Belkiss Carneiro De Mendonça – Valsas De Camargo Guarnieri (1984)

valsa nº1 – lentamente (dó menor)
valsa nº2 – preguiçoso (dó#menor)
valsa nº3 – com moleza (lá menor)
valsa nº4 – calmo e saudoso (fá#menor)
valsa nº5 – calmo (mi menor)
valsa nº6 – lento (lá menor)
valsa nº7 – saudoso (lá menor)
valsa nº8 – calmo (mi menor)
valsa nº9 calmo (lá menor) do filme “rebelião em vila rica”
valsa nº10 – caloroso (mi menor)
 
 
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Futuros Mestres Em Música (1984)

Francisco Mignone – “Seguida”
temperado
outra lenda sertaneja
beliscando forte
valsa que não é de esquina
batuque batucado
Ronaldo Miranda:
o retrato, com versos de Cecília Meirelles
Lorenzo Fernandez:
romança
Lorenzo Fernandez – “2ª Suíte Brasileira”:
ponteio
moda
cateretê
Ronaldo Miranda:
Tocata
Murillo Santos:
canção de amor
Luciano Gallet:
nhô chico
Santino Parpinelli:
dança nordestina
Alberto Nepomuceno:
galhofeira
Henrique Oswald:
estudo nº2
 
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Claudio Santoro – Brasilianiche Musik – Prelude Un Lieder (1983)

amor que partiu
em algum lugar jardim noturno
bem pior que a morte
a mais dolorosa das histórias
alma perdida
ouve o silencio
acalanto da rosa
balada da flor da terra
luar do meu bem
pregão da saudade
cantiga do ausente
amor em lágrimas
prelúdio nº 3
prelúdio nº 4
prelúdio nº 5
prelúdio nº 6
prelúdio nº 7
prelúdio nº 11
prelúdio nº 12
prelúdio nº 13
prelúdio nº 20
 
 
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Grandes Mestres Da Música – Villa-Lobos (1987)

Heitor Villa Lobos aqui apresentado na voz da atriz Aracy Balabanian, em disco lançado pelo selo Fama. Aqui são apresentados trechos que fazem fundo para a narração do texto. Um disco interessante, que você só encontra aqui no Toque Musical
 
bachianas brasileiras nº 5
valsa da dor
a lenda do caboclo
lundu da marquesa de santos
canção do poeta do sécluo XVIII
dança do índio branco nº 4
impressões seresteiras nº 2
o trenzinho do caipira
canção de amor
farrapos (dança indígena nº 1)
modinha
passa passa gavião
terezinha de jesus
o cravo brigou com a rosa
valsa da dor (trecho final)
 
 
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Trio Tambatajá – Assim É O Trio Tambataja (1962)

Olá, meus caros amigos cultos e ocultos! Aqui vamos nós para mais um ano de Toque Musical. E para os que nos acompanham, já sabem, a regularidade por aqui já não existe. Não temos mais postagens diárias e seguimos dentro do que me for possível, ou seja, as postagens agora acontecem conforme a minha disponibilidade. Tempo é dinheiro e aqui, sinceramente, tenho perdido os dois. Mas ainda me sobra o encanto. Ainda me encanto com os discos, com os artistas e suas músicas e acho que é por isso que ainda seguimos nessa missão. Além do mais, vejo surgir no horizonte a esperança de dias melhores. A cultura, as artes e a educação voltam a ser valorizadas neste Brasil. Graças a Deus, nos livramos do câncer, que é esse crápula chamado Bolsonaro. Ainda vamos viver por um bom tempo com essa marola fascista, mas isso logo acaba, porque como já vimos, a insensatez e a loucura não duram para sempre, uma hora a ficha cai. Precisamos varrer logo esses ratos, devolvê-los ao esgoto de onde nunca deveriam ter saído. O momento agora é outro, de esperança, não só para uma metade, mas para todos. Não estou aqui defendendo Lula, mas estou certo que este é sem dúvida o melhor caminho, a melhor saída desse inferno que foram os últimos quatro anos. Tenho muita fé nessa reconstrução do Brasil. E isso anima…
Por hora, vamos fazer assim, postagens sem dias certos, sem compromisso. Afinal, essa coisa de compromisso só de um lado não é muito justo, não é mesmo?
Começando o ano novo, tenho para abrir, este raro e muito interessante lp do Trio Tambatajá, seu primeiro lp, lançado em 1962, pelo selo Copacabana. Este lp tem uma curiosidade, foi talvez um dos discos mais procurados (e levados) por colecionadores japoneses, desde os anos 60. Segundo um amigo japonês, amante da música brasileira, é mais fácil encontrar este lp no Japão do que aqui no Brasil. E não é que ele tenha sido reeditado por lá, são mesmo os originais, lançados naquela época. Acredito que a razão do ‘sucesso’ do álbum está no fato do Trio Tambatajá ter sido um dos primeiros grupos musicais brasileiros a tocar no Japão. Segundo as informações, o Trio Tambatajá fez sucesso na ‘terra do sol nascente’ antes mesmo de Sérgio Mendes aparecer por lá levando a Bossa Nova. No final dos anos 50, o imigrante japonês Toshiro Ono, pai da cantora Lisa Ono, chegou ao Brasil e teve a ideia de criar uma boate, uma espécie de clube noturno no qual se apresentavam também músicos brasileiros, entre esses o Trio Tambatajá que acabou sendo levado também ao Japão por Ono. O trio se apresentou em várias cidades japonesas fazendo muito sucesso, oque por certo corroborou para que seus discos fossem também por lá vendidos. E realmente, por aqui é difícil ver este lp, cujo os poucos exemplares existentes estão nas mãos de colecionadores, ou esquecidos em sebos e lojas de discos esperando um mais ‘antenado’ ir buscá-los. Na falta do físico e mais importando o conteúdo, aqui temos ele para vocês ouvirem, completo como manda o nosso figurino. 
 
tamba-tajá
quero beijar-te as mãos
ave maria no morro
prenda minha
per omnia saecula seaculorum, amen
o beijo (el beso)
apartamento de malucos
rio
eu e o rio
baila baila
o poema da vida
 
 
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Edil Pachedo – Pedras Afiadas (1977)

Bom dia, amigos cultos e ocultos! Segue aqui hoje este lp que tem sido muito badalado ultimamente no mundo dos colecionadores e especuladores de vinil.  Por certo, é um daqueles discos que ainda não haviam figurando em blogs, como o nosso Toque Musical e também por ser relativamente raro, até então. Temos aqui o primeiro lp do cantor, compositor e instrumentista baiano Edimilson de Jesus Pacheco, mais conhecido como Edil Pacheco. Um excelente disco de samba lançado em 1977 pelo selo Polydor. Vale a pena dar uma conferida…
 
mais um dia
abra a gaiola
me achei de novo
pedras afiadas
coração vadio
lua menina – siriê
ouro em pó
há muito tempo
nau dos aflitos
de passo em passo
tributo a batatinha
pranto natural
alô madrugada – tristeza
 
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Cauby Peixoto – Cauby (1986)

Olá, amigos cultos e ocultos! Aqui temos hoje e mais uma vez, o grande Cauby Peixoto, em disco lançado em 1986, pelo selo Top Tape. Neste, temos a participação de Raimundo Fagner. Um bom disco para somar aos tantos outros do Cauby que já postamos por aqui.
 
spot light
polaroid
salvo conduto
vingança
ternura
fracasso
solidão nunca mais
eterno rouxinol
por causa de você
o ébrio
 
 
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