Meu Pedacinho De Chão – Trilha Sonora (1971)

Hoje vamos relembrar “Meu Pedacinho de Chão”, telenovela coproduzida e exibida pelas TV Globo e Cultura, em 1971. Foi a primeira novela das 18 horas da Globo e que abriu uma nova agenda de teledramaturgia em sua programação. A história foi escrita por Benedito Ruy Barbosa e teve 185 capítulos. Mereceu uma segunda versão em 2014 pela Globo e no mesmo horário.
Aqui temos a trilha da versão original, lançada neste compacto duplo pela RCA Victor, com direção musical de Carlos Castilho e músicas de Cleston Teixeira. Em uma das faixas, “Canto de amor de Juliana” quem canta é Wilson Miranda. Confiram o disquinho no GTM…
 
tema de abertura
tema da professorinha
canto de amor de juliana
tema do zelão
 
 

Roda Viva – Trilha Da Peça (1968) 

Então entramos em 2026… Vamos logo retomando nossas postagens já no primeiro dia do ano. Neste mês de janeiro continuaremos nossas publicações apresentando os mais variados discos de 7 polegadas, os compactos. Temos ainda muita coisa para mostrar, dar o toques daquilo que é raro, curioso e que ficou esquecido no mundo da música e das produções fonográficas brasileira.
Começamos trazendo este raro disquinho que é uma pequena amostra da trilha sonora da peça Roda Viva, de Chico Buarque. A peça, com Marília Pêra e Rodrigo Santiago, foi lançada em uma segunda montagem, em 1968, após a estreia original com outro elenco. Roda Viva tornou-se um símbolo de resistência contra a ditadura militar, sofrendo ataques violentos do Comando de Caça aos Comunistas (CCC). Apesar da proibição e desses ataques, a peça se tornou um hino de resistência.
O disco, um compacto simples traz a múisca “Sem fantasia”, interepretada por Marília Pêra e um monólogo por Rodrigo Santiago.
 
sem fantasia
monólogo da roda viva
 

Tuca E Stella Maris (1968)

Como último disco do ano, segue aqui este raro compacto da cantora e compositora Tuca, ao lado da soprano Stella Maris. Lançado em 1968, este disquinho traz duas composições de Tuca, sendo “Paixão, segundo o amor” classificada em terceiro lugar no festival “O Brasil canta no Rio”. Confiram…
 
paixão segundo o amor
balada
 
 
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Vicente Telles (1979)

Quase no finalzinho de 2025, ainda vamos nós trazendo um novo disquinho. Desta vez temos Vicente Telles, cantor, compositor, produtor musical, ator e escritor. Iniciou sua carreira artística nos anos 70. Ao que consta, este foi seu primeiro disco, um compacto lançado pelo selo Epic, da CBS em 1979, com produção de Raimundo Fagner. Sua estréia contou com participação de outros músicos importantes e que na época eram contratados da gravadora. Compacto simples, mas que abriria para ele o caminho, lançando em 84 seu primeiro lp, o “Olhar de Vagalume”.
 
canção para um perdido
vidas paralelas
 
 
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Francisco Cuoco (1975)

Ainda no Espírito Natalino, temos aqui outro compacto para fechar o momento. Desta vez apresentamos o ator Francisco Cuoco que neste disquinho empresta sua voz em dois textos declamandos com fundos musicais. Certamente, um disquinho para presentear a namorada no dia de Natal. Curiosidades fonográficas que vale conhecer 🙂
 
white christmas
amiga
 
 
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Sinfonia De Natal No Viscount Da Vasp (1963)

E para esse dia de Natal, um compacto que veio a calhar. No embalo da postagem anterior, vamos aqui trazendo outro disquinho promocional, da mesma produção e mais ou menos com o mesmo estilo. Desta vez de outra famosa empresa aérea brasileira, nos anos 60, a VASP. Neste disquinho fundiram temas natalinos com o canto de pássaros regitrados por Johan Dalgas Frisch, somados a tudo isso com os sons de decolagem e aterrissagem. Os arranjos musicais também aqui são de Moacyr Portes.
Fechando, desjamos a todos um feliz Natal!
 
