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Luiz Ayrão – Alegria Geral (1984)
Orlando Silva – Relíquias Brasileiras Vol. 1 (1985)
Dorival Caymmi – Canções Praieiras (1955)
Diana Pequeno – Sinal De Amor (1981)
A Voz Da RCA Victor – Suplemento Nº 24 Novembro (1959)
Jards Macalé – Só Morto (Burning Night) (1970)
Dick Farney E Sua Orquestra – Compacto (1963)
Fagner – Compacto (1972)
Trio Esperança (1965)
Marcos Valle (1968)
Carinhoso – Temas Musicais Da Novela (1973)
Severino Araújo E Sua Orquestra Tabajara – A Tabajara No Frevo (1956)
Trio Surdina – Ouvindo O Trio Surdinha Vol. 3 (1956)
Clovis Pereira, Orquestra E Coral Da UFPB – Grande Missa Nordestina (1979)


Dhaal – Estrela Do Amanhã (1987)


Chico Amaral – Singular (2007)


Lagna Fieta E Orquestra – Natal Dançante (1959)


Bandinha Musidisc – A Bandinha No Cinema (1963)


Minas Ao Luar (1988)


Boa tarde, amigos cultos e ocultos! Um dos eventos musicais mais tradicional em Minas Gerais, que creio eu, ainda existe é o “Minas ao Luar”, promovido pelo Sesc/MG. Trata-se de um projeto musical itinerante, que periodicamente percorria várias cidades mineiras levando grupos de artistas seresteiros para apresentações em praças públicas. Em Belo Horizonte eu tive a oportunidade de assistir vários e são realmente muito animados. Em 1988 os produtores lançaram este lp, reunindo alguns de seus mais expressivos artistas e apresentando um repertório tradicional, bem conhecido do grande público. Quem gosta de seresta e serenatas, não pode perder esse toque musical. Confiram no GTM….
apresentação de carlos felipe
elvira escuta
noite tristonha
gondoleiro do amor
sereno da madrugada
guitarra de prata
hino de minas gerais
ave maria
última estrofe
vivo a cantar
o bardo
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Kris & Cristina – Compacto (1973)
Olá, meus caros amigos cultos e ocultos! Hoje estava eu pesquisando algumas coisas no You Tube, quando me deparei com uma velha trilha de um velho e célebre programa de humor da tv brasileira, o “Chico City”, comandado pelo genial Chico Anísio. Foi daí que me lembrei que eu tenho o disquinho e para não perder tempo já estou postando ele aqui para vocês. Trata-se de um compacto simples no qual temos a música de abertura do programa, que era “Isso é muito bom” e “É domingo, é domingo”, as duas composições de Chico Anísio e seu eterno parceiro Arnaud Rodrigues. Quem interpreta as músicas é a dupla Kris e Cristina que antes já havia gravado outro tema de abertura de novela. Ao que parece, ficaram apenas nesses sucessos de tv, por certo seguiram por outros caminhos. Mas, enfim, o disquinho está aí, pra gente lembrar um pouco dos velhos tempos. Confiram no GTM…
isso é muito bom
é domingo, é domingo
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Carlos Pita – Aguas Do São Francisco (1979)
Bom dia, amigos cultos e ocultos! Temos aqui um disco que há tempos deveria estar constando em nossas fileiras, o “Águas do São Francisco”, disco de estreia do cantor e compositor baiano, de Feira de Santana, Carlos Pita, em 1979, pelo selo Chantecler. Embora tenha gravado seu primeiro disco em 79, já atuava na música, compondo e também produzindo. Para se ter uma ideia, foi Pita o produtor de discos como os de Elomar: “Na Quadrada das Águas Perdidas”, “Fantasia Leiga” e “Auto da Catingueira” e também de destaque, o disco “Interregno”, de Walter Smetak, entre outros… Sua trajetória remonta mais de 30 anos dedicados a música popular brasileira. Artista reconhecido internacionalmente e hoje com uma carreira consolidada, tem dezenas de trabalhos autorais, em vinil e também em cd. O álbum que aqui apresentamos foi um disco de sucesso, um trabalho premiado, feito dentro da linguagem dos livros de cordel, de herança medieval. Lembra muito a música de Elomar. Disco bonito de se ouvir e por certo um dos melhores trabalhos musicais lançados naquele final de anos 70. Vale a pena ouvir…
o reino das águas barrentas e os desafios do amor
a história do cavaleiro enluarado com a donzela do bem amar
a história do cavaleiro de couro e corda com a dama dos rasos de seca
a história do cavaleiro sertanejo com a princesa do clarear
o romance do rei do ensolarar com a bela das rendas de lua
a princesa do agreste e o cantador do elo ao mar
o arco-íris trovejou
a história dos quatro reinos desaparecidos e os guerreiros do mal viver
princesa sertaneja
a rainha do trançar e o violeiro dos esqueces
a história da princesa das candeias de amor com o cego do alumiar
o príncipe das verdejanças e o amor do verdejar
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Toque Musical – 13 Anos Com Você!

