Saraiva – Saxsoprando Pelo Brasil (1965)
Olá a todos! Ontem nós tivemos aqui o Raul de Barros e seu trombone. Hoje vamos continuar no sopro, porém desta vez o instrumento é o saxofone de Luiz Saraiva dos Santos, ou simplesmente Saraiva. Instrumentista e compositor nascido em Alagoas, iniciou sua carreira de músico profissional na Rádio Clube de Santos, cidade onde viveu boa parte de sua vida. Seu grande diferencial é ter colocado o sax soprando, um instrumento tido como difícil para solos, numa posição de destaque como solista e ele o fazia com maestria. Seu estilo de tocar o tornava inconfundível. Gravou dezenas de discos e participou de outras dezenas. Tocou nos mais diferentes lugares e assim como Raul de Barros, foi um rei na gafieira.
O álbum “Saxsoprando pelo Brasil”, lançado pela Continental em 1965 reúne doze temas entre choros, sambas, baião, bolero e valsa. Essas músicas, em sua maioria são de autoria do próprio Saraiva, que como compositor assinava Luiz dos Santos.
Este álbum eu recebi há poucos dias atrás, numa doação feita pelo amigo Rogério, lá do norte de Minas (obrigadão!). O lp, após digitalizado, vai para a Discoteca Pública e seu arquivo vem para a postagem aqui no Toque Musical. Não deixem de conferir, um raro prazer 😉
Raul de Barros – Com Seu Trombone Romântico (1955)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Bem rapidinho, pois quem sabe faz a hora e não espera acontecer.
Hoje vamos com o Raul de Barros, considerado o mais brasileiro dos nossos trombonistas, autor do célebre samba choro “Na Glória”. Foi um dos mais impotantes no seu instrumento. Gravou dezenas de discos e participou de mais uma centena. Seu trombone tocou alto na gafieira, a ponto de se tornar um instrumento fundamental em qualquer casa de baile do gênero. Gafieira sem trombone, não era mais gafieira.
Tenho aqui este álbum de dez polegadas. Mais um dos que eu comprei na mão do catador de papelão. Lançado em 1955 pelo selo Odeon, Raul nos apresenta um repertório com oito temas românticos e populares. De um lado músicas nacionais, choros e samba, incluíndo de sua autoria a faixa “Melodia Celestial”. Do outro lado dedicado ao internacional em ritmo de fox. Confiram…
Tavinho Moura – Cabaret Mineiro (1981)
Bom dia, moçada culta e oculta! Tenho percebido que muita gente (outros blogs) estão pegando carona nas minhas postagens. Vez por outra ando encontrando ‘links alienígenas’ colocados logo a baixo de algum post. Confesso que não sei bem como tudo isso funciona, se são os próprios blogueiros que o fazem ou se automaticamente esses links vão brotando no meu blog. O certo é que ontem a coisa foi exagerada, havia uma lista com mais de trinta links e dos mais diversos blogs. Decidi então dar uma boa faxina, investigar e entender como tudo acontece. Acabei, por falta de paciência e de tempo mudando algumas configurações do blog, o que alterou inclusive na parte de diagramação, fontes e formatos. Estou agora fazendo esta postagem e ainda nem vi o resultado. Espero não precisar mudar mais nada.
Na postagem teste, temos então o compositor mineiro, Tavinho Moura e seu premiado trabalho para o filme de Carlos Alberto Prates Correia, “Cabaret Mineiro”. Aliás, diga-se obrigatoriamente de passagem, premiado não só a música, mas o filme num todo. Prêmios de melhor filme, trilha, diretor, ator, atriz, fotografia e montagem. Quem ainda não viu o filme, vale a pena procurar e assistir. A trilha é impecável, ótima, da primeira à última faixa. As composições e adaptações são de Tavinho Moura, assim como os arranjos e orquestração. Há também duas músicas de Noel Rosa, “Nunca… jamais” e “Prá esquecer”. Participam do disco a mesma a turma do filme, atores e músicos. Não vou nem listá-los aqui, pois esta é grande se encontra nos créditos do encarte (em anexo). Mesmo assim é bom destacar a participação de grupos e artistas como Flávio Venturini e boa parte do seu 14 Bis, Conjunto Naquele Tempo, Grupo Tacuabé, Uakti Oficina Instrumental, Marujada de Montes Claros e a sensualíssima atriz e cantora Tânia Alves (êta morena boa!).
Baden Powell & Stephane Grappelli – La Grande Reunion (1974)
Bom dia amigos cultos e ocultos! A semana aqui para o meu lado continua quente e em todos os sentidos. Muita coisa boa para postar, mas também muitas outras com que me preocupar. Abril, normalmente é um mês atarefado e eu peno para não ficar para trás. Mas sem música diária eu não aguento, preciso dela para adoçar a vida e acalmar meu espírito.
