Bom dia, amigos cultos e ocultos! Chegamos a mais uma sexta feira independente e como na semana passada, nesta também temos um lançamento, disco novo no pedaço 😉 Hoje iremos com o novo disco do grupo mineiro Camiranga, chamado “Da Afonso Pena à Paulista”. Eles estarão lançando o álbum em São Paulo, no auditório do SESC Pinheiros, no próximo dia 24 de novembro. Tenho certeza que depois de ouví-los, através do disco que eles generosamente nos enviaram, quem estiver em Sampa, não irá perder. Além de um ingresso barato, quem estiver por lá vai presenciar o que há de melhor na criatividade musical mineira. Eu ouvi o disco e aprovo (e sem bairrismo, eles são ótimos).
Silvio Caldas – A Estória Da Música Popular Brasileira Vol. 1 (1987)
Se vocês pensaram que o disco anterior foi o álbum do dia, se enganaram. Para hoje, vamos mesmo é de Silvio Caldas. Temos aqui um disco interessante, gravado ao vivo no restaurante Inverno & Verão, o mesmo onde outros grandes artistas como Dick Farney, Tito Madi e Raul de Souza se apresentaram e tiveram lançados em disco esses shows. Da mesma forma, este show de Silvio Caldas virou disco. É interessante notar que o álbum segue o mesmo caminho de um outro disco do artista, gravado ao vivo em 1973, também chamado “Histórias da Música Popular Brasileira”. Silvio Caldas, de uma certa forma, não deixava de ser uma enciclopedia musical, testemunha viva dessa história, quando não, também seu protagonista. O disco é um encontro com o artista, uma conversa musical bem agradável. No álbum informam ser este o primeiro volume. Sinceramente, eu desconheço a existência de um segundo volume. Talvez até exista mesmo, eu é que não fui procurar. Segue assim o nosso ‘post’ musical da quinta feira. Divirtam-se!
A Gonfie Vele (196…)
Olá amiguíssimos! Ontem eu acabei furando com vocês. Na verdade, acho que furei comigo mesmo. Havia prometido uma postagem extra, mas acabei não fazendo. Felizmente, não houve reclamação, o que me leva a crer que isso é mesmo uma preocupação só minha. Melhor é eu relaxar e entrar na dança…
Estou postando aqui este álbum lançado pela Fermata na década de 60. Não achei informações sobre o dito cujo, mas até onde importa, “A Gonfie Vele” é uma coletânea lançada originalmente pelo selo italiano Style. Saiu no Brasil através da Fermata e fez muito sucesso. Aliás, as músicas dessa coletânea é que foram sucesso. Temos aqui John Foster cantando “Amore Scusami”, Leo Sardo com “Tu vivevi per me”, Vanna Scotti no tema de Godfinger e outras belas… Mas peraí, vocês devem estar se perguntando o que este disco tem a ver como as postagens do Toque Musical, não é mesmo? De uma certa forma não há nada, além do fato de em uma das faixas termos o Juca Chaves cantando em italiano “Piccola Marcia per un grande amore”. Esta gravação deve ter sido feita na época em que ele morou na Itália. Achei interessante postar este disco, pois além do Juca, temos aqui um belíssima seleção, capisci? Controllare il tocco 😉
Juca Chaves – Personalidade (1961)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Coisa mais curiosa, ao longo desse mês de outubro que passou umas quatro pessoas, em momentos diferentes, me perguntaram sobre o Juca Chaves e este seu disco, o “Personalidade”. Eu tinha por certo que já havia postado o álbum. Diante a confusão e atendendo aos pedidos, aqui vai o tal disco.
Gilberto Tinetti – Trio 1960 – H. Villa Lobos E Brenno Blauth (1960)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Na brecha do tempo, lá vou eu…
A Fábrica – Trilha Original Da Novela (1971)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Ainda na estrada, sem saber direito a que horas eu estarei de volta, vou aproveitar enquanto tomo o café para fazer esta postagem. Hoje iremos com outra trilha de novela, a única que eu tinha à mão, ou melhor, no meu computador.