decolagem – sino de belém
noite feliz – aterrissagem
 

 

Sinfonia Di Uccelli Brasiliani (1963)

Nosso disquinho de hoje é um compacto promocional da Varig. Certamente, um brinde de fim de ano voltado para um público de sua conexão Brasil-Itália. O que temos aqui é “Sinfonia Di Uccelli Brasiliani”, em outras palavras “Sinfonia de Pássaros Brasileiros”, um trabalho fonográfico que ficou muito famoso. Nascido da pesquisa de Johan Dalgas Frisch, engenheiro e ornitólogo brasileiro, considerando o pioneiro da conservação da fauna brasileira. Através de suas viagens pelo Pantanal e Amazônia. Fez inúmeras gravações de cantos de aves, das quais muito se transformou em disco, em 1962, sendo lançado simultaneamente no Brasil, Estados Unicos e Europa. Fez, sim, muito sucesso.
´É seguindo a mesma linha que este disquinho nos traz uma agradável fusão entre o canto daa aves e a música, aqui, como os arranjos musicais do maestro Moacyr Portes. Confiram…
 
santa lucia – onde del danubio
tico-tico no fubá
 
 
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Trancos e Barrancos (1980)

Entre os muitos compactos enviados pelo Fares, temos este, “Trancos & Barrancos”, uma produção independente, lançada em 1980. Eis aí um disquinho dos mais interessantes e notadamente raro, visto que não encontramos para ele nenhuma informação além do que está impresso no próprio disco. E o que se tem não é nada, principalmente depois de ouvir o disquinho. Trata-se de uma dupla, ao que parece paulista, mas leva jeito de produção paranaense até pela capa 🙂 O certo é que a dupla (Beto e Leão?) é muito boa, com duas músicas que nos soam bem agradáveis e atuais. Bem bacaninha, vale a pena conhecer…
 
e se vier?
meu amigo cão
 

Gereba (1983)

E temos desta vez um compacto lançado pela EMI apostando no baiano de Monte Santo, Winston Geraldo Guimarães Barreto, o Gereba. Cantor, compositor, violonista e produtor. Iniciou sua carreira nos anos70 e fez sucesso com seu grupo Bendegó. Aqui temos ele solo, neste 7 polegadas simples com duas músicas de sua autoria e em parceiria com os letristas Zeca Bahia e Pratinhas
 
nem freud pode
fruta-pão
 
 
 

Tatá Guarnieri (1979)

Seguindo nos compactos, temos agora este disquinho, o primeiro de Tatá Guarnieri, ator, cantor, instrumentista, dublador e locutor. Já tivemos o prazer de apresentar aqui seu primeiro (e ao que parece único) lp. E agora, mais uma vez, através do amigo Fares, de quem é essa série de compactos que temos apresentado, trazemos o primeiro compacto, disquinho este, segundo contam, produzido pelo Zimbo Trio, lançado em 1979 pelo selo Clam da Continental.
 
vento geral
o ano 2000
mar dos camuflados
maduraflor
 
 

José Ricardo (1963)

E desta vez, trazemos o cantor e compositor José Ricardo, artista que surgiu no início da Jovem Guarda como cantor romântico. Aqui temos dele seu primeiro disco, um compacto simples, lançado pela RCA Victor em 1965 e que seria uma prévia de seu lp, lançado naquele mesmo ano. José Ricardo se destacou mais ainda como uma espécie de ‘protetor dos artistas’, ajudando muitos colegas em situação precária. Existem vários relatos de artistas que foram ajudados por ele e muito por conta de sua atução assistêncial, acabou dando nome a uma instituição de auxílio à classe artística, a Funjor (Fundação Sócio-Cultural José Ricardo).
 