Morte E Vida Severina (1966)
Muito boa noite, amigos cultos e ocultos! Vez por outra eu trombo com a postagem do disco “Morte e Vida Severina”, com a mesma estampa que vemos logo acima. Vocês, por certo, também já devem tê-la visto e até mesmo baixado, como eu fiz muitas vezes. Acontece que até hoje ninguém postou de verdade o tal disco. O que encontramos, além da capinha, é uma outra gravação, a trilha do filme de Zelito Viana, que não corresponde ao proposto. Cansado de levar gato por lebre, eu vou aqui postar o verdadeiro álbum da peça, lançado originalmente em 1966.
Tim Maia – Coletânea Especial TM (2011)
Olá amiguinhos cultos e ocultos! Aqui vou eu com mais uma da minhas coletâneas, enquanto aguardo os convidados que também estão preparando um presentinho aqui para nós. Não sei que cheguei a comentar, mas estou convidando alguns amigos blogueiros para apresentarem aqui suas coletâneas. Me inspirei na ideia do Milan Filipovic, em seu blog Parallel Realities Studio, que também convida os amigos para fazerem coletâneas. Por sinal, ele também é um dos convidados e em breve deve mandar a sua seleção aqui para o Toque Musical. Esses convites eu tenho feito aos poucos, para não chegar tudo de uma vez só, afinal essas postagens aconterão sempre nos sábados. Temos muitas semanas, muitos outros blogs parceiros e gradualmente ele irão entrando, ok? Achei essa ideia ótima, pois cria um maior intercâmbio entre nós.
Dick Farney – Solo (1997)
Muito bom dia a todos! Começamos logo cedo, porque hoje eu terei um dia cheio. Para começar, daqui a pouco eu vou ao dentista fazer a extração dos meus dois dentes sisos, que indecisos, até hoje não nasceram. Sinceramente, não estavam me incomodando em nada, mas a minha médica cismou que preciso ‘rancá-los’. Será que vou aguentar a extração de dois numa mesma sessão? Putz! Vai ser uma sexta feira anestésica, ou senão, dolorosa. Aí de mim…
Rosário de Cária – Uma Flauta No Sereno (1961)
Olá! Um bom dia a todos (e sem excessão!). Nada como começarmos o dia com uma saudação positiva, elevando nosso espírito para coisas boas, não é mesmo?
Nonato Luiz & Pedro Soler – Diálogo (1982)
Bom tarde, amigos cultos e ocultos! Nossa semana está maravilhosamente instrumental e agradando à gregos e também aos troianos. É bom saber que o Toque Musical tem se tornado um espaço de consulta importante, de relevância cultural mesmo na contramão da confusa ‘legalidade’ que vivemos nesses tempos. Sei também que o TM, assim como muitos outros blogs, sobrevive na condição de ‘tolerância vigiada’. Por certo, os patrulheiros cibernéticos estão de olhos bem abertos, não apenas para tentarem coibir ações, mas também para tirarem proveitos da situação. Blogs como o Toque Musical tem servido de ‘termômetro’ para muitos produtores e editoras, que percebendo o interesse do público, procuram reinventar ‘o produto’. Estão fabricando biscoito de araruta e vendendo como ‘cookies’. O foda é que em alguns casos, a gente leva para casa o mesmo produto encontrado nos blogs (as vezes até com uma qualidade inferior). Bom, mas pelo menos tem uma vantagem… (eu só não descobri ainda se é para quem compra ou para quem vende. Acho que é mais para quem produz).
Putz, nem sei porque eu estou tocando nesse assunto… acho que perdi o gancho (o gancho e o tapa olho, hehehe…)
Vamos ao disco do dia. Continuando com os mestres do instrumental, tenho aqui o violonista cearense Nonato Luiz numa dobradinha com o guitarrista flamenco Pedro Soler. O lp é um registro gravado ao vivo na Sala Cecília Meireles, do Rio de Janeiro, em junho de 1982. De um lado temos o brasileiro e do outro o espanhol (ou catalão? sei não). Na época os dois instrumentistas faziam uma turnê pela Europa. Um trabalho que procurava mostrar as afinidades sonoras entre a música flamenca e a nordestina. Ao final das apresentações europeias eles vieram mostrar também no Brasil esse show.