Vera Lúcia – Leva-me Contigo (1960)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Para um domingo bonito e de sol como o de hoje, eu trago mais uma vez ao Toque Musical a cantora Vera Lúcia. Há pouco mais de um mês eu havia postado aqui o álbum “Confidências…” desta cantora, lançado pela Sinter em 1959. No ano seguinte ela voltaria em disco, desta vez através da Companhia Brasileira de Discos, que se transformava naqueles anos na gravadora Philips. O álbum foi muito bem produzido, afirmando a qualidade da nova gravadora. Vera Lúcia não entrou nessa por acaso, foi sim uma escolha bem pensada, assim como o repertório, músicos e direção musical (regência e orquestração) que ficou a cargo do Maestro Carlos Monteiro de Souza. Mais uma vez Vera Lúcia se supera, fazendo um disco perfeito, segundo o cronista Ary Vasconcelos no texto de contracapa. Pessoalmente, ainda fico com o primeiro, mas isso é questão de gosto. Independente disso, temos aqui mais um belo trabalho desta, hoje, esquecida cantora. Quem ainda não o ouviu por outras fontes, aproveita agora. “Quem sabe faz a hora, não espera aconteder…”
Instrumental Vol. 1 – Ao Gosto Do Augusto (2011)
Olá amigos cultos e ocultos! Quando a gente está fora de casa, longe da discoteca e surpreendido por algumas eventualidades que nos afastam da rotina produtiva musical, o jeito é apelar para o que se tem à mão. Como hoje é dia de coletânea, o jeito foi eu recorrer ao que eu tinha no meu ‘notebook’. Por precaução, eu sempre trago no meu portátil um pouco dos meus ‘arquivos de gaveta’. Daí, foi só ir selecionando as músicas instrumentais que mais gosto. Obviamente, minha seleção não se limita à vinte e poucas músicas. Por isso foi que eu dei o nome a essa coletânea de Instrumental Vol. 1. Quem sabe, mas adiante, eu resolva criar aqui mais uma seleta instrumental, não é mesmo?
Dani Turcheto – Madeira Torta (2011)
Muito bom dia, amigos cultos e ocultos! Vez por outra (e mesmo sem tempo) eu procuro dar uma mexida no blog, inserir alguma coisa, implementar com alguma novidade e por aí a fora… O importante é estar sempre nessa mutação. Aqui, a única coisa que não muda é o visual do avatar Augusto TM. Esse é marca registrada, hehehe…
um samba em cada esquina
deu zoeira
amor de lágrima
enchente
amanhã ninguém sabe
coração de gato
atol
tempo de voar
festa de reis
você acha que eu gosto?
Tito Madi – De Amor Se Fala (1964)
Bom tarde, amigos cultos e ocultos! Aproveitando a brecha do pós almoço, vamos nós…
Hoje eu trago para vocês, e mais uma vez, o excelente Tito Madi. Tenho aqui um de seus melhores álbuns, lançado em 1964. Foi o disco de estréia do cantor e compositor na Odeon. Um lp dos mais bacanas, que contou com a direção musical, orquestração e regência de Lyrio Panicalli, que por sua vez teve a assistência o então jovem Eumir Deodato. Eumir também participa do disco tocando orgão. No lp encontramos algumas músicas que marcaram a carreira de Tito Madi. Ele regrava seu maior clássico “Chove lá fora”. Ficou mesmo muito boa a versão, mas, pessoalmente, prefiro a gravação e o arranjo da original. Outro destaque é “Balanço Zona Sul”, que viria a ser mais um de seus grandes sucessos.
se meu coração pedir
balanço zona sul
final sem adeus
canção praieira
chove lá fora
vai dizer adeus
garota paulista
rio triste
meu mar
de amor se fala
rio moço
José Tobias – Poema Triste (1965)
Muito bom dia, amigos cultos e ocultos. Hoje é Dia de Finados e talvez, para muitos, não fosse apropriado falarmos de música. Muitos talvez prefiram o silêncio, um momento de reclusão e respeito aos nossos que já se foram. Também compartilho desse momento, penso nos meus pais, irmã, tia, avós e amigos. Mas procuro pensar não quando eles se foram, mas quando eles ainda estavam presentes em minha vida. Daí, não há tristeza. Há, sim, uma saudade e essa vem das boas lembranças. Inevitavelmente, não há como desvincular, na nossa cultura, o dia de hoje com um sentimento de tristeza. Faz parte. Por essa razão, eu procurei trazer nesta postagem um disco com um espírito mais contemplativo.
