Mais uma cantora, desta vez temos a ‘fada loura’ Morgana, artista que também já apresentamos outras vezes aqui no nosso Toque Musical. Famosa por sucessos como “Serenata do Adeus”. Era uma cantora versátil tanto com gêneros quanto com músicas em outro idioma.
Desta vez, por se tratar de compacto, vamos postando dois dos seus disquinhos lançados em 1965 e 66, com sucessos que marcaram sua carreira…
Entre os obscuros, coisa que não falta no universo dos compactos, temos desta vez o disquinho da cantora Maria Stella. Infelizmente, o pouco que sabemos é que se trata de uma produção do selo Caravelle e que foi lançado em 1976. Compacto simples tranzendo músicas de Arnaud Rodrigues, Mirabeau e Jorge Gonçalves. Vale a pena conhecer e conferir. Logo alguém coloca no Youtube…
A cantora Brigite, cujo verdadeiro nome era Irene Andrade, teve sua carreira marcada principalmente pela participação no movimento da Jovem Guarda, nos anos 60. Já a apresentamos aqui no Toque Musical. Ela ficou mais conhecida através de seus compactos e participação em coletâneas. Foi uma das primeiras cantoras a gravar “Viola enluarada”, de Marcos e Paulo Cesar Valle. Aqui temos ela neste compacto de 1967 trazendo duas canções…
Em nossa variada mostra de discos de sete polegadas, vamos agora com este compacto, um dos primeiros lançados em 1957 pela Odeon e ainda em 45 rpm. Temos aqui a cantora Wilma Bentivegna, artista que em outros tempos apresentamos no Toque Musical, inclusive o lp onde constam as quatro canções deste compacto duplo, certamente lançado com antecedência antes do discão de 12 polegadas. Wilma fez muito sucesso com essa canção, uma versão para um clássico de Edith Piaf. E este compacto é algo bem raro. Uma curiosidade que não pode faltar aqui neste nosse espaço fonomusical 🙂
Hoje temos este compacto lançado em 1971 pela RCA trazendo o ator, comediante, produtor, dublador e também cantor, o paulista Roberto Marquis que resolveu adotar o nome de um de seus personagens, o Teobaldo. Ele era famoso em comerciais e também em programas humoristicos como o personagem ‘guarda Juju’. Além deste compacto, Teobaldo gravou também algumas marchinhas de carnaval.
Outro compacto curioso é este aqui do Bourbon Blues Band, um grupo brasileiro que surgiu apenas para gravar a versão do clássico sertanejo “Fuscão Preto”, música que foi eternizada inclusive no cinema. Aqui, ela se torna “Black Mustang”, uma versão em inglês, onde fusca dá lugar a um Mustang e o estilo sertanejo vira uma espécie de bluegrass. Curioso…
E aqui temos mais uma vez, Benito Di Paula, um artista que dispensa maiores apresentações. Temos dele este compacto, lançado pela Copacabana, em 1968. Compacto simples com duas canções, mas que chama a atenção pela faixa de destaque: “Andança”. À primeira vista, passa a ideia de que seja a composição de Paulinho Tapajós, Edmundo Souto e Danilo Caymmi, música essa imortalizada por Beth Carvalho no Festival Internacional da Canção.Curiosamente, este disquinho e essa música foi lançado também em 1968. Seria uma feliz coincidência duas músicas com o mesmo nome e do mesmo ano? Ouvindo, a gente percebe que há mais coisas em comum entre as duas músicas…
Depois de uma pausa merecida durante o mês de novembro, retomamos nossos toques e desta vez e novamente trazendo uma seleção mista e aleatória dos mais variados discos de 7 polegadas, também conhecidos como ‘compactos’.
Começamos trazendo Almir Ricardi, um artista que iniciou sua carreira nos anos 60, no movimento da Jovem Guarda (segundo contam, Alimir era primo de Erasmo Carlos) e depois seguiu as trilhas da soul e funk music tupiniquim. Por conta dessa onda ‘soul’, ganhou certa notoriedade entre DJ’s, principalmente por conta do lp “Festa”, com produção de Lincoln Olivetti e Robson Jorge e também, claro, partindo deste compacto, também com produção da dupla e que por certo impulsionou o lançamento da “Festa” alguns anos depois.