Este é um disco que embora eu já conhecesse, nunca o ouvi com a devida atenção. Foi só agora, preparando o toque musical que pude percebe-lo na íntegra. Estranhei o fato de que o número das músicas não corresponde aos das faixas. Como não conhecia bem todas as músicas, ficou difícil entender quem é quem. Pelo que eu pude entender, em algumas faixas contam mais de uma música. Fiz então a denominação conforme me parecia a lógica. Como sei que pode haver erros, decidi incluir também no arquivo a digitalização bruta, por inteiro. Daí, aqueles que sabem poderão separar corretamente as faixas. O importante é que está tudo aqui. Disco bonito, músicos excepcionais! Confiram…
granaina – pedro soler
nana – pedro soler
seguirias – pedro soler
qui nem giló
viola violada
dança do ventre
quatro prantos
reflexões nordestinas
o sonho
Eudóxia De Barros – Gotas De Ouro (1965)
Muito bom dia a todos! Depois de ouvir ontem as músicas de Garoto, na interpretação magistral de Geraldo Ribeiro, me deu vontade de seguir no instrumental. Daí achei este disco da pianista Eudóxia de Barros, tocando Ernesto Nazareth. Me lembro que a primeira vez que ouvi falar em Eudóxia de Barros, foi participando do famoso programa de perguntas e respostas, criado pela Rede Globo, o “8 ou 800”. O programa era apresentado pelo ator Paulo Gracindo e Eudóxia participou respondendo sobre a obra de Ernesto Nazareth. Curiosamente, este foi o momento de maior popularidade da pianista. Embora ela já fosse bastante festejada no círculo musical erudito, desde o final dos anos 50, ainda para a grande maioria, como eu, era uma total desconhecida.
Geraldo Ribeiro – Interpreta Garoto (1984)
Boa tarde, amigos cultos e ocultos! Segunda feira é sempre aquele diazinho cheio. Cheio de coisas para fazer. Cheio de preguiça para fazê-lo. Por sorte, ontem, eu já deixei alguma coisa preparada para a semana.
Para começar, que tal um bom disco de violão? Taí um trabalho que irá agradar aos amantes do ‘pinho’. Vamos com Geraldo Ribeiro, um dos maiores violonista brasileiros, desses que só mesmo os entendidos conhecem, interpretando outro gênio, o lendário Garoto. Geraldo não é um artista, ele é um instrumentista, um músico como poucos. Eu até pensei em escrever um pouco sobre ele, principalmente para aqueles que ainda não o conhecem, mas achei algo bem melhor e muito mais interessante. Por consequência da postagem, me lembrei de outro grande violonista brasileiro, da nova geração, Fábio Zanon. Ele tinha (ou tem) um programa na Rádio Cultura de São Paulo, onde apresentava o melhor do violão clássico. Para a nossa felicidade, ele abriu um blog e andou postando por lá todos os arquivos de áudio desses programas. Uma maravilha que até eu tenho também copiado para a minha ‘fonoteca digital’. Entre esses, tem um exclusivo, dedicado ao Geraldo Ribeiro, onde ele o entrevista e nos apresenta momentos raros e históricos do concertista.
No álbum dedicado à Anibal Augusto Sardinha, o Garoto, ele toca 14 temas exatamente como o autor os deixou gravado. Respeitando rigorosamente originais, que até então, sequer haviam sido editados. Temos entre essas faixas, duas que eu chamaria a atenção: a belíssima “Duas contas”, talvez a única música com letra feita por Garoto. Aqui, Geraldo apresenta apenas a versão instrumental. Outra música que destaco é, sem dúvida, a melancólica “Gente Humilde”, na sua forma original, sem a letra de Chico e Vinícius.
Então é isso aí… um toque 100% de violão, como há muito vem sendo pedido. Confiram…
lamento do morro
debussyana
nosso choro
voltarei
um rosto de mulher
jorge do fusa
duas contas
quinze de julho
improviso
choro triste n. 2
meditação
naqueles velhos tempos
sinal dos tempos
Coletânea Compactos Do Toque Musical – Volume 1 (2011)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Hoje eu me atrasei devido a falta de energia elétrica durante a tarde. Caiu um pé dágua por aqui, um verdadeiro vendaval. O meu computador apagou justo na hora em que eu preparava uma capinha para a coletânea de hoje. Perdi tudo o que já tinha feito, daí resolvi criar outra totalmente diferente. Para um trabalho de 10 minutos até que não ficou tão mal assim, não é mesmo? Mas o que vai agradar mesmo é o conteúdo dessa minha seleção. Reuni aqui alguns compactos da melhor qualidade. Como vocês podem ver, a coletânea traz também algumas raridades, como é comum em disquinhos compactos. Temos, por exemplo um compacto duplo do Caetano Veloso, gravado em Londres, em 1971. Este disco é realmente ótimo e raro. Caetano gravou essas músicas, com certeza, pensando no carnaval que viria, de 1972. Temos ele aqui acompanhado por Jards Macalé, Moacir Albuquerque, Tutti Moreno e Áureo de Souza. O mesmo time que o acompanhou no álbum “Transa”. No embalo do baiano, vamos também com as músicas um compacto de 1978, trazendo duas músicas, trilhas dos filmes “Na boca do mundo” e “A dama do lotação”. Outros compactos interessantes são os de Chico Buarque, de 1967. Taiguara 1970, Abilio Manoel de 73, Gonzaguinha de 70 e 72, Ivan Lins em seu primeiro sucesso, MPB 4 e Quarteto em Cy. Todos da melhor safra, reunidos aqui como daquela outra vez. Compactos sempre fazem sucesso.