Duo Pianístico Maria Josefina E Francisco Mignone – Ernesto Nazareth (1978)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Novembro, por aqui, chegou gelado. É de estranhar e comentar essa manhã fria, que mais valia continuar na cama. Mas como eu sou apenas o filho do dono do mundo, o jeito é levantar e correr para o trabalho. Antes porém, deixa eu tomar e também dar a vocês uma dose de ânimo, um toque musical para o dia seguir feliz e aquecido 😉
Véu De Noiva – Trilha Original Da Novela (1969)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Entre tantos temas e trilhas postados aqui no Toque Musical, um disco que eu sempre pensei em postar foi este da trilha da novela da Rede Globo, “Véu de Noiva”. Da novela eu não me lembro, mas a sua trilha é inesquecível. Isso, para mim, se deve ao fato de que naqueles tempos as trilhas eram feitas exclusivamente para as novelas. Era um trabalho dedicado e primoroso, de identificação imediata com seus personagens ou ação. Para compor temas com esse conceito, só mesmo recrutando artistas e compositores talentosos. Embora eu não assista à novela, sei que as de hoje em dia, somente os temas de abertura são realmente valorizados, as vezes oficiais. As demais, acabam entrando na trilha por conveniência, jabás, oportuni$mo e outras incompetências, típicas das novas gerências, que de música não entendem nada.
Vesperal Dançante Columbia Vol. 2 (1956)
Olha eu aqui de novo! Por essa ninguém esperava, não é mesmo? Pois é, acho que ainda há tempo de uma vesperal dançante. Sinceramente, não fiquei satisfeito… Resolvi incluir mais um disquinho da mesma safra. Temos aqui uma coletânea da gravadora Columbia, reunindo seis de seus artistas: Maranhão, Carlinhos, Ribamar, Luizinho, Indio e Nestor Campos. Essas gravações, certamente, foram extraídas de bolachas de 78 rpm e mais certo ainda, nunca vieram novamente à público. A série “Vesperal Dançante Columbia”, em três volumes, foi lançada em 1956. Estou atrás do volume 3, se alguém souber ou tiver para me enviar, eu agradeço. 🙂
K. Ximbinho E Seu Conjunto – Ritmo E Melodia (1956)
Boa tarde, amigos cultos e ocultos! Tenho percebido o crescente número de blogs dedicados à música brasileira, em especial aos raros e antigos álbuns, como acontece aqui no Toque Musical. Isso é muito bacana. As pessoas estão descobrindo um sentido a mais para aqueles velhos discos do papai e do vovô. Aqueles tantos discos que até então ficavam restritos ao espaço familiar, vão ressucitando e através da tecnologia e seus recursos digitais, vão sendo aos pouco compartilhados com aqueles que acessam sua nova morada, um blog, por exemplo 🙂 Acho que foi mais ou menos assim que aconteceu comigo.
1 É Pouco 2 É Bom 33 É Demais – Favoritas Do Augusto Vol. 1 (2011)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Tenho em meu computador uma pastinha exclusiva, onde coloco as músicas que eu mais gosto. Vez por outra, carrego ela comigo, no Ipod ou no celular e ponho para tocar no modo aleatório. Como são centenas, quase milhares de músicas, elas nem sempre se repentem, ou se repente eu também acho ótimo, afinal são aquelas músicas que verdadeiramente me tocam. As favoritas do Augusto 😉
Cid Ornellas – Caçador de Lua (1988)
Olá amigos cultos e ocultos! Chegamos a mais uma sexta feira dedicada à música/artista independente. Aproveito a ocasião para, novamente, convidar e avisar à esses artistas que o espaço do blog continua aberto para a divulgação de seus trabalhos. Vez por outra me chagam links e discos de artistas independentes, mas se a solicitação não partir do próprio artista e prefiro não postar. Por outra, as vezes aparecem por aqui coisas que ultrapassam os limites do bom senso, do curioso e daquilo que merece, pelo menos, ser escutado com outros olhos. Se for um trabalho com qualidade, mesmo que simples, solo, acústico ou à capela, tudo bem, o importante é que tenha uma alma musical, artística e seja original. Em virtude dessa situação, tenho pensado em não mais manter as sextas feiras com exclusivas para os independentes. Teremos também os títulos convencionais quando não houver um independente à mão.
