Bom dia, amigos cultos e ocultos! Chegamos a mais uma sexta feira independente e para variar, em todos os sentidos, eu estou trazendo aqui um registro da boa música instrumental. Uma gravação que me caiu nas mãos graças aos bons amigos, que sabem bem aquilo que condiz com o perfil do blog Toque Musical. Valeu Pampani!
Sambistas Do Asfalto – Assim É O Samba (1960)
Muito bom dia a todos! Com tantos comentários, eu fiquei até mais animado. E já que falamos de Astor Silva, resolvi trazer mais um disco onde ele é o ‘diretor’. Temos aqui os Sambistas do Asfalto, um grupo musical recheado de grandes talentos. Instrumentistas de primeira linha como Copinha, Moacir Marques, Maurílio Santos, Zequinha Marinho, Netinho, Malagute e Wilson das Neves. Temos também os cantores Jair Avelar, Edgard Luiz, Joab Teixeira e Copacabana que se revezam a cada faixa. E também, não podemos esquecer os ritmistas, que são os verdadeiros sambistas: Arno, Bucy, Gilberto, Marçal e Raul. Curiosamente são esses últimos aqueles menos favorecidos, economizam até nos créditos, aparecendo apenas o primeiro nome. Neste único álbum lançado por eles iremos encontrar uma série de clássicos do samba, das décadas de 30 e 40, músicas que marcaram época e continuam até hoje fazendo sucesso. Como já estamos próximos do Carnaval, este disco chegou na hora certa! Confiram…
Astor – O Baile Do Ano (1962)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! É isso aí… É assim mesmo que eu gosto, cultos ou ocultos, todos marcando presença. Sei bem que comentários a gente faz quando algo realmente nos impressiona, seja de uma forma ou de outra. Comentar por obrigação é mesmo um saco e ninguém está aqui apenas para dizer ou ouvir um lacônico ‘muito obrigado’. Mas quando eu percebo que está havendo um ‘feed back’, um retorno, me sinto mais animado e procuro responder à altura, fazendo valer mais um dia. Tenho certeza que os amigos aqui vão também apreciar este álbum, que eu acredito ainda ser inédito nos blogs.
Sexteto Prestige – Musica E Festa Nº 4 (1959)
Muito bom dia, amigos cultos e ocultos! Voltamos a correria… O dia já começa com ‘o bicho pegando’. Muita coisa para fazer e pouco tempo de folga. Mas antes que eu saia para o trabalho, deixo aqui para vocês uma nova postagem.
Orlando Correia, Ronaldo Lupo E Solon Sales – Seleção 78 RPM Do Toque Musical – Vol. 09 (2012)
A alegria do reencontro! Assim é que se pode definir esta nona edição do Grand Record Brazil, após duas semanas de ausência involuntária. Apresentamos nesta edição três cantores de muito sucesso em suas épocas, ainda que sejam pouco lembrados atualmente. São eles:
Orlando José Correia (Niterói, RJ, 1928-Rio de Janeiro, 2002). Antes de ser cantor, era mecânico de motores à explosão, diplomado pela General Motors, tendo sido dono até de uma oficina mecânica, além de um hotel e um restaurante, isso após deixar a carreira.. Ciro Monteiro, o “Formigão”, foi quem o descobriu cantando em um parque de diversões de lá de Niterói e o levou para o rádio carioca, atuando primeiro na Mayrink Veiga, depois na Guanabara, na Clube do Brasil e, por 28 anos, na Tupi. Orlando aqui comparece com o disco Todamérica TA-5325, gravado em 16 de junho de 1953 e lançado em agosto do mesmo ano. Na faixa de abertura, matriz TA-485, o samba-canção “Sistema nervoso”, que Wilson Batista, Roberto Roberti e Arlindo Marques Jr. compuseram em uma noite nas escadarias do Palácio Monroe, mais tarde demolido, com a presença de Orlando. Note-se a criatividade do técnico de gravação, Norival Reis, que, para a sonoplastia, usou um carrilhão e um despertador, além de fazer de câmara de eco o banheiro do estúdio! Completando, matriz TA-486, o belo fox “Dançando com você”, da parceria José Maria de Abreu-Jair Amorim, marcada por inúmeros hits inesquecíveis, bastando lembrar, por exemplo, “Alguém como tu”, um marco na carreira de Dick Farney. Dos anos 1980 até 2002, quando morreu, Orlando Correia residiu em Maricá, litoral norte fluminense.
Ronaldo Lupo (São Paulo, 1913-Rio de Janeiro, 2005). Pseudônimo de Ronaldo Lupovici. De origem judaica, foi também compositor, produtor e ator de cinema, tendo presidido o Sindicato Nacional da Indústria Cinematográfica. Ronaldo marca presença aqui com outra preciosidade do acervo da Todamérica, o disco TA-5040, gravado em 4 de dezembro de 1950 e lançado em fevereiro de 51, com duas músicas de sua autoria, No lado A, matriz TA-81, “Baião em Paris”, parceria com o baiano Duque (Antônio Lopes de Amorim Diniz), também dentista e dançarino, responsável pela divulgação do maxixe na Europa e nos EUA, a partir dos anos 1910. Ao parar de dançar, Duque inaugurou, em 1932, a Casa de Caboclo, de arquitetura rústica, na Praça Tiradentes, destinada a divulgação de música brasileira regional e folclórica. Completando o disco, matriz TA-82, Ronaldo apresenta o divertido fox “Depois eu conto”, que fez com Nestor Tangerine, A participação do coro pedindo “Conta! Conta!” é um dos pontos fortes desta composição, que Ronaldo voltaria a gravar em 1958, desta vez pela Columbia. Sua discografia em 78 rpm como intérprete tem apenas 13 discos com 45 fonogramas, nos selos Continental, Todamérica, Columbia e Mocambo.
Solon Hanser Sales (Sorocaba, SP, 1923-São Paulo, 1995). Era conhecido como o “seresteiro da Paulicéia”. Foi trapezista, acrobata e mágico no circo Irmãos Hanser, no qual trabalhavam o pai, a mãe e mais cinco tios, dando espetáculos em Sorocaba e cidades próximas. Já em São Paulo, formou com um amigo a dupla caipira Samburá e Chapinha (Sólon era este último), que atuou nas rádios Bandeirantes e Cultura, nesta última protagonizando uma novela sertaneja. Desfeita a dupla, prosseguiu sozinho a carreira. Aqui, as músicas do primeiro disco de Sólon Sales, gravado na Continental em 2 de janeiro de 1948 e entregue às lojas em maio-junho daquele ano com o número 15908, logo de saída emplacando dois estrondosos sucessos. Abrindo o disco, matriz 10804-1R, o tango brejeiro “Segue teu caminho”, de Mário Zan e Arlindo Pinto, uma verdadeira apoteose, que receberia inúmeros outros registros. O próprio Mário o acompanha com seu acordeon, ao lado do violonista Aymoré. O lado B, matriz 10803-1R, é a valsa “Belo Horizonte”, homenagem à “capital das Alterosas”, concebida por Arlindo Pinto e Anacleto Rosas Jr., autores de inúmeros hits sertanejos, mais uma vez com Mário Zan ao acordeom, à frente de seu conjunto, no acompanhamento. Sólon Salles nos oferece ainda outros quatro fonogramas raros: abrindo o terceiro disco do cantor, o Continental 16100, gravado em 20 de maio de 1949 e lançado entre julho e setembro desse ano, o balanceio “Cabeça inchada”, do mineiro (de Viçosa) Hervê Cordovil sobre motivo folclórico, matriz 11010. Um clássico que seria regravado inúmeras vezes, destacando-se os registros de Carmélia Alves e da dupla Adelaide Chiozzo-Eliana Macedo, também estrelas do cinema nacional, ambos de 1951. Completando o disco, matriz 11012, mais um tango brejeiro, “Perambulando”, de Mário Zan e Arlindo Pinto. Mais uma vez Mário comparece com sua sanfona e seu conjunto. Por fim, mais um disco Continental, o de número 16274, gravado em 23 de junho de 1950 e lançado em setembro-outubro do mesmo ano, com acompanhamento da orquestra do também médico Antônio Sergi, o Totó (por isso ele aparece no selo como “doutor”). No lado A, matriz 11148-R, o samba-canção “Meu castigo”, de autoria de José Nicolini, maestro e compositor paulistano de origem italiana. E, completando, matriz 11149-R, a conhecida valsa (ou corrido) “Beijinho doce”, de Nhô Pai, originalmente lançada em 1945 pelas Irmãs Castro, e muitíssimo regravada, inclusive por Nalva Aguiar, quando mereceu um arranjo mais “jovem”. Enfim, o GRB nos oferece, com músicas ditas “waves”, mais agradáveis momentos de alegria e recordação!
The New Stan Getz Quartet – Getz Au Go Go (1964)
Boa tarde, amigos cultos e ocultos! Hoje eu estou trazendo um disco que comprei lá no Rio. Albão importado, quase novo, que eu paguei a bagatela de 12 reais! Dizem que é no centro do Rio e também na Zona Norte que se compra lps baratos. Eu rodei tudo por lá e vou dizer, disco barato mesmo eu achei foi em alguns sebos e livrarias de Ipanema e Leblon. Discos maravilhosos na faixa de 3 a 5 reais. Quem gosta de vinil como eu fico doido. Eu trouxe bastante coisas e na medida do possível irei postando para vocês, ok?
A Visit To Brazil (1958)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Hoje, sábado, é dia de coletâneas, mas eu, infelizmente não tive tempo de preparar uma daquelas seleções exclusivas que fazem tanto sucesso por aqui. Como os companheiros de outros blogs também não se manifestam, apresentando suas coletâneas, o jeito foi eu improvisar. Aliás, não se trata bem de um improviso, temos aqui uma verdadeira seleção fonográfica. Um disquinho raro e curioso, bem a cara do nosso Toque Musical.
Ladston Do Nascimento – Lugarzim (2011)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Trago hoje, sexta feira, dia do artista independente mais um disco do excelente compositor mineiro Ladston do Nascimento. Este é o seu mais novo trabalho e talvez um dos mais bonitos. Em “Lugarzim”, Ladston conta com participações e colaborações especiais. Nomes como os de Jota Moraes, Túlio Mourão, Francis Hime, Robertinho Silva e outros grandes dão ao disco o tempero certo.
Manoelzinho Aboiador – Aboio De Um Vaqueiro (1976)
Bom noite a todos! Como até então ninguém se manifestou diante às duas últimas postagens, acredito eu que vocês não estejam gostando. Vamos então tentar um outro estilo, um outro tipo de disco ou música. Para reunir a boiada, nada melhor que um vaqueiro nordestino com seu aboio.
Moacyr Peixoto – Pra Balançar (1964)
Olá, meus amigos cultos e ocultos! Depois de uma semana longe de postagens e principalmente de computador, minha caixa de e-mails está lotada. São tantos os e-mails e mensagens que se acumularam, nem sei por onde começar. Peço a todos que tenham paciência e aguardem…
Renato Tito E Seu Conjunto – Gingando Na Bossa (1961)
Boa noite, amigos cultos e ocultos. Aqui estou eu de volta, não sei se descansado ou estressado. Perplexo com os últimos acontecimentos… Não quero nem falar disso agora. Por hora eu quero apenas marcar o meu retorno, trazendo uma nova postagem, visto que alguns dos amigos já estão até pensando que eu pulei do barco. Nada disso, vamos em frente ‘enquanto Brás é tesoureiro’…
Maurilio E Seu Piston – Convite Para Dançar (1958)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Meio que em cima da hora, surgiu aí uma semana de folga. Imperdível e inadiável. Estou viajando amanhã para o Rio de Janeiro e mesmo com todas as facilidades para os 15 minutos dedicados às postagens diárias, não pretendo fazê-las pela semana. Vamos dar uma pausa, afinal eu também mereço, vocês não acham?
Brazilian Beat – Uma Seleção Do Toque Musical (2012)
Olá amigos, boa noite! Sem muito tempo para me dedicar um pouco mais ao blog, continuo devendo aos solicitantes cultos e ocultos alguns ‘toques renovados’. Segura aí que logo vem… 🙂
Cora Coralina (1989)
Boa noite, amigos cultos e ocultos. Depois da SOPA e outras ‘canjas frias’, muita gente por aqui parece que ficou ainda mais oculta. Seria bom se ficassem também cultas, hehehe… brincadeirinha. Até o momento a liberdade está prevalecendo 😉
Expósito E Sua Orquestra – Bossa Wih A Beat (1963)

Como disse, na sequencia vai mais um. E este aqui, entre os demais, é de arrepiar. Um delícia para quem gosta de jazz e de bossa. Um álbum todo dedicado à Bossa Nova, que em 1963 era o ‘ó do borogodó’. No texto da contracapa, embora vocês não consigam por aqui ler direito, fala dessa nova música, de como ela surgiu e como se tornou um sucesso. Este álbum procura explorar a bossa, dando a ela o ‘beat’ de uma grande orquestra de jazz. Um trabalho direcionado ao gosto um público internacional. Taí, mais um imperdível!
Expósito E Sua Orquestra – Novo Encontro Com Expósito E Sua Orquestra (1965)
Olá amigos, boa noite! Fiquei as duas últimas horas vendo e revendo clips do Jimi Hendrix no Youtube. Poxa, como eu gosto disso… de Hendrix, claro, e de todo aquele clima de anos 60… putz, era bom demais!
Milton Nascimento, Herbie Hancock, Wayne Shorter, Stanley Clarke & Robertinho Silva – Select Live Special Session (2012)
Boa tarde, amigos cultos e ocultos! Olha aí que belo toque musical eu tenho hoje para vocês. Por esta ninguém esperava (e nem eu!). Mais um presentinho do nosso amigo Chris Rousseau, o qual ele foi buscar na mesma ‘fonte sueca’ de onde veio o polêmico “João Gilberto na casa de Chico Pereira”. Chegou ainda nesta semana e eu, logo de cara, fui ouvir. Que maravilha, nem sabia dessas travessuras do Bituca. Acredito que para a maioria também deve ser novidade essa gravação, que traz o encontro de Milton Nascimento com três feras do jazz americano, os conceituadíssimos Herbie Hancock, Stanley Clarke e Wayne Shorter. Esse momento glorioso aconteceu há mais de 20 anos atrás em um megashow em Tokyo, Japão. Pelo pouco de informações que eu encontrei na rede, trata-se de um festival, o “Live Under The Sky Festival”, onde se apresentaram, além dos já citados, outros grandes, como Marcus Miller, Omar Hakim, Joe Sample, Everette Harp & La La Hathaway e Orchestre Nacional de Jazz.
Armando’s Trio – Som De Boate Vol. 2 (1970)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Metendo a mão no gavetão virtual, tirei por sorteio o disco de hoje. Temos aqui mais um disco do Armando de Souza Lima, mais conhecido como ‘Armando do Solovox’. Este é mais um de seus discos prometidos, que eu vivo ensaiando em postá-lo, mas nunca o fiz. “Som de Boate” saiu pela Odeon, através de seu selo Imperial. Aliás, este foi o segundo volume, mas com eu já comecei na desordem, o primeiro fica para uma próxima oportunidade. Eu já falei aqui sobre o Armando do Solovox, por sinal, a única informação relevante sobre esse compositor e instrumentista está nas páginas do Toque Musical. Ele veio do Amazonas, se firmou como músico no Rio de Janeiro, na década de 50. Gravou vários discos, inclusive de 78 rpm. Como eu já disse, o seu grande diferencial era o Solovox, um pequeno teclado, inventado nos anos 40 por um engenheiro da Hammond, que era acoplado ao piano ou orgão. Armando era conhecido como o “Rei do Solovox”. Nos anos 60 ele tocava muito em casas noturnas, boates e restaurantes, e seu som era ideal para esses lugares. O piano e o solovox juntos tocavam ao fundo, suavemente, transformando o falatório e o barulhinho de louças e talheres numa espécie de ‘sinfonia ambiente’. Acho que é daí que vem aquela de “música ambiente”. Sem dúvida, sua música era também ótima para se ouvir no elevador ou em grandes magazines, coisa que hoje em dia não se ouve mais.
Trigêmeos Vocalistas, Vocalistas Modernos, Zé Fidelis, Zé Gonzaga, Jorge Loredo – Seleção 78 RPM Do Toque Musical Vol. 08 (2012)
Rir é o melhor remédio. E é o bom humor que marca a seleção desta oitava edição do Grand Record Brazil, apresentando dez fonogramas raros e, claro, bem alto astral.
Renato E Seus Blue Caps (1963)
Boa noite a todos! Estive ouvido hoje alguns discos da Jovem Guarda e entre eles este álbum do Renato e Seus Bule Caps. Taí um disco que eu nunca cheguei a ouvir todo, hoje foi a primeira vez. Me chamou a atenção porque nele aparece o Erasmo Carlos, tinha que ouvir.
Top 19 Da Música Mineira Em 2011 (2012)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Chegamos ao nosso sábado de coletâneas. Hoje temos uma seleção de um convidado, o promotor cultural Edu Pampani, da Discoteca Pública. Edu é um dos mais importantes colecionadores de vinil do Brasil e também um incansável divulgador de cds e artistas independentes. Ele criou uma seleção com 19 músicas (não me pergunte o porquê), extraídas de diversos cds lançados no ano passado, os quais ele divulga e ajuda a vender. Segundo ele, a coletânea contempla os artistas ‘mais chegados’, amigos com quem ele sempre troca figurinhas e aquilo que ele considera ter sido o mais expressivo da cena ‘pop-uai’ (o pop-uai é por minha conta). Em seu site, a Loja da Música Que Vem De Minas, vocês poderão encontrar os cds desses artistas e outros mais, para a venda, claro! Mas vale a pena. Tem muita coisa boa e interessante que a gente não vê por aí.
Carlos Lucena – Raízes Do Franco (1982)
Boa noite amigos cultos e ocultos! Mais uma vez, eu cheguei já no final da festa. Mesmo assim ainda há tempo de deixar aqui o meu toque musical do dia. E quem vai nos salvar é o músico mineiro, Carlos Lucena. Eu já havia postado dele um outro disco, na verdade seu segundo álbum, também independente. Agora eu volto com ele em seu primeiro disco, gravado em 1982, em São Paulo. Nesta época, Cacá morava em Sampa, tocando na noite. Um artista então com seus 18 anos, tentando mostrar o seu trabalho. Gravou este álbum, sendo todas as músicas autorais. Seu canto e a sua música trazem muito as características da música mineira. Logo nos primeiros acordes a gente sente isso.
Trio Irakitan – Três Vozes Que Encantam (1955)
Boa tarde, quase noite, meus caros amigos cultos e ocultos! Eu havia planejado para hoje um disquinho bacana, “Gadê E Walfrido Silva – Gafieira – 1956”, para a nossa postagem de hoje, mas percebi logo a tempo que era um álbum da Musidisc. Embora seja um dos primeiros lançamentos do selo do Nilo Sérgio e que certamente nunca mais será relançado, achei melhor não publicá-lo no Toque Musical. Não sei se vocês já perceberam, mas eu não posto mais discos desse selo. Os que estão no blog ficaram apenas para compor a sequência e com os REPOSTs, também não trazem links para download. São limitados ao nosso GTM (Grupo de discussão do Toque Musical), apenas para quem faz parte desse seleto grupo.
Raul De Barros – Ginga De Gafieira (1958)
Olá, amigos cultos e ocultos! Tem dias em que a gente fica num desânimo que não dá nem vontade de levantar da cama. Essa etapa eu até consegui vencer, mas sinceramente, estou me arrastando para fazer qualquer outra coisa, inclusive a postagem de hoje. Mesmo assim, vamos a ela, um ‘disco de gaveta’ para não dar muito trabalho.
Astor Silva E Oswaldo Borba – Metais Em Brasa No Samba (1962)
Olá amigos cultos e ocultos! Demorei, mas cheguei… Cheguei mas já estou saindo. Vim apenas bater o ponto e correr para um outro. Estou trazendo para a nossa postagem um disco bem bacana, que agrada logo de primeira. “Metais em Brasa no Samba” foi uma produção da Companhia Brasileira de Discos, através de seu recém inaugurado selo Philips. A gravadora lançou este disco se aproveitando do ‘gancho’ de sucesso de uma série internacional, lançada originalmente pela orquestra do americano Henry Jerome. Segundo informações que colhi em uma comunidade no Orkut, Henry Jerome realmente existiu. (E eu que pensava que fosse esse mais uma criação da indústria fonográfica ou um pseudônimo para álbuns de orquestras que tocavam temas populares de sucesso). Henry Jerome, com sua orquestra de metais fez história, pelo menos em discos. Lançou diversos álbuns mundo a fora, intitulados “Metais em Brasa”. O sucesso da fórmula foi tamanho que chegou a ser copiado, utilizando inclusive no termo.
Carmélia Alves, Marlene, Violeta Cavalcante, Zezé Gonzaga E Zilah Fonseca – Seleção 78 RPM Do Toque Musical – Vol. 07 (2012)
Amigos cultos e ocultos, já chegamos à sétima edição do Grand Record Brasil. Sete, dizem, é conta de mentiroso, mas a diversão que você vai ter aqui é cem por cento verdadeira! Aqui focalizamos cinco das mais importantes cantoras brasileiras, em fonogramas raros e autênticos itens de colecionador.
Dilermando Reis (1969)
Olá, amigos cultos e ocultos! A partir deste ano começarei a incluir na postagem, além da ilustração da capa, a contracapa também. Acredito que assim, a postagem ficará mais completa, muitas vezes complementando as informações de apresentação do disco. Eu já devia ter tomado essa decisão logo que iniciei o blog. Mas, como toda a ‘construção’, é ao longo do tempo que os detalhes vão se definindo. Na medida do possível, também irei renovando as antigas postagens, incluindo assim as suas contracapas.
Banana Jazz – Brazilian Music – Seleção Exclusiva Do Toque Musical (2012)
Boa noite, amigos cultos e ocultos! Enquanto a chuva despenca lá fora, eu aqui dentro quero mais é ficar no chocolate, ‘pianinho’ dentro de casa, ouvindo uma boa música. Só não vou tomar um vinho porque estou no remédio, tentando curar a minha costocondrite, também conhecida como reumatismo e ainda, doença de véio, hehehe… Só rindo para não chorar, o bicho está mesmo me pegando. Diante ao quadro, quase clínico, só me restou pegar de leve, não fazer esforço e relaxar. Tô seguindo as recomendações médicas. Música boa é um santo remédio. E foi isso que eu fiz.
Low-Fi – Ready for Rock (2011)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Chegamos à primeira sexta feira de 2012, mantendo a programação de postagem para os artistas e discos independentes. Como a cada dia, mais artistas e discos buscam o caminho alternativo e independente para lançarem seus trabalhos, convém mantermos aqui um dia exclusivo para isso.