eu que amo só a ti
não brigamos mais
 
 
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E aqui, o Silvio Santos para o Carnaval de 1972. Claro que o Silvio nunca foi cantor, mas um grande comunicador que atraia multidões. De certa forma, também um artista e diante de sua fama, seu nome vende até água. E oportunidade como essa, uma gravadora não poderia perder, principalmente se tratando da época de carnaval, onde o que vende é a música, marchinha ou samba, não importa quem esteja por trás (ou frente). Silvio já protagonizava outros lançamentos fonográficos semelhantes. Nós aqui no TM, inclusive, já postamos outro disquinho com ele. Confiram agora essa folia…
 
teteo
marcha do cachorro (a vez do osso)
 
 
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Moacyr Franco – A Sensação (1961)

“A Sensação” é o título deste compacto de 1961 do cantor e ator brasileiro Moacyr Franco, lançado pela gravadora Copacabana. É um registro importante da fase inicial da carreira do artista, consolidando-o como intéreprete e músico. As quatro canções que fazem parte deste compacto duplo são um marco na carreira de Moacyr e no cenário da música popular brasileira e da bossa nova.
 
que será de ti
pobre eliza
tudo de mim
alma de deus
 
 
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Lúcio Mauro (1967)

E aqui temos o ator e humorista Lúcio Mauro, um dos pioneiros da televisão, conhecido por sua versatilidade em personagens icônicos em programas como “Balança mais não caí”, “Zorra Total” e “Escolinha do Professor Raimundo”. Ele também atuou no teatro e no cinema. E como muitos outros artistas de sua época, também transitou pelo mundo fonográfico. Aqui temos ele em dois emocionantes monólogos…
 
 
as mãos
retrato de mãe
 
 
 
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João Do Vale (1967)

Temos desta vez, o grande João do Vale, um artista que aqui já dispensa maiores apresentações. Cantor e compositor maranhense, autor de vários clássicos, conhecido como o ‘poeta do povo’, ícone da música nordestina, famoso por obras como “Carcará”, “Pisa na fulô” e “Peba na pimenta”. Aqui temos dele este compacto duplo, seu primeiro disquinho de 7 polegadas, lançado pelo selo Philips, em 1967. Uma maravilha…
 
chego lá
sanharó
eu vim praí
viva meu baião
 
 
 
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Maria Cláudia (1970)

Hoje temos a presença de Maria Claudia, atriz muito atuante no final dos anos 60 e durante os 70. Por certo, muitos irão lembrar dela em diversas novelas, também atuou no teatro e no cinema. Era belíssima, um das mais belas atrizes da época. Entre os muitos trabalhos que fez, sobrou uma pausinha, na qual ela teve a oportunidade de gravar duas músicas da trilha da novela “Assim na terra como no céu”, de 1970, novela essa que ela também participou. Porém, as duas músicas que ela canta neste compacto da RCA, não são as mesmas versões originais da trama. Vale a pena conhecer…
 
tema de suzie
quarentão simpático
 
 

Malú Vianna (1983)

Mais um disquinho raro, lanaçado pelo selo Elektra, em 1983, trazendo a cantora e compositora carioca Malu Vianna. Este foi seu primeiro e único trabalho autoral. Também participou da coletânea Rock Voador junto com outros artistas do pop/rock nacional. Malu iniciou sua carreira participando de festivais. Trabalhou com grandes artistas da nossa mpb fazendo backing vocal. Durante toda a década de 80 ela trabalho na Rede Globo gravando vinhetas dos mais diversos programas da emissora. Infelizmente, faleceu prematuramente, em agosto de 1996.
 
você
saio do ar
 
 
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Caras & Bocas (1978)

Mais uma curiosidade musical para vocês conhecerem, ou relembrarem. Lançado em 1978, através de um selo americano multinacional, Capitol, o grupo vocal feminino Caras & Bocas foi um projeto que se baseou no sucesso das Frenéticas. Seguindo a mesma receita, criaram esse quarteto no mesmo estilo, mas que infelizmente não decolou. Mesmo aparecendo em diversos programas de tv e também tocando em algumas rádios, o conjunto não emplacou a ponto de lançarem um lp. Acabaram ficando neste único compacto.
 