Paulo André Barata – Nativo (1978)
Boa noite! Hoje eu fiquei na dúvida do que deveria postar. A ideia era permanecer publicando velhos álbuns de 10 polegadas, mas os que eu quero apresentar ainda precisam de uns tratos, melhorando ou pelo menos eliminando um pouco os estalos e chiados do áudio. Enquanto essa ‘limpeza’ vai sendo feita, o jeito é apelar para os ‘álbuns de gaveta’, ou aqueles que já não são uma novidade na blogosfera.
Orlando Silva – Pixinguinha E Sua Orquestra Diabos Do Céu (1985)
Boa tarde amigos cultos e ocultos! Eu não me esqueci das últimas solicitações de alguns de vocês. Não se preocupem, pois assim que eu tiver um tempinho (o que não vai demorar), atenderei a todos, ok? Infelizmente, nesses últimos dias andei meio agarrado de serviço, mas na semana que vem, acho, vai dar uma aliviada.
Apesar da correria, não deixo a peteca cair. Mantendo sempre a tradição, aqui vai mais uma inédita raridade, Orlando Silva e Pixinguinha, em gravações raríssimas, lançadas em 33 rpm pela primeira vez em 1985. São registros da década de 30, de Orlando Silva acompanhado na maioria das vezes pela Orquestra Diabos do Céu, de Pixinguinha. Registros que até então nunca chegaram a ser relançados. Por iniciativa da Rádio América de Belo Horizonte e produtores associados, um grupo de fãs, colecionadores e radialistas resgataram essas músicas, lançando-as em uma produção quase independente e de tiragem limitada. Mesmo após esse ‘relançamento’ essas gravações ainda continuam raras. Tenho quase a certeza de que nunca mais vieram a ser ‘tocadas’, relançadas em formato cd. Só mesmo aqui, num blog como o Toque Musical, isso poderia acontecer. Não deixem de conferir 😉
primeira mulher
céu moreno
não foi por amor
cancioneiro
tenho amizade a você
quem pela vida passou
cidade do arranha céu
amar uma mulher
mulher fingida
dom quizote
ponto de interrogação
Orquestra Sinfônica Municipal De Campinas – Geração Do Século XXI (1982)
Olá, amigos cultos e ocultos! Chegamos à mais uma terça feira erudita, um dia dedicado à música clássica e seus derivados 🙂 Em especial, eu trago então um disco raro, que poucos devem conhecer, mesmo os amigos mais eruditos. Trata-se de duas belíssimas peças escritas por Omar Fontana, empresário da aviação, dono da extinta Transbrasil. O cara, além de empresário e piloto comercial tinha lá seus caprichos musicais, era um pianista e compositor. Mas nesse campo da música, seu projeto levantou vôo graças a experiência e o talento de um mestre, Rogério Duprat. Fontana apresentou à Duprat as composições e deixou que o compositor e arranjador tivesse total liberdade em seu esboço, criando o que lhe viesse à cabeça, porém com a condição de que o resultado pudesse ser tocado e gravado por uma orquestra sinfônica. Rogério Duprat assumiu a parceira de bom grato e tomando as composições de Omar Fontana como base, criou dois impecáveis poemas sinfônicos. Uma celebração ao novo milênio que estava para chegar.Escolheram uma excelente orquestra, a Sinfônica Municipal de Campinas, tendo como regente o Benito Juarez. Ensaiaram bastante e nos dias 02 e 03 de julho de 1982, gravaram ao vivo, no Teatro Interno do Centro de Convivência de Campinas, este disco de tiragem limitada. Conforme informa na contracapa, uma iniciativa cultural da “Transbrasil”.