Fechando nosso mês de setembro de discos compactos (o que não quer dizer que não venham mais por aí) temos aqui um disquinho independente, lançado no início dos anos 80 pelo músico Luiz Santos Lima, também conhecido por Lóla. Veio de Natal, no Rio Grande do Norte. Autodidata, mas que ainda jovem, acabou vindo morar em São Paulo e por lá gravou este seu primeiro disco, um compacto duplo com quatro músicas. Um trabalho autoral, bem produzido, inspirado em influências de rock progressivo, algo bem interessante e que nos soa bem mesmo em dias atuais. Ao que consta, Lóla gravou outro compacto, também de forma independente e seguindo a mesma linha chamado Solar nos anos 80. Continuou investido no estudo da música e logo depois se mudou para a Itália onde se aprimorou como instrumentista e chegou a dar aulas. Ficou por lá uma boa temporada, retornando ao Brasil, seguindo uma carreira acadêmica e artística. Ao que parece, gravou outros trabalhos independentes…
Mais uma bobagem dos anos 80… O que os compositores não faziam para conseguir um dinheirinho. Aqui tempos a dupla Sullivan e Massadas, autores de tantos sucessos encarando um besteirol para agradar o patrão e o (des)gosto popular. Aproveitando a popularidade do apresentador Faustão, nessa época, tremendo sucesso na tv, ainda na Band, com seus bordões. Criaram esse compacto chamado “Rock do Fautão” (de onde será que tiraram isso???) Mas o certo é que parece mesmo a abertura de programa do apresentador. E certamente este disquinho deve ter feito algum sucesso com esse ‘rock’ que aparece no compacto em duas versões. Segue aí…
E lembrando que o Toque Musical é um espaço também para curiosidades, para quem escuta música com outros olhos, aqui vai um besteirol que nos dias atuais certamente seria cancelado. Olhemos então, apenas no intúito de entender o que rolava nos anos 80 (e que por certo, não é diferente dos anos 70, 60, 50…) Como vemos, temos o apresentador, dublê do Silvio Santos, Gugu Liberato fazendo das suas nessa produção de João Roberto Kelly, expert em marchinhas carnavalesca e marchinhas para qualquer fim. Por certo, este compacto foi lançado nas vésperas do carnaval de 87, jogada comercial apelativa da RGE, usando a popularidade do apresentador que de cantor só entra no coro e ao que parece também é autor, ao lado do João Roberto Kelly. Nessa hora a gente só fica pensando… e o que foi feito da Marietti? :)))
Aqui temos hoje, Agnaldo Rayol, neste compacto simples, enviado pelo amigo Rafael Molive. Disquinho lançado em 1981 pelo selo independente WM. Rayol sempre fiel ao repertório romântico, gravou uma infinidade de disco, desde do final dos anos 50. Já apresentamos no nosso Toque Musical outros discos deste cantor que faleceu ano passado, aos 86 anos.