Mais uma vez eu quero agradecer aqui a todos os amigos cultos e ocultos por estarem sempre com a gente. Quero agradecer também a minha laboriosa equipe e em especial ao amigo Samuel Machado Filho, que muitas vezes salvou o dia com sua participação voluntária e atenciosa, produzindo excelentes resenhas para nossas postagens. Agradeço também aos amigos Edu Pampani, Fares Darwiche, ao Denys e ao Chico do Sintonia Musikal, todos sempre muito generosos e incentivadores dessa nossa caminhada.
É isso aí, viva o Toque Musical! Parabéns todos nós! Que venham mais 13 anos… 🙂
Augusto TM
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Máximo Da Bossa (1967)


Essa coleção é sem dúvida histórica, importantíssima, básica para todo apreciador da música popular brasileira. Curiosamente, não recebeu sua devida importância, tanto por seu conteúdo quanto pela quantidade. Um box raro de se ver e de se ouvir, no sentido de volume e qualidade. Ainda hoje é possível encontrar essa edição por menos de 100 reais, em sebos e pelos mercados livres da vida.
Aí está um presente legal, que não é novidade, mas cabe bem em nossa comemoração.
Por ser uma postagem especial, de aniversário, não vou me dar ao trabalho de listar as faixas. É muita música! Melhor focar no GTM 😉 Abraço a todos e vamos para mais 13 anos 😉
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Ilma Rocha (1982)


Boa noite, amigos cultos e ocultos! Dentro do proposto, aqui temos mais um disco da série sertaneja e desta vez vamos com a cantora Ilma Rocha. Esta artista, para a nossa sorte, traz mais informações em seu currículo. Poderíamos nos salvar apenas com o texto da contracapa. Então vamos lá… Ilma Rocha é uma cantora e compositora mineira. Iniciou sua carreira artística ainda na infância, cantando ao lado de sua irmã com quem formava a dupla Duo Irmãs Graciosas. Na fase adulta, passou a se apresentar sozinha. Em 1980 ela se inscreve no Festival da Música Sertaneja da Rádio Record e sua música obtém o primeiro lugar, o que garante a ela um contrato com a gravadora Chantecler para a qual grava este que foi o seu primeiro disco. Como se pode ver na contracapa, ela nos apresenta doze canções, entre rasqueados, boleros, canções rancheiras e guarânias. Um disco romântico-popular com aquela dosezinha ‘bregueira’ tão comum nesse gênero musical. Quem gosta, não pode poder…
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Grupo Fundo de Quintal – Samba É No Fundo Do Quintal (1980)


Olá amigos cultos e ocultos! Cá estamos com mais um disco de samba. Desta vez temos aqui o Grupo Fundo de Quintal, que já teve aqui um outro de seus discos publicado. O Fundo de Quintal é um grupo de pagode formado no final dos anos 70. Surgiu a partir do bloco carnavalesco Cacique de Ramos. Pelo grupo já passaram uma dezena de sambistas, principalmente da Escola de Samba Imperatriz Leopodinense. Pelo grupo passaram nomes de peso do samba, figuras como Almir Guineto, Zeca Pagodinho, Jorge Aragão, Bira Presidente, Arlindo Cruz, Cleber Augusto, Neocy, Walter Sete Cordas e outros feras… O grupo, ao que parece, continua na ativa, hoje com outros integrantes. Gravaram mais de 30 discos ao logo da carreira. E hoje o que apresentamos aqui é o primeiro. Disco de estréia no qual trazia Bira, Ubirany, Jorge Aragão, Sereno, Almir Guineto, Neoci e Nemeato. Neste primeiro disco o Fundo de Quintal emplacou sucessos com “Você quer voltar”, “Sou Flamengo, Cacique de Ramos”, “Gamação danada” e outros. Disco produzido por Durval Ferreira e apresentação da saudosa Beth Carvalho. Não deixem de conferir no nosso GTM.
Melodias de Terreiro – Pontos e Rituais (1955)


Olá, meus amigos cultos e ocultos, boa noite! Estou trazendo hoje um disco que eu acho muito bacana e também por ser uma edição importantíssima da fonografia nacional. “Melodias de Terreiro – Pontos Rituais” foi o primeiro disco do gênero lançado no Brasil. E para tanto, seus produtores decidiram convidar cinco grandes nomes da música popular, segundo o texto de contracapa, profundos conhecedores, para interpretar as melodias de Terreiro e os Pontos Rituais: Lenita Bruno, Ataúlfo Alves, Jorge Fernandes, Leo Peracchi e Heitor dos Prazeres. Pelas imagens podemos de imediato ter todas as devidas informações. Taí, um disco que merece a nossa atenção. Não é atoa que tem maluco pedido até 900 pilas, no Mercado Livre. Mas aqui vocês conferem no GTM…
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Leila Pinheiro (1983)