Cida Moreyra – Summertime (1981)
Bom dia a todos! É, como vimos e ouvimos, acabei fazendo uma semana de cantoras. Hoje, sexta, não seria diferente. Me lembrei deste outro disco emprestado, do meu amigo Carlos Moraes, lá de Tiradentes, que vai cair como uma luva. Trata-se do primeiro álbum da cantora, atriz e pianista Cida Moreyra. No início dos anos 80 ela estreou o espetáculo cênico musical “Summertime, uma homenagem à cantora americana Janis Joplin, dirigido por José Possi Neto. O show solo de Cida Moreyra teve uma boa aceitação da crítica e fez muito sucesso, a ponto de se transformar em seu primeiro registro fonográfico. No disco ela canta, claro, músicas do repertório de Janis – mas também inclui outras, que vai de Billie Holiday, Mamas And The Papas, passando também por Chico Buarque, Macalé e Angela Roro – num mesmo tom característico, só piano e voz. Disquinho bacana, eu recomendo…
Ely Camargo – Canções De Minha Terra Vol. 2 (1963)
Eliana E Booker Pitman (1962)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Como já comentei, tô numa correria danada e sem muito tempo para ficar ‘tocando’ e ‘blogando’. Estou sendo obrigado a usar aqueles disquinhos que foram preparados, mas por alguma razão acabaram na gaveta. Hoje nós iremos com a Eliana Pitman em seu disco de estréia, ao lado do papai, o saxofonista americando Booker Pitman. Por certo, este é um disco já bem majado, postado também em outros blogs. Mas, mesmo assim eu ainda arrisco uma terceira ou quarta chamada 🙂 Após ouvir bem esse álbum, eu só tenho uma coisa a dizer, teria ficado ótimo, fosse a Eliana a partir dos anos 70. Já pensou ela agora, cantando ao lado do Buca? Ia ser duca… 😉
Ester De Abreu – Oito Sucessos (1954)
Olás! Hoje fui obrigado a lançar mão de mais um dos meus ‘discos de gaveta’. Não sei bem porque eu o coloquei lá, mas o certo é que agora ele está valendo. Tô num corre corre doido ou como dizia a minha tia, “apertado de costura”. Mas vamos lá…
Temos então a cantora portuguesa Ester de Abreu, que de uma temporada no Brasil, no final dos anos 40, acabou ficando de vez. Tornou-se mais uma de nossas célebres cantoras do rádio. Durante os anos 50 gravou vários discos de 78 rpm em diversos selos. Na Sinter ela gravou seu maior sucesso, “Coimbra”, gravação que consta neste lp de 10 polegadas. As outras sete faixas são também sucesso lançados anteriormente pela gravadora no formato 78. Confiram aí…
segredo
mariana
confesso
perseguição
reflete amor
coimbra
outras mulheres
Madalena De Paula – Sophisticated Lady (1979)
Joel Nascimento – Meu Sonho (1978)
Caio Miranda – Laya Yoga Relax Profundo
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Ontem eu fiquei na dívida com vocês. Informei que faria uma segunda postagem, mas acabei perdendo o trem, cheguei tarde e atrasado. Não vou nem me desculpar, pois afinal, parece que ninguém se importou. Para começarmos bem o domingo, vou trazendo aqui um disco especial. Como todos podem ver, não se trata de um disco de músicas. O que temos aqui é um exemplar fonográfico de uma aula de ioga (ou yôga, se preferirem). Este álbum segue a mesma linha de outro já postado aqui, o Yogaterapia. Agora, aqui no Toque Musical, ninguém vai poder reclamar de ‘stress’, só eu 🙂 Temos então um trabalho, onde iremos aprender com o professor Caio Miranda algumas técnicas de relaxamento profundo muscular e nervoso. Caio Miranda foi diretor do Instituto de Layla Yôga do Rio de Janeiro, discípulo de ‘Sêvananda Swámi’, um francês de nome verdadeiro Léo Costet de Mascheville, que trouxe para o Brasil a ioga nos anos 40. O professor Caio Miranda foi brasileiro que mais se dedicou à divulgação dos ensinamentos e práticas da ioga. A partir dos anos 60 ele passa atuar ainda mais, escreveu o primeiro livro brasileiro sobre ioga, fundou academias em diversas cidades e formou os primeiros instrutores de ioga, introduzindo a prática como profissão, ao contrário da direção mística e monástica de Sêvananda. Na primeira parte do disco, o lado A, temos os exercícios respiratórios, onde a gente se prepara e se concentra. A segunda parte, lado B, vem a melhor parte, o relaxamento profundo. Eu nessa hora, apago de vez. Difícil mesmo é acostumar com a voz do locutor. Mas a ironia logo passa quando realmente nos concentramos. O domingo está bom para um relaxamento, vocês não acham? Então, não percam tempo… vão relaxando aí, porque mais tarde vem a música.