Ninho da Serpente – Trilha Original Da Novela (1982)
Boa noite! Antes que o horário de verão leve o resto do dia, deixa eu fazer aqui a postagem de hoje. Ainda naquela preguiça , vou ser breve…
Temos aqui a trilha sonora da novela da Band, “Ninho da Serpente”. Alguém aí assistiu? Provavelmente muito poucos. Lembrar então, nem se fala… Mas a trilha, essa sim, todo mundo sabe. Composta, em sua maioria, por gravações de sucesso pinçadas dos arquivos da Polygram. Nada muito original, mas vale a pena ouvir (de novo) Chico Buarque, Gal Costa, Elis, Fafá de Belém… e por aí a fora.
Pronto, cumprida a tarefa! Não muito boa, não muito ruim… perfeita para uma segunda feira ‘lombada’.
Coral do Colégio Arte E Instrução – Alvorada De Vozes (1964)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Nos últimos dias eu tenho andado meio desmotivado com o blog. Não é por qualquer motivo específico, apenas uma onda, creio eu. Percebo que se eu não fizer logo pela manhã a bendita postagem, acabo, no resto do dia ficando assim… Hoje então, que é domingo, nem se fala. Só partindo mesmo para o ‘chocolate’. Mas vamos ao que é esperado, o disco do dia.
Coletânea Trash Total (2011)
Boa tarde, amigos cultos e ocultos! Cruzando as palavras, blogs e músicas, hoje nós teremos uma seleção especial e exclusiva, feita pelo amigo Chico, do blog Sanduiche Musical. Ele criou, com direito a capa e tudo mais, uma coletânea com ‘hits’ bem populares, conhecidos também como bregas e para ele ‘trash total’. Esta não é a primeira vez que postamos aqui uma seleta relação coomo esta. Quem ainda não ouviu a coletânea “Beleza Pura“, não sabe o que está perdendo. Disco feito para aquelas festas onde tudo acaba na ‘zuação’. “Trash Total” também tem essa mesma proposta, uma série de músicas feitas para alegra a festa. Hoje é sábado, dia de agito dessa natureza. Taí um ‘disquinho’ ótimo para fim de festa, quando todo mundo já está mesmo calibrado e enfrenta na boa qualquer pagação de mico. Vamos nessa…
Junia Horta – Espaços (1981)
Bom dia a todos! Eu havia digitalizado alguns discos de artistas mineiros, independentes para um amigo. Indiquei a ele o Mediafire como suporte de armazenamento de seus arquivos. Mas acho que o cara deixou a ‘torneira’ aberta, pois percebo que agora que esses mesmos arquivos estão a deriva, espalhados pela rede e o coitado nem deve ter se dado conta disso. Lá vou eu então resgatando os independentes perdidos. Deixa eu trazê-los para o lugar certo. De volta a fonte, com direito a uma nova filtragem.
Ases do Ritmo – Ritmo Do Brasil (1959)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Olha eu aqui fazendo mais uma confusão. Depois de mais de mil títulos publicados no Toque Musical até eu faço, as vezes, confusão com o que já foi ou não postado. Eu tinha certo de que o álbum de hoje, este aqui, era uma rara novidade. Me enganei… Na verdade fui enganado pela capa. Este ‘long play’ eu já o havia postado, a coisa de uns dois anos atrás. A diferença foi mesmo a capa. Em fevereiro de 2009 eu trouxe para vocês o primeiro disco brasileiro gravado em estéreo. Um marco na história da indústria fonográfica e também um belíssimo disco, dos mais bem gravados até hoje. Uma raridade disputada a tapas por qualquer colecionador (o que eu dei de porrada para conseguir esse disco, não está no gibi). Agora, sem ter percebido antes, ele está de volta e não é como repostagem não. O exemplar que temos aqui é diferente em dois pontos: na capa e na gravação monatural. Mesmo sem ter a confirmação, eu acredito que este álbum tenha sido lançado posterior ao estéreo. Pela capa e estilo é bem provável que ele seja do ano seguinte, 59 ou no máximo 1960. Vou considerar como sendo de 1959 até segunda ordem (fala Samuel, cadê você?).