Neste compacto simples, produzido por Reinaldo Rayol, temos ele interpretando duas canções com arranjs e regência de Eduardo Assad. Confiram no GTM…
Vamos hoje de bossa nova em um compacto duplo do grupo Os Seis em Ponto. Não por acaso, chegamos a postar o lp, com outras oito músicas por duas vezes, o mesmo disco, em 2007 e depois em 2020, isso porque achamos que na segunda postagem ele veio mais completo, tanto em informação quando no conteúdo do arquivo que vocês podiam encontrar no Grupo do Toque Musical. Da mesma forma estamos agora trazendo o compacto, que embora tenha quatro das doze canções do lp, é também um compacto, que veio antes anunciando o disco de doze polegadas. Além do quê, estamos na fase dos compactos e este ‘bonitinho’ não poderia ficar de fora. Confiram aqui e se quiserem, procure as postagens anteriores com informações mais detalhada desse grupo que, infelizmente, não passou de um lp. Para os que não conhecem, eis aqui a oportunidade…
Deixando de lado o pop/rock dos anos 80, vamos lá para os 60 trazendo um raríssimo compacto duplo da Orquestra de Severino Araújo. Este disquinho a gente tinha por certo que já o havia postado, mas depois de quase vinte anos nessa cachaça, perdemos o controle das nossas publicações, pois nem no index já podemos confiar, devido os descompassos de formatação do Toque Musical. Assim, independente de ter sido ou não apresentado, vamos trazendo ele aqui, pois é coisa muito boa. Entendemos que este disquinho é o surgimento do ‘sorongo’, idealizado pelo lendário ritimista Pedro Santos. O texto de contracapa, como pode ser lido, traz a informação. A nós, cabe eternizar em nossas fileiras e apresentar aos que ainda não conhecem. Confiram no GTM…
Mais um compacto neste setembro 7 polegadas… E hoje trazendo este compacto simples da banda Erva Doce, grupo surgido no início dos anos 80 tendo Marcelo Sussekind e Renato Ladeira como os principais componentes. Lançaram em 82 o primeiro lp, fazendo sucesso com a faixa “Erva Venenosa”, uma versão de “Poison Ivy”, rock americano de 1959. No ano seguinte lançariam o segundo álbum, também pela EMI, com o mesmo título do primeiro, Herva Doce. Este compacto, foi o ‘cartão de visita’ deste segundo lp, trazendo o que se tornaria sucesso, a música “Bip bip”. O Erva Doce seguiu na estrada por mais uns três anos e ainda lançou mais dois lps até encerrar em 1987.
Mais um compacto, desta vez com a banda carioca Sangue da Cidade, liderada pelo guitarrista Di Castro, surgida nos anos 70. Fez varios show ao longo dos anos de existência e conseguiu se destacar graças a Rádio Fluminese FM (a maldita). Teve algumas formações e durou por quase uma década. Seu maior sucesso foi “Brilhar a minha estrela”, música de Di Castro,também conhecida como “Dá mais um”, e que teve mais de uma gravação, se não estamos enganados. Aqui neste compacto lançado através do selo Elektra/WEA temos a primeira versão, mas o sucesso do reggae só viria depois, mantendo o mesmo arranjo e os vocais de Vid. Confiram no GTM…
Seguimos em nossa mostra de compactos (boa parte, discos do amigos Fáres). Desta vez temos a Santa Gang, banda de rock paulista que surgiu no final dos anos 70 e liderada por Lúcio Zapparoli, o vocalista. A Santa Gang foi uma dessa experiências de jovens em busca do rock’n’roll e na qual passaram Charles Gavin (dos Titãs) e posteriormente o amado e também odiado crítico Régis Tadeu. Gravaram apenas este compacto com três música autorais, fizeram alguns shows antológicos dentro da cena rock paulista, mas acabaram uns sete anos depois. Passados mais de 30 anos alguns membros se reuniram, mas foi só para recordar. Os tempos eram outros. Ficou apenas uma boa lembrança e esse disquinho para consolar. Confiram…
E aqui vamos nós com outro compacto obscuro. Aliás, o que há de obscuro está nos compactos, pois são discos que podemos chamar de experimentais e isso vale inclusive para os lançamentos que faziam as grandes gravadoras. É um disquinho para testar o público, é aquele formato que todo artista iniciante e independente e sem muita grana escolhe para mostrar um pouco do seu trabalho e hoje, mais ainda de maneira independente e vale para o artista que se fosse uma produção em cd.
Aqui temos Pedro Lua, um nome não muito comum e aparentemente fácil de se destacar. Mas quando vamos procurar na rede, eis que já tem uma nova versão com o mesmo nome. Existe um outro Pedro Lua, sergipano, da nova geração. Certamentamente, não é o mesmo. Enfim, ficamos só nisso.. Mas o compacto duplo, produção independente, é bem agradável e vale conhecer.