souvenir de bombons
papel e fumaça
 
 
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Morgana (1965 e 1966)

Mais uma cantora, desta vez temos a ‘fada loura’ Morgana, artista que também já apresentamos outras vezes aqui no nosso Toque Musical. Famosa por sucessos como “Serenata do Adeus”. Era uma cantora versátil tanto com gêneros quanto com músicas em outro idioma. 
Desta vez, por se tratar de compacto, vamos postando dois dos seus disquinhos lançados em 1965 e 66, com sucessos que marcaram sua carreira…
 
o preço de uma vida
sonata do amor maior
não te perdoarei
quando esse amor chegar
 
 
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Maria Stella (1976)

Entre os obscuros, coisa que não falta no universo dos compactos, temos desta vez o disquinho da cantora Maria Stella. Infelizmente, o pouco que sabemos é que se trata de uma produção do selo Caravelle e que foi lançado em 1976. Compacto simples tranzendo músicas de Arnaud Rodrigues, Mirabeau e Jorge Gonçalves. Vale a pena conhecer e conferir. Logo alguém coloca no Youtube…
 
bom dia
quase
 
 
 
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Brigite (1967)

A cantora Brigite, cujo verdadeiro nome era Irene Andrade, teve sua carreira marcada principalmente pela participação no movimento da Jovem Guarda, nos anos 60. Já a apresentamos aqui no Toque Musical. Ela ficou mais conhecida através de seus compactos e participação em coletâneas. Foi uma das primeiras cantoras a gravar “Viola enluarada”, de Marcos e Paulo Cesar Valle. Aqui temos ela neste compacto de 1967 trazendo duas canções…
 
a boneca
não desista
 
 
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Wilma Bentivegna – Hino Ao Amor (1957)

Em nossa variada mostra de discos de sete polegadas, vamos agora com este compacto, um dos primeiros lançados em 1957 pela Odeon e ainda em 45 rpm. Temos aqui a cantora Wilma Bentivegna, artista que em outros tempos apresentamos no Toque Musical, inclusive o lp onde constam as quatro canções deste compacto duplo, certamente lançado com antecedência antes do discão de 12 polegadas. Wilma fez muito sucesso com essa canção, uma versão para um clássico de Edith Piaf. E este compacto é algo bem raro. Uma curiosidade que não pode faltar aqui neste nosse espaço fonomusical 🙂
 
hino ao amor
minha devoção
só tristeza
vontade de enlouquecer
 
 
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Teobaldo (1971)

Hoje temos este compacto lançado em 1971 pela RCA trazendo o ator, comediante, produtor, dublador e também cantor, o paulista Roberto Marquis que resolveu adotar o nome de um de seus personagens, o Teobaldo. Ele era famoso em comerciais e também em programas humoristicos como o personagem ‘guarda Juju’. Além deste compacto, Teobaldo gravou também algumas marchinhas de carnaval.
 
lindo
felicidade
 
 
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Bourbon Blues Band (1985)

Outro compacto curioso é este aqui do Bourbon Blues Band, um grupo brasileiro que surgiu apenas para gravar a versão do clássico sertanejo “Fuscão Preto”, música que foi eternizada inclusive no cinema. Aqui, ela se torna “Black Mustang”, uma versão em inglês, onde fusca dá lugar a um Mustang e o estilo sertanejo vira uma espécie de bluegrass. Curioso…
 
black mustang
black mustang (instrumental)
 
  
 

Benito Di Paula (1968)

E aqui temos mais uma vez, Benito Di Paula, um artista que dispensa maiores apresentações. Temos dele este compacto, lançado pela Copacabana, em 1968. Compacto simples com duas canções, mas que chama a atenção pela faixa de destaque: “Andança”. À primeira vista, passa a ideia de que seja a composição de Paulinho Tapajós, Edmundo Souto e Danilo Caymmi, música essa imortalizada por Beth Carvalho no Festival Internacional da Canção.Curiosamente, este disquinho e essa música foi lançado também em 1968. Seria uma feliz coincidência duas músicas com o mesmo nome e do mesmo ano? Ouvindo, a gente percebe que há mais coisas em comum entre as duas músicas…
 
andança
canção para o nosso amor
 
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Almir Ricardi (1981)