O Brasil Pelo Mundo – Coletânea Internacional Do Toque Musical (2011)
Olá, amigos cultos e ocultos! Aqui vai um seleção musical bem interessante, reunindo grandes nomes da música internacional, como podemos ver logo de cara, interpretando a música popular brasileira. São os chamados ‘temas recorrentes’, dos artistas internacionais, bastante divulgados na rede, principalmente nos blog. Achei de reunir esses artistas porque dificilmente veremos (e ouviremos) juntos isso em um disco convencional. Procurei na ficar focado apenas na Bossa Nova. Aqui temos outros sambas que também viraram jazz. Com certeza essa seleção irá agradar ao público do Toque Musical.
Chico Maranhao – Gabriela (1974)
Olá, amigos cultos e ocultos! Vou aproveitando a pausa para o lanche da tarde e mandando brasa também por aqui. Hoje é dia de disco/artista independente e eu tenho aqui um presentinho jóia, enviado pelo amigo 300 Discos. Trata-se do tão procurado disco do Chico Maranhão, onde ele canta seu maior sucesso, o belíssimo frevo “Gabriela”. Taí uma música que eu adoro, só me faltou a Gabriela. Me lembro de já ter ouvido esta versão do autor, mas na época não dei muita importância. Agora, ouvindo o ‘presentinho’ com mais atenção, percebo como a interpretação do Chico é bacana. Aliás, neste lp, o moço estava mesmo inspirado. Posso dizer com convicção, todas as músicas no disco são ótimas. Um álbum excelente e que ficou esquecido. Este trabalho foi lançado por Marcus Pereira, em 1974, numa edição limitada e não comercial, apenas para os clientes e amigos de sua agência de propaganda. Disco raro em todos os sentidos Chico Maranhão conta com os toques e arranjos de Téo de Barros e participação da cantora Tereza Kawall, o que dá ao trabalho ainda mais qualidade. Infelizmente o áudio em “Gabriela” não está lá muito bom, principalmente no início. Mesmo com os tratamentos do feitos pelo Chris Rousseau. Eu cuidei da capa, mas essa também não estava em boas condições. Em 15 minutos, fiz o que foi possível 😉 Espero que os amigos apreciem este belo disco.
PS: o arquivo para a faixa Gabriela já foi trocado. Agora tá joinha!
Ministério da Cultura cede à indústria cultural
Entre discursos, reuniões bilaterais e possíveis acordos comerciais, um ponto da agenda da comitiva americana que acompanha Barack Obama em sua visita ao país chama atenção. O secretário de Comércio dos EUA, Gary Locke, se reuniu na sexta-feira passada (18) com a ministra da Cultura, Ana de Hollanda. O pedido, em forma de “visita de cortesia”, partiu do governo americano. A pauta oficial falava em Ano Interamericano da Cultura e a Convenção da Unesco para a Diversidade — mas o assunto dominante foi um tema quente para o ministério no começo de 2011: propriedade intelectual.No pedido da embaixada norte-americana, fica claro: o secretário de Comércio dos EUA queria falar sobre direitos autorais. E é difícil discutir isso com Ana de Hollanda sem passar pela Reforma da Lei de Direitos Autorais. Marcia Regina Barbosa, a nova responsável pela área no ministério, participou do encontro e confirmou o tema: “Ele sabe que estamos passando por um processo de reformulação do projeto de lei e mencionou que se coloca à disposição para ajudar”. Quando Gilberto Gil assumiu como ministro, em 2003, o Ministério da Cultura (MinC) começou a estreitar relações com o Creative Commons e aderiu não só à licença, usada a partir dali nos seus projetos, mas também a uma visão mais flexível sobre o copyright.A partir de 2007, quando o cargo passou para o ex-secretário-executivo Juca Ferreira, o MinC decidiu mexer no vespeiro e propôs a discussão sobre uma revisão na lei brasileira de direitos autorais que, se aprovada, criaria exceções para o uso educacional e legalizaria o remix e cópias privadas e não-comerciais de obras protegidas. O criador do Creative Commons, Lawrence Lessig, chegou a dizer que, se as mudanças fossem adotadas, o Brasil teria a mais moderna legislação do mundo nessa área. O texto do projeto, resultado das discussões no período, entrou em consulta pública na internet em 2010 e a versão final foi mandada para a Casa Civil no final do governo anterior. Mas, agora, com a pasta sob o comando de Ana de Hollanda, ele provavelmente passará por novas mudanças. Desde o começo do mandato da compositora, o MinC tomou a contramão.Logo em janeiro, a ministra desvinculou o selo Creative Commons do conteúdo do site e fez elogios ao Escritório Nacional de Arrecadação (Ecad), famoso pela falta de transparência no repasse de direitos autorais de músicas e principal adversário da reforma, que criaria um órgão governamental para fiscalizá-lo. Em entrevistas, apesar de afirmar que ainda não lera o texto, Ana deixou