Desta vez vamos o um grupo de Brasília, de música instrumental, surgido no início dos anos 80. Liderando pelo pianista e compositor Renato Vasconcelos e trazendo ainda um time de jovens músicos, entre os quais, Andréa, Beth e Jaime Ernest, filhos da famosa flautista Odette Ernest e outros músicos, como se pode ver na contracapa deste compacto duplo. O disco foi gravado em Belo Horizonte, no Estúdio Bemol, em 1982. O Instrumental & Tal foi um grupo pioneiro na cena da capital federal. Conforme as informações, “Suíte Brasilia” é um dos temas mais importantes da música instrumental brasilience. Um trabalho inovador para a época. Curioso pelo gênero, lançado em compacto de capa dupla. Para quem se liga no instrumental, eis a chance de conhecer essa produção independente. Confiram no GTM…
Falamos na última postagem como é raro aparecer aqui artistas/discos paranaenses, eis que temos mais um. Desta vez trazemos outro compacto com este artista, que talvez só sendo mesmo curitibano para conhecer. Leozi é o nome dele. Não achamos informações sobre. Consta que existe existe um Leozi paraense que é DJ, mas certamente não é o mesmo artista. Nosso músico do compacto, hoje, deve ser um senhor sessentão, talvez um ilustre desconhecido, sabe-se lá… O certo é que este seu compacto é até interessante, bem produzido e com uma pegada que pode agradar. Confiram…
E eis que temos aqui uma produção paranaense, coisa rara de vê e ouvir. De momento, só nos lembramos do genial Carlos Careqa, um piá curitibano, que gosta Cu… ritiba. Mas, não é só ele e a prova está aqui neste disquinho da dupla, Dino e Paulo Chaves. “Piá Curitibano” é uma composição deles lançada de forma independente neste compacto que aparece em quatro momentos/faixas/versões, uma com os seus autores, outra com um coro infantil (a piazada da Angela) e outras duas os ‘play backs’, faixas somente instrumentais. Certamente, quem é curitibano deve conhecer bem essa canção. Quem não conhece, olha aí a oportunidade…
E aqui vai mais um compacto… Disquinho de sete polegadas, duplo, com quatro faixas. Pegando pela capa logo a gente pensa, deve ser uma banda de rock. Mas como outro disco do selo Coomusa, que já postamos aqui, não é exatamente isso, as capas enganam, nem para melhor e nem para pior. A Coomusa foi um selo criado, ao que parece, no final dos anos 70. Um selo independente da Cooperativa de Músicos e Autores, criada pelo Sindicato dos Músicos do Rio de Janeiro. Através deste selo foram lançados diversos trabalhos, em sua maioria compactos, contemplando artistas e autores que só mesmo dessa forma poderia lançar seus trabalhos no mundo fonográfico. Entre esses tantos discos temos então a Banda 22, um trio voltado para a mpb com influências jazzísticas, devido a participação também de outros músicos e instrumentos que incorporam ao trabalho um ‘caldo’ mais consistente. Não há maiores informações sobre a Banda 22 além do que temos no próprio disquinho. Até onde chegamos é isso aí… Mas, certamente, vale uma conferida…
Seguindo em nossa jornada de ‘setembro sete polegadas’, vamos com este compacto do conjunto Sindicato, lançado em 1976, de forma meio que independente por um selo (BINN Records). Sindicato foi uma banda paulsita e uma fase na vida do ator Ricardo Petraglia, que também atuou na música, no início dos anos 70. Petraglia antes deste compacto já havia gravado outro, em 71 e também participou do Joelho de Porco. Mas se tornou conhecido como ator, onde trabalhou em diversas novelas e produções da Rede Globo. Depois disso, deu um sumiço, ficou recluso e foi cuidar de sua vida espiritual. Comprou um sítio e foi plantar de ‘bananas’ (leia-se maconha). Taí um cara que sabe aproveitar bem a vida 😉
Quanto o Sindicato, o grupo, era formado por ele (Dick) Petra (vocal), Tadeu Passarelli (guitarra), Zé Português (baixo), Edu Rocha (bateria) e Gigante Brasil (percussão).
Aqui, outro compacto obscuro… lançado pelo selo Beverly, provavelmente, em 1968. Sem dúvida, uma curiosidade trazendo Atayde Lara acompanhado pelo grupo Os Carbonos. Mais um disco sem informações e que aqui, infelizmente, também não apresenta um bom áudio por conta do estado do disquinho que temos, além de empenado, bem arranhado. Mas ainda assim, vale a pena conhecer o cantor e compositor das duas canções. Ele vem acompanhado pelo conjunto Os Carbonos. Conforme nos apontou o amigo Fares, provedor de boa parte desses compactos, Atayde Lara, além de cantor e compositor foi também apresentador de programa na televisão e empresário. Foi ‘crooner’ de orquestra. Tinha formação em Direito, Economia e Jornalismo. Tinha também como ‘hobby’ conhecimentos em motonautica e chegou a ser campeão brasileiro. Pelo jeito, avião foi só uma onda.