Depois de uma pausa merecida durante o mês de novembro, retomamos nossos toques e desta vez e novamente trazendo uma seleção mista e aleatória dos mais variados discos de 7 polegadas, também conhecidos como ‘compactos’.
Começamos trazendo Almir Ricardi, um artista que iniciou sua carreira nos anos 60, no movimento da Jovem Guarda (segundo contam, Alimir era primo de Erasmo Carlos) e depois seguiu as trilhas da soul e funk music tupiniquim.  Por conta dessa onda ‘soul’, ganhou certa notoriedade entre DJ’s, principalmente por conta do lp “Festa”, com produção de Lincoln Olivetti e Robson Jorge e também, claro, partindo deste compacto, também com produção da dupla e que por certo impulsionou o lançamento da “Festa” alguns anos depois. 
 
pura
uma chance ao nosso amor
 
 

Luiz Santos Lima – Som De Música (1982)

Fechando nosso mês de setembro de discos compactos (o que não quer dizer que não venham mais por aí) temos aqui um disquinho independente, lançado no início dos anos 80 pelo músico Luiz Santos Lima, também conhecido por Lóla. Veio de Natal, no Rio Grande do Norte. Autodidata, mas que ainda jovem, acabou vindo morar em São Paulo e por lá gravou este seu primeiro disco, um compacto duplo com quatro músicas. Um trabalho autoral, bem produzido, inspirado em influências de rock progressivo, algo bem interessante e que nos soa bem mesmo em dias atuais. Ao que consta, Lóla gravou outro compacto, também de forma independente e seguindo a mesma linha chamado Solar nos anos 80. Continuou investido no estudo da música e logo depois se mudou para a Itália onde se aprimorou como instrumentista e chegou a dar aulas. Ficou por lá uma boa temporada, retornando ao Brasil, seguindo uma carreira acadêmica e artística. Ao que parece, gravou outros trabalhos independentes…
 
triste alegria
revolta dos peixes nº3
cio do som
revolta dos peixes nº4
 
 
 
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Michael Sullivan & Paulo Massadas – Rock Do Faustão (1987) 

Mais uma bobagem dos anos 80… O que os compositores não faziam para conseguir um dinheirinho. Aqui tempos a dupla Sullivan e Massadas, autores de tantos sucessos encarando um besteirol para agradar o patrão e o (des)gosto popular. Aproveitando a popularidade do apresentador Faustão, nessa época, tremendo sucesso na tv, ainda na Band, com seus bordões. Criaram esse compacto chamado “Rock do Fautão” (de onde será que tiraram isso???) Mas o certo é que parece mesmo a abertura de programa do apresentador. E certamente este disquinho deve ter feito algum sucesso com esse ‘rock’ que aparece no compacto em duas versões. Segue aí…
 
do tempo que
do tempo que (com faustão)
 
 
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Gugu Liberato (1987)

E lembrando que o Toque Musical é um espaço também para curiosidades, para quem escuta música com outros olhos, aqui vai um besteirol que nos dias atuais certamente seria cancelado. Olhemos então, apenas no intúito de entender o que rolava nos anos 80 (e que por certo, não é diferente dos anos 70, 60, 50…) Como vemos, temos o apresentador, dublê do Silvio Santos, Gugu Liberato fazendo das suas nessa produção de João Roberto Kelly, expert em marchinhas carnavalesca e marchinhas para qualquer fim. Por certo, este compacto foi lançado nas vésperas do carnaval de 87, jogada comercial apelativa da RGE, usando a popularidade do apresentador que de cantor só entra no coro e ao que parece também é autor, ao lado do João Roberto Kelly. Nessa hora a gente só fica pensando… e o que foi feito da Marietti? :)))
 
fio dental
marcha da bicharada
 
 
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