claro que compartilhava os mesmos pontos de vista das entidades que tanto se opuseram a ele. A equipe que tocava a reforma saiu do Ministério. A Diretoria de Direitos Intelectuais foi ocupada por Marcia Regina Barbosa, que integrou o Conselho Nacional de Direito Autoral (CNDA) e já escreveu um artigo com o advogado Hidelbrando Pontes, conhecido defensor do copyright e ligado ao Ecad. “Ganhamos a guerra, pode ter absoluta certeza”, garante Roberto Mello, presidente da Associação Brasileira dos Músicos (Abramus), um opositor da política anterior do ministério que se diz “bastante satisfeito” com a nova gestão. “Pode esquecer esses ativistas que estão protestando, eles já eram. O Ministério foi completamente desaparelhado”, afirma. Ruptura: O que ainda se discute é o porquê de uma mudança tão radical em um governo de continuidade. O sociólogo Joe Karaganis, pesquisador do Social Science Research Council — que chefiou um estudo de três anos sobre a pirataria em países emergentes —, fala em realinhamento.“Tem sido feita muita pressão para que o Brasil adote uma linha mais amigável aos interesses dos EUA e para que siga suas recomendações em relação aos direitos autorais. A escolha de Ana de Hollanda e suas primeiras ações a esse respeito refletem isso”, diz Karaganis. Com os norte-americanos insatisfeitos, o Brasil poderia, em tese, começar a sofrer retaliações comerciais. Por isso, o novo MinC teria decidido se alinhar à cartilha dos grandes conglomerados da música e do cinema. “As pequenas ações da ministra apontam basicamente para a realização da agenda da indústria cultural”, afirma Pablo Ortellado, do Grupo de Políticas Públicas para o Acesso à Informação da USP. O que Ana de Hollanda está fazendo – e dizendo – vai na direção do que quer a Aliança Internacional de Propriedade Intelectual (IIPA, na singla em inglês), entidade que reúne órgãos como a MPAA, associação que representa os estúdios cinematográficos, e a RIAA, representante o mercado fonográfico. Em relatório divulgado da semana passada, a associação recomenda que o país endureça a legislação antipirataria. O Brasil foi classificado com um dos 40 países do mundo a se “prestar atenção”. A entidade diz que a flexibilização da legislação é “inconsistente com um equilíbrio viável entre proteções e exceções”, além de “desnecessária”. O estudo poderia ser só um retrato do que são os países na visão das indústrias que combatem a troca de arquivos e cópias ilegais. Sua importância, porém, é bem maior e tem ligação até com a visita de Gary Locke a Ana de Hollanda na última sexta-feira. A IIPA envia as informações ao Escritório de Comércio, que as usa na elaboração do Special 301 — uma lista anual dos países que não colaboram com a propriedade intelectual e que é usada como pressão em acordos comerciais bilaterais. Os EUA têm um mecanismo para ajudar países em desenvolvimento com a isenção de impostos na exportação de produtos, mas atrela o benefício justamente à maneira como eles cuidam dos direitos autorais. Quem desagradar perde o benefício.Ortellado teme que, por medo, o governo brasileiro siga à risca as recomendações da indústria e evolua para políticas repressoras — como a do “three strikes”, que permite a retirada de conteúdo ou mesmo a suspensão da conexão de usuários acusados de infrações de copyright. O cenário catastrófico ainda não se anuncia, mas o pesquisador já arrisca um ponto final ao menos para o projeto formulado no ano passado: “A ministra vai sentar em cima da reforma. A posição da indústria é não mudar a lei”. FONTE – Tatiana de Mello Dias e Rafael Cabral
Aldo Taranto E Sua Orquestra – Sonhos, Amor E Violinos (1959)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Hoje eu pensei que não chegaria a tempo de fazer nossa postagem diária. A quinta feira foi dura, muita ralação, reunião e no final do dia mais reunião (de condomínio). Nessa altura do campeonato eu quero mesmo é uma cama.
Foi muito por conta disso que eu escolhi para postar este álbum com o Maestro Aldo Taranto e Sua Orquestra. Não vou precisar falar do artista e nem das músicas, tá tudo explicadinho na contracapa. Digo apenas que este lp foi o primeiro lançamento da Companhia Internacional de Discos (não confundir com a CID – Companhia Industrial de Discos). Uma gravadora que pelo que eu sei, não teve muito sucesso, durou pouco. Os álbuns da Orquestra de Jaú são, talvez, os únicos, além deste, que conheço. São discos bem produzidos e com artistas de qualidade.
O Maestro Aldo Taranto e sua orquestra fazem um trabalho muito bom, com músicas bem escolhidas, somente composições de autores nacionais. Zzzz… desculpem, o sono bateu… confiram daí que eu daqui vou para os braços de Morfeu.
Trio Marabá – Trio Marabá e Conjunto (1955)
Hoje eu trago um disquinho bem raro, lançado lá pelo ano de 1955. Nessa época eu ainda morava em pelotas (como já dizia um amigo meu). Temos aqui o Trio Marabá, um grupo vocal que fez fama nos anos 50. Hoje, no lugar mais certo de encontrar, a Internet, só temos ofertas, vendas dos velhos discos de algum sebo. Informação, que é bom, ficou limitada ao tópico de referência do Dicionário Cravo Albin, que por sinal é também escasso em seu conteúdo sobre o grupo. O curioso é que qualquer outra referência ao Trio, em outros sites são apenas adaptação do Cravo Albin (quando não, cópias descaradas e sem créditos). Nessa hora, para nos salvar, só mesmo os comentários generosos do nosso amigo Samuel 🙂
O Trio Marabá era formado por Pancho, Panchito e Carmen Duran. Os dois primeiros eram também compositores. Eles gravaram mais de uma dezena de discos, bolachas de 78 rpm. Na versão 33 rpm, só conheço dois discos, um deles é este que apresento a vocês. Acredito, inclusive, que sejam as mesmas gravações dos discos lançados anteriormente. Temos aqui oito temas, entre composições bem conhecidas, nacionais e internacionais. A única faixa autoral é “Ribeira”, de autoria de Pancho e Panchito.
Tentei recompor a capa original, mas me faltaram as fontes que foram usadas na impressão. Procurei então algo bem aproximado. Podem ter certeza de que não ficou muito diferente desta. A capa original vem numa edição de luxo, traz um forro em papel aveludado preto, recortado com uma barra decorativa emoldurando a fotografia do Trio Marabá. Infelizmente o disco que eu tive acesso para esta postagem não se encontrava (de todo) nessas condições. Mas nada como a tecnologia digital, que pelo menos ameniza a situação. Confiram… raridade pura!
ribeira
nem eu
sombras entre nós
risque
vivamos amor
ninguém me ama
noites do paraguai
Papete – Berimbau E Percussão (1975)
Ontem aconteceu uma coisa curiosa. Uma bobagem, claro, mas que eu tomo sempre como uma espécie de sinalização. Por umas três vezes no dia, discos do selo Marcus Pereira estiveram me rondando. Pela manhã ganhei os dois discos do Cartola em cd, lançados pelo selo. A tarde foi a vez do Chico Maranhão em seu primeiro lp. Uma raridade que me foi enviada como colaboração pelo amigo 300 (Discos Importantes) para uma futura postagem. E para finalizar, a noite, me chega este disco do Papete. Eu havia vendido este álbum para um amigo e já há algum tempo venho pedindo a ele que me enviasse uma cópia, visto que na época da venda, não me preocupei com isso. Ele, enfim, enviou, mas para variar esqueceu de incluir os selos (gosto do serviço completo!). Mesmo assim, eu achei por bem postá-lo de uma vez, afinal eu ainda não vi este disco em outras fontes e é mesmo um trabalho que vale a pena o nosso toque musical.
Lançado por Marcus Pereira em 1975, “Berimbau e Percussão” foi o primeiro disco do maranhense José Ribamar, mais conhecido como “Papete”. Este álbum também pode ser entendido como sendo de Théo de Barros. Boa parte das músicas são dele, assim como a direção artística, arranjos e participação em todas as faixas. De todo, o disco é muito bom e ao ouvi-lo a gente logo percebe o porque Papete merece este lp. Confiram…
Marcos Resende & Nivaldo Ornelas – Som E Fantasia (1984)
Bom dia a todos! Hoje eu acordei meio perdido em meio aos meus problemas e tarefas da semana. Faltou até uma certa inspiração para preparar a postagem para o dia. Felizmente, meus ‘discos de gaveta’ estão sempre na prontidão para essas horas. Pensei que teria tempo para fazer algumas atualizações no blog, mas não deu não. Continuo na dívida, mas prometo acertar tudo nos próximos dias, ok?
Iniciamos então com música instrumental. Apresento, “Som e Fantasia”, disco lançado em 1984 pelos consagrados instrumentistas Marcos Resende e Nivaldo Ornelas, para o selo Barclay. Eis aqui um disco onde encontramos os dois músicos numa sintonia de dar gosto. Apenas os dois, teclados e sopros. Marcos Resende controla com maestria um arsenal de teclados, com a mais avançada tecnologia digital da época. Nivaldo Ornelas, por sua vez e também com o mesmo talento, vem com seus saxes e flautas. Este é um tipo de trabalho musical que só funciona bem com músicos experientes e talentosos. Em nenhum momento o disco nos soa de forma artificial ou sintético. O som é melodioso e rico. O repertório, entre temas autorais e outros (Noel Rosa e Carlos Lyra), dá ao lp um sabor bastante agradável. Se vocês ainda não ouviram este disco, não percam tempo, pois vale a pena 😉
Caco Velho – Soirée A La Macumba (1956)
Boa tarde, amigos cultos e ocultos! Há algum tempo atrás, quando eu postei aqui uma coletânea especial do Caco Velho, logo em seguida, alguém (que não me lembro) enviou para o blog uma série de músicas gravadas pelo artista na França. Vim a saber que se tratava de um disco raro, lançado na França em 1956. Procurei mais informações sobre o disco e fui acabar parando num blog muito interessante, chamado Yoyo Salva Musical, do jeito que eu gosto, cheio de discos antigos e dos mais variados gêneros. Foi dessa fonte que saiu o meu arquivo, mas eu ainda não tinha a capa. Deixei lá uma mensagem, pedindo ao dono do blog as capinhas, caso tivesse. O tempo passou e como não veio resposta, eu acabei até me esquecendo. Há poucos dias atrás, para a minha surpresa, o autor do blog me fez a gentileza de enviar a capa, com direito também aos selos. Matou a pau! Agora completo, eu trago o disco para o Toque Musical. Tenho certeza que muitos aqui ainda não tiveram a oportunidade de ouvir essa jóia rara.
“Soirée a la Macumba” foi um disco gravado em 1956 por Caco Velho e os músicos que o acompanhavam na casa de shows francesa, chamada “La Macumba”. O sambista fez por lá uma longa temporada. Ele se apresentava também ao lado da cantora Marita Luizi, artista brasileira que era bem conhecida naquela época. Participou de um filme, “Quai des Illusion”, interpretando um baião “Chico Sanfona”, de J. Nubel e a toada “Ai Sinhá”, de sua autoria. Isso lhe rendeu outro convite, desta vez para gravar pela gravadora local, Ducretet Thompson um disco com as músicas “Falsa Baiana”, “Nega Mentirosa”, “Prenda Minha” e “Uma só vez”. Como sucesso do disco compacto, logo de imediato veio então a gravação de “Soirée A La Macumba”, um lp gravado ao vivo nesta boate, pela mesma gravadora e com o selo Telefunken. O álbum foi lançado no mesmo ano em que Caco Velho retorna ao Brasil. Nele encontramos doze faixas entre composições autorais e outras bem conhecidas do público brasileiro. Ele vem acompanhado, não por uma orquestra, mas sim por um conjunto e a cantora Marita Luizi. Não há como não gostar. O disquinho é mesmo muito legal.
Aproveito para agradecer ao Salvador, autor do blog YSM, pela gentileza de nos proporcionar o contato com um disco que dificilmente teria chegado até nós. Valeu demais! 🙂
Cauby Peixoto – O Sucesso Na Voz De Cauby Peixoto (1960)
Mesmo sem muito tempo para me dedicar ao blog neste sábado, não resisti a tentação de mais uma postagem. Para reforçar o caldo, resolvi trazer um disco de verdade e como sempre prezando pelo inédito e raro.
Ontem eu assisti à reprise de um programa de entrevista recente (acho que foi do Globo News) com Angela Maria e o Cauby Peixoto. Peguei o programa já começado, mas valeu a pena. O Cauby em seus 80 anos continua o mesmo, uma peça rara (no bom sentido!). Com aquela peruca cheia, como ele gosta, estava mais parecendo uma senhora. De relance, quem o vê também acha que é. Mas o Cauby é um tipo que está acima de qualquer critica maldosa. Ele é antes de tudo um grande artista, um cantor excepcional. Fiquei impressionado com a vitalidade e afinação do cantor. A Angela Maria, ao contrário, nesse quesito já começa a dar sinais de cansaço, mas também é outra grande cantora.
Foi meio que movido por esse encontro que eu decidi postar este álbum. Lançado em 1960, quando então o nosso cantor retorna à Victor, depois da temporada nos ‘States’. No lp nós encontramos um repertório variado, entre temas nacionais e internacionais. Cauby canta três músicas da dupla Evaldo Gouveia e Jair Amorim, dois sambas bossa, um da dupla Vinicius e Tom e outro de Oscar Castro Neves. Ainda no destaque temos uma interpretação impecável para “Mack the knife”, de Bertold Brecht, Blitzstein e Kurt Weill. Há também o lado criativo de Cauby em duas faixas, “Mama” e “Bixio”, onde ele fez as letras.
Taí, um bom disco para fechar a noite! Amanhã tem mais… 😉
Coletânea Aum Soham – Brasil 68-75 (2011)
Hoje, sábado, vamos nos dedicar às coletâneas! Temos aqui uma feita pelo meu amigo, o artista multimídia Aum Soham, trazendo para nós uma seleção, que segundo ele, foi a trilha de um bom momento em sua vida. Com certeza, as músicas reunidas aqui fizeram e fazem o momento de muita gente, inclusive o meu.
