e pode-se dizer que também é uma raridade. Acho que nem chegou a ser relançado em cd.
Vou aproveitando esta segunda-feira para postar duas contribuições enviadas a algum tempo atrás. Desculpem a demora 🙂 … Muito bem, aqui vou eu finalizando as postagens dos disco de trilhas de novelas. Como quase ninguém comentou, imagino que não tenham gostado, embora o número de downlods tenha sido considerável. Seja como for, com esta postagem encerro a sessão novelas.
Posso dizer que fecho com a mesma chave de ouro que abri dias atrás, com “Nino, o italianinho”. Um belo e raro disco, agora celebrando a cultura portuguesa, com certeza!
Antonio Maria foi uma novela também da TV Tupi, apresentada em 1968, escrita e dirigida por Geraldo Vietri. Não tenho muita certeza, mas acho que foi por aí que começaram a aparecer os atores Tony Ramos, Aracy Balabanian e Denis Carvalho.
A trilha sonora deste disco é muito bacana. Temas portugueses, com certeza. Mas tendo à frente o Sergio Cardoso e Altamiro Carrilho e Sua Bandinha que praticamente tocam em quase todas as faixas. Muito bom, podem conferir…
Opa! Quase ficamos sem a segunda dose do dia. Mas antes tarde do que nunca, não é mesmo? Desta vez temos “Simplesmente Maria”, novela que foi ao ar em 1970, escrita por Benedito Ruy Barbosa. É de chamar a atenção a beleza de Yoná Magalhães nesta foto que ilustra a capa do disco. Há ainda incluido no álbum, um poster de Yoná e o galã da época Carlos Alberto (nem me lembrava mais dele!). Interessante também de notar que este álbum, assim como o da trilha de “Nino o italianinho” são de capa dupla, um luxo para poucos.
Olá noveleiros de plantão! Sábado também é dia de novela e não só por isso, aqui estamos nós num novo capítulo, com as trilhas musicais que marcaram época. Como deu para perceber, estou postando dois álbuns por dia. Pensei em apresentar apenas uma meia dúzia desses discos, mas quando fui ver já estava passando da conta. Daí optei por dois ao dia, para não prolongar por muito tempo nessa linha. Semana que vem vou estar postando o que deveria ter entrado nesta última. O importante é variar, mas sem perder o rumo de casa, né não?
Quando falo da tradição global em tele dramaturgia não é atoa. Aqui temos essa mini-série, que não é exatamente uma novela, mas possui um mesmo formato. Trata-se de uma super produção que foi ao ar em 1985, escrita por Érico Veríssimo e para melhorar ainda mais, a trilha é toda composta e interpretada por Tom Jobim. Realmente um trabalho primoroso, tanto a mini-série quanto o disco. Por essa razão não pude deixar passar este em branco. Tenho certeza que os amigos não vão se importar… Amanhã tem mais novelas para vocês relembrarem. Confiram agora este toque.
Para fecharmos o dia, aqui vai mais uma trilha bacana. Desta vez a novela é “Jerônimo, o herói do sertão”, do ano de 1972. Um bang bang sertanejo que conta as aventuras de Jerônimo (Francisco di Franco), o mocinho cowboy ao lado de sua noiva Aninha (Suzy Camacho) e o fiel escudeiro Moleque Saci (Canarinho). A estória foi criada nos anos 50 por Moyses Weltman para uma novela de rádio, mas ganhou popularidade ao virar revista em quadrinhos.