Por conta do estado do compacto, cheio de arranhões e também um pouco empenado, estou aguardando alguém que tenha o áudio em melhor estado que o nosso para nos enviar. Por hora, apenas para matar a curiosidade…
Na sequencia dos compactos vamos trazendo o cantor de terno psicodélico Legnini, uma verdadeira obscuridade fonográfica nos dias atuais, mas consta que foi também humorista (e a gente nem se lembrava) na antiga TV Excelsior, onde criou o bordão ‘magina’, que aqui neste disquinho é também o título de uma das música. Imagina só… E ao que parece, gravou apenas este compacto, bem na onda da Jovem Guarda. Lançado pela Rozenblit/Mocambo, em 1966, teve lá seu momento nas rádios, mas como tantos outros compactos lançados por este selo, não vingou. Mas é no Toque Musical que ele volta para vocês conferirem e quem sabe até monetizar no Youtube. Confiram no GTM… (valeu Fares, pela correção)
Mais uma cantora para nossa sequência de compactos… desta vez temos Marizinha, que segundo consta, fez parte do Trio Esperança, em 1968, substituindo sua irmã, a cantora Evinha, que partia para carreira solo. No grupo, gravou quatro lps até 1975. Marizinha (Mariza Corrêa) gravou outros compactos e depois seguiu para a França em um novo projeto ressucitando o Trio Esperança, gravando novas coisas, agora em cd.
Este foi o seu segundo compacto simples trazendo duas canções que chegara a fazer um relativo sucesso nas rádios do Rio e São Paulo. Confiram aí…
Novamente e em um outro compacto temos a queridíssima Eliana Pittman. Já andamos publicando outros compactos com ela e se voltamos, pode ter certeza, tem muita gente que a adora. Aqui temos ela em um compacto duplo, de 68. Lançado pela Rozenblit, o compacto nos traz, quatro canções, sendo essas…
Aqui, uma curiosidade. Um compacto com a música “Ella sou eu”. Uma espécie de jingles para um comercial de cigarros para mulheres, o Ella. Quem se lembra? A música aparece no compacto em duas versões, cantada e instrumental, lançada pela Continental (que não é outra marca de cigarros) em 1979. Maria foi um pseudônimo criado para a cantora, que na verdade é Alciony Menegaz, artista pouco conhecida fora do eixo paulista, onde trabalhou em boates e gravou outros compactos. O disquinho traz arranjos e regência de Eduardo Souto.
Na onda dos compactos, temos hoje “a internacional”, ou ainda, a “diva passional”, a cantora Lana Bittencourt. Já tivemos o prazer de apresentá-la aqui no Toque Musical e agora voltamos trazendo este compacto lançado em 1968 pelo selo Copacabana. Dentro de uma versatilidade que a ajudou em sua carreira, interpretando de tudo, neste compacto ela nos apresenta dois temas românticos com arranjos bem no clima da época, notadamente, a Jovem Guarda, com aquele orgão ao estilo Lafayette. Foi um dos ultimos discos que ela gravou antes de dar uma pausa na carreira para cuidar de sua vida pessoal.
Vamos aqui com Claudia Regina, cantora e compositora que atuou em festivais nos anos 70. Consta como única referência defendendo a música “Diálogo” de Baden Powell e Paulo Cesar Pinheiro, em 1972, ao lado do cantor Tobias, tendo essa canção lançada em uma coletânea do VII Festival Internacional da Canção e também em um compacto espanhol, pela Philips. Há no Youtube um vídeo onde ela, com Tobias e Baden se apresentam num festival cantando essa mesma canção.
Neste compacto simples da Mocambo em 1967, provavelmente seu primeiro disco, temos Claudia Regina interpretando duas canções…