Boa noite, caros amigos cultos e ocultos! Hoje e pela primeira vez temos um disco da Leila Pinheiro. E não por acaso apresentamos o seu primeiro trabalho, gravado logo no início dos anos 80. O lp é uma produção independente, dirigida por Raymundo Bittencourt. Traz um repertório com doze canções de diversos grandes compositores. Para melhorar ainda mais e mostrar o nível da moça, seu disco conta com a participação de uma dezena de músicos de primeiríssima linha, gente como Tom Jobim, Toninho Horta, Joel Nascimento, Gilson Peranzzetta, Alberto Arantes, Francis Hime, João Donato e muitos outros… Não bastasse, a contracapa vem com um texto de apresentação da cantora feito por Billy Blanco.
Leila Pinheiro é do Pará. Cantora, compositora e pianista. Uma artista de muito talento, com mais de 20 discos gravados. Respeitada mundialmente como um dos grandes nomes da nossa música popular brasileira. Este seu álbum de estréia é ímpar e hoje em dia pouco conhecido. Belíssimo trabalho que vale conferir…
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História Do Jazz Em São Paulo (1978)


Boa noite, amigos cultos e ocultos! Domingo, mesmo numa quarentena é sempre um domingo, não é mesmo? Mesmo quando todos os dias pareçam hoje em dia domingo, o domingo vai ser sempre aquele dia, o dia de hoje 🙂 E o dia hoje pede jazz… Vamos aqui com este registro raro do Jazz no Brasil, um disco dos mais interessantes lançado em 1978, pelo selo Band. Em “Historia do Jazz Em São Paulo” temos o resgate do que foi um primeiro festival de jazz apresentado ao público brasileiro, realizado em 1956, no Teatro de Cultura Artística de São Paulo. São gravações raras nas quais figuram Dick Farney, Ed Lincoln, Rubinho, Casé, Shoo Viana, Simonetti e muitos outros e que após 22 anos se transformaram neste disco. Sem dúvida, um lp muito bacana, com um áudio de qualidade para um grupo de músicos também da melhor qualidade. Disco que não pode faltar na coleção de um amante do gênero. Na contracapa temos um texto de Roberto Côrte Real que desenha bem toda cena. Vale a pena conhecer… Confiram no GTM.
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Paulinho Da Viola E O Conjunto A Voz Do Morro (1973)


Boa noite, prezados amigos cultos e ocultos! Hoje eu passei o dia dando uma geral aqui no Toque Musical. Olhando para trás, vejo quanta coisa já fizemos. Mas, o que mais me chamou a atenção foram os meus textos de resenha e por consequência os comentários. Meu Deus, quanto amadorismo! Quanta coisa errada eu escrevi, tanto erros bobos de ortografia quanto erros de abordagem e descrição nas resenhas. É certo que no início eu vivia numa corrida contra o tempo, tudo para manter as postagens diárias e no capricho. E para quem não estava muito acostumado com resenhas, principalmente diárias, falhas e erros foi o que não faltou. E os comentaristas, amigos cultos e ocultos, não perdoavam em suas críticas. E estavam certos. Quer escrever, escreve direito, essa é a verdade. E a gente aprende, podem acreditar…
Então, hoje tempos uma boa pedida musical, Paulinho da Viola e o Conjunto A Voz do Morro. Eu tinha, para mim, que este disco já havia sido postado aqui no Toque Musical. Porém, hoje percebi que não e assim sendo, chegou a sua hora. Por certo, não se trata de uma raridade ou novidade no mundo dos blogs. Muitos já o postaram e talvez tenha sido por isso mesmo que eu o deixei de lado. Mas como deixar de lado um disco tão bacana? Este lp foi lançado originalmente em 1965, mas em 73 ele voltou a ser relançado com essa nova capa. Aqui temos o grande Paulinho da Viola juntamente com o conjunto A Voz do Morro foi um grupo organizado por Zé Kéti, conforme nos conta a lenda, a pedido da gravadora Musidisc. Ele reuniu um time de sambistas da pesada com alguns integrantes do musical Rosa de Ouro. O conjunto era formado por Anescarzinho do Salgueiro, Elton Medeiros
Jair do Cavaquino, Nelson Sargento, Oscar Bigode, José da Cruz, o próprio Zé Kéti e o jovem Paulinho da Viola. O lp é recheado de uma das melhores safras do samba carioca. O disco saiu, originalmente pelo selo Musidisc, em 65, mas em 73 ele foi relançado, desta vez pelo selo RCA, quando então Paulinho da Viola já tinha se tornado uma grande estrela da MPB. E por conta dessas e de outras, apareceu com uma nova capa e o nome de Paulinho em destaque. Creio que não há muito o que se falar deste trabalho, pois todo mundo já o conhece bem. E assim sendo, só me cabe mesmo a postagem. Um lp da melhor qualidade que você não pode perder. Confira no nosso GTM.
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