Conjunto Melódico Norberto Baldauf – Week End No Rio Nº 2 (1958)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Esse tal de horário de verão é mesmo um saco! Eu que vivo correndo do atraso, nessa época fica pior. Vou aproveitar a pausa antes de ir dormir e mandar logo a postagem do dia.
João Pedro Borges – Interpreta… (1983)
Bom tarde! Tenho percebido que o índice de audiência começou a cair nas terças feiras. Seria por conta da programação voltada para os clássicos e eruditos? Talvez eu devesse estabelecer aqui uma outra em substituição. Quem sabe uma terça feira dedicada aos (mais) populares? Pelo visto, eu tenho recebido mais amigos ocultos do que cultos. Ou, por outra, mais passantes que pensantes. Nesse país de banguelas todo mundo só quer sopa. Pois é, mas aqui a coisa é na base da rapadura, é doce mas não é mole não! Continuo na peleja… catequizando…
O álbum que eu apresento hoje a vocês foi o segundo disco solo gravado por João Pedro Borges. Lançado pela Kuarup em 1983, o disco nos traz as magnificas interpretações do vilonista para obras de Domenico Cimarosa, Fernando Sor, Mauro Giuliani, Gaspar Sanz, Isaac Albéniz e Enrique Granados. Quem aprecia violão, com certeza, conhece bem esses nomes e se não ouviu o disco é ainda mais certo de que vai gostar. Confiram daí, que eu de cá já vou indo…
sonata em ré menor
sonata em lá maior
sonata em si menor
(transcrições para o violão de julian bream)
fernando sor
allegro non troppo
minueto (da sonata nº2 opus 25)
mauro giuliani
allegro (da sonata opus 15)
gaspar sanz
cenários
zarabanda
la caballeria de nápoles
isaac albéniz
mallorca (transcrição para violão de andrés segóvia)
enrique granados
dança espanhola nº 10 (triste) (transcrição de turíbio santos)
la maja de goya (tonadilla) (transcrição de miguel llobet)
Salário Mínimo – Trilha Original Da Novela (1978)
Bom dia amigos cultos e ocultos! Começamos a segunda feira com o Salário Mínimo, mas garanto que até o fim de semana seremos os donos da empresa! Isso aqui, no Toque Musical, é claro!
Zaccarias E Sua Orquestra – O Samba De Black Tie (1956)
Boa noite, meus prezados amigos cultos e ocultos! O dia de hoje esteve bem preguiçoso, pelo menos para mim. Sinceramente, se não fosse esse meu compromisso obsessivo com o blog, eu hoje nem ligava o computador.
Rosa Maria, Filó, Márcia, Lazzo – Antes Do Sucesso… (1983)
Eu queria ter preparado uma seleção especial para vocês, mas, realmente, não deu mesmo. Felizmente eu já tinha engatilhado o ‘plano B’ e é com ele que nós vamos hoje, ok? Temos aqui um álbum promocional do selo Pointer, uma editora criada pelo empresário gaúcho, José Maurício Machline, que lançou nos anos 80 uma série de discos interessantes com um variado e seleto grupo de artistas da música popular brasileira. Entre esses artistas aparecem quatro nomes distintos: Márcia, Filó Machado, Rosa Maria e Lazzo Matumbi. Juntos eles compõem este álbum, distribuído apenas para promoção. Eu suponho que esta capa, seja na verdade um encarte interno de uma coisa maior, uma caixa com mais discos e também com outros artistas do selo. Não encontrei nada na rede que fale sobre isso ou mesmo sobre o disco. O álbum tem o curioso nome de “Antes do sucesso…”, por certo se referindo, paradoxalmente, ao sucesso que esses artistas viriam a fazer com seus respectivos discos pelo selo. Temos apenas oito músicas, mas isso é só por falta de espaço no vinil, as faixas é que são longas. Taí, um pequeno mostruário que vale a pena conhecer 😉 Se aparecerem outros, imediatamente eu publico para vocês, ok?