Arquivo da tag: Selo Continental
Tony De Matos – Foi Em Lisboa (1962)
Conjunto Época De Ouro – Interpreta Pixinguinha E Benedito Lacerda (1977)
Woops – Palco Da Vida (1981)
Berê (1978)
Moacyr Franco Show (1970)
Desafio Das Contas [Soma] (1974)
Dilermando Reis – Solista De Violão (1956)
Waldir Azevedo (1977)
Severino Araújo E Sua Orquestra Tabajara – A Tabajara No Frevo (1956)
Avena De Castro – Uma Cítara E Duas Rosas (1959)
Neide Fraga – Mais Balanço (1965)
Duo Guarujá (1957)


Carnaval de 57 (1957)


Ritmos Da Panair – Sucessos Do Carnaval (1957)




Trio Nagô (1958)


Bom dia, amigos cultos e ocultos! Um dos grupos vocais da ‘velha guarda’ que eu mais aprecio é o Trio Nagô, um grupo brasileiro pioneiro na arte da vocalização. E já tivemos o prazer de apresentá-los aqui em outras postagens. Desta vez, me lembrei deste disco, cujo o mesmo arquivo foi postado no excelente blog Bossa Brasileira. Eu até tenho o disco, mas acredito que o arquivo digital do BB está em melhor qualidade do que eu poderia extrair do meu disquinho, que tá fritando que é uma beleza 🙂 Assim, já que comecei a postagem, melhor seguir pelo melhor. Neste lp de 10 polegadas lançado pela Continental, em 1958, temos o Trio Nagô num repertório que dá prazer em ouvir repetidas vezes, que nos convida também para cantar ou acompanhar num assovio essa seleção que podemos considerar como clássicas do cancioneiro popular. Aqui tem…
Aracy De Almeida – Noel Rosa (1954)


Noel Rosa – Canções De Noel Rosa Cantadas Por Noel Rosa (1955)


Miguel Gustavo (1972)


Sérgio Carvalho – P’ra Frente (1964)


Sérgio Murillo (1969)


Som 4 (1964)


Wilson Miranda (1974)


Duda E Seu Ritmo – Hit Parade (1958)


Conjunto Época De Ouro (1974)


Bom dia a todos, amigos cultos e ocultos! Passamos os últimos dias postando discos de choro e nessa leva não podemos deixar de fora um dos mais importantes grupo, o Conjunto Época de Ouro. Já tivemos o prazer de apresentar aqui outros momento desse espetacular grupo criado por Jacob do Bandolim em 1964 e que ainda hoje mantém acesa a chama do choro genuíno através de uma nova geração. Pelo grupo passaram grandes instrumentistas e assim se mantém ao longo de seus 55 anos de existência. Aqui temos um lp de 1974, o primeiro produzido por Reginaldo Bessa. Um trabalho feito com esmero, envolvendo também a participação de Abel Ferreira, Canhoto, Pedro Sorongo e os ritmistas Gilson e Luna. O Época de Ouro neste disco era formado por Cesar e Damazio, nos violões, Dinho no violão de sete cordas, Déo Rian no bandolim, Jonas no cavaquinho e Jorginho no Pandeiro. O repertório procura traçar a trajetória do choro, dos tempos de sua pré-existência aos dias atuais daquele início dos anos 70.
noites cariocas
nem ela nem eu
batuque
choro negro
o nó
saudações
diabinho maluco
inesquecível
choro nº 1
carolina
sentimento de um coração
meu chorinho
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Homenagem A Américo Jacomino (Canhoto) (1978)


Waldir Azevedo (1970)


Boa noite, caros amigos cultos e ocultos! Olha só o que temos para hoje… Waldir Azevedo, um dos mais importantes nomes do cavaquinho, mais uma vez marcando presença aqui nas postagens do Toque Musical. Desta vez temos um lp lançado em 1970, onde nosso cavaquinista vem com uma série predominantemente de choros, mas também tem valsas e samba, autorais e de outros grandes como Ary Barroso, Custódio Mesquita e Sadi Cabral, Roberto e Erasmo Carlos, Nassara… Enfim, um disco muito bem dosado, onde Waldir Azevedo esbanja todo o seu talento. Confiram no GTM…
Pessoal Do Ceará – Meu Corpo Minha Embalagem Todo Gasto Na Viagem (1972)
Muito bom dia a todos os amigos cultos e ocultos! Eis aqui um disco que há tempos está na promessa de ser postado aqui no Toque Musical. Enfim, chegou a sua hora, a sua vez… Afinal, é mais um que aqui não pode faltar, né? Então… Temos este clássico e também único disco do coletivo Pessoal do Ceará, formado por Ednardo, Rodger e Teti. Na verdade, o Pessoal do Ceará foi uma espécie de movimento cultural surgido no final dos anos 60, no Ceará, por um grupo de artistas e intelectuais, dos quais estavam inseridos Ednardo, Fagner, Belchior, Rodger, Teti e muitos outros… Tudo tomou forma a partir dos anos 70 quando essa turma começa a se destacar nacionalmente. Em 1972 eles recebem o convite para gravar um disco, no caso este lp no qual acabaram ficando de fora o Fagner e Belchior, pois esses dois já tinham contratos com outras gravadoras. Daí, o Pessoal do Ceará acabou sendo Ednardo, Rodger e Teti e nasceu este disco que é simplesmente maravilhoso, “Meu corpo, minha embalagem, todo gasto de viagem”. Um álbum que é um clássico da nossa moderna música popular brasileira, hoje, mais ainda, uma raridade que injustamente não recebeu uma reedição em 180 gramas, razão pela qual um exemplar original e em boas condições esteja custando até 500 reais entre colecionadores. Embora não sendo uma novidade na rede, aqui no TM é que ele se consagra! Confira no GTM…
ingazeira
terral
cavalo de ferro
curta metragem
falando da vida
dono dos teus olhos
palmas pra dar ibope
beira mar
é isto
a mala
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Banda De Pífanos De Caruaru (1976)


Muito bom dia, prezados amigos cultos e ocultos! Estamos trazendo, já pela segunda vez, a famosa Banda de Pífanos de Caruaru, também conhecida como Banda de Pífanos Zabumba de Caruaru. É considerado um dos mais antigos grupos musicais em atividade no país. Para se ter uma ideia, o grupo foi formado no final dos anos 30 pela família Biano. Se estabeleceram na cidade de Caruaru e daí veio o nome. Ganharam notoriedade no sertão nordestino, se apresentando em bailes e festas por diversas cidadezinhas e ao longo de décadas. Mas foi só a partir dos anos 70 que a banda ganhou projeção nacional, por conta, de certa forma, de Gilberto Gil que em 1972, em suas pesquisas musicais, chegou até o grupo. Foi Gil o responsável pela apresentação da banda ao Brasil, quando incluiu em seu disco “Expresso 2222” o tema instrumental “Pipoca moderna”, música essa que viria em 75 receber uma letra de Caetano Veloso e incluida em seu disco, o “Joia”, de 1975.
Ao que consta, Sebastião Biano, o único membro original do grupo ainda vivo, completou em 2019 cem anos e ainda com destreza na flautinha. A banda continua em atividade com novos membros, sendo hoje uma herança cultural do nordeste.
O disco que temos aqui foi lançado em 1976, pelo selo Continental. Saiu, inclusive, antes do que foi apresentado pelo selo Marcus Pereira e aqui só tem em comum a sua música mais famosa, “Pipoca moderna”. Taí, um disquinho bacana, que vale a pena conferir.
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Britinho E Seu Conjunto – Sucessos De Dorival Caymmi (1956)


Boa noite, amigos cultos e ocultos! Vamos nós nesse sortido e rico balaio musical, hoje trazendo a música de Dorival Caymmi na interpretação instrumental do gaúcho João Leal Brito, o Britinho e seu Conjunto. Este lp de 10 polegadas foi lançado em 1956 pelo destacado selo Continental. Um disco de pequeno porte, mas que nos traz oito faixas e nove músicas, grandes sucessos de Caymmi até aquele momento. Vale a pena conferir